SupermanTorras
Membro participativo
Ora bem, apesar de já não escrever aqui no tópico há alguns dias o problema não desapareceu. Bem pelo contrário.
Já fizemos (fizeram, eu não estive presente) uma reunião com uma advogada, para ver se a hipótese insolvência é viável, mas ao que parece a imagem com que ficaram da Drª não foi das melhores. Não necessariamente má mas não suficientemente boa para decidirem avançar.
Ainda por cima, quando questionada acerca da hipótese pedir um empréstimo em nome dos filhos para pagar as dívidas, disse que seria uma opção melhor (?), sobretudo porque em termos psicológicos é muito complicado aguentar a pressão inerente a um julgamento relacionado com insolvência.
Bati e tenho batido o meu pé, muitas vezes solitariamente (!), dizendo que pedir um empréstimo não é solução para nada, sendo provavelmente apenas uma forma de meter mais pessoas num buraco ao invés de se tirar a pessoa que lá está nesta altura.
Chegamos ao ponto em que decidimos dividir isto por fatias, não sabendo no entanto se isto é viável e por isso trago o assunto novamente à v/apreciação. Uma vez que as dívidas às Cofidis e quejandos (são 5 as empresas de crédito imediato que estão na equação) ascendem a cerca de 25 mil €, e são estas que não estão a ser possíveis de pagar nesta altura, seria aqui o foco do pedido de insolvência. Uma vez que existem outros 2 créditos (um de habitação e outro pessoal), ambos com um fiador, nestes não queríamos que incidisse o pedido de insolvência. À medida que estou a escrever isto nem eu estou a acreditar em que isto seja possível de fazer, ou seja decidir quais as dívidas que a pessoa, ela própria, decida que quer pagar.
Mas o problema é que além destas dívidas, existem outras, a particulares, que ascendem (ao que sabemos!) a cerca de 27 mil euros. A questão é que se a decisão for de facto avançar para o pedido de insolvência, e para esta ser de boa fé, têm de ser declaradas todas as dívidas. Incluindo as dos particulares. E assim sendo, estes particulares ficariam igualmente a "arder" com o dinheiro, pelo menos enquanto nós/a senhora o não conseguisse devolver.
A ideia que tenho tentado passar lá em casa é que há problemas que devido à sua dimensão são irresoluveis. E este caso parece-se enquadrar nitidamente nesse quadro. Nem nós (eu e a minha esposa) nem o meu cunhado temos posses para fazer face às dívidas e a solução/empréstimo não vai resolver nada, vai apenas estancar momentaneamente o fluxo de problemas. Numa analogia mais ou menos perversa só me lembro daqueles casos em que se tem um membro de tal forma doente que a única solução é a sua amputação e no entanto a solução pela qual se está a enverdar é a colocação de um penso rápido.
E aqui o "doutor" não está a conseguir fazer ver a sua opinião ao(s) doente(s).
Já fizemos (fizeram, eu não estive presente) uma reunião com uma advogada, para ver se a hipótese insolvência é viável, mas ao que parece a imagem com que ficaram da Drª não foi das melhores. Não necessariamente má mas não suficientemente boa para decidirem avançar.
Ainda por cima, quando questionada acerca da hipótese pedir um empréstimo em nome dos filhos para pagar as dívidas, disse que seria uma opção melhor (?), sobretudo porque em termos psicológicos é muito complicado aguentar a pressão inerente a um julgamento relacionado com insolvência.
Bati e tenho batido o meu pé, muitas vezes solitariamente (!), dizendo que pedir um empréstimo não é solução para nada, sendo provavelmente apenas uma forma de meter mais pessoas num buraco ao invés de se tirar a pessoa que lá está nesta altura.
Chegamos ao ponto em que decidimos dividir isto por fatias, não sabendo no entanto se isto é viável e por isso trago o assunto novamente à v/apreciação. Uma vez que as dívidas às Cofidis e quejandos (são 5 as empresas de crédito imediato que estão na equação) ascendem a cerca de 25 mil €, e são estas que não estão a ser possíveis de pagar nesta altura, seria aqui o foco do pedido de insolvência. Uma vez que existem outros 2 créditos (um de habitação e outro pessoal), ambos com um fiador, nestes não queríamos que incidisse o pedido de insolvência. À medida que estou a escrever isto nem eu estou a acreditar em que isto seja possível de fazer, ou seja decidir quais as dívidas que a pessoa, ela própria, decida que quer pagar.
Mas o problema é que além destas dívidas, existem outras, a particulares, que ascendem (ao que sabemos!) a cerca de 27 mil euros. A questão é que se a decisão for de facto avançar para o pedido de insolvência, e para esta ser de boa fé, têm de ser declaradas todas as dívidas. Incluindo as dos particulares. E assim sendo, estes particulares ficariam igualmente a "arder" com o dinheiro, pelo menos enquanto nós/a senhora o não conseguisse devolver.
A ideia que tenho tentado passar lá em casa é que há problemas que devido à sua dimensão são irresoluveis. E este caso parece-se enquadrar nitidamente nesse quadro. Nem nós (eu e a minha esposa) nem o meu cunhado temos posses para fazer face às dívidas e a solução/empréstimo não vai resolver nada, vai apenas estancar momentaneamente o fluxo de problemas. Numa analogia mais ou menos perversa só me lembro daqueles casos em que se tem um membro de tal forma doente que a única solução é a sua amputação e no entanto a solução pela qual se está a enverdar é a colocação de um penso rápido.
E aqui o "doutor" não está a conseguir fazer ver a sua opinião ao(s) doente(s).