F1 - 2016

Mas este formato não vai criar competitividade? E algumas situações imprevisíveis? Ao analisar as novas regras é o que parece.
 
Eu por acaso tenho a opinião contrária, foi o formato que menos me agradou. Principalmente porque tinha de haver ali um equilíbrio entre erros e performance, nunca originando qualificação na máxima performance por assim dizer.
Para mim podia voltar o formato antigo, mas com uma redução de tempo total e mais algumas regras a acrescentar para afinar o sistema de qualificação, que antes era de 60 minutos, ou seja, cada piloto tinha direito a 12 voltas (4 ou 3 saídas para a pista), e a partir daqui podiam regular a necessidade de efectuar uma ou duas saídas até "x" tempo e dividir a qualificação em duas partes por exemplo, com a eliminação dos mais lentos.

Podiam fazer uma variante da qualificação que falei mas com duas oportunidades e o melhor tempo das duas tentativas...

Seja como for acho que na qualificação deviam poder usar os pneus que quisessem com gases de combustivel...full power. A ideia é ver quem é o mais rápido ou não? Deixem a gestão para a corrida.

Ou então façam grelhas invertidas...é o que falta...como aquela treta do WTCC...se és 10° és primeiro...mas se és 11° es 11°...já que querem animação....
 
Uma boa oportunidade de algum grande construtor entrar na F1 se o pior acontecer para a Sauber, mas gostaria que mantivessem o nome da equipa:

É uma das incógnitas do momento – Terá a Sauber capacidade financeira para realizar a temporada de 2016 do Campeonato do Mundo de Fórmula 1?

A equipa passa a imagem de que sim, mas a situação que se vive ‘entre portas’, com atrasos nos pagamentos aos funcionários em Hinwil, levanta dúvidas a esse respeito, segundo revela o jornal suíço ‘Tages Anzeiger’, que afirma que a continuidade da Sauber na modalidade é “extremamente incerta”. Certo é que a equipa vai estar presente no Grande Prémio da Austrália, primeira ronda do ano, a 20 de março. Daí para a frente… não se sabe!

Depois da época desastrosa de 2014, em que não marcou qualquer ponto em 19 corridas, a Sauber mostrou recuperar em 2015. Porém, 2016 não está a começar da melhor maneira. A Sauber apresentou-se na primeira fase de testes de pré-temporada com o monolugar do ano passado, o C34, apresentando apenas a 29 de fevereiro o novo, o C35. Na altura foi alegado que tal não significava um atraso no desenvolvimento do monolugar e sim um sinal de protesto pela antecipação do calendário. Inicialmente estava prevista que a primeira corrida do ano se realizasse em abril, para as equipas poderem ter mais margem para desenvolver os seus monolugares. No entanto, Bernie Ecclestone decidiu antecipar o começo de época, para haver espaço para as férias de verão.

Quanto aos atrasos nos pagamentos, a chefe da equipa, Monisha Kaltenborn, admitiu que havia salários em atraso a cerca de 300 funcionários em Hinwil. O motivo prendia-se com o envio do dinheiro por parte dos patrocinadores de Inglaterra e Suíça. A questão surgiu no jornal suíço ‘Blick’ e foi confirmada por Kaltenborn, que alertou que o problema não era o pagamento em si, mas sim a transferência. “Sim, isso está certo. Parte dos salários de fevereiro estão ainda pendentes. Arrependo-me imensamente disso. É uma pena. Com a transferência de uma grande quantidade de dinheiro de patrocínios vindos de fora, houve alguns problemas técnicos no envio. Vamos resolver isso. Vamos controlar os problemas atuais e sair desta situação infeliz. Lutaremos e sairemos disso, assim como nos últimos anos.”

Várias ‘pontas soltas’ que podem ser apenas isso… mas que juntas podem significar algo mais. A fragilidade económica da Sauber existe, resta saber até que ponto. Irá a equipa conseguir superar esta fase conturbada? Irá terminará a época? Marcus Ericsson e Felipe Nasr têm mais experiência na Fórmula 1, mas não irá ser fácil evoluir o C35 com tanta falta de dinheiro. Se o dinheiro de novos patrocinadores teimar em não aparecer, é mais uma equipa que se arriscar a desaparecer…
 
Uma boa oportunidade de algum grande construtor entrar na F1 se o pior acontecer para a Sauber, mas gostaria que mantivessem o nome da equipa:

Mais uma histórica (sim porque já nem incluo a caterham) a ir ao fundo, mas já em 2014 deu a entender que as coisas não estavam bem, agora confirma-se, gostava que a viesse um construtor (uma marca forte) do tipo BMW, Audi, alguém com poder económico. E as coisas podem ser iguais á Hass se neste ano ou próximo não somarem pontos, e com alguma pena a Manor também poderá abandonar mais ano menos ano, e toda a gente sabe que ano passado correram (ou fizeram de conta) porque tiveram os prémios de 2014.

Sempre achei que esta nova tecnologia não iria trazer boa saude financeira aos garagistas, os responsáveis da F1 principalmente Bernie têm rever as regras dos motores, as equipas poderiam ser livres de optarem entre Hibrido e atmosférico (V8, V10, etc), também gostava de voltasse a Cosworth com os tais hibridos, sempre eram mais baratos que a Renault, Ferreri e Mercedes. Como todos se lembram todas as equipas do fundo da tabela eram equipadas com Cosworth nos ultimos anos
 
Última edição:
E a Force India também não está nada bem...o chamuça mor da coisa tem mais problemas em tribunal relacionados com dinheiro que o nosso querido engenheiro.

Até já ouvi que a diageo ia tomar conta de uma grande parte da equipa...o que até nem seria nada mau...
 
E a Force India também não está nada bem...o chamuça mor da coisa tem mais problemas em tribunal relacionados com dinheiro que o nosso querido engenheiro.

Até já ouvi que a diageo ia tomar conta de uma grande parte da equipa...o que até nem seria nada mau...

Mas o problema da FI está relacionado com Mallya, não envolve a equipa directamente, se o Mallya fecha a torneia aí pode tornar problema, o problema da Sauber é que penso que já envolva a equipa directamente (a falta de resultados também reflecte-se nisso)
 
Esta tinha de colocar aqui:

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Uma boa oportunidade de algum grande construtor entrar na F1 se o pior acontecer para a Sauber, mas gostaria que mantivessem o nome da equipa:

Com o domínio avassalador da Mercedes, a F1 actualmente não é aliciante para um construtor. Além disso a F1 tem uma imagem pior a cada temporada que passa, o Ecclestone é um mafioso da pior espécie que tem como amigos íntimos tipos como o Putin, e isso só estraga a imagem da F1. Depois com as regras anacrónicas é um desporto em decadência. Vejo marcas como a BMW a optarem pela Formula E em detrimento da F1.
 
Mais uma histórica (sim porque já nem incluo a caterham) a ir ao fundo, mas já em 2014 deu a entender que as coisas não estavam bem, agora confirma-se, gostava que a viesse um construtor (uma marca forte) do tipo BMW, Audi, alguém com poder económico. E as coisas podem ser iguais á Hass se neste ano ou próximo não somarem pontos, e com alguma pena a Manor também poderá abandonar mais ano menos ano, e toda a gente sabe que ano passado correram (ou fizeram de conta) porque tiveram os prémios de 2014.

Sempre achei que esta nova tecnologia não iria trazer boa saude financeira aos garagistas, os responsáveis da F1 principalmente Bernie têm rever as regras dos motores, as equipas poderiam ser livres de optarem entre Hibrido e atmosférico (V8, V10, etc), também gostava de voltasse a Cosworth com os tais hibridos, sempre eram mais baratos que a Renault, Ferreri e Mercedes. Como todos se lembram todas as equipas do fundo da tabela eram equipadas com Cosworth nos ultimos anos

E os Chinas, estão a meter papel na F1 ou nem por isso ?

Se são tão bons e grandes como eles dizem, não percebo porque não avançam com uma equipa china.....
 
Eu por acaso enviei um email ontem a questionar isso mesmo. Pois achei estranho não estar nada na programação. Mas até agora nada de resposta.
 
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