Fiat Tipo 2016

Não concordo com essa opção. Turbos anos 80 do género on-off, bêbados como tudo associados a uma carroçaria familiar para ser o best-seller?
Também sempre achei os 1.4 da Fiat na altura asmáticos para os carros em questão. Mas daí a colocar-lhe um motor como o do Uno Turbo vai uma grande distância.
Mas repare-se que mesmo nas versões de topo do Tipo, tinhamos lá o belo do 2.0 atmosférico.
Turbo era mesmo para versões desportivas.
Mesmo nos Croma e Thema da altura, os tax-friendly 2.0 Turbo eram carros com demasiada personalidade![:D]

Comecei por dizer: era eu adolescente...

E não tinha idealização de que com esse motor fossem best-sellers, mas sim grandes máquinas.
Puxa o filme atrás ali ao lado com a Renault: R5 Turbo mas também R11 e R9 [;)]

Era mesmo a minha ideia.
Tipo e Tempra 1.4 Turbo 120cv seriam o topo das gamas por cá e não é questão de venderem muito mas de se poderem vender potentes.

Sobre os Tipos 16v, são excelentes atmosféricos, com o Bialbero mitíco; e até uns Recaros de brinde e assim; mas a vida foi muito complicada.
Em Portugal não chegam a uma dezena.
Como podiam sair a "5000 contos" com na mesma casa na montra a "3000 contos" os Delta HF Turbo?

OK, quem conhece sabe que os Tipos curvam mais e são mais seguros claro, é outra geração já, mas só meia dúzia tomaria essa opção.
O 1.8 16v tem potência semelhante ao HF Turbo e o 2.0 apenas mais meia dúzia de cavalos.
 
Também não conheço Grande Puntos com motores que não sejam "corta-relvas".. Um Grande Punto com um 1.9 m-jet (até mesmo o 1.6) ou um 1.4 t-jet andam bastante bem e no entanto praticamente não se vêem cá em PT. Já 1.2 fire e 1.3 m-jet, são às paletes.

Nesse caso é o inverso.
No Bravo 198 o que vendeu em Portugal a gasolina foi o mais potente.
 
Rosmano:

Eu discordo contigo. Acredito que um Bravo será rentáel embora não tanto como um 500X e essencial para o futuro e continuidade da FIAT como marca generalista e não como marca de carros de nicho que quando passarem de moda lá vai a FIAT ao ar.E a própria FIAT reconhece isso porque existe um sucessor do Bravo e Linea agendado. Resta ver é se vai ter um salto qualitativo suficiente para ser competitivo e se o público associará a qualidade da linha 500 a esse modelo ou se o vai associar á má imagem da FIAT. E isso dependerá de como a FIAT posicionar o modelo e de como estruturar o marketing.Tendo em conta que a Alfa agora estará posicionada como marca premium e a Lancia acabou a FIAT pode muito bem subir um patamar na qualidade e ocupar o espaço deixado vazio por essas duas marcas. - See more at: http://forum.autohoje.com/forum-geral/95918-fiat-bravo-2015-2016-a-5.html#sthash.13VtECSy.dpuf

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Que esteja agendado não significa que vá ser rentável como se viu pelo ultimo Bravo, entre outros.

Dentro do grupo já temos um Giulietta com PVP competitivo, com um emblema glamouroso e com vendas medíocres pelo que não acredito que resolvam melhor com um FIAT ( fora da linha 500 ) nesse segm.

O Giulietta, tal como o Bravo já estão no mercado á demasiados anos. E falas do Giulietta, se não fosse esse modelo a Alfa Romeo neste momento já nem existiria. É o modelo que tem carregado essa marca ás costas e teve bastante sucesso no seu pico. Com o tempo á que está no mercado já se tornou mais do que rentável.
O Fiat Bravo também chegou a vender bem. Agora não me venhas com histórias e digas que estás á espera que esses modelos atraiam a atenção de modelos das marcas concorrentes que estão todos uma geração á frente.

Se tu não achas que vá ser rentável estás no teu direito. O modelo está agendado e vai ser lançado, depois vemos o resultado e quem tem razão.
Eu acho que a Fiat não pode sair do segmento C mesmo que este novo modelo não seja rentável por uma questão de sobrevivência da marca.

Quanto ás motorizações, espero bem que um sucessor do Bravo tenha uma versão com o 0.9 Twinair de 105cv. Assim só para rebentar com o segmento pelo preço e para não lermos aqui o choradinho de que a Fiat não pode fazer carros caros porque ninguém os compra... [:p]
 
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Também não conheço Grande Puntos com motores que não sejam "corta-relvas".. Um Grande Punto com um 1.9 m-jet (até mesmo o 1.6) ou um 1.4 t-jet andam bastante bem e no entanto praticamente não se vêem cá em PT. Já 1.2 fire e 1.3 m-jet, são às paletes.
Mas isso tem um porquê para alem de simplesmente não terem tido sucesso.

O 1.9 custava cerca de 28.000 estando apenas disponivel na versão mais equipada, o 1.6mjet não se vendeu por cá.

O 1.4Tjet não existia tendo saido apenas na "3ª versão" do GP isto já a meio de 2008, até lá só tinhamos o 1.4 de 95cv.

E este modelo foi vendido em plena febre diesel que também ajudou a vendas baixas de motores a gasolina melhores.
 
O Giulietta, tal como o Bravo já estão no mercado á demasiados anos. E falas do Giulietta, se não fosse esse modelo a Alfa Romeo neste momento já nem existiria. É o modelo que tem carregado essa marca ás costas e teve bastante sucesso no seu pico. Com o tempo á que está no mercado já se tornou mais do que rentável.
O Fiat Bravo também chegou a vender bem. Agora não me venhas com histórias e digas que estás á espera que esses modelos atraiam a atenção de modelos das marcas concorrentes que estão todos uma geração á frente.

Se tu não achas que vá ser rentável estás no teu direito. O modelo está agendado e vai ser lançado, depois vemos o resultado e quem tem razão.
Eu acho que a Fiat não pode sair do segmento C mesmo que este novo modelo não seja rentável por uma questão de sobrevivência da marca.

Quanto ás motorizações, espero bem que um sucessor do Bravo tenha uma versão com o 0.9 Twinair de 105cv. Assim só para rebentar com o segmento pelo preço e para não lermos aqui o choradinho de que a Fiat não pode fazer carros caros porque ninguém os compra... [:p]

Referi-me evidentemente às vendas do Giulietta no seu pico, que embora tenha sido a tabua de salvação da AR nestes últimos anos, ficaram bem a trás do pódio do segmento.

De resto, o tempo o dirá mas eu não acredito mt num Bravo com o 500X a bombar durante os próximos anos.
 
Armic: um Alfa Romeo, no caso o Giulietta, no pódio do segmento (C)?
Tal só seria eventualmente possível em dois países: na Suiça e claro Itália. Aqui é possível ser mesmo líder, e acho que foi 2 ou 3 anos.
 
Referi-me evidentemente às vendas do Giulietta no seu pico, que embora tenha sido a tabua de salvação da AR nestes últimos anos, ficaram bem a trás do pódio do segmento.

De resto, o tempo o dirá mas eu não acredito mt num Bravo com o 500X a bombar durante os próximos anos.

Acho que não é necessário ambicionar ao pódio.
Rentabilidade da coisa, margens, deveria ser o foco.
Claro que associado a um volume expressivo, mas a meu ver, não necessita de chegar ao pódio.
Tanto para o sucessor do Giulietta como o do Bravo, que estão planeados, no mercado europeu é fundamental apresentarem duas carroçarias, o clássico dois volumes e uma carrinha.

No caso do Giulietta que deverá ter margens mais elevadas, vendas médias ao longo da carreira comercial entre 60-75 mil unidades / ano, deveria ser suficiente. E acho que o actual Giulietta poderia ser capaz de sustentar tal volume (o ano passado chegou apenas às 40 mil), caso tivesse acompanhado de uma Sportswagon.
No caso do Bravo, sabe-se que terá 3 carroçarias, com o sedan a ser o sucessor do Linea, carroçaria que deverá conhecer sucesso em mercados muito específicos como a Turquia.
Ficando pelo hatch e carrinha, no continente europeu, a coisa poderá funcionar com volumes de vendas a rondar as 100-120 mil un/ano.
Como deverão recorrer à Small Wide, como o 500X, deverá garantir as economias de escala necessárias, e se conseguirem reduzir os incentivos, talvez consigam as margens necessárias
 
Os alemães compram carros alemães. Muito dificilmente terias um AR líder de segmento em vendas.Quanto ao Bravo, terá um sucessor em 2016. Resta ver o que vem nessa altura. Pode ser que a percepção da marca já esteja melhor por essa altura depois do 500, 500X, 124 Spider e as pessoas estejam abertas a comprar um segmento C Fiat.De qualquer das formas o Marchionne disse hoje que a Fiat não voltará a ser uma marca generalista tradicional.
 
Armic: um Alfa Romeo, no caso o Giulietta, no pódio do segmento (C)?
Tal só seria eventualmente possível em dois países: na Suiça e claro Itália. Aqui é possível ser mesmo líder, e acho que foi 2 ou 3 anos.

Disse BEM ATRÁS [:p]
 
Acho que não é necessário ambicionar ao pódio.
Rentabilidade da coisa, margens, deveria ser o foco.
Claro que associado a um volume expressivo, mas a meu ver, não necessita de chegar ao pódio.
Tanto para o sucessor do Giulietta como o do Bravo, que estão planeados, no mercado europeu é fundamental apresentarem duas carroçarias, o clássico dois volumes e uma carrinha.

No caso do Giulietta que deverá ter margens mais elevadas, vendas médias ao longo da carreira comercial entre 60-75 mil unidades / ano, deveria ser suficiente. E acho que o actual Giulietta poderia ser capaz de sustentar tal volume (o ano passado chegou apenas às 40 mil), caso tivesse acompanhado de uma Sportswagon.
No caso do Bravo, sabe-se que terá 3 carroçarias, com o sedan a ser o sucessor do Linea, carroçaria que deverá conhecer sucesso em mercados muito específicos como a Turquia.
Ficando pelo hatch e carrinha, no continente europeu, a coisa poderá funcionar com volumes de vendas a rondar as 100-120 mil un/ano.
Como deverão recorrer à Small Wide, como o 500X, deverá garantir as economias de escala necessárias, e se conseguirem reduzir os incentivos, talvez consigam as margens necessárias

Na FIAT ficava-me pelo Panda e linha 500 aumentando-a com um 500 5portas e deixava os segm C e D para a AR, sendo que pertencem ao mesmo grupo, mas isso sou eu que sou mt poupadinho [:p]

Claro que sempre podem fazer um rebadged do Dart

 
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O CEO da FCA já ontem afirmou que vai haver Bravo fabricado na Turquia a FIAT é compacto e derivado de turismo (furgão), é a ideia do homem a prazo para a FIAT.
 
Confirma-se o sucessor para 2016

GENEVA -- Fiat Chrysler Automobiles will begin sales of a new hatchback and station wagon in Europe's key compact segment next year, CEO Sergio Marchionne said.
The Turkey-built cars will be sold in Western Europe, Marchionne said. Previous reports said the cars would be sold only in Central and Eastern Europe and Turkey.


"We will start exports from Turkey next year. They will be sold across the EU," Marchionne said at the Geneva auto show on Tuesday, adding that a compact sedan could be added later.


The new range will plug a big hole in Fiat's European product lineup. The compact car segment, led by the Volkswagen Golf, is Europe's second biggest by sales after subcompacts.


Fiat's aging Bravo accounted for fewer than 4,000 of the 2,385,803 compacts sold in Europe last year, according to data from JATO Dynamics. In January, Fiat sold just 93 units of the Bravo, which is being phased out. Fiat has not sold a wagon in Europe since the Stilo Multiwagon was discontinued in 2008. Fiat sells the Linea, a compact sedan built in Turkey, in Eastern Europe. The Linea will be replaced by the new Turkey-built sedan, but it will only be added to Fiat’s lineup in Europe if there is enough demand, Marchionne said. There currently is little demand for compact sedans in Europe


The new compact range will be based on Fiat's small wide platform that also underpins cars such as the Fiat 500L and 500X, as well as the Jeep Renegade.


Last November, Fiat's Turkish joint venture, Tofas, said it will build a combined 700,000 units of the new compact range over the life cycle of the vehicles until 2023, mainly for export.
in autonews

Considerando as previsões da Tofas, dará 100 mil un/ano de toda a gama.
Não é muito, considerando que se refere às 3 carroçarias em conjunto.
Mas sendo baseado na Small Wide, as economias de escala devem permitir pelo menos um bom retorno.
Já se percebeu que o Marchionne já desistiu de apostar em produtos que lhe darão pouco ou nenhum retorno, mesmo quando isso implica modelos de grande volume como o Punto.
 
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Acho que não se pode tirar conclusões sobre o design final do carro a partir desas fotos.
São mulas de testes e a traseira desse hatchback parece claramente a do Punto.
 
Mulas diferentes para 3 e 2 volumes, faz cada vez mais sentido a existência de duas familias diferentes para o segmento c, 3 volumes mercados emergentes, e os preferidos na europa 2 volumes e break.
 
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