Fiat 600 2023

Se fosse só isso, juntar ai a grelha por cima da matricula, a depressão onde está o limpa para-brisas, as jantes das gravatas as bolinhas...

Diria que não tem autorização dos Franceses para vender mais que eles...
 
Estava a pensar o mesmo. A Fiat vai ser constantemente sabotada para não vender mais que a Peugeot. Pena que os Agnelli se estejam a borrifar para isso.
 
Estava a pensar o mesmo. A Fiat vai ser constantemente sabotada para não vender mais que a Peugeot. Pena que os Agnelli se estejam a borrifar para isso.

Não fará grande sentido que assim seja. Para desprezar os italianos, não teria havido união.

Dei a minha opinião sobre o carro, como tu e outros users, mas será melhor deixarmos as conclusões sobre o mesmo para o seu lançamento, ou, até quem sabe, para a visualização ao vivo. Estas imagens têm tão pouca qualidade.
 


Esta grelha do para choques frontal é tão sem nexo.​​

Não é escandalosamente, muito diferente da apresentada pelo 500EV, ou mesmo do AbarthEV, é um padrão. Vês a french connection a apontar bateria para a Lancia?, Loeb, Concept car a resgatar a marca do marasmo.

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Não é escandalosamente, muito diferente da apresentada pelo 500EV, ou mesmo do AbarthEV, é um padrão. Vês a french connection a apontar bateria para a Lancia?, Loeb, Concept car a resgatar a marca do marasmo.


Mas o resultado final é muito diferente. Este branco/ preto com aquelas curvaturas...

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É propositado, o contraste de cor, para realçar o relevo do padrão. Um pouco de exuberância é bem vinda dos latinos italo-francófonos da Stellantis, [:)]

Numa cor monocromática, atenua o relevo, é como Abarth acima.
 
Estava a pensar o mesmo. A Fiat vai ser constantemente sabotada para não vender mais que a Peugeot. Pena que os Agnelli se estejam a borrifar para isso.
Não percebo o porquê de pensarem isto. A Fiat é a accionista maioritária.
 
Não percebo o porquê de pensarem isto. A Fiat é a accionista maioritária.

Não, a Fiat não é a accionista maioritária. A Exor dos Agnelli é, mas a estrutura de gestão que tomou conta foi a da PSA. O "board" tem 6 membros que vêm da PSA e 5 da FCA.
E mesmo assim a Exor tem uma percentagem de 14.4%.
 
Não fará grande sentido que assim seja. Para desprezar os italianos, não teria havido união.

Dei a minha opinião sobre o carro, como tu e outros users, mas será melhor deixarmos as conclusões sobre o mesmo para o seu lançamento, ou, até quem sabe, para a visualização ao vivo. Estas imagens têm tão pouca qualidade.

Não? Se é algo que é sabido sobre os franceses é que são ultra-proteccionistas. Por alguma razão a fusão da FCA com a Renault foi rejeitada: porque a Renault não teria o controlo da nova entidade.
Basta ver que em vez de aproveitar os novos motores Firefly desenvolvidos pela FCA como substitutos do 1.2 Puretech, foram gastar mais umas centenas de milhões para reformular completamente este motor.
Porquê? Porque os fornecedores para esses motores são da indústria francesa. Mesma razão que os interiores dos novos carros usam componentes que também tinham origem no lado francês ou que a plataforma EV eMini vai morrer sem mais nenhum modelo que o 500e, em detrimento de uma evolução da eCMP para STLA Mini.

E basta ver o posicionamento no mercado que definiram para as diferentes marcas. A Peugeot é a marca generalista principal do grupo. Depois a Opel. A Fiat foi equiparada á Citroen. O que isto quer dizer é que os carros vão ter interiores com materiais mais fracos, vão ser menos confortáveis, e no geral vão ser sempre feitos para ser inferiores aos Peugeot.

Mas de novo, se o Elkann se está borrifando para isso, eu não me vou chatear com isso. Acho que a Fiat tem potencial para mais, como as vendas no Brasil demonstram mas pronto.
 
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Não, a Fiat não é a accionista maioritária. A Exor dos Agnelli é, mas a estrutura de gestão que tomou conta foi a da PSA. O "board" tem 6 membros que vêm da PSA e 5 da FCA.
E mesmo assim a Exor tem uma percentagem de 14.4%.
Semântica... Fiat = Exor.
 
Não? Se é algo que é sabido sobre os franceses é que são ultra-proteccionistas. Por alguma razão a fusão da FCA com a Renault foi rejeitada: porque a Renault não teria o controlo da nova entidade.
Basta ver que em vez de aproveitar os novos motores Firefly desenvolvidos pela FCA como substitutos do 1.2 Puretech, foram gastar mais umas centenas de milhões para reformular completamente este motor.
Porquê? Porque os fornecedores para esses motores são da indústria francesa. Mesma razão que os interiores dos novos carros usam componentes que também tinham origem no lado francês ou que a plataforma EV eMini vai morrer sem mais nenhum modelo que o 500e, em detrimento de uma evolução da eCMP para STLA Mini.

E basta ver o posicionamento no mercado que definiram para as diferentes marcas. A Peugeot é a marca generalista principal do grupo. Depois a Opel. A Fiat foi equiparada á Citroen. O que isto quer dizer é que os carros vão ter interiores com materiais mais fracos, vão ser menos confortáveis, e no geral vão ser sempre feitos para ser inferiores aos Peugeot.

Mas de novo, se o Elkann se está borrifando para isso, eu não me vou chatear com isso. Acho que a Fiat tem potencial para mais, como as vendas no Brasil demonstram mas pronto.


Em relação ao primeiro ponto, não, não foram, já estavam. A escolha de plataformas deve-se a maior facilidade de industrializar e está intimamente ligada ao ponto anterior.

Em relação ao segundo paragrafo, não podemos estar à espera de ver a Stellantis a colocar as 9 marcas a disputar os mesmos clientes, esqueceste de referir que a moribunda Lancia está a ressuscitar e que o posicionamento desta será acima da Peugeot.

Calma, dêmos o beneficio da dúvida e acima de tudo, tempo ao tempo.
 
Não? Se é algo que é sabido sobre os franceses é que são ultra-proteccionistas. Por alguma razão a fusão da FCA com a Renault foi rejeitada: porque a Renault não teria o controlo da nova entidade.
Basta ver que em vez de aproveitar os novos motores Firefly desenvolvidos pela FCA como substitutos do 1.2 Puretech, foram gastar mais umas centenas de milhões para reformular completamente este motor.
Porquê? Porque os fornecedores para esses motores são da indústria francesa. Mesma razão que os interiores dos novos carros usam componentes que também tinham origem no lado francês ou que a plataforma EV eMini vai morrer sem mais nenhum modelo que o 500e, em detrimento de uma evolução da eCMP para STLA Mini.

E basta ver o posicionamento no mercado que definiram para as diferentes marcas. A Peugeot é a marca generalista principal do grupo. Depois a Opel. A Fiat foi equiparada á Citroen. O que isto quer dizer é que os carros vão ter interiores com materiais mais fracos, vão ser menos confortáveis, e no geral vão ser sempre feitos para ser inferiores aos Peugeot.

Mas de novo, se o Elkann se está borrifando para isso, eu não me vou chatear com isso. Acho que a Fiat tem potencial para mais, como as vendas no Brasil demonstram mas pronto.

Nao vale a pena inventarmos

aproveitou-se e apostou-se no que melhor havia entre ambas

a fiat europa tinha muito pouco a dar, tecnologicamente estava subpar ao que a Psa detinha e muito atras na electrificacao e nas plataformas multi-energia

Ja agora controlo do board pela psa e os direitos preferenciais de controlo que aumentam ao fim de 7 anos, està no acordo

muitos é que nao o leram e ainda acham que a fiat controla o que quer que seja.
 
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