Fico a aguardar, porque honestamente nao conheço.
Não tive oportunidade de tirar a foto, nem estive com esse carro. Porém, não está esquecido! []
Não havia uns interiores mais "Luxe"?
O segredo está na simplicidade.
Eu consigo entender e compreender esta "não-sintonia" entre fiabilidade e qualidade que por vezes existe no mundo automóvel, e não só. Isto também ocorre na indústria.
O segredo, muitas vezes, está na forma simples, como algo é concebido, e não apenas na essência da sua qualidade. A forma prática e directa como se chega ao resultado final e a uma determinada funcionalidade, sem grandes rodeios. Poderá não ter tanta qualidade, mas é mais fiável que andar a inventar com mil e uma tecnologias.
Por exemplo (um muito simples para se perceber bem a ideia), há marcas que, para a alimentação directa de funções "de potência" (como por exemplo: desembaciador traseiro, luzes, aquecimento de bancos, etc.) utilizam relés – É simples, barato e prático – mas acima de tudo – é fiável! Quase que se pode chamar obsoleto, mas a verdade é que funciona. Já outras, caso de algumas alemãs, utilizam electrónica para o controlo directo destas funções (alimentação directa destes equipamentos) com relés de estado sólido, transístores, etc. É mais rápido na operação, não se ouve o "Click" o componente tem um menor consumo, mas… há sempre um tempo de vida mais limitado. E espantem-se – fica bastante mais caro produzir desta forma! Há uma marca Alemã que deu um passo atrás nesta área, e apesar de eu não concordar, a verdade é que os índices de satisfação revelam que realmente estão no caminho certo. Antes não se ouvia "Click" ao ligar os bancos aquecidos, agora ouve-se. Andou-se para trás, perdeu qualidade, mas aumentou a fiabilidade.
É como termos um tubo onde é necessário que deite água. E temos duas hipóteses, ou uma torneira para abrir a água, ou um sistema com electroválvula. A torneira é simples, básica, barata, com um princípio de funcionamento criado há largas décadas. Se abrirmos deita água através do tubo. No entanto, uma electroválvula permite-nos ter uma tecla, que quando pressionamos, surge água através desse tubo, como se fosse uma torneira "electrónica", a função é a mesma, mas muito mais sofisticada – no entanto o resultado final é precisamente o MESMO! Qual é que tem mais qualidade? Naturalmente é a electroválvula! Mais, esta até poderá estar equipada de forma a ter um caudalímetro, indicar o nível de fluxo, fechar automaticamente ao fim de alguns segundos, etc. etc.
Qual é mais fiável? Indubitavelmente a Torneira! Quase não há peças que avariem, a não ser que haja presença areias na água que possam danificar a cede/vedante de borracha! E na electroválvula? Bem… podem surgir imensos problemas, desde a electrónica de controlo, ao botão, que inevitavelmente um dia vai avariar por desgaste, a bobine, que não é eterna, as pequenas peças que fazem parte do componente, e que devido ao tipo de componente obrigam a que haja algum tipo de desgaste, e que reduzem drasticamente a durabilidade face à torneira.
E poderia continuar aqui a dar exemplos, até uma Bicicleta VS Motorizada, dentro de certos limites, uma Bicicleta de qualidade mediana, deverá ser mais fiável que uma Motorizada com qualidade.
Basicamente é isto que determina estas questões de nem sempre o mais qualitativo é o mais fiável. O segredo está na simplicidade. Faz-me lembrar alguns equipamentos industriais da Siemens, aquilo é incrivelmente bom, tem uma qualidade quase ridícula, com um nível parvo de rigor, tanto tanto rigor, que depois, há mais pequena coisinha que falhe, para o equipamento é logo um 31 e para, e dá erro, e cai o carmo e a trindade. E vamos a ver, e era o filtro de uma ventoinha que fazia com que ela não atingisse a velocidade devida, e isso fazia o equipamento parar todo. Um de outra marca nem sequer monitoriza isso, logo, nem falha por aí.
Sim.
E com dois mostradores de AC como falaram.
Mas a apanhar o Check Panel não encontrei outra foto.
Nos primeiros o Check Panel até era do outro lado:
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Os estofos em pele eram chamativos sim:
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Dois mostradores de temperatura?!?!? Onde?
O do lado direito mostra a temperatura, enquanto o da esquerda é U. Mostrador com traços que mostra a velocidade de ventilação.
Eu consigo entender e compreender esta "não-sintonia" entre fiabilidade e qualidade que por vezes existe no mundo automóvel, e não só. Isto também ocorre na indústria.
O segredo, muitas vezes, está na forma simples, como algo é concebido, e não apenas na essência da sua qualidade. A forma prática e directa como se chega ao resultado final e a uma determinada funcionalidade, sem grandes rodeios. Poderá não ter tanta qualidade, mas é mais fiável que andar a inventar com mil e uma tecnologias.
Por exemplo (um muito simples para se perceber bem a ideia), há marcas que, para a alimentação directa de funções "de potência" (como por exemplo: desembaciador traseiro, luzes, aquecimento de bancos, etc.) utilizam relés – É simples, barato e prático – mas acima de tudo – é fiável! Quase que se pode chamar obsoleto, mas a verdade é que funciona. Já outras, caso de algumas alemãs, utilizam electrónica para o controlo directo destas funções (alimentação directa destes equipamentos) com relés de estado sólido, transístores, etc. É mais rápido na operação, não se ouve o "Click" o componente tem um menor consumo, mas… há sempre um tempo de vida mais limitado. E espantem-se – fica bastante mais caro produzir desta forma! Há uma marca Alemã que deu um passo atrás nesta área, e apesar de eu não concordar, a verdade é que os índices de satisfação revelam que realmente estão no caminho certo. Antes não se ouvia "Click" ao ligar os bancos aquecidos, agora ouve-se. Andou-se para trás, perdeu qualidade, mas aumentou a fiabilidade.
É como termos um tubo onde é necessário que deite água. E temos duas hipóteses, ou uma torneira para abrir a água, ou um sistema com electroválvula. A torneira é simples, básica, barata, com um princípio de funcionamento criado há largas décadas. Se abrirmos deita água através do tubo. No entanto, uma electroválvula permite-nos ter uma tecla, que quando pressionamos, surge água através desse tubo, como se fosse uma torneira "electrónica", a função é a mesma, mas muito mais sofisticada – no entanto o resultado final é precisamente o MESMO! Qual é que tem mais qualidade? Naturalmente é a electroválvula! Mais, esta até poderá estar equipada de forma a ter um caudalímetro, indicar o nível de fluxo, fechar automaticamente ao fim de alguns segundos, etc. etc.
Qual é mais fiável? Indubitavelmente a Torneira! Quase não há peças que avariem, a não ser que haja presença areias na água que possam danificar a cede/vedante de borracha! E na electroválvula? Bem… podem surgir imensos problemas, desde a electrónica de controlo, ao botão, que inevitavelmente um dia vai avariar por desgaste, a bobine, que não é eterna, as pequenas peças que fazem parte do componente, e que devido ao tipo de componente obrigam a que haja algum tipo de desgaste, e que reduzem drasticamente a durabilidade face à torneira.
E poderia continuar aqui a dar exemplos, até uma Bicicleta VS Motorizada, dentro de certos limites, uma Bicicleta de qualidade mediana, deverá ser mais fiável que uma Motorizada com qualidade.
Basicamente é isto que determina estas questões de nem sempre o mais qualitativo é o mais fiável. O segredo está na simplicidade. Faz-me lembrar alguns equipamentos industriais da Siemens, aquilo é incrivelmente bom, tem uma qualidade quase ridícula, com um nível parvo de rigor, tanto tanto rigor, que depois, há mais pequena coisinha que falhe, para o equipamento é logo um 31 e para, e dá erro, e cai o carmo e a trindade. E vamos a ver, e era o filtro de uma ventoinha que fazia com que ela não atingisse a velocidade devida, e isso fazia o equipamento parar todo. Um de outra marca nem sequer monitoriza isso, logo, nem falha por aí.
Mas quando vem da centralina, tem de ter um transistor e um diodo, é que vem uma parte da corrente do solenoide directamente para o fio, e passava pela o transistor até chegar á centralina, e podia danifica-la toda!