DoktorHans
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Tal e qual.
Isto não devia ser discutido ou decidido pelo povo.
O governo devia fazer um levantamento junto dos profissionais de saúde credenciados : Médicos, terapeutas, enfermeiros e casos específicos: familiares de doentes paliativos e próprios doentes. Uma coisa à séria que, bem feito, iria gastar-se menos ou o mesmo dinheiro que um referendo.
Mas o referendo parecendo que não é "mais fácil", sempre se pode vetar alegando ter sido feito junto de uma população que pouco ou nada percebe do assunto. []
Pra um lado ou pra o outro, não faltam opiniões de "profissionais credenciados", filósofos e pavões da intelectualidade.
O parlamento, é feito por partidos, que é suposto representarem as classes sociais e os seus interesses económicos: proletariado, classe média assalariada e burguesia exploradora. Nenhum deputado se pode arvorar em "representante das consciências dos eleitores que o elegeram", que nem sequer sabe quem são.
Em última análise, a solução que resta é mesmo o referendo. "Ah, e tal, mas isso é ficar na mão de analfabetos e ignorantes, sem preparação nenhuma pra pensar e escolher nestas coisas". Pois será, mas em democracia não existe nenhuma "reflexão iluminada" que valha mais que a expressão da vontade popular.
Senão era fácil: era só seleccionar os maiores QIs em cada especialidade, e eles é que decidiam tudo, sem eleições, parlamentos nem outros "luxos".