Elétricos para quê?

Gostava de ver um gasolina com uma eficiência de 56%...depois continuam a colocar na equação a quantidade de CO2 que a electricidade produz para ser gerada quando em 2018 ainda existem muitas centrais a carvão) mas daqui a 5 anos já será totalmente diferente.
Só a geração solar vai ficando cada vez mais barata e limpa (em 2014 havia uma previsão de que o preço seria reduzido a metade a cada 3/4 anos e parece que já foi ultrapassada).
 
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Gostava de ver um gasolina com uma eficiência de 56%...depois continuam a colocar na equação a quantidade de CO2 que a electricidade produz para ser gerada quando em 2018 ainda existem muitas centrais a carvão) mas daqui a 5 anos já será totalmente diferente.
Só a geração solar vai ficando cada vez mais barata e limpa (em 2014 havia uma previsão de que o preço seria reduzido a metade a cada 3/4 anos e parece que já foi ultrapassada).

Em Portugal não

https://www.edp.pt/particulares/apoio-cliente/origem-energia/

E no resto dos países onde se vendem elétricos também não

https://www.electricitymap.org
 
Gostava de ver um gasolina com uma eficiência de 56%...depois continuam a colocar na equação a quantidade de CO2 que a electricidade produz para ser gerada quando em 2018 ainda existem muitas centrais a carvão) mas daqui a 5 anos já será totalmente diferente.
Só a geração solar vai ficando cada vez mais barata e limpa (em 2014 havia uma previsão de que o preço seria reduzido a metade a cada 3/4 anos e parece que já foi ultrapassada).

Poe na equação também a electrecidade necessária para transformar o petroleo em gasolina.
 
É como disseram basicamente a questão é saber como produzir electricidade suficiente e de forma limpa.

O que não falta é energia renovável, sol, vento, barragens, etc. Temos uma quantidade enorme de energia renovável ao dispôr e só precisamos de uma pequeníssima parte.
Só há três problemas para deixar de vez os combustiveis fósseis:

- preço
- mudar toda a infrastrutura que existe atualmente virada para os combustiveis fósseis
- mudar as mentalidades
 
Basta olhar para o modo de funcionamento do motor que dá para ver que tem zonas de trabalho idênticas aos atuais a gasolina, ora se eu o usar nesse patamar, onde existe o ganho de eficiência?

Depois tem outra muito boa, "A estreia dos turbos na mazda", será que o senhor nunca viu a traseira de um Mazda com a palavra "turbo".[:D]
 
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Como é evidente, a indústria não vai deixar cair o motor de combustão "sem luta". E, embora eu seja um fervoroso adepto do automóvel eléctrico, todos temos a noção de que o eléctrico não é uma solução que serve para tudo e em todo lado. Há casos em que um motor a combustão continuará a ser mais adequado. A locomoção eléctrica e a combustível irão coexistir durante muitos anos. Portanto, se conseguirmos espremer mais rendimento da mesma quantidade de combustível, tanto melhor.
 
Os elétricos vão-nos ser enfiados pela guela abaixo quer queiramos ou não.
Quando este processo estiver finalizado (o enfiamento) estaremos a pagar para a aquisição, manutenção, impostos e electricidade, mais do que pagamos hoje pelos carros a combustão.
 
Gostava de ver um gasolina com uma eficiência de 56%...depois continuam a colocar na equação a quantidade de CO2 que a electricidade produz para ser gerada quando em 2018 ainda existem muitas centrais a carvão) mas daqui a 5 anos já será totalmente diferente.
Só a geração solar vai ficando cada vez mais barata e limpa (em 2014 havia uma previsão de que o preço seria reduzido a metade a cada 3/4 anos e parece que já foi ultrapassada).

Temos a nível planetário muitíssimas formas limpas de geração de energia. O potencial é enorme, nem é nada de tão complexo a nível tecnológico e até já poderíamos estar num nível superior de desenvolvimento se não fosse o lobby do costume. Aliás em 74, na altura do choque, a maioria das grandes universidades e centros de investigação estava já bem à frente neste capítulo. Depois abandonou-se, destruiu-se etc, etc, etc... true story.

O desafio hoje é a acumulação. Simplesmente.

Para o uso doméstico existem diversas artimanhas que não passam propriamente por baterias. Consegue-se hoje (por exemplo) acumular energia num pico solar para a noite, sob a forma de energia potencial/mecânica. Não é nada de extraordinário... pegas num excedente de energia e bombeias água para o cima da barragem... muito simples e eficaz.

Agora nos automóveis é um grande desafio hoje. Pelo menos se o quisermos tornar global.

Não nos podemos esquecer que quando se inventou o automóvel também não havia propriamente bombas de gasolina. Andamos há um século com este paradigma que desenvolvemos e montamos: uma rede enorme e extensa de bombas de combustível.

Lá chegaremos. Pessoalmente não creio em baterias/carregamentos. Mas isto é mais crença/feeling técnico que factos.
 
O que não falta é energia renovável, sol, vento, barragens, etc. Temos uma quantidade enorme de energia renovável ao dispôr e só precisamos de uma pequeníssima parte.
Só há três problemas para deixar de vez os combustiveis fósseis:

- preço
- mudar toda a infrastrutura que existe atualmente virada para os combustiveis fósseis
- mudar as mentalidades

Como consumidor vejo mais problemas:

- autonomia limitada, problema esse que podia perfeitamente ser colmatado, não fosse o ponto seguinte;
- demorado tempo de carregamento, e este é que é o problema. Não conheço ninguém que se importaria de ter um carro só com 200km de autonomia, desde que pudesse recarregar esses 200km em 5 minutos e ao preço muito mais barato da electricidade. Quando as baterias evoluírem no sentido em que este ponto seja uma realidade, aí sim os ICE têm os dias contados de certeza absoluta.
 
A fatia das renováveis no mix energético ainda é baixa. Basta ir ver o world energy report. Mesmo em Portugal, um dos melhores países em termos de renováveis, ainda temos cerca de metade da eletricidade a vir de fontes fósseis (depende do ano).

Parece-me que passar tudo a elétrico limpo exigiria uma fase de energia nuclear a curto-médio prazo, até que se conseguisse fluxos de eletricidade renovável q.b. para manter toda a frota a andar.

Quanto ao HCCI, a tecnologia parece extremamente complexa. A mercedes já por lá andou há algum tempo mas deixou-se disso. Espero que funcione, mas sinceramente a longo prazo não passará de um paliativo.
 
Relativamente à pergunta do tópico - eléctricos para quê? - a minha resposta é só uma e simples: para nos vermos livres dos combustíveis de petróleo!

Para mim, tudo o que seja alternativa ao petróleo (gasóleo e gasolina) é de aplaudir, independentemente das muitas teorias que andam por aí com desvantagens, autonomias, e isto e aquilo e o catano...
 
A fatia das renováveis no mix energético ainda é baixa. Basta ir ver o world energy report. Mesmo em Portugal, um dos melhores países em termos de renováveis, ainda temos cerca de metade da eletricidade a vir de fontes fósseis (depende do ano).

Parece-me que passar tudo a elétrico limpo exigiria uma fase de energia nuclear a curto-médio prazo, até que se conseguisse fluxos de eletricidade renovável q.b. para manter toda a frota a andar.

Quanto ao HCCI, a tecnologia parece extremamente complexa. A mercedes já por lá andou há algum tempo mas deixou-se disso. Espero que funcione, mas sinceramente a longo prazo não passará de um paliativo.

O HCCi já andou pelos laboratorios da Mercedes, Honda, Hyundai, Toyota, entre outras, e só mesmo com a teimosia da Mazda é que acho que irá aparecer no mercado, mas duvido do sucesso disso, nem acho que chegue ao sucesso (pouco) dos motores rotativos.[;)]
O elétrico, para já, seria a resposta à poluição dos grandes centros urbanos, tentar passar a ideia que de um dia para o outro será tudo elétrico é no minimo demagogia.
 
O que não falta é energia renovável, sol, vento, barragens, etc. Temos uma quantidade enorme de energia renovável ao dispôr e só precisamos de uma pequeníssima parte.
Só há três problemas para deixar de vez os combustiveis fósseis:

- preço
- mudar toda a infrastrutura que existe atualmente virada para os combustiveis fósseis
- mudar as mentalidades


na realidade dizes bem, temos energia limpa através da renováveis sol,vento e barragens, mas são insuficientes para o consumo exigido(hoje em dia), as renováveis são uma gota no oceano face ao que injectam na rede, teria de haver muito mais investimento para se deixar de recorrer a centrais termoeléctricas a gás\carvão de modo a conseguir ser tudo proveniente de energia limpa, e com o aumento de carros eléctricos, vai ser pior ainda...

o tempo o dirá...
 
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