Entrar para medicina com média de 10 valores

Estado
Não está aberto a mais respostas.
E não tira cá porque?

Porque houve alunos que tiveram melhores notas e portanto que entraram a frente dele!

Perante isto, ou tenta de novo no ano a seguir, esforçando-se mais, ou faz o esforço de ir para o Estrangeiro se cá não consegue..
 
E não tira cá porquê?

Porque houve alunos que tiveram melhores notas e portanto que entraram a frente dele!

Perante isto, ou tenta de novo no ano a seguir, esforçando-se mais, ou faz o esforço de ir para o Estrangeiro se cá não consegue..
Porque a média de acesso cá, que podia ser algo menos elevada, o força a ir lá fora, onde tirará, na mesma, o curso, regressando depois a mais das vezes... Ora isto não faz sentido. Se as médias fossem idênticas não haveria como contornar o obstáculo e se não entrassem cá não entravam de todo!
 
Porque a média de acesso cá, que podia ser algo menos elevada, o força a ir lá fora, onde tirará, na mesma, o curso, regressando depois a mais das vezes... Ora isto não faz sentido. Se as médias fossem idênticas não haveria como contornar o obstáculo e se não entrassem cá não entravam de todo!

Como já foi dito, para a "média" descer, as vagas teriam que aumentar e bastante. Quem faz a "média" são os alunos!

Isso é impossível..

A FMUC está a rebentar. Aqueles anfiteatros não dão para tanta gente. Já nem falo no resto..
 
Porque a média de acesso cá, que podia ser algo menos elevada, o força a ir lá fora, onde tirará, na mesma, o curso, regressando depois a mais das vezes... Ora isto não faz sentido. Se as médias fossem idênticas não haveria como contornar o obstáculo e se não entrassem cá não entravam de todo!


PL, isso era altamente discriminativo.

e acabava com a ja redizida mobilidade de cursos intra europeia.

cumprimentos
 
Porque a média de acesso cá, que podia ser algo menos elevada, o força a ir lá fora, onde tirará, na mesma, o curso, regressando depois a mais das vezes... Ora isto não faz sentido. Se as médias fossem idênticas não haveria como contornar o obstáculo e se não entrassem cá não entravam de todo!

Isso só tem resolução na CCCP [:D]

Bora fixar médias de acesso a nível europeu...mas que grande solução...nem sei como é que ninguém se lembrou disso [;)][:D]
 
Eu sei, sempre fui elogiado pela minha argumentação desde tenra idade, obrigado :)

Mas...faltou-te resposta?

Qual foi a parte que ainda não percebeste de que Medicina é dos cursos com mais vagas (provavelmente só Direito suplanta...), as médias resultam do nível alcançado pelos alunos que concorrem, para CONTINUARES com a FALSA premissa de que há um mecanismo artificial que cria a situação?

Depois de VÁRIOS users te terem explicado À EXAUSTÃO como o sistema se processa, continuar a insistir NUMA FALSA QUESTÃO...

...deve ser encarada como? Teimosia? Ou coisa pior?
 
Pé Leve, vou explicar como se fosse para um miudo de 10 anos.

Na escola, existem os miúdos e os marrões. Os marrões estudam muito e decoram muito, e essa é uma excelente ferramenta para se ter as melhores notas da escola, e ganha-se uma grande bagagem no que toca à capacidade de estudo. Ora se no país X existissem 2000 marrões, sendo que 500 têm média de 17, outros tantos média de 18, outros 19 e outros 20, e 500 vagas de medicina, se 1000 se candidatarem a medicina, só 500 entram, pelo que a nota do ultimo colocado fica algures nos 18.

São 500 vagas porque não há condições para mais. A nota do ultimo colocado é alta porque muitos dos alunos que se esforçaram arduamente no secundário candidataram-se a esse curso.

Pronto, acho que está explicado, com pinceladas de um rolo.



 
Porque a média de acesso cá, que podia ser algo menos elevada, o força a ir lá fora, onde tirará, na mesma, o curso, regressando depois a mais das vezes... Ora isto não faz sentido. Se as médias fossem idênticas não haveria como contornar o obstáculo e se não entrassem cá não entravam de todo!

isso não faz qualquer sentido.

Primeiro porque as medias não têm correspondencia nos diversos sistemas de ensino . COMO JÁ EXPLIQUEI ANTES um 12 em PT pode não equivaler a um 12 em Espanha, frança ou na Belgica.

Segundo , porque as Universidades não estabelecem a media de 17, mas sim umas notas minimas (que nem são assim tão altas), mas depois a procura, sim, sobe as medias.

Terceiro, é natural que um pais com maior falta de medicos(ja foi dito, e bem, que o prob de portugal, não é a falta, mas a ma distribuição), ou com mais recursos economicos tenha mais vagas para medecina...
 
O Pé Leve não percebe mesmo...


Portugal tem actualmente determinada capacidade formativa... São admitidos para frequentar determinado curso em determinada faculdade os melhores candidatos mediante a média... Quem tira o curso lá fora está no seu pleno direito, e, se o fizer numa escola reconhecidamente credivel, só temos de os receber, porque precisamos. Vivemos numa grande comunidade e não há meios politicos de impedir os nossos estudantes de circularem livremente dentro da UE.


Por outro lado, não se pode dizer que quem tiver média superior a X tem acesso a determinado curso... Qual é a lógica? Num ano 50 alunos, no ano seguinte 2500... Não pode ser.

Hoje em dia, mais que nunca, há o culto do curso de medicina. É impressionante e revoltante. Basta ver o tratamento diferenciado feito na comunicação social.
Para a comunicação social existem 3 tipos de estudantes:
- O estudante "não superior"
- O estudante universitário
- O estudante de medicina

Tudo isto cria um ambiente de "el dorado" em torno de um curso que é como todos os outros, e cada vez menos vantajoso...



Gostava ainda que o Pé Leve me justificasse o porquê de as médias nacionais para determinado curso variarem de faculdade para faculdade, região para região. Em que é que isso difere do aluno que vai estudar medicina para Espanha? Um portuense pode ter de ir para o Algarve tirar o curso que deseja, porque não consegue entrar mais perto de casa. Acha que o estado deveria nivelar as notas de acesso para aquele curso a nivel nacional, para que o moço pudesse ficar perto de casa? É que Santiago de Compostela deve ficar mais perto do que Faro.

Cumprimentos
 
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Basta ver o pânico com que o bastonário da ordem falou quando se inaugurou uma faculdade de medicina no Algarve, basta ver o custo de um mestrado em Portugal e em Espanha, basta ver as populações isoladas com direito a medico das 9 as 12...


...de quinze em quinze dias, pare perceber que justo e vagas para medicina, são palavras incompatíveis na mesma frase.

Aquilo é quase como a diplomacia ou a versão tuga da medicina Portuguesa "filho de peixe, sabe nadar".

Andamos a "importar" médicos de todo o lado, desde o Uruguai à vizinha Espanha e o bastonário, afirma que mais 1600 vagas no Algarve, é formar pessoas para o desemprego?

Temos alunos que se vêm forçados a ir para fora com todos os custos que isso acarreta para uma família, acabando por ficar por lá (a fuga de cérebros, que muitos não tem vontade para entender, tb aqui se aplica) pq são pessoas com vocação e um percurso académico honesto sem ter sido pago pelo papá, mas fruto da capacidade própria e acredita-se que poucas vagas e medias altas são a solução?

São uma solução, de remendos, esforço frágil e etéreo num mundo global, onde depressa se "compram" médicos indianos por metade do preço dos nacionais.

Ah, mas estão convencidos que a lei os protege da concorrência global num proteccionismo bacoco, que convêm? Talvez os políticos nacionais se verguem por uns tempos, mas aos da Europa, tanto se lhes dá e basta haver um qql borra botas com dinheiro suficiente e que queira instalar uma cadeia de hospitais privados na Europa, para se abrirem as portas da mão de obra barata e as leis sejam alteradas, as ordens apontadas como um privilégios exagerado e caro num mundo em crise (ou qql que seja a causa da "caça aos gansos selvagens"), para sentirem na pele as acusações fazem agora aos outros.

Será que a visão é assim tão curta, ou a coluna é tão flexível?






De uma coisa eu sei, não foi com gente desta que criamos um império, mas foi concerteza por causa deles que o perdemos.
 
Basta ver o pânico com que o bastonário da ordem falou quando se inaugurou uma faculdade de medicina no Algarve, basta ver o custo de um mestrado em Portugal e em Espanha, basta ver as populações isoladas com direito a medico das 9 as 12...


...de quinze em quinze dias, pare perceber que justo e vagas para medicina, são palavras incompatíveis na mesma frase.

Aquilo é quase como a diplomacia ou a versão tuga da medicina Portuguesa "filho de peixe, sabe nadar".

Andamos a "importar" médicos de todo o lado, desde o Uruguai à vizinha Espanha e o bastonário, afirma que mais 1600 vagas no Algarve, é formar pessoas para o desemprego?

Temos alunos que se vêm forçados a ir para fora com todos os custos que isso acarreta para uma família, acabando por ficar por lá (a fuga de cérebros, que muitos não tem vontade para entender, tb aqui se aplica) pq são pessoas com vocação e um percurso académico honesto sem ter sido pago pelo papá, mas fruto da capacidade própria e acredita-se que poucas vagas e medias altas são a solução?

São uma solução, de remendos, esforço frágil e etéreo num mundo global, onde depressa se "compram" médicos indianos por metade do preço dos nacionais.

Ah, mas estão convencidos que a lei os protege da concorrência global num proteccionismo bacoco, que convêm? Talvez os políticos nacionais se verguem por uns tempos, mas aos da Europa, tanto se lhes dá e basta haver um qql borra botas com dinheiro suficiente e que queira instalar uma cadeia de hospitais privados na Europa, para se abrirem as portas da mão de obra barata e as leis sejam alteradas, as ordens apontadas como um privilégios exagerado e caro num mundo em crise (ou qql que seja a causa da "caça aos gansos selvagens"), para sentirem na pele as acusações fazem agora aos outros.

Será que a visão é assim tão curta, ou a coluna é tão flexível?






De uma coisa eu sei, não foi com gente desta que criamos um império, mas foi concerteza por causa deles que o perdemos.

Eu achava que tinha sido por causa dos comunas...[8b]

Informa-te e verás que há má distribuição de médicos e não falta...O que deita por terra a maior parte dessa falácia que aprendeste lá no avante...
 
Basta ver o pânico com que o bastonário da ordem falou quando se inaugurou uma faculdade de medicina no Algarve, basta ver o custo de um mestrado em Portugal e em Espanha, basta ver as populações isoladas com direito a medico das 9 as 12...


...de quinze em quinze dias, pare perceber que justo e vagas para medicina, são palavras incompatíveis na mesma frase.

Aquilo é quase como a diplomacia ou a versão tuga da medicina Portuguesa "filho de peixe, sabe nadar".

Andamos a "importar" médicos de todo o lado, desde o Uruguai à vizinha Espanha e o bastonário, afirma que mais 1600 vagas no Algarve, é formar pessoas para o desemprego?

Temos alunos que se vêm forçados a ir para fora com todos os custos que isso acarreta para uma família, acabando por ficar por lá (a fuga de cérebros, que muitos não tem vontade para entender, tb aqui se aplica) pq são pessoas com vocação e um percurso académico honesto sem ter sido pago pelo papá, mas fruto da capacidade própria e acredita-se que poucas vagas e medias altas são a solução?

São uma solução, de remendos, esforço frágil e etéreo num mundo global, onde depressa se "compram" médicos indianos por metade do preço dos nacionais.

Ah, mas estão convencidos que a lei os protege da concorrência global num proteccionismo bacoco, que convêm? Talvez os políticos nacionais se verguem por uns tempos, mas aos da Europa, tanto se lhes dá e basta haver um qql borra botas com dinheiro suficiente e que queira instalar uma cadeia de hospitais privados na Europa, para se abrirem as portas da mão de obra barata e as leis sejam alteradas, as ordens apontadas como um privilégios exagerado e caro num mundo em crise (ou qql que seja a causa da "caça aos gansos selvagens"), para sentirem na pele as acusações fazem agora aos outros.

Será que a visão é assim tão curta, ou a coluna é tão flexível?






De uma coisa eu sei, não foi com gente desta que criamos um império, mas foi concerteza por causa deles que o perdemos.



UAU...


Já agora, a tua proposta é...


Toda esta celeuma das médias deve-se ao facto do secundário em Portugal ser uma cagada, os exames outra cagada e qualquer aluno médio tem média 16.

Por isso os melhorzitos amontoam-se lá para cima. Existe muito pouco poder discriminatório entre o aluno fabuloso, o excelente e o muito bom. Todos andam separados por décimas. Depois na hora do consurso há desilusões, porque é sempre por uma unha negra...


As terras isoladas do interior têm lá médico uma vez por semana, mas não têm nem policia, nem bombeiros, nem assistente social, nem tribunais nem bancos, nada... Mas só o SNS é que falha... E a culpa dos médicos, claro. Esses xutispas do catano...
 
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Em vez de se falar por falar...que tal números?

Em vez de se falar por falar...que tal números?

População (em milhões)

Espanha: 46,1

Portugal: 10,6

Vagas Medicina:

Espanha: 5032 (2007) 5821 (2008)

Portugal: 1347 (2007) 1400 (2008)

Comparação dados 2008: A população espanhola é 4,3x a população portuguesa e número de vagas para Medicina em Espanha é 4,16x o número de vagas em Portugal.

Dados populacionais: Portugal, Espanha

Dados vagas: Espanha, Portugal

E puff...lá se foi o Chocapic :rolleyes:

chocapic.jpg
 
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População (em milhões)

Espanha: 46,1

Portugal: 10,6

Vagas Medicina:

Espanha: 5032 (2007) 5821 (2008)

Portugal: 1347 (2007) 1400 (2008)

Comparação dados 2008: A população espanhola é 4,3x a população portuguesa e número de vagas para Medicina em Espanha é 4,16x o número de vagas em Portugal.

Dados populacionais: Portugal, Espanha

Dados vagas: Espanha, Portugal

E pum...lá se foi o Chocapic :rolleyes:

chocapic.jpg



André, esses dados absolutos por si só pouco significam. É preciso contextualizar. A verdade é que Espanha podia ficar 5 anos sem formar médicos que não sentiria um grande abalo no seu sistema de saúde. Em Portugal a história é diferente.

O número de vagas deve ser ajustado à necessidade do País e não ao número de cidadãos.
 
(...)As terras isoladas do interior têm lá médico uma vez por semana, mas não têm nem policia, nem bombeiros, nem assistente social, nem tribunais nem bancos, nada... Mas só o SNS é que falha... E a culpa dos médicos, claro. Esses xutispas do catano...
Falha tudo, desde os meninos do papá com medias mais altas mas que mal sabem escrever (nada que o livro de cheques do papá, não resolva) e chegam a médicos, aos sistemas de protecção civil.

A culpa não é dos médicos é dos lobys que arrastam o país, na defesa dos interesses de um punhado de gente e contra os elementares direitos do cidadão.
 
Arturval,


Claro, tanto assim é que Espanha diz que precisará de ter mais 2000 vagas para fazer face às necessidades [;)]

Agora, é importante acabar com o mito de que existem HOJE muito menos vagas cá comparativamente a lá fora, Espanha logo para começar.

Isso foi verdade durante os anos 80 e princípios de 90, todos o sabemos.

Desde 2002, as vagas em Portugal aumentaram 70%. O governo Guterres construiu 2 novas faculdades de Medicina (Beira Interior e Minho) e abriram-se os ciclos básicos nas Regiões Autónomas da Madeira e Açores. As restantes faculdades aumentaram consideravelmente as suas vagas.

Actualmente, não faz qualquer sentido estatístico dizer que há menos vagas cá do que há em Espanha, como os dados que eu coloquei o comprovam. E aqui não há opiniões que os rebatam, são factos estatísticos [;)]

Mas é óbvio que as necessidades de médicos decorrem do número de cidadãos.

A questão que tu colocas (e bem!) é que, apesar de actualmente termos um número de vagas proporcionalmente equiparado, dado que durante muitos anos não tivemos, continuamos -nestes anos- a formar menos médicos do que precisávamos para...este momento...dado o défice criado pelos anos em que entraram manifestamente poucos.

Isto não é muito difícil de perceber, é um raciocínio matemático perfeitamente acessível a qualquer um.

De acordo com o Ministério da Saúde, 2012 será o ano crítico de falta de médicos, dado que se começarão a sentir os efeitos de uma vaga de aposentações.

A partir daí começará uma curva ascendente, começando a fazer-se sentir (consideravelmente) o aumento de vagas ocorrido nos últimos anos.

Dada a extensa duração temporal da formação médica obrigatória para se "ser médico" (curso + especialidade), consegue-se ter uma ideia bastante aproximada da realidade numérica de médicos no médio prazo.
 
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