Fazer negócio a vender ar

acristina

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Antoine Deblay, um jovem estudante francês de 22 anos teve a peculiar ideia de vender latas de ar fresco da sua terra natal – Montcuq, no sudoeste da França.

Depois de ter pedido financiamento no conhecido site “KissKissBankBank” – onde recolheu mais de 800 euros de investimento, resolveu colocar à venda latas de 250ml com ar fresco de Montcuq.

Diz ser ideal para quando se precisa de inspiração criativa, mas adverte que o conteúdo é insubstituível uma vez consumido. Ora pois.. [:D]

Acham estúpido?! Em 3 semanas já vendeu cerca de 1000 latas, a 5€ cada mais portes de envio.

Os interessados, podem adquirir uma latinha aqui [:D] Air de Montcuq - 250 ml d'air frais de Montcuq
 
Há quem venda areia dos desertos de todo o mundo ... é basicamente a mesma coisa :)
 
Supostamente, quando alguém começou a vender água engarrafada no séc XIX foi depois de fazer uma aposta para provar a um amigo como as pessoas eram burras ao comprar um produto que tinham ao virar da esquina em cada fonte.

Hoje a ideia mantém-se. [:D]
 
Está a copiar um milionário chinês que no começo do ano distribuiu ar fresco em latas com umas imagem sua. Na muito Poluída china.

Chinese Millionaire Fights Pollution with Fresh Air in a Can | TIME.com

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Vendeu 8 milhões....

http://www.dailymail.co.uk/news/art...-DAYS-pollution-levels-climb-record-high.html
 
Supostamente, quando alguém começou a vender água engarrafada no séc XIX foi depois de fazer uma aposta para provar a um amigo como as pessoas eram burras ao comprar um produto que tinham ao virar da esquina em cada fonte.

Hoje a ideia mantém-se. [:D]

Por aqui, a alternativa da água engarrafada tem umas bactérias pouco recomendáveis pela OMS. Além de um indescritível aroma... [;)]
 
Nunca devemos subestimar o potencial de uma ideia propositadamente parva.

Com isto dito... :sh):sh):sh):sh):sh):sh):sh)
 
Também já há esse negócio em Portugal:

Latita Catita leva ar de Coimbra ao mundo dentro de uma lata de atum

Uma simples lata de atum, aparentemente inútil, pode ajudar a conter as saudades dos que estão longe de Coimbra. A Latita Catita criou o “kit nostalgia”, composto por uma lata de atum que contém ar de Coimbra.

“A nossa lata de emergência está presente nos quatro cantos do mundo, pois é enviada para os que estão longe a trabalhar ou a estudar”, refere Paulo Dias, promotor do projeto Latita Catita.

Paulo Dias e Joana Dias – pai e filha – começaram em 2009 a dar nova vida aos resíduos que diariamente uma família produz. “Tudo pode ser aproveitado para fazer arte”, refere o funcionário administrativo do Sindicato dos Professores da Região Centro.

Ao DIÁRIO AS BEIRAS, Paulo Dias confessa que o interesse pela causa da defesa do ambiente sempre esteve presente na sua vida, razão pela qual escolheu esta área para a sua formação.

Diário As Beiras

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Tenho de vender ar transmontano. O índice de implantação industrial é menor nessa região portanto o ar deve ser de melhor qualidade. É só concorrer a subsidiação estatal ou comunitária e é ver o negócio florescer. Depois é vender a empresa ao chineses que lá o problema da poluição é tramado e a qualidade do ar é muito má. Ou isso ou vou vender a ideia aqui

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Obrigado pela ideia acristina [:cool:]
 
Supostamente, quando alguém começou a vender água engarrafada no séc XIX foi depois de fazer uma aposta para provar a um amigo como as pessoas eram burras ao comprar um produto que tinham ao virar da esquina em cada fonte.

Hoje a ideia mantém-se. [:D]

No entanto hoje em dia não é assim tão fácil encontrar fontes e as que existem muitas vezes tem uma plaquinha a dizer "imprópria para consumo" - pelo menos por aqui.

Mas vai no mesmo sentido. Gente empreendedora! [:D]
 
Nunca devemos subestimar o potencial de uma ideia propositadamente parva.

Com isto dito... :sh):sh):sh):sh):sh):sh):sh)

Creio que não devemos subestimar o quanto parvo é o consumidor. [:D][:D]

Se falarmos em latas que permite a sua utilização de um ar mais limpo, como as de oxigénio, estaríamos num plano diferente.

Face ao valor etc., acredito que muitos comprem pelo rídiculo, no gozo ou até numa perspetiva de coleção como esta de Coimbra.
 
Dizem que se uma pessoa se peidar sem parar durante 6 anos e 9 meses e guardar os peidos em latas, cria energia suficiente para criar uma bomba atómica.

Vou tentar arranjar uma sociedade que alinhe nisso, depois vendemos as armas químicas ao Irão e fico rico para sempre.
 
Por aqui, a alternativa da água engarrafada tem umas bactérias pouco recomendáveis pela OMS. Além de um indescritível aroma... [;)]

Certamente, Carlos! Nem discuto isso!

Mas a água engarrafada não começou por ser vendida na África entre a linha do equador e o trópico de capricórnio, mas na Europa e EUA.
 
No entanto hoje em dia não é assim tão fácil encontrar fontes e as que existem muitas vezes tem uma plaquinha a dizer "imprópria para consumo" - pelo menos por aqui.

Disseste muito bem, "hoje em dia". A regra, há século e meio atrás, era ir buscar a água à fonte.
 
Existem várias ideias/invenções que foram condenadas ao fracasso e que a meu ver são menos absurdas que vender ar para apelar à criatividade.

Entre elas a máquina de venda automática de whisky ou o garfo automático para enrolar o esparguete apr:)
 
Há países africanos onde se vende água embalada em copos semelhantes aos de iogurte [;)]
 
Creio que não devemos subestimar o quanto parvo é o consumidor. [:D][:D]

Se falarmos em latas que permite a sua utilização de um ar mais limpo, como as de oxigénio, estaríamos num plano diferente.

Face ao valor etc., acredito que muitos comprem pelo rídiculo, no gozo ou até numa perspetiva de coleção como esta de Coimbra.

Se alguém quiser ar de Coimbra - PM Me. Melhoro qualquer preço. [;)]

PS - espero os moderadores não castrem este meu empreendedorismo com uma suspensão.

[:)][:)][:)][:)][:)]

:sh)
 
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