F1 2007 GP Brasil - Kimi Raikkonen CAMPEAO

Declaração integral da FIA.

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The FIA’s McLaren-Monaco statement in full
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30 May 2007
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Having studied the radio traffic between Vodafone McLaren Mercedes (McLaren) and its drivers, together with the FIA observer’s report and data from the team, it is clear that McLaren’s actions during the 2007 Monaco Grand Prix were entirely legitimate and no further action is necessary.
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The facts

1. A two-stop strategy is the optimum at Monaco unless the safety car is deployed, in which case one-stop can sometimes be better.

2. The safety car has been deployed during four of the past five Monaco Grands Prix.

3. Under current rules the choice between a one-stop and two-stop strategy must be made before the final qualifying period.

4. It is clear from FIA measurements taken after qualifying that McLaren fuelled Hamilton for five more laps than Alonso.

5. This allowed Hamilton the option of a one-stop strategy should the safety car have come out during his first stint.

6. The safety car was not deployed.

7. The McLaren was significantly faster at Monaco than any other car.

Background

The primary objective of any team is for one of their drivers to win. If this can be achieved they will try to ensure their other car finishes second.

With no safety car during Alonso’s first stint, there was a small but finite risk that it would come out during the five laps before Hamilton had to refuel. This would have put him behind the field and at a significant disadvantage to any car on a full (as opposed to optional) one-stop strategy. The latter cars would be expected to refuel around lap 40 – ie after the safety car had pitted if it came out during Hamilton’s extra laps.

For similar reasons Hamilton was called in early for his second pit stop, thus assuring his second place, with or without a safety car.

Had the car in front of Hamilton not been his team-mate, McLaren might (probably would) have decided to risk the safety car and let Hamilton run for as long as his fuel load allowed in the hope that he would come out of the pits in the lead after one of his pit stops. There is, however, no obligation on them to take this risk in order to overtake their own car. Indeed it would be foolish to do so.

It is standard procedure for a team to tell its drivers to slow down when they have a substantial lead. This is in order to minimise the risk of technical or other problems. It is also standard practice and entirely reasonable to ask the drivers not to put each other at risk.

McLaren were able to pursue an optimum team strategy because they had a substantial advantage over all other cars. They did nothing which could be described as interfering with the race result.
 
Pois, mas a imprensa deu para embirrar com o Alonso.

Esquecem-se de que ele fez uma corrida limpa em Mónaco, conseguiu a pole, voltas super rápidas e o 1º lugar.

Enquanto a corrida esteve quente, o Hamilton afastava-se cada vez mais de Alonso.

No final, já com as coisas controladas, a distância encurtou por culpa de muita gente atrasada e o Alonso abrandou. Hamilton é que decidiu dar um ar da sua graça. É normal esse entusiasmo, já vi muita gente a passar pelo mesmo.

É normal que a equipa tenha dito ao rapaz para ter calma. Nada de mais.
 
Pois, só que ele começou a correr há 2 meses, certamente o Moutinho ao fim de 5 jogos não ganhava mais que o Hamilton...

O que me perturba nos tempos actuais (note-se que já sou cota) é que ninguém dá tempo ao tempo e ao ritmo das coisas. Para o bem para o mal: o hamilton ao fim de 5 corridas já pensa hipoteticamente em mudar de equipa para ganhar mais e ter outro estatuto, se calhar faz duas borradas em 2 GP seguidos e já ninguém o quer nem dado. Bolas, deixem lá acabar a época e depois faz-se o balanço, se continuar assim certamente a Mclaren o vai aumentar, e certamente na próxima época com mais experiência terá a rédea mais solta para lutar pelo campeonato. Este mundo desenfreado dos media com a necessidade instantânea de fazer heróis e vilões é lixado.
Muito bem. [;)]
 
Pois, mas a imprensa deu para embirrar com o Alonso.

Esquecem-se de que ele fez uma corrida limpa em Mónaco, conseguiu a pole, voltas super rápidas e o 1º lugar.

Enquanto a corrida esteve quente, o Hamilton afastava-se cada vez mais de Alonso.

No final, já com as coisas controladas, a distância encurtou por culpa de muita gente atrasada e o Alonso abrandou. Hamilton é que decidiu dar um ar da sua graça. É normal esse entusiasmo, já vi muita gente a passar pelo mesmo.

É normal que a equipa tenha dito ao rapaz para ter calma. Nada de mais.

Só não esquecer que enquanto a "corrida esteve quente" o Hamilton levava combustível para apenas 1 enquanto que o alonso ia fazer 2 paragens. [;)]
 
Só não esquecer que enquanto a "corrida esteve quente" o Hamilton levava combustível para apenas 1 enquanto que o alonso ia fazer 2 paragens. [;)]

Isso é assim mas também não é bem assim: o combustível a mais era para 4 ou 5 voltas, ou seja, em caso de fazer uma só paragem seria bem antes de metade da corrida e a segunda parte ia ser feita carregadinho que nem um burrico de fuel. Isso não obsta a que tenha tido um extraordinário desempenho, mas a diferença de combustível também não era assim uma coisa do outro mundo.
 
Isso é assim mas também não é bem assim: o combustível a mais era para 4 ou 5 voltas, ou seja, em caso de fazer uma só paragem seria bem antes de metade da corrida e a segunda parte ia ser feita carregadinho que nem um burrico de fuel. Isso não obsta a que tenha tido um extraordinário desempenho, mas a diferença de combustível também não era assim uma coisa do outro mundo.

5 voltas a mais é mto combustivel e o que acabou por se ver foi que qdo o Hamilton teve leve andava ao nível do Alonso. Por isso o comentário:

LuisNeves disse:
Enquanto a corrida esteve quente, o Hamilton afastava-se cada vez mais de Alonso.

Não tem aplicabilidade pq nesta altura estavam com estratégias diferentes. [;)]

Deixa lá que o Alonso não foi assim tão melhor que o Hamilton e que ordens de equipa ou não o resultado final demonstrou isso.
 
O actual e inesperado factor PILOTAGEM-PNEU...

Um inquérito da Sport-Auto, dirigido pelo especialista velho na arte que é M. Moncet, encontrou o padrão central que está a motivar algumas inesperadas surpresas nas relações de forças entre pilotos da mesma equipa.

Se o factor habituação aos Bridgestone parecia a explicação prioritária para quase tudo no começo da época, os dados técnicos trataram de contrariar tal tese, minimizando-a. E isto porque os actuais pneus são, segundo os mesmos técnicos, significativamente diferentes dos de 2006: ainda mais mais diferentes, relativamente às gamas de 2006, que os Bridgestone e Michelin 2006 entre si! Quem diria!...

Na F1 actual o padrão central que emerge como principal factor limitador entre pilotos dispondo de carros iguais, é o uso dos pneus, melhor: a sua adequada exploração e economia.

Na Renault, Kovalainen não consegue poupar os pneus como Fisichella, tendo admitido após a análise permitida pelos dados das 4 primeiras corridas, que vai ter que alterar o seu estilo de pilotagem, o que desde logo é um entorse para um piloto ao nível da F1.

Na Spyker, Albers afunda-se face ao estreante Sutil, bem mais suave no uso que faz dos pneus.

Na Ferrari, Raikkonen não consegue dominar Massa, vendo até a sua rapidez contestada pelo brasileiro. O veredicto segue o mesmo padrão: Massa poupa mais os pneus...

Na BMW Heidfeld revela pilotagem mais suave que Kubica.

Na Honda Barrichello surpreendeu Button ao minimizar a agressividade sobre os pneus.

Na McLaren está uma das maiores e inesperadas surpresas entre todas: Hamilton é, segundo os técnicos da Bridgestone, o piloto que trata os pneus mais suavemente! Withmarsh, da McLaren, admite que a pilotagem mais brusca de Alonso (inserção em curva com guinada mais acentuada) lhe coloca alguns problemas na gestão dos pneus ao longo da corrida. Mas sobretudo o que preocupa Whitmarsh é 2008: o ano em que o Controlo de Tracção desaparece e os problemas do estilo de pilotagem sobre a durabilidade do pneus vai atingir o seu pico máximo.

Berger admite mesmo que 2008 traga surpreendentes realinhamentos de forças entre os pilotos, motivado precisamente pelo factor de gestão dos pneus.
 
Última edição:
Isso é assim mas também não é bem assim: o combustível a mais era para 4 ou 5 voltas, ou seja, em caso de fazer uma só paragem seria bem antes de metade da corrida e a segunda parte ia ser feita carregadinho que nem um burrico de fuel. Isso não obsta a que tenha tido um extraordinário desempenho, mas a diferença de combustível também não era assim uma coisa do outro mundo.

A estratégia foi mudada antes das primeiras paragens!! Hamilton partiu para a corrida com uma estratégia de uma só paragem!

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<- cliquem
 
A estratégia foi mudada antes das primeiras paragens!! Hamilton partiu para a corrida com uma estratégia de uma só paragem!

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Pois foi... Mas não estava a perder o tempo que se esperava...[:cool:]

Jacques Lafitte e Patrick Tambay perceberam, pelos movimento do carro na Q3, que Hamilton estava bem mais pesado que Alonso (estimavam uma diferença de peso entre os 15-20kg, e logo no circuito mais penalizador do campeonato para o peso extra!). E logo no final da Qualificação, Tambay foi explícito ao afirmar que Hamilton fizera a melhor Qualificação apesar de não ficar na pole!... É que, pela sua estimativa de diferença de peso e que se veio a verificar, Hamilton deveria ter ficado a mais de 0.4s de Alonso e ficou apenas a 0.179s...
 
Última edição:
A estratégia foi mudada antes das primeiras paragens!! Hamilton partiu para a corrida com uma estratégia de uma só paragem!

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Uma só paragem não quer dizer que para a meio. A estratégia era de uma paragem bem antes de meio da corrida, tendo sido revertida para duas com uma penalização mínima. De facto parece ser a estratégia mais adequada ao Mónaco face aos safety cars frequentes.
 
Uma só paragem não quer dizer que para a meio. A estratégia era de uma paragem bem antes de meio da corrida, tendo sido revertida para duas com uma penalização mínima. De facto parece ser a estratégia mais adequada ao Mónaco face aos safety cars frequentes.

Ainda um dia deste vou ver a McLaren numa corrida de chuva, e devido a essas inovadoras «estratégias estatísticas», a chamar o Hamilton para colocar pneus de seco (apesar do dilúvio...) porque nos últimos 3 ou 4 anos aquela corrida tinha sido feita em seco...[:cool:]
 
Ainda um dia deste vou ver a McLaren numa corrida de chuva, e devido a essas inovadoras «estratégias estatísticas», a chamar o Hamilton para colocar pneus de seco (apesar do dilúvio...) porque nos últimos 3 ou 4 anos aquela corrida tinha sido feita em seco...[:cool:]

E já agora q façam 4 ou 5 paragens, não vá o safety car aparecer, ou melhor que encham o tanque até ao fim, hmmm pois, já me esquecia que n tem capacidade...
 
Ao que parece a Toyota colocou o ralf Schumacher sob ultimato: ou ele trata de se aproximar de Trulli até ao GP dos EUA (incluído) ou Montagny avança para o seu lugar de piloto efectivo.
 
E já agora q façam 4 ou 5 paragens, não vá o safety car aparecer, ou melhor que encham o tanque até ao fim, hmmm pois, já me esquecia que n tem capacidade...

Para se ver a consistência desse argumento exótico de Ron Dennis, imaginem-se os papéis invertidos: Alonso colocado numa estratégia de uma paragem, ainda assim a não perder o tempo esperado para um Hamilton numa estratégia de duas paragens, e eis que por uma exótica e peregrina decisão de «estratégia estatística» a McLaren fazia-o parar mais cedo que o previsto e alterava-lhe a estratégia, inviabilizando-lhe a estratégia que tão bem lhe estava a resultar...

Imaginem-se (sem grande esforço, já que basta recordar episódios passados como o do GP da China de 2006), as queixas de Alonso sobre a equipa, o colega, o mundo em geral... Os brados de Espanha em nome da defesa da honra da pátria, as hordas ululantes dos Alonso-maníacos... Ainda bem que tudo se passou na devida ordem sublinhada por Hamilton...
 
Última edição:
Podias criar um tópico anti-Alonso e desabafar lá. Com esse azedume todo é difícil de discutir racionalmente o que se passa nas corridas.

A subjectividade a recorres para romanticamente definir o que expressei, pode ser vantajosamente substituída por algo mais objectivo: a constatação...
 
Pois foi... Mas não estava a perder o tempo que se esperava...[:cool:]

Jacques Lafitte e Patrick Tambay perceberam, pelos movimento do carro na Q3, que Hamilton estava bem mais pesado que Alonso (estimavam uma diferença de peso entre os 15-20kg, e logo no circuito mais penalizador do campeonato para o peso extra!). E logo no final da Qualificação, Tambay foi explícito ao afirmar que Hamilton fizera a melhor Qualificação apesar de não ficar na pole!... É que, pela sua estimativa de diferença de peso e que se veio a verificar, Hamilton deveria ter ficado a mais de 0.4s de Alonso e ficou apenas a 0.179s...

Se em vez de pegares em estimativas pegasses nos tempos por volta de ambos os pilotos durante a corrida bem que podias fundamentar a tua análise com algum rigor.
Agora em estimativas, ou numa análise de uma corrida que após o primeiro reabastecimento a equipa ordenou que se limitassem a gerir não justifica absolutamente nada. É apenas uma série de "se"s completamente aleatória.

Não interessa se o Alonso foi mais rápidos nos treinos livres, nas qualificações de combustível livre ou a volta mais rápida.
Não interessa se o Hamilton ia batendo várias vezes ou que o Alonso tenha feito uma excelente corrida.

O uníco fundamento é detestarem o Alonso e tudo o que ele e quem o representa. Sendo assim o Alonso é culpado na pior das hipóteses simplesmente por ter nascido.
 
"Não interessa se o Alonso foi mais rápidos nos treinos livres, nas qualificações de combustível livre ou a volta mais rápida.
Não interessa se o Hamilton ia batendo várias vezes ou que o Alonso tenha feito uma excelente corrida.

O uníco fundamento é detestarem o Alonso e tudo o que ele e quem o representa. Sendo assim o Alonso é culpado na pior das hipóteses simplesmente por ter nascido".



100% de acordo, ontem o Jornal AutoSport, traz uma analise muito clara sobre a "investigaçao" feita á suposta "protecçao" da posiçao de Alonso, e o que se pode concluir, é que Alonso "cilindrou" (!!!) alias só quem nao quer ver:

Pole position, volta mais rapida na corrida, vitoria....
"pior que o cego é aquele que nao quer ver"....
 
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