Febre dos alfa romeo

Em jeito de boa noite queria só deixar aqui um último post.

Antes de gostar de Alfas, (vamos-"me" chamar de Alfista), sou Ferrarista e antes de Ferrarista, gosto de automóveis acima de tudo.
Ao contrário do que alguns que por cá navegam muitas vezes por má fé possam pensar, não sou fanático por isto ou por aquilo.
Vivo é imenso certas coisas, neste caso com automóveis.
Como apreciador, gosto de automóveis diferentes.
Como apreciador, vibro com motores e tento de alguma forma sentir a sua garra.
Como apreciador, gosto imenso de conduzir. È das poucas coisas que me dão muito prazer na vida.
Quem pretende ter um carro com estas premissas, infelizmente hoje em dia não tem muito para onde se virar, exceptuando um bom Alfa Romeo a gasolina, isto falando de automóveis de série.
Ou isto, ou conduzir algo já mais antigo. O que é curioso é que quando se fala em antigo vêm logo os sábios dizer que são velharias.
Ainda hoje tive a experiência de uma Mazda 1500 Deluxe de 1969 e digo desde já que, além de dar um gozo fantástico de conduzir, mete num bolso automóveis actuais em vários itens, nomeadamente conforto, gadjets e "sensação de segurança".
Não me digas que andaste num Malfa destes?
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Conforto e segurança, tecnologia e motorizações, blá blá blá...

A Alfa Romeo não é marca "premium" por ter o MiTo, ou o Giulietta, GT, Spider ou 8C...

A alfa romeo da "velha-guarda" é muito mais premium, tal como a Lancia e os Volvos.

Aliás o "porta-bandeira" da Alfa-Romeo o "Giulietta" é uma recriação desses tempos de glória, em que motor de Alfa Romeo era de Formula 1.

Com o Mito até veio criar duvidas de "ser ou não ser premium" que dantes não existiam, mas a Audi também já pensou num utilitário, dai o A1.

A reputação de uma marca não se vê em meia duzia de anos, são 100 anos de história automóvel, camiões, autocarros, auto-caravanas, Rallys, Formula 1, etc...

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Quem não se lembra da raça que Bruno Giacomelli ao volante de um Alfa no inicio da decada de 80s? Entendidos da F1 lembrar-se-ão do 3º Lugar em Las Vegas...

Abraço [;)]
 
(...)
Não venham com o 33 stradale porque é praticamente um caso isolado e muito particular. É parte da história da Alfa, retirada da competição, mas 18 unidades produzidas não chegam para fazer do carro uma referência do que é a Alfa.

A Alfa não se resume a carros medianos nos anos 80.

Desde o início que produzia automóveis para as elites mundiais. Hoje encontram-se entre os mais caros do mundo.
 
Não concordo muito com isto.
Por norma o cliente Alfa Romeo gosta imenso de BMW e vice versa.

Eu por acaso, e tendo um bmw em casa e conhecendo outros clientes bmw, concordo mais com o rca33.
Não faço ideia se o cliente Alfa Romeo gosta ou não de BMW, mas os clientes BMW parece-me que olham para a Alfa Romeo com... indiferença. Ou seja, nem chegam a entrar na equação da decisão pré-compra.
Os clientes BMW que compram pelo emblema (o que aqui se chama de status) decidem entre BMW, Mercedes, Audi, Lexus, etc. portanto a Alfa fica de fora...
Os clientes BMW que compram pelas suas características mecânicas (RWD, distribuição de pesos 50/50, por exemplo) escolhem entre a BMW, a Mercedes, a Lexus, etc. portanto a Alfa fica de fora por não ter modelos RWD.
Ou seja, como o rca33 disse o cliente bmw não pensa muito na alfa, ela nem chega a entrar nas hipóteses de escolha.
Estou a falar na compra de carros novos, quem compra carros antigos acho natural que pondere entre um Alfa 75 e um BMW E30 por exemplo.
 
Sim.

Ou seja, quando um empresário começa um negócio, define um cliente
padrão. Ou seja, a BMW nasceu para colocar produtos que concorrem
com os restantes, mas com uma oferta para um sub-segmento de mercado
mais "abonado". Ou seja, fazendo a diferença incluindo de série nas suas
ofertas algo mais que não existe na concorrência (ou que é opcional).

Imagina o PÃO.
Imagina que queres abrir um negócio de PÃO.
Tens várias opções de te posicionares no mercado.
As mais óbvias:
- Optimizar o fabrico do pão, e oferecer assim um produto idêntico à
concorrência com um preço mais competitivo.
- Oferecer um produto que se distinga da concorrência por inclusão de algo
que apenas um nicho de mercado está disposto a pagar, mas cobrando um
preço superior (usar ingredientes menos comuns, adicionar ingredientes
exóticos, etc.).

O primeiro é um produto não-PREMIUM.
O segundo é um produto PREMIUM.

Pois, não são só os carros/marcas que são PREMIUM ou não...
QUALQUER COISA PODE SER PREMIUM (desde que seja apontada - colocada
no mercado - para o tipo de clientes disposto a pagar mais pela diferença).

A BMW começou por produzir motores aeronauticos e motociclos.
Nos automóveis, durante os seus primeiros 40 anos de história, devido às duas grandes guerras mundiais teve que, e muito bem, para sobreviver que produzir replicas de Austin Sevens e Isettas intercaladas por coupés já com six inline. Seria hoje o exemplo de uma generalista.
A BMW nada tem a ver com a sua arqui-rival por exemplo, que nunca produziu veículos baratos para uso privado. Começou isso sim, a construir mais tarde uma imagem dasmais fortes no mercado, tão forte que consegue hoje vender um carro que é desconfortavel, acanhado e caro e colocá-lo nos primeiros lugares de vendas entre os segmentos D.
 
A BMW começou por produzir motores aeronauticos e motociclos.
Nos automóveis, durante os seus primeiros 40 anos de história, devido às duas grandes guerras mundiais teve que, e muito bem, para sobreviver que produzir replicas de Austin Sevens e Isettas intercaladas por coupés já com six inline. Seria hoje o exemplo de uma generalista.
A BMW nada tem a ver com a sua arqui-rival por exemplo, que nunca produziu veículos baratos para uso privado. Começou isso sim, a construir mais tarde uma imagem dasmais fortes no mercado, tão forte que consegue hoje vender um carro que é desconfortavel, acanhado e caro e colocá-lo nos primeiros lugares de vendas entre os segmentos D.

O meu pai diz que por exemplo uma Opel era uma marca acima da BMW.
E não é dfificil perceber o porquê, basta irmos a carros como o Manta, o Rekord, o GT ou o Diplomat que até um motor v8 de 5 litros tinha.
Não foi há tanto tempo quanto isso. Estou a falar dos anos 70.
A BMW parece-me que foi a marca que talvez mais tenha evoluído nas últimas décadas quando comparada com outras marcas e consegue ocupar hoje um lugar no mundo automóvel que nada tem a ver com o seu lugar noutras épocas.
 
O meu pai diz que por exemplo uma Opel era uma marca acima da BMW.
E não é dfificil perceber o porquê, basta irmos a carros como o Manta, o Rekord, o GT ou o Diplomat que até um motor v8 de 5 litros tinha.
Não foi há tanto tempo quanto isso. Estou a falar dos anos 70.
A BMW parece-me que foi a marca que talvez mais tenha evoluído nas últimas décadas quando comparada com outras marcas e consegue ocupar hoje um lugar no mundo automóvel que nada tem a ver com o seu lugar noutras épocas.

Pois não concordo nada com isto.
Tirando os Isetta e outros coupés pequenos, a BMW sempre fez carros caros, grandes e relativamente caros.
Basta ver o historial dos modelos para verificar isso mesmo. Motores v8 nos anos 50 eram comuns.
 
Opel acima de BMW ou não, o que é certo é que a Opel até aos princípios de 70 era algo abastada.
Os Opel eram até usados como carros de estado cá em Portugal.
 
Ainda hoje tive a experiência de uma Mazda 1500 Deluxe de 1969 e digo desde já que, além de dar um gozo fantástico de conduzir, mete num bolso automóveis actuais em vários itens, nomeadamente conforto, gadjets e "sensação de segurança".


que automóveis mete num bolso?
 
Sabes qual é o teu problema?
É só pensares no mercado actual. Só pensares em carros novos.
Repetindo o que disse, quem tem aquele desejo desenfreado de ter um carro "vivo" nas mãos, um Alfa Romeo de até à meia dúzia de anos ou qualquer carro antigo (na sua maioria) tem qualquer coisa para ser explorada.

PS - para não haver enganos e porque a definição de prazer pode ser vaga, falo no prazer como acto de conduzir algo com raça, desportivo e com interacção mecânica.

Se o meu problema é só pensar no mercado actual...o teu é não conheceres nem o actual nem o antigo...isto baseado-me nas palavras que dizes.

Recuando no tempo até à decada de 90 que é praticamente a decada do teu carro...tens tantos mas tantos carros e motores interessantes que dizer que só a Alfa Romeo é que permite proporcionar prazer etc é puro desconhecimento...

O Whisperdancer já enumerou alguns...
 
Se o meu problema é só pensar no mercado actual...o teu é não conheceres nem o actual nem o antigo...isto baseado-me nas palavras que dizes.

Recuando no tempo até à decada de 90 que é praticamente a decada do teu carro...tens tantos mas tantos carros e motores interessantes que dizer que só a Alfa Romeo é que permite proporcionar prazer etc é puro desconhecimento...

O Whisperdancer já enumerou alguns...

Já vi que o que tu gostas é de mandar postas a dizer que os outros é que não percebem nada.
Vê-te ao espelho sff.[;)]

Carros até à década de 90 não são propriamente carros modernos. A década de 90 já acabou há quase 10 anos. (tiro ao lado)
O meu carro (que nem sei porque razão foi para aqui chamado), além de já não ser até à década de 90, seria quanto muito inicios da década de 90. (tiro ao lado).
Mais e para completar, o meu carro já tem por base algo nascido em primórdios de 70. Por mais que o carro estivesse actual por fora na década de 80, as entranhas, o "miolo" já acusava alguma datação, o que se traduzia numa condução menos filtrada, menos segura mas mais entusiasmante. (outro tiro ao lado)

Resumindo, no meu post que deu origem a esta discussão, falava de carros antigos e Alfa Romeo.
O meu pertence ao lote dos antigos, pelo que não estou a ver a tua dúvida.
Neste lote encontras muitos mais automóveis do que os Alfa Romeo.

EDIT - e só para aprimorar, Alfa Romeo modernos com aquele prazer não filtrado já não existem. Conduzi recentemente o Mito e, é bom para o panorama actual, mas está longe do que a Alfa fazia há 10 anos atrás.
 
Last edited:
EDIT - e só para aprimorar, Alfa Romeo modernos com aquele prazer não filtrado já não existem. Conduzi recentemente o Mito e, é bom para o panorama actual, mas está longe do que a Alfa fazia há 10 anos atrás.

Ao contrário do que alguns que por cá navegam muitas vezes por má fé possam pensar, não sou fanático por isto ou por aquilo.
Vivo é imenso certas coisas, neste caso com automóveis.
Como apreciador, gosto de automóveis diferentes.
Como apreciador, vibro com motores e tento de alguma forma sentir a sua garra.
Como apreciador, gosto imenso de conduzir. È das poucas coisas que me dão muito prazer na vida.
Quem pretende ter um carro com estas premissas, infelizmente hoje em dia não tem muito para onde se virar, exceptuando um bom Alfa Romeo a gasolina, isto falando de automóveis de série.

Começas a não ser coerente...

Afinal de contas isto aplica-se ao mercado antigo ao novo...
 
Afinal de contas isto aplica-se ao mercado antigo ao novo...

Não entendi o português.
Anyway, hoje se te quiseres virar para algo com gozo, só podes comprar um Alfa Romeo a gasolina, supondo que as criticas aos motores a gasolina Alfa ROmeo são mesmo verdade (optimas reviews).
 
Começas a não ser coerente...

Afinal de contas isto aplica-se ao mercado antigo ao novo...

Sou coerente sou, o Mito era a gasóleo.[:D]
Mito a gasolina, je ne sais pas.

Mas falta uma coisa comum a todos os actuais, tacto mecânico

Ps - ainda espero resposta ao outro post
 
Não entendi o português.
Anyway, hoje se te quiseres virar para algo com gozo, só podes comprar um Alfa Romeo a gasolina, supondo que as criticas aos motores a gasolina Alfa ROmeo são mesmo verdade (optimas reviews).

Oh Mad...tu estás a dizer que se eu quiser comprar um carro que me dê gozo só posso escolher um Alfa Romeo ?


Sou coerente sou, o Mito era a gasóleo.[:D]
Mito a gasolina, je ne sais pas.

Mas falta uma coisa comum a todos os actuais, tacto mecânico

Ps - ainda espero resposta ao outro post

Pois eu cá já conduzi tanto o Mito JTD, como o 1.4TB de 150cv e 135cv e gostei de todos...

Quanto ao outro post...não mereces resposta, achas que tudo é tiro ao lado quando nem sequer se trata disso, portanto...se achas que só a Alfa Romeo é que tem carros, tanto nos dias de hoje como há 3 ou 4 decadas atrás, que proporcionam gozo, interacção mecânica, binómio conduto/máquina etc etc...epah não te posso fazer nada.
 
Oh Mad...tu estás a dizer que se eu quiser comprar um carro que me dê gozo só posso escolher um Alfa Romeo ?

Depende do que te dá gozo.
Sei de um gajo que o que lhe dá mais gozo a conduzir é fazer bons consumos.[:D]
Mas a tua questão fez-me lembrar uma coisa.
Há uma marca que até é melhor do que a Alfa Romeo no contacto com o conduto. É para mim a marca que define melhor o que devia ser um Alfa Romeo no que diz respeito à condução.
É a BMW.
(aqui dou o braço a torcer)
Pois eu cá já conduzi tanto o Mito JTD, como o 1.4TB de 150cv e 135cv e gostei de todos...

Eu também gostei do que conduzi.
Acho que o grupo Fiat neste momento está munido de carros itneressantes tendo em conta os padrões actuais.


Quanto ao outro post...não mereces resposta, achas que tudo é tiro ao lado quando nem sequer se trata disso, portanto...se achas que só a Alfa Romeo é que tem carros, tanto nos dias de hoje como há 3 ou 4 decadas atrás, que proporcionam gozo, interacção mecânica, binómio conduto/máquina etc etc...epah não te posso fazer nada.

Não é não merecer resposta, é não teres resposta para algo que simplesmente não tem nada a ver.
O que fizeste foi não ler direito o meu post e não centrares sequer o meu carro dentro da década correspondente.
 
Não entendi o português.
Anyway, hoje se te quiseres virar para algo com gozo, só podes comprar um Alfa Romeo a gasolina, supondo que as criticas aos motores a gasolina Alfa ROmeo são mesmo verdade (optimas reviews).

Há tantos, mas tantos carros que dão mais gozo de conduzir do que um alfa... tanto no panorama actual como na década passada, como há 20 anos atrás.
 
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