O cancro 1.2 da PSA!:sh)
Estava a pensar o mesmo. A Fiat vai ser constantemente sabotada para não vender mais que a Peugeot. Pena que os Agnelli se estejam a borrifar para isso.
Não percebo o porquê de pensarem isto. A Fiat é a accionista maioritária.Estava a pensar o mesmo. A Fiat vai ser constantemente sabotada para não vender mais que a Peugeot. Pena que os Agnelli se estejam a borrifar para isso.
Não percebo o porquê de pensarem isto. A Fiat é a accionista maioritária.
Não fará grande sentido que assim seja. Para desprezar os italianos, não teria havido união.
Dei a minha opinião sobre o carro, como tu e outros users, mas será melhor deixarmos as conclusões sobre o mesmo para o seu lançamento, ou, até quem sabe, para a visualização ao vivo. Estas imagens têm tão pouca qualidade.
Semântica... Fiat = Exor.Não, a Fiat não é a accionista maioritária. A Exor dos Agnelli é, mas a estrutura de gestão que tomou conta foi a da PSA. O "board" tem 6 membros que vêm da PSA e 5 da FCA.
E mesmo assim a Exor tem uma percentagem de 14.4%.
Não? Se é algo que é sabido sobre os franceses é que são ultra-proteccionistas. Por alguma razão a fusão da FCA com a Renault foi rejeitada: porque a Renault não teria o controlo da nova entidade.
Basta ver que em vez de aproveitar os novos motores Firefly desenvolvidos pela FCA como substitutos do 1.2 Puretech, foram gastar mais umas centenas de milhões para reformular completamente este motor.
Porquê? Porque os fornecedores para esses motores são da indústria francesa. Mesma razão que os interiores dos novos carros usam componentes que também tinham origem no lado francês ou que a plataforma EV eMini vai morrer sem mais nenhum modelo que o 500e, em detrimento de uma evolução da eCMP para STLA Mini.
E basta ver o posicionamento no mercado que definiram para as diferentes marcas. A Peugeot é a marca generalista principal do grupo. Depois a Opel. A Fiat foi equiparada á Citroen. O que isto quer dizer é que os carros vão ter interiores com materiais mais fracos, vão ser menos confortáveis, e no geral vão ser sempre feitos para ser inferiores aos Peugeot.
Mas de novo, se o Elkann se está borrifando para isso, eu não me vou chatear com isso. Acho que a Fiat tem potencial para mais, como as vendas no Brasil demonstram mas pronto.
Não? Se é algo que é sabido sobre os franceses é que são ultra-proteccionistas. Por alguma razão a fusão da FCA com a Renault foi rejeitada: porque a Renault não teria o controlo da nova entidade.
Basta ver que em vez de aproveitar os novos motores Firefly desenvolvidos pela FCA como substitutos do 1.2 Puretech, foram gastar mais umas centenas de milhões para reformular completamente este motor.
Porquê? Porque os fornecedores para esses motores são da indústria francesa. Mesma razão que os interiores dos novos carros usam componentes que também tinham origem no lado francês ou que a plataforma EV eMini vai morrer sem mais nenhum modelo que o 500e, em detrimento de uma evolução da eCMP para STLA Mini.
E basta ver o posicionamento no mercado que definiram para as diferentes marcas. A Peugeot é a marca generalista principal do grupo. Depois a Opel. A Fiat foi equiparada á Citroen. O que isto quer dizer é que os carros vão ter interiores com materiais mais fracos, vão ser menos confortáveis, e no geral vão ser sempre feitos para ser inferiores aos Peugeot.
Mas de novo, se o Elkann se está borrifando para isso, eu não me vou chatear com isso. Acho que a Fiat tem potencial para mais, como as vendas no Brasil demonstram mas pronto.