Europa, Quo Vadis?

Só espero que depois dessa nova lei da imigração os portugueses aceitem fazer os trabalhos que os imigrantes faziam. Trabalhos pesados subempregos como dizemos aqui.
Sim porque os Portugueses é só doutores e o nosso País foi construido por imigração.
Desliga as TVs e sai á rua...
 
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Tínhamos a malta do RSI para substituir os imigrantes, não é! [:cool:]
Essa malta se trabalhasse e tambem os 600mil que estão no desemprego... se calhar a coisa resolvia-se.
Como explicas esta contradição de um País que precisa tanto mas tanto de imigrantes pois não há mão de obra pra nada e mesmo assim temos mais de meio milhão (registados) de pessoas no desemprego á procura "ativamente" de trabalho enquanto recebem o subsídio de desemprego? Se calhar algo não bate certo...
Isso e os apenas 600 mil imigrantes com descontos para a SS quando na relaidade certamente ultrapassam os 2 milhões deles.
 
Essa malta se trabalhasse e tambem os 600mil que estão no desemprego... se calhar a coisa resolvia-se.
Como explicas esta contradição de um País que precisa tanto mas tanto de imigrantes pois não há mão de obra pra nada e mesmo assim temos mais de meio milhão (registados) de pessoas no desemprego á procura "ativamente" de trabalho enquanto recebem o subsídio de desemprego? Se calhar algo não bate certo...
Isso e os apenas 600 mil imigrantes com descontos para a SS quando na relaidade certamente ultrapassam os 2 milhões deles.

[:D][:D][:D][:D][:D]
Onde é que vocês vão buscar estas ideias? Quem é que vos anda a meter isto?
 
Outra vez amiguinho!
Está correto! alguns dos próprios exemplos que a senhora usa não são corretos. Por exemplo ele dá uma explicação e exemplifica, "fuma demais" mas de acordo com a própria explicação, pode ser - ele fuma de mais, o autor é que decide o que quer escrever, se cigarros excessivamente (demais) ou cigarros a mais (de mais).
Mas eu já te expliquei mais acima uma forma simples como podes perceber que está correto.



Continuam a colocar aqui a definição de 'demais' enquanto pronome, quando a palavra foi usada como advérbio. É um erro sintático.

Isso do 'pedir de menos' usa-se no brasil e em espanha. O antónimo do advérbio 'demais' é 'menos', o contrário seria 'pedir menos', nunca 'pedir de menos'. Após uma preposição não há lugar a advérbios. No limite, poderás escrever uma locução adverbial.

"de mais" (escrita separada) não é considerada uma locução adverbial com o significado de "em excesso" ou "muito". A forma correta para expressar ideia de excesso é "demais", sob forma de advérbio.​

Poderias ter escrito 'pedir demais', ou 'pedir a mais', 'pedir de mais' está incorrecto.


Muitas pessoas confundem "de mais" com "demais" porque, historicamente, a forma junta evoluiu da expressão separada (de + mais). No entanto, a gramática normativa fixou a regra da seguinte forma.

"Demais" : É a forma que se fixou como advérbio de quantidade (ou pronome indefinido). Funciona como uma unidade sintática única.

"De mais" (separado): É apenas a preposição "de" seguida pela palavra "mais". Para ser gramaticalmente correta, precisa de estar numa construção específica, geralmente com um substantivo a ser quantificado ou negado.

 
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Essa malta se trabalhasse e tambem os 600mil que estão no desemprego... se calhar a coisa resolvia-se.
Como explicas esta contradição de um País que precisa tanto mas tanto de imigrantes pois não há mão de obra pra nada e mesmo assim temos mais de meio milhão (registados) de pessoas no desemprego á procura "ativamente" de trabalho enquanto recebem o subsídio de desemprego? Se calhar algo não bate certo...
Isso e os apenas 600 mil imigrantes com descontos para a SS quando na relaidade certamente ultrapassam os 2 milhões deles.

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Faltou esta parte

Ficaste preso em 2022!
Onde é que vocês vão buscar estas ideias? Quem é que vos anda a meter isto?

Basicamente escreveste uma série de mentiras e não acertaste 1.
 
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Onde é que vocês vão buscar estas ideias? Quem é que vos anda a meter isto?

Em Novembro de 2024 estava nos 6.6%, cerca de 370 mil. Em Espanha e de 10.29%, Franca 7.5%, Suecia 8.4%, etc. Tirando 3 a 5% que possam estar em fase de transicao, o que e feito do remanescente?? Ha um plano para colocar estas pessoas ao servico dos paises??.

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Em Novembro de 2024 estava nos 6.6%, cerca de 370 mil. Em Espanha e de 10.29%, Franca 7.5%, Suecia 8.4%, etc. Tirando 3 a 5% que possam estar em fase de transicao, o que e feito do remanescente?? Ha um plano para colocar estas pessoas ao servico dos paises??.


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Isto há 2 dias.
De 600 mil a receber o subsidio de desemprego para 179 mil vai assim uma diferença grandita [:D]
 
Sim porque os Portugueses é só doutores e o nosso País foi construido por imigração.
Desliga as TVs e sai á rua...
Eu sei mas estou pensando na gente. Não que seja problema de vocês os nossos problemas ( não é). Mas para onde vamos tentar imigrar agora. Não falamos inglês nem conseguimos aprender. Só tinha Portugal como opção. Agora nem isso com essas novas restrições. Nem citem os países africanos por favor porque ninguém quer ir para lá.
E a dívida histórica, os laços que temos. Não conta.
 
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É engraçado pois em França nos meios rurais era exatamente igual a Portugal.

Mesmo na Suiça,Áustria,Alemanha,Espanha,Itália,Grécia,etc,e tc

A moda dos lenços na cabeça só acabou com o uso massivo de engenhos mecanizados no trabalho agricola.

A minha avó materna era suiça,usava sempre um lenço sobretudo no verão ou um chapéu,e quando o meu avò faleceu usava sempre uma peça escura pelo luto,imagina tu que por aqui neste canto da europa há certos costumes que são iguais.

Quanto aos frontaliers... são arrogantes,preguiçosos e descartáveis.

Não era nada.

Nessa altura havia grandes diferenças a nivel de costumes e mentalidade entre o Sul da Europa e o Centro e Norte, para não falar noutros aspectos.

Por exemplo, o interior de Portugal, Espanha, Itália e Grécia era profundamente conservador, retrógrado e ultra religioso. Basta dizer que nessa altura as mulheres tinham zero direitos. O modo de vida era tudo à base do que o padre dizia na missa e o dia a dia resumia-se a isso. Além de trabalho na terra.

A França, Alemanha ou Suíça eram muito mais avançadas a nível de mentalidade.

Com a UE as diferenças a todos os níveis acabaram por se esbater mas nessa altura, ir do interior profundo de Portugal para a Suíça ou França era uma diferenças da noite para o dia a todos os níveis.

Era como hoje um marroquino vir do interior do seu país para a UE. São dois mundos distintos.
 
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"Há portugueses jovens, na flor da idade, que não querem trabalhar; podiam trabalhar, não têm qualquer impedimento médico, mas não querem, julgam que estão acima de um certo tipo de trabalho braçal, apesar de pertencerem a famílias que só trabalharam nesse tipo de funções; julgam que são superiores aos pais e avós - não são. Até são inferiores, na verdade", escreve Henrique Raposo, cronista do Expresso

A opiniao que esta a incendiar as RS...[kiss]
 
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"Há portugueses jovens, na flor da idade, que não querem trabalhar; podiam trabalhar, não têm qualquer impedimento médico, mas não querem, julgam que estão acima de um certo tipo de trabalho braçal, apesar de pertencerem a famílias que só trabalharam nesse tipo de funções; julgam que são superiores aos pais e avós - não são. Até são inferiores, na verdade", escreve Henrique Raposo, cronista do Expresso

A opiniao que esta a incendiar as RS...[kiss]

Na moucheapr:)

O Pedro Marques Lopes ontem também disse algo semelhante no Eixo do Mal.

Quem conhece o mercado de trabalho ou é empresário sabe que isto é a mais pura das VERDADES.
 
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Por exemplo, o interior de Portugal, Espanha, Itália e Grécia era profundamente conservador, retrógrado e ultra religioso. Basta dizer que nessa altura as mulheres tinham zero direitos. O modo de vida era tudo à base do que o padre dizia na missa e o dia a dia resumia-se a isso. Além de trabalho na terra.

É espantoso o à-vontade com que se repetem as galgas de que a esquerda se serviu para falsificar a história.
 
Não era nada.

Nessa altura havia grandes diferenças a nivel de costumes e mentalidade entre o Sul da Europa e o Centro e Norte, para não falar noutros aspectos.

Por exemplo, o interior de Portugal, Espanha, Itália e Grécia era profundamente conservador, retrógrado e ultra religioso. Basta dizer que nessa altura as mulheres tinham zero direitos. O modo de vida era tudo à base do que o padre dizia na missa e o dia a dia resumia-se a isso. Além de trabalho na terra.

A França, Alemanha ou Suíça eram muito mais avançadas a nível de mentalidade.

Com a UE as diferenças a todos os níveis acabaram por se esbater mas nessa altura, ir do interior profundo de Portugal para a Suíça ou França era uma diferenças da noite para o dia a todos os níveis.

Era como hoje um marroquino vir do interior do seu país para a UE. São dois mundos distintos.
Ainda hoje o interior profundo da Suiça não tem nada a ver com o urbano,tens mentalidades bem atrasadas,isoladas.

Mas pronto tu é que sabes tudo,os outros são uns burros que aqui andam com os olhos tapadinhos mesmo sendo descendentes de culturas diferentes criado a falar duas línguas desde pequeno,e em contato com dois países e desde puto a passar férias com familiares a 100% outra nacionalidade,a ouvir as histórias dos mais velhos e afinal de contas as mentalidades foram-se mantendo durante o tempo por todo o lado,imagina.

Agora se me falares de desenvolvimento económico,indústria e todo o resto aí sim a história é diferente.
 
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"Há portugueses jovens, na flor da idade, que não querem trabalhar; podiam trabalhar, não têm qualquer impedimento médico, mas não querem, julgam que estão acima de um certo tipo de trabalho braçal, apesar de pertencerem a famílias que só trabalharam nesse tipo de funções; julgam que são superiores aos pais e avós - não são. Até são inferiores, na verdade", escreve Henrique Raposo, cronista do Expresso

A opiniao que esta a incendiar as RS...[kiss]

É sempre engraçado ver esta gente a mandar os outros trabalhar...
 
É espantoso o à-vontade com que se repetem as galgas de que a esquerda se serviu para falsificar a história.

Esquerda?

Meu caro amigo, toda a minha família é do interior mais interior que se possa imaginar portanto sei daquilo que falo. Nasci e cresci nos anos 80/90 portanto ainda apanhei esse modo de vida, pessoas ultra religiosas, mulheres completamente submissas à vontade dos maridos, o que o padre dizia era sagrado e seguido à risca, mentalidade atrasada, fechada, deprimente, completamente retrógrada. Era assim a vida de grande parte do país há não muitas décadas atrás.
 
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