Duplo suicídio

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é sempre lamentável que se chegue a este ponto.
muitas vezes, com alguma clama, as coisas até se rsolviam.

ainda não consegui entender se é um acto EGOÍSTA ou se de MUITA CORAGEM
 
E já procuraste ajuda?
Qualquer comportamento suicida que seja notório, convém tentar lidar com essa pessoa de forma delicada e tentar encaminhar essa pessoa para um técnico de saúde mental de modo a solucionar e erradicar esses pensamentos e qualquer perturbação adjecente.
Tal como explicitei noutro tópico:
Para informar o que está por trás do suicidio existe duas formas:

  • Suicidio
  • Para-suicidio
O suicidio é o quando uma pessoa o comete na sua fatalidade.

O para-suicidio é uma forma de a pessoa cometer esses actos, mas não como uma forma deliberada de se matar.

O cerne da questão aqui é que nós não somos pessoas formadas e avaliadas para fazer diagnóstico algum e dizer sem as precauções necessárias da pessoa que cometa estes actos se insira em determinada categoria.

Isto deverá ser feito e avaliado por um técnico de saúde credenciado, estudar as causas a que levam a esses comportamentos, e tentar irradicar do próprio paciente esses pensamentos.

NES - Suicdio e Para-Suicdio - O Problema (Explicação do suicidio e o para-suicidio)

http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/A0297.pdf (Um pequeno aprofundar sobre esta problemática que apesar de haver sistemáticamente perdas humanas ainda continua pouco estudada, apesar de existir em Portugal a Sociedade Portuguesa de Suicidiologia que estuda estes casos)

Todas as pessoas que denotem comportamentos desviantes, aconselho a não desvalorizar cada caso, pois como todos sabemos os sentimento que podem provocar e derivar de dôr, perda, culpa por estes actos poderá afectar-nos a todos nós.[;)]

PREVENIR O SUICÍDIO Organização Mundial de Saúde
 
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hein? :sh)
Por exemplo andar horas a fio e atravessar estradas, passagens de nivel e auto-estradas sem se olhar para a esquerda e para a direita.
Ir para o fim de um pontão no meio de uma tespestade violenta à espera que uma onda te leve
Ficar deitado sozinho em casa dias a fio sem te levantares para ir comer beber água ou ir à casa de banho, se ninguém te encontra...
 
O Suicidio é um acto consumado que deriva a própria morte, só sendo denominado ao fim deste acto acontecer.

O Para-suicidio são comportamentos, em que a própria pessoa tenta chamar alguma atenção perante alguém, revelando esses comportamentos, aqui intenção primária não é a morte, mas como também desencadeia atitudes mal sucedidas, sendo denominado assim.
Mesmo aqui acho-o que não devem ser de desvalorizar, pois pode existir uma correlação com o suicidio e por alguma fatalidade ele ser consumado.

Penso ter explicado o meu ponto de vista, pois o site que apresentei não se encontra disponivel para melhor ficarem esclarecidos.[;)]

Parassuicídio - Wikipédia, a enciclopédia livre
 
Para se chegar a esse ponto, tem de ser ter mesmo muitos problemas.

Atirar-se para a linha do comboio, ou ficar estendido na linha...credo.
 
Por exemplo andar horas a fio e atravessar estradas, passagens de nivel e auto-estradas sem se olhar para a esquerda e para a direita.
Ir para o fim de um pontão no meio de uma tespestade violenta à espera que uma onda te leve
Ficar deitado sozinho em casa dias a fio sem te levantares para ir comer beber água ou ir à casa de banho, se ninguém te encontra...
Exactamente...[;)]
 
Já pensei muitas vezes no suicidio, não o fiz por falta de coragem e porque iria causar sofrimentos aos meus pais, no entanto em casos extremos não julgo os outros, apenas penso que esta é uma solução definitiva para um problema(grave/muito grave) que nem sempre mas que muitas vezes pode ser apenas temporário.
O que mais me irrita são aqueles tipos que vão centro comercial adentro e começam a disparar e depois se suicidam!

Era importante procurares ajuda. Já o fizeste ?

Às vezes os problemas apenas são graves na nossa cabeça.....[;)]
 
acho que parar um "bicho" daqueles com aquelas toneladas todas não é questão de tecnologia mas sim de física.

Quanto ao tema, não compreendo porque alguém que se quer suicidar tem de colocar em risco a vida de outras pessoas. (sim, porque o risco, apesar de pequeno, existiu). Como já foi referido no texto, o comboio em caso de travagem muito brusca poderia ter um acidente e matado quem ia lá dentro (também).

Quem não dá valor à própria vida, devia pensar pelo menos nas dos outros..

Não percebi o teu comentário!
Achas que uma pessoa que comete um acto desses, no momento, está a pensar ?
 
Mais ou menos á um ano atras ia eu para a faculdade ter um exame, quando o comboio chega á estação de Queluz-Massamá e uma senhora "caiu" para a linha mesmo quando comboio estava a chegar. Ainda hoje não sei se ela caiu mem ou se suicidou. :(
 
Coragem ou covardia não se pode por isto nestes termos.
Continuo a dizer com algum conhecimento de causa que quando chegamos a um ponto o nosso cérebro não funciona mininamente, há pessoas que estão num estado tal que quando chega a este ponto não faz a minima ideia de como começou esta frase, muito menos se lembram que eu escrevi uma frase antes desta.
E se falarem na interpetação... é melhor fugirem!
Haverá pessoas que leram nestas minhas modestas palavras apenas que elas são os maiores e mais incompetentes filhos da **** que o mundo conheceu, que o mundo estaria melhor se elas fossem um monte de estrume putrecfato debaixo de sete palmos de terra, e mesmo assim a seriam uma maldição para aquele punhado de terra te-los lá.
 
Mãe e filha em silêncio até à morte


00h37m

SUSANA OTÃO
Taxista que transportou as duas mulheres antes destas colocarem termo à vida na linha de comboio, no lugar de São Mamede, no Bombarral, levou o JN ao local onde mãe e filha cometeram o duplo suicídio.
José Casimiro nem queria acreditar quando leu o jornal pela manhã: as duas clientes que tinha transportado no dia anterior para um sítio ermo em São Mamede, próximo do Bombarral estavam mortas. Tinham cometido duplo suicídio na linha do comboio e ele foi quem as transportou ao local da morte.
Quinze quilómetros e 13,15 euros de corrida depois, mãe e filha ordenaram ao motorista de táxi para que parasse. Pagaram, saíram, mas antes ainda lhe pediram um cartão com o número de telefone. "A mais nova disse-me que poderiam vir a precisar", contou ao JN.
E foi precisamente esse cartão que levou a Polícia até José Casimiro e depois à identidade das vítimas, visto que estas não tinham consigo qualquer identificação na altura do acidente.
Se desconfiou de alguma coisa ou se notou comportamentos estranhos durante a viagem desde as Caldas da Rainha, o taxista não hesita em afirmar: "Nada. Uma corrida normal. Duas mulheres, bem arranjadas, mas quase sempre em silêncio. Só perto do final da viagem é que a mãe disse à filha para me indicar o local exacto para as deixar e a filha disse-lhe para ela não se preocupar".
José Casimiro ainda estava em choque no dia de ontem e quando chegou ao parque de merendas de São Mamede, local onde foram encontrados os corpos, não escondeu a aflição: "Se soubesse que era para uma coisa destas nem tinha aceite que viajassem", contou, revelando que as duas entraram no seu automóvel pelas 12 horas, na praça de táxis da Rua 1º de Maio, muito perto da casa onde viviam. "Como é que é possível duas pessoas fazerem uma coisa destas sem hesitação. Devia ser algo muito grave que estava a acontecer para nem uma nem outra recuarem na altura em que viram o comboio", comentou.
José Rodrigues vive numa casa muito próximo do local onde as duas mulheres cometeram o suicídio. "Vi-as a sair do táxi e depois começaram a andar pela berma da estrada. Pouco depois ouvi um barulho forte vindo da linha férrea e quando apareceu a Polícia é que me apercebi", contou, revelando que a zona é um pouco escondida e que o maquinista terá tido, certamente, muitas dificuldades em fazer parar a composição do comboio.
Maria Isabel Castro e Bela Castro, de 81 e 54 anos, respectivamente eram mãe e filha e viviam na freguesia de Nossa Senhora de Pópulo, nas Caldas da Rainha há cerca de 10 anos. Reformada e viúva, Isabel Castro optou por ir viver com a única filha após a morte do marido. Bela Castro tinha-se divorciado recentemente e, sem filhos, levava a sua vida com a progenitora.
"Eram duas mulheres muito simpáticas e queridas por todos. Falavam muito bem comigo e não me parecia que tivessem algum problema", relatou uma vizinha.
No local de trabalho de Bela Castro, a agência de viagens Top Atlântico naquela localidade, o ambiente, ontem, era de consternação. "Só peço que respeitem a nossa dor e perda. Não sabemos o que aconteceu para acontecer uma tragédia destas", lamentava uma colega em lágrimas. Uma outra comentava que Bela Castro estava um pouco "estranha" no último dia em que falou com ela e que achou pouco normal ela ter o telefone desligado quando a tentou contactar na noite anterior. "Se calhar não queria que ninguém a influenciasse ou demovesse da sua intenção", avançou emocionada.
Vizinhos, amigos, conhecidos, estavam todos estupefactos com o sucedido e as causas para tal continuam incógnitas para todos. "Nada fazia crer que estavam a ter algum problema. É certo que a morte do marido e pai as deixou muito em baixo, mas isso já foi há tanto tempo", tentava justificar um amigo da família.
Entretanto, durante o dia de ontem as autoridades continuaram a tentar encontrar explicações para o ocorrido. Fonte da GNR realçou ao JN que as duas mulheres terão premeditado a acção e que as investigações vão prosseguir. A Polícia Judiciária (PJ) também esteve no local para recolher vestígios e questionar eventuais testemunhas. Ao que foi possível apurar, mãe e filha não têm nenhum familiar próximo, pelo que os corpos ainda não tinham sido reclamados ao final do dia de ontem e irão permanecer no Gabinete de Medicina Legal do Hospital das Caldas da Rainha, até ao serviço funerário.

Mãe e filha em silêncio até à morte - JN
 
Só tenho pena que as pessoas aquando deste tipo de actos (que não julgo, cada um é livre de fazer o que quiser da vida), envolva sempre outras pessoas que não têm nem querem ter nada a ver com esse suicídio.

Não será mais fácil pegar numa arma? Ao menos assim não prejudica terceiros (excluindo obviamente familiares e pessoas chegadas).
 
Coragem ou covardia não se pode por isto nestes termos.
Continuo a dizer com algum conhecimento de causa que quando chegamos a um ponto o nosso cérebro não funciona mininamente, há pessoas que estão num estado tal que quando chega a este ponto não faz a minima ideia de como começou esta frase, muito menos se lembram que eu escrevi uma frase antes desta.

É, de facto, assim.

E se falarem na interpetação... é melhor fugirem!
Haverá pessoas que leram nestas minhas modestas palavras apenas que elas são os maiores e mais incompetentes filhos da **** que o mundo conheceu, que o mundo estaria melhor se elas fossem um monte de estrume putrecfato debaixo de sete palmos de terra, e mesmo assim a seriam uma maldição para aquele punhado de terra te-los lá.

Tenho, para mim que, nestas como noutras circunstâncias, mais importante do que julgar...é tentar comprender.
Há sempre uma razão para tudo e, só perante determinada situação, cada um de nós, saberia como reagiria...
 
Só tenho pena que as pessoas aquando deste tipo de actos (que não julgo, cada um é livre de fazer o que quiser da vida), envolva sempre outras pessoas que não têm nem querem ter nada a ver com esse suicídio.

Não será mais fácil pegar numa arma? Ao menos assim não prejudica terceiros (excluindo obviamente familiares e pessoas chegadas).

Quando o único caminho é o suicídio, o «tunel é demasiado estreito e escuro» para se ver e pensar outra coisa que não o «colocar de um ponto final em tudo».

Mais do que criticar, temos que ter a capacidade de ajudar....
 
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