A Pirelli está fora.
A Continental, também deve estar.
A Goodyear deve estar a ser bastante afectada e a Michelin disse que não lhe interessava correr sozinha... e a questão dos EUA mas acho que ainda pode ser esta.
De qualquer maneira, apostava nas sul-coreanas Hankook ou kumho
O Alvaro Parente já quase que estava certo na Virgin, se não estrar não é pela sua qualidade já mais que provada, até em testes com a Renault, será por outras razões... €€€€€€ []
O Tiago para mim não tem hipótese alguma de voltar, quer pela sua rapidez ou idade.
O Filipe, bem, deve ser também uma questão de tempo até ter uma hipótese de testar um F1.
A verdade é que empresas Japonesas nem foram tão afectadas como outras pela crisa mas a verdade é que uma grande percentagem delas fugiu à primeira oportunidade...
Honda, Toyota, Subaru, Kawasaki...etc
O mais incrível disto tudo é que agora que parecia que iríamos ter muitos monolugares à partida (como nos bons velhos tempos), poderemos ter é o o plantel mas reduzido de sempre...
Se a Renault também abandonar isto começa a parecer uma bola de neve, ainda vai apanhar mais alguma/s equipa/s pelo caminho.
Até agora, esta é a oportunidade para a Sauber continuar na F1.
As pequenas equipas (pelo menos a Lotus) vão estar no início do campeonato e acredito que >20 carros vão correr na próxima época.
Mas para mim, é muito diferente ter 26 carros com apenas Ferrari e Mercedes como construtor oficial ou ter 20 carros com Ferrari, Mercedes, BMW, Honda, Toyota, Renault.
Ok que o que conta é o espectáculo. Mas 26 carros com orçamentos e experiência tão diferente, não espero milagres. E ter construtores a competir é sempre outra coisa.
Ferrari pede 'final diferente' para a crise da F1
A saída da Toyota da Fórmula 1 deixou as outras equipas do Mundial e a FIA bastante preocupadas, com o gigante construtor nipónico a acusar o periclitante ambiente económico como razão para o seu abandono. No entanto, a Ferrari tem uma opinião diferente e acredita que os construtores estão a deixar a modalidade devido às acções dos responsáveis pelo desporto.
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Num comunicado emitido no seu site, a Ferrari pede "um final diferente para esta história", comparando o momento actual da F1 com um romance policial de Agatha Christie, 'Convite para a Morte', no qual o culpado apenas é descoberto após a morte de todos os personagens. Mas, para a Ferrari, a culpa deve recair sobre as decisões tomadas pelos responsáveis pela Fórmula 1 e na guerra levada a cabo nestes últimos meses contra os grandes construtores.
"Na verdade, a onda de abandonos é mais o resultado da guerra contra os grandes construtores por aqueles que gerem o desporto, do que com os efeitos da crise que afectou a Fórmula 1 nos últimos anos. A Fórmula 1 continua a perder peças importantes: nos últimos 12 meses Honda, BMW, Bridgestone e, esta manhã [ontem], Toyota anunciaram o seu abandono", refere o comunicado, abordando depois a questão das novas equipas que vão entrar no campeonato.
"Em troca, se lhe pudermos chamar isso, Manor, Lotus (pelo menos só em nome já que esta incarnação pouco tem a ver com a equipa que nos deu Colin Chapman, Jim Clark e Ayrton Senna, para citar apenas alguns), USF1 e Campos Meta chegaram. Podemos dizer que não há diferenças apenas porque os números [das equipas que saem e que entram] são iguais? Dificilmente e teremos de esperar para ver o que muitas delas irão trazer para a grelha na primeira corrida da próxima temporada, no Bahrein, e ver quantas irão estar na F1 no final de 2010".
"Na novela de Agatha Christie, a pessoa culpada só é descoberta quando toda a gente morre, um após o outro. Queremos esperar até que isto aconteça ou deveremos escrever o livro da Fórmula 1 com um final diferente?", termina a equipa italiana.
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Williams tenta Petronas
Frank Williams tem tentado por todos os meios vetar a entrada da Sauber no Mundial de 2010 para ver se fica com o principal patrocinador da equipa Suiça, e embora esta questão da saída da Toyota ainda precise de ser esclarecida, a verdade é que as intenções de Frank Williams sofreram um pequeno abalo, pois as probabilidades da estrutura da Sauber-BMW se manter na F1 são agora bem maiores.
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A Williams está a tentar convencer a Petronas a deixar a Sauber e a passar a seu o seu principal patrocinador a partir de 2010. É esta a principal razão que levou Frank Williams a vetar que a equipa suíça fosse aceite no Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2010, pois quer ficar com o apoio milionário da petrolífera malaia, o que só será possível se a Sauber ficar de fora.
Adam Parr é quem está a liderar a negociações com a Petronas, tendo tido já duas reuniões com os responsáveis pela politica de patrocínios daquela empresa do sudoeste asiático, ao mesmo tempo que tenta convencer a Petrobrás a fornecer-lhe gasolina para o motor Cosworth em 2010 e está em negociações com a Sonangol para assumir a posição de principal patrocinador a partir de 2011.
O inglês joga, assim, em três tabuleiros, mas o seu principal objectivo é mesmo a Petronas, que poderá entregar cerca de 40 milhões de euros à Williams por ano - uma contribuição fabulosa numa altura em que a redução de custos faz com que a escuderia de Grove não deva necessitar de mais do que cem milhões de euros em 2010 para ser competitiva. Com outros 40 milhões a chegarem-lhe da FOM, a Williams necessitaria de apenas mais 20 milhões de euros para ter o orçamento completo, quantia que está mais do que garantida com os outros acordos comerciais já assinados.
Fonte
Agora que dizes isso e estava a ler esta notícia, é que parece que a super USF1 vai ser a nova referência. []
Isto é mesmo à americana, depois eles logo acordam []:
Peter Windsor: "Objectivo da USF1 é encontrar o próximo campeão norte-americano"
Peter Windsor, mentor da USF1, equipa que se vai estrear no Mundial de Fórmula 1 de 2010, acredita que a sua formação irá ser capaz de encontrar o "próximo campeão norte-americano de F1"
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Constantemente inquirido acerca das possibilidades de 'oferecer' um volante a Danica Patrick, Marco Andretti e, mais recentemente, a Kyle Busch, Windsor garante que espera que a sua equipa consiga encontrar o próximo campeão norte-americano, mesmo que de início tenha a necessidade de contar com dois pilotos mais experientes para evoluir o carro.
Instalada nas antigas infra-estruturas da Joe Gibbs Racing, uma das equipas mais reputadas da NASCAR, Windsor lembra que isso poderá ser uma ajuda importante na obtenção de um monolugar bastante competitivo.
"Graças ao 'boom' na NASCAR, podemos tirar partido de infra-estruturas que mais ninguém na F1 tem e ser a única equipa de F1 nacional. O plano é ser uma marca norte-americana que irá criar o próximo campeão mundial do país. Essa é a razão de ser desta equipa", revelou o responsável ao USA Today.
Para já, e enquanto alguns rumores continuam a colocar em causa a participação da equipa em 2010, Dan Gurney, ex-piloto veio já manifestar a sua confiança neste projecto: "O Kenny e o Peter estão a construir uma equipa perfeita e terão uma excelente oportunidade. Eles têm tecnologia que nós nunca tivemos na nossa época", afirmou o ex-piloto, que venceu quatro grandes prémios, o último dos quais em 1967, precisamente com uma equipa americana, a Eagle.