F1 2007 GP Brasil - Kimi Raikkonen CAMPEAO

ou sabe que não têm hipotese de ganhar o campeonato (se o alonso não tem, o raikkonen muito menos) e quer o 3º lugar do campeonato... ser o primeiro piloto da sua equipa. perfeitamente normal, não achas?
ah, espera, é a ferrari, não é natural haver equilíbrio :D

Matematicamente tanto Alonso como Raikkonen continuam na luta pelo título.

Massa é que já está de fora (caso Hamilton não seja excluído do mundial...).
 
Eu acho que o hamilton devia ter sido penalizado depois da história da Grua, e não devia ser neste caso.

Mas este ano parece que a F1 dá é na TVI.

A direcção de corrida é que decidiu mantê-lo em prova...

Ainda assim Hamilton não pontuou por estar demasiado atrasado (a uma volta da frente da corrida).

Assim como a direcção de corrida, se achava que ele não estava a proceder correctamente atrás do SC (não manteve a distancia mínima de 5 carros para o SC), deveria ter feito como fez em Monza (2006?) com Alonso, quando corrigiu o espanhol (via rádio) no comporatamento que ele estava a ter e que era considerado perigoso e potenciador de acidente atrás de si.

Se pilotos experimentados e em condições de pista mais fáceis tem direito a avisos da direcção de corrida, porque é que um rookie naquelas condições de pista complicada é deixado exclusivamente por sua conta?...
 
Última edição:
«Se este gajo continua a gozar com a minha pulseira e vou-me embora!...»

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Espanholadas...


«Dennis ni se interesó por la salud de Alonso

El jefe de McLaren no visitó al asturiano en el circuito de Monte Fuji, ni le llamó por teléfono para saber cómo se encontraba, después de chocarse frontalmente a 160 km/h y sufrir fuertes latigazos en el cuello


Carlos Miquel
| 04/10/2007
Dice una regla no escrita de las carreras que hay cosas que están por encima de las diferencias personales. Una de ellas es el estado de un piloto tras un grave accidente. Ron Dennis, en cambio, ha ignorado a Fernando Alonso en los tres días posteriores al GP de Japón. Y no sólo él, también Martin Whitmarsh y Norbert Haug Nadie, absolutamente nadie, ha tenido la cortesía de preguntarle por teléfono cómo se encontraba. Había motivos, porque la televisión no hizo justicia a la violenta colisión frontal que padeció el asturiano a 160 km/h. El primer golpe fue duro y le hizo rebotar y girar como una peonza hasta chocar con la parte posterior. El cuello sufrió fuertes latigazos pero, por suerte, todos compiten con el sistema HANS, el collarín que impidió que se dañara seriamente alguna vértebra.
El bicampeón ha sido aislado por su escudería en los últimos tiempos. Ron ha tocado generala contra su piloto para tapar el asunto del espionaje. Y cumple así con la amenaza que le hizo a Fernando si éste decidía colaborar con la FIA. El asturiano sabe que no puede exigir un cariño especial, pero no entiende la falta de interés de sus propios compañeros de trabajo por su salud. Y más después de un lunes con algunas molestias a causa del accidente. Que nadie se asuste. Está bien y ha podido divertirse por las calles de Tokio. Por la noche, sin embargo, el frío de la soledad dentro del equipo ocupaba sus pensamientos. Desde la planta 32 del lujoso Hotel Conrad, únicamente el afecto de su inseparable Raquel del Rosario, de su mánager, Luis García-Abad, y su fisioterapeuta, Fabrizio Borra, le insuflaron las ganas necesarias para volver a la carga en Shanghai.
El pasado domingo el asturiano tardó tanto en bajarse del coche por temor a que le arrollaran. Impresionado por la velocidad a la que venían sus compañeros, decidió apearse cuando un comisario vino a pedírselo y vio que Heidfeld pasaba por segunda vez a su lado. "Eso quería decir que ya me habían visto", comenta entre bromas. De sus accidentes en F-1, el de Fuji fue el segundo más virulento detrás del de Brasil 2003. Nada más bajarse del coche sólo los agentes de prensa de la escudería y Pedro de la Rosa se interesaron por él. En el motorhome corría el champán y el entusiasmo por el triunfo casi decisivo de Hamilton. Cuando Lewis se chocó en Nurburgring, la preocupación fue mucho mayor.
La ofensiva final planeada por el dueño de McLaren para que no fuera campeón el español se inició en Spa. En esa carrera, que coincidió con la vista de la FIA, filtró la falsedad de que Alonso le había amenazado con chantajearle. La víspera del gran premio lo corroboró sin tapujos. Pero eso motivó más si cabe a Fernando. Cambiaron de táctica para Japón y utilizaron a Hamilton como ariete. El británico debía intentar desquiciar a su rival y justificar ante su prensa un posible robo en la pista. Su lema era: "Yo soy el bueno, a mí me quiere el equipo y a mi adversario, no". Y la jefatura de la escudería le hizo el vacío a Alonso desde el hotel al circuito. ¿Qué le harán este fin de semana? Estarán callados, pero el español sospechará de las presiones de sus ruedas. La sombra de un sabotaje volverá a planear en China...»
 
o hamilton só precisa de 3 pontos para que o raikkonen fique fora da luta pelo campeonato... a menos que haja uma calamidade com os dois mclaren nas duas corridas, é quase impossível ao kimi ganhar.
acho que nem o alonso tem esperança...
 
No paddock circula que a decisão tomada sobre Hamilton é o recúo de 10 posições na grelha para a corrida chinesa.

Também se equaciona uma sanção de 25s no seu tempo de corrida de Fuji, o que o faria caír para a 4ª posição, e perder 5 pts...
 
É.......... só em modéstia é que não derrota ninguém ..........:sh) :sh) :sh)
É inglês e basta..........[:vm)]

Como é que o Alonso se ia safar contra o "menino bonito" da Maclaren?!

O que é que a modéstia tem a ver com isto??
Ele apenas disse um facto.
Foi melhor que todos os companheiros até agora...
Custa a engolir, eu sei...
 
No paddock circula que a decisão tomada sobre Hamilton é o recúo de 10 posições na grelha para a corrida chinesa.

Também se equaciona uma sanção de 25s no seu tempo de corrida de Fuji, o que o faria caír para a 4ª posição, e perder 5 pts...

Bem, se ele é penalizado, mais vale nem sequer começar a corrida e a FIA dar já as posições finais da corrida...
Dedinho da Ferrari na jogada?
 
Porra...Estive a ler os últimos posts, isto pareçe mesmo uma telenovela mexicana.

O campeonato anterior foi poderoso mas este esta a ser fulminante.

Deve ser só dinheiro em apostas por ai.
 
Se o Hamilton é penalizado então fica-se a perceber que este ano a F1 foi mesmo uma palhaçada com estas guerras de bastidores.

Podia ter sido uma época bem interessante (e até o foi com vitorias divididas por 4 pilotos) mas os cordelinhos que se mexeram no paddock estão a dar cabo de tudo.
 
De facto está a parecer uma telenovela. Devo dizer que reprovo o tipo de manobras efectuadas pelo Hamilton, em espcial nas condições de péssima visibilidade em que aconteceram, como nunca gostei de as ver desde que alguns artistas as introduziram na F1. Acrescento outra perigosíssima, que são os arranques em que os pilotos se mandam logo para a trajectória dos adversários para tentarem cortar-lhes a passagem, não vão aqueles arrancar melhor.

Só que a prática da F1 nunca foi sancionar estas manobras, pelo que não parece bem fazê-lo agora. Seria mais ético estabelecer regras e quem futuramente as não cumprisse então levava.
 
Coluna Warm Up: Um fenômeno, só que...
Flavio Gomes
04/10/2007 - 17:43


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Hamilton: fenômeno, nem que só por uma temporada

...só que ainda gostaria de ver Hamilton sozinho na McLaren, sem Alonso no carro ao lado, a conduzir um time inteiro às vitórias e aos títulos na condição de estrela solitária. O estreante mais bem-sucedido de todos os tempos teve uma oportunidade na vida, já disse isso antes, que raríssimos pilotos tiveram: começar a carreira numa equipe de ponta em boa fase, e totalmente adaptado a um ambiente que conhece há uma década.

Mas mesmo com tamanha moleza, nem todos fariam o que ele está fazendo, e aqui é preciso aplicar os mesmos critérios que sempre usei para afirmar, sem muito medo de errar, que Schumacher foi o melhor piloto de todos os tempos: a análise não só dos números, frios e às vezes enganosos, mas das realizações.

Schumacher foi campeão em equipe média, a Benetton, que por causa dele virou grande. E quando o alemão saiu, voltou a ser média. Depois, encarou de frente o desafio de tirar a Ferrari da fila, o que conseguiu com paciência e dedicação. Na hora em que as coisas se encaixaram, não deixou espaços para adversários e desandou a ganhar corridas e campeonatos. Foram suas maiores façanhas, além dos recordes sem fim que foram se acumulando como conseqüência da coragem que teve ao assumir o risco de afundar em Maranello como tantos de seus antecessores.

A grande realização de Hamilton pode ser a conquista do título no ano de estréia. Mas ele também foi capaz de enfileirar pódios e de demonstrar não ter medo de um companheiro bicampeão mundial. Nunca se intimidou e se impôs muito rapidamente entre seus pares. E tem a possibilidade de levar a taça aos 22 anos, transformando-se no mais jovem campeão da categoria. Fazer tudo isso, mesmo numa McLaren tinindo, não é para qualquer um.

Ainda acho que Alonso levaria o título se não tivesse abusado um pouco dos erros no começo da temporada. Se soubesse que Lewis é tão bom como é, faria um início de campeonato mais conservador e não desperdiçaria os pontos que jogou pela janela arriscando em algumas provas em que melhor seria chegar ao fim quietinho, somando pontos que seriam decisivos no final.

Mas não foi isso que aconteceu, e não se pode reescrever o roteiro quando chega o capítulo final. Portanto, azar dele. Hamilton, para mim, passou a merecer o rótulo de “genial” e “fenomenal” em Fuji, guiando como um veterano naquele aguaceiro todo. Era o que faltava.

É verdade que seu título dado como certo depois da prova de Fuji está agora ameaçado pela possível punição em função do desrespeito à regra que estipula parâmetros de comportamento atrás do safety-car. As imagens captadas por um torcedor que estava na arquibancada do autódromo japonês mostram que Hamilton não guardou a distância necessária para o carro-madrinha, desencadeando uma seqüência de fatos que resultou numa batida entre o segundo e o terceiro colocados.

Lewis estava muito perto do safety-car quando, provavelmente, alguém avisou pelo rádio que era preciso deixá-lo abrir pelo menos cinco carros de distância. É o que está no regulamento. Enfiou o pé no freio e tirou para a direita, sem se importar muito com quem vinha atrás. Webber, de repente, se viu sem ninguém à frente e percebeu que se continuasse acelerando passaria o inglês. Poderia ser punido por isso e freou, também. Vettel, que vinha atrás sem enxergar nada, não conseguiu brecar e bateu no australiano. Alegou que se distraiu ao notar Hamilton à sua direita, quase parado. Achou que o carro da McLaren tinha quebrado. Se atrapalhou e arrastou junto o colega da Red Bull. Mas tudo começou com a proximidade de Hamilton do safety-car que o levou a tirar o pé de repente, disso não há dúvidas.

A manobra não tem cara de ter sido voluntária, nem lhe trouxe grandes vantagens na corrida. Mas resultou no abandono duplo de pilotos que poderiam ir ao pódio, e por isso a gravidade da conseqüência de seu equívoco é que deve pautar a possível punição da FIA. No limite, até a desclassificação da corrida, ou perda de posições no grid da China, ou ainda acréscimo de alguns segundos ao seu tempo de prova que podem mudar o resultado final de Fuji, reabrindo o campeonato e recolocando Alonso e Raikkonen na luta.

De qualquer maneira, o inglês chega ao fim do ano contabilizando raríssimos erros e acumulando uma experiência ímpar que o difícil convívio com Alonso lhe deu. Aprendeu mais em meia-dúzia de GPs do que muitos pilotos conseguiriam absorver em ensinamentos por anos. Esta temporada, assim, já o coloca na história mesmo se ele não fizer mais nada na vida. E se isso acontecer, não voltar a brigar por títulos, parar de ganhar corridas e sumir no ostracismo, concluiremos daqui a algum tempo que ele foi o gênio de um ano só.

Mas, ainda assim, genial.
http://ultimosegundo.ig.com.br/paginas/grandepremio/materias/458501-459000/458767/458767_1.html
 
Artigo que toca em factos e situações bastante pertinentes, gostaria de ver o H. correr mesmo na MacLaren mas sem um campeão em título como companheiro na estreia na F1.
 
O que é que a modéstia tem a ver com isto??
Ele apenas disse um facto.
Foi melhor que todos os companheiros até agora...
Custa a engolir, eu sei...

Pois.......... foi melhor e agora é o menino bonito, logo, o Alonso é o bode espiatorio de tudo o que corre mal..........

Não me custa a engolir, só não gosto da atitude dele, pois o rookie acaba por ser o Alonso e não ele, visto que ele já tem muitos anos e "amigos" na Mclaren!
 
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