Fiat Tipo 2016

Quanto a mim, a Fiat já tem segm A com o 500 (3p ) e o Panda (5p ) e o segm. C, com o 500X cobertos pelo que só lhes falta preencher o B com um 500 longo 5p aproveitando bem essa linha que está ser uma mina pelo que até sobra o L com a chegada do X fazendo, no máximo, uma versão longa deste para quem precise de mais espaço, o 500XL



O resto é paisagem.
 
Pois, ao que parece preferem vender apenas 300000 FIAT 500 a ganhar imenso dinheiro em cada unidade do que vender Milhoes de Puntos sem margem quase nenhuma.
500; produto diferenciado.

Eu também leio que o 500x está a ser o C da FIAT, mas isso apenas funciona nos mercados mais sofisticados ou para os clientes mais elitistas.

Mas mercados como Brasil ou Turquia precisam de veículos mais simples e de trabalho.

Por cá será difícil um cliente optar pelo Aegea em vez do 500x, estando próximos.

No entanto podem meter na Praça e nas Polícias Aegeas talvez com versão Diesel de força despotenciada.
 
E quem diz que não?

Agora não é o 500x que vai fazer de veículo médio para o Brasil.
A vender lá é como "luxo".
 
Quanto a mim, a Fiat já tem segm A com o 500 (3p ) e o Panda (5p ) e o segm. C, com o 500X cobertos pelo que só lhes falta preencher o B com um 500 longo 5p aproveitando bem essa linha que está ser uma mina pelo que até sobra o L com a chegada do X fazendo, no máximo, uma versão longa deste para quem precise de mais espaço, o 500XL



O resto é paisagem.

Eu discordo que o 500X cubra o segmento C. Não vejo o Golf ou o Astra a perder vendas para esses modelos. As análises de mercado mostram o segmento dos monovolumes a estagnar e o dos crossovers a crescer. Ou seja os crossovers têm crescido á custa dos monovolumes.

Os crossovers juntamente com a linha 500 serão a componente emocional.
O segmento C racional para competir com Skodas e coreanos (que roubaram o mercado da Fiat) será do Aegea. E tendo em conta que a bagageira do sedan Aegea é de 510 litros acredito que haja interesse em ter um carro desses pois o 500X por mais que desejem não chega a essa volumetria. Nem oferece o potencial de espaço de uma carrinha Aegea que será ainda maior e que será o principal motor de vendas nos países europeus.
Não se esqueçam do potencial de vendas de carrinhas na Europa. E acho que uma versão carrinha do 500X seria uma aberração... O 500L é um monovolume e não carrinha e o cliente-tipo de um é diferente do de outro.

Além disso, as vendas do 500X têm estagnado nos últimos meses. Não tem conseguido aumentar nem criar vendas em mercados grandes como o alemão, espanhol e holandês. E o 500X e Renegade vendem pouco mais unidades que o Duster. A Fiat precisa de mais vendas que isso e o Aegea faz perfeito sentido nesse aspecto.

Esse render de um 500XL está lindo. Nunca mais chega. ;)

P.S. - Só agora reparei nesta notícia de que o Aegea será posto á venda em Portugal, Espanha e Alemanha.
 
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Provavelmente pela mesma razão de sempre, falta de publicidade pq até nem são mais caros que os segm C médios e a habitab/tamanho é o mesmo.

De qq forma já assisti aqui a muitos que passaram do comum dos carros para os cross, não só por razões de estilo mas tb praticas.

Não acredito que o Aegea faça mt melhor que o Bravo pelas razões que referi.
 
Certo é que atendendo à experiência MINI, a coisa tem funcionado bem. Com a mesma " cara " já cobriram segm A com o hatch 3p, segm. B agora com o 4p, segm C com o CM + a variante agora do novo Clubman. De facto, são mestres em esticar a coisa.

Tudo isto com vendas muito boas, mesmo que com PVP premium, se bem que tb é verdade que não é só pq é um produto engraçado com o famoso fator X mas por ter tb as costas quentes, com a fortíssima imagem de marca BMW por trás para alem de um trabalho de publicidade/visibilidade mt intenso.
 
Provavelmente pela mesma razão de sempre, falta de publicidade pq até nem são mais caros que os segm C médios e a habitab/tamanho é o mesmo.

De qq forma já assisti aqui a muitos que passaram do comum dos carros para os cross, não só por razões de estilo mas tb praticas.

Não acredito que o Aegea faça mt melhor que o Bravo pelas razões que referi.

A fábrica turca onde todas as carroçarias do Aegea serão produzidas prevêem 700 mil unidades anuais a sair das suas linhas de montagem.
O que equivale a sensivelmente 230 e tal mil unidades por carroçaria a serem distribuidas por 40 mercados (segundo o anúncio da Fiat). Não sei qual a proporção para cada carroçaria, mas acredito que o sedan e carrinha tenham primazia relativamente ao hatch, dado a natureza de alguns mercados.

O sedan será vital em mercados a leste e norte de África. O Linea liderava o mercado turco, e presumo que o Aegea tenha mais que argumentos para continuar esse reinado.
No que toca à Europa, sobretudo União Europeia, o facto de haver uma carrinha, especulo que contribuirá para uma carreira de maior sucesso (em números absolutos) que o Bravo.

Se será o suficiente para absorver 200 e tal mil unidades por carroçaria? Duvido. O mix hatch/carrinha na UE se contribuir com 100 mil un/ano acho que será muito bom.

Mesmo considerando o posicionamento do Aegea. O mercado actualmente é tendencialmente extremista. Ou é premium ou é low-cost. É, aparentemente, a única forma de actualmente fazer dinheiro na venda de carros.
Com o Aegea a ser colocado no lado mais acessível da questão, onde o projecto foi otimizado no sentido de apenas oferecer o que é necessário e simplificar ao máximo as complexidades inerentes à multitude de opções actuais que ocorrem na linha de produção, pode ser que seja a opção certa para a Fiat, e conseguir margens superiores às do Bravo.

A única coisa que o Aegea peca, a meu ver, é a excessiva banalidade das opções tomadas no campo visual. Talvez seja a melhor opção para alguns dos mercados, mas na Euroland esperaria uma abordagem mais original e até mais de acordo com a longa e distinta história da Fiat nesse campo.
Um pouco como a Citroen conseguiu com o Cactus.
Também este viu a abordagem ao mercado ser distinta, com uma galopante simplificação das opções de equipamento e amplitude da gama.
Só que o fez com uma originalidade no design e styling, que mesmo atacando na área mais acessível do mercado, não o percepcionamos como algo "pobre"

Não que o Aegea pareça mal, mas faz lembrar as gamas C-Elysee (abordagem inversa do Cactus), 301, Rapid, que pouco ou nenhum apelo possuem.
 
Certo é que atendendo à experiência MINI, a coisa tem funcionado bem. Com a mesma " cara " já cobriram segm A com o hatch 3p, segm. B agora com o 4p, segm C com o CM + a variante agora do novo Clubman. De facto, são mestres em esticar a coisa.

Tudo isto com vendas muito boas, mesmo que com PVP premium, se bem que tb é verdade que não é só pq é um produto engraçado com o famoso fator X mas por ter tb as costas quentes, com a fortíssima imagem de marca BMW por trás para alem de um trabalho de publicidade/visibilidade mt intenso.

Para ser franco eu preferia que a Fiat desse prioridade a um crossover de segmento C (concorrente de Qashqais e Sportages e Kadjars) em detrimento do Aegea. E que lançasse o modelo equivalente para a Jeep.
Estão a dar prioridade ao Aegea porque é importante para os países de Leste e em desenvolvimento e porque o Linea e o Bravo já são modelos bastante ultrapassados.

A única coisa que o Aegea peca, a meu ver, é a excessiva banalidade das opções tomadas no campo visual. Talvez seja a melhor opção para alguns dos mercados, mas na Euroland esperaria uma abordagem mais original e até mais de acordo com a longa e distinta história da Fiat nesse campo. Um pouco como a Citroen conseguiu com o Cactus. Também este viu a abordagem ao mercado ser distinta, com uma galopante simplificação das opções de equipamento e amplitude da gama. Só que o fez com uma originalidade no design e styling, que mesmo atacando na área mais acessível do mercado, não o percepcionamos como algo "pobre" Não que o Aegea pareça mal, mas faz lembrar as gamas C-Elysee (abordagem inversa do Cactus), 301, Rapid, que pouco ou nenhum apelo possuem.


Percebo perfeitamente essa crítica. O Aegea hatch para mim tem fortes possibilidades de não atingir as expectativas mas acredito que a carrinha até consiga ter sucesso. No entanto, acho que não adoptaram um design e styling mais diferenciado como o Cactus por constrangimentos de produção.
Mantendo assim podem optimizar e cortar custos ao máximo e criam uma carroçaria que apesar de não ser entusiasmante para a Europa ocidental vai conseguir cobrir tanto esta como o mercado de Leste.

Além do mais para esse lado de design e styling têm a gama 500.
O que provavelmente deviam fazer era separar a gama 500 numa marca própria de carros pequenos e fazer da Fiat em si uma marca de carros low-cost.
 
Sim, como exemplifiquei aqui com o mercado Brasileiro, até podem meter mais um igual aos outros todos e recolher algumas migalhas no meio da oferta toda que já existe nesses formatos e dedicar um modelo destes para os grandes mercados asiáticos/sul americanos, mas para cá na Europa e nos EUA deviam fazer a gama 500 completa pq não me parece que vão vender grande coisa deste Aegea por estas latitudes, sendo ainda que o mercado europeu está a crescer,ao contrario do asiático.

Se funcionou com o 500 base seguindo o MINI base, deverá funcionar com a linha completa se fizerem bem o trabalho. É preciso é investir em fortes campanhas publicitarias e num marketing bem mais agressivo.
 
Sim, como exemplifiquei aqui com o mercado Brasileiro, até podem meter mais um igual aos outros todos e recolher algumas migalhas no meio da oferta toda que já existe nesses formatos e dedicar um modelo destes para os grandes mercados asiáticos/sul americanos, mas para cá na Europa e nos EUA deviam fazer a gama 500 completa pq não me parece que vão vender grande coisa deste Aegea por estas latitudes, sendo ainda que o mercado europeu está a crescer,ao contrario do asiático.

Se funcionou com o 500 base seguindo o MINI base, deverá funcionar com a linha completa se fizerem bem o trabalho. É preciso é investir em fortes campanhas publicitarias e num marketing bem mais agressivo.

Investir em marketing e em melhorar a rede de assistência é crucial. E acabar a gama 500 o mais rápido possível idem (500 Plus e 500XL). Infelizmente só para o ano sai o 500 Plus e o XL só em 2017.

O Aegea parece-me bem na vertente de escolha racional mas não vai ter grande sucesso na Europa Ocidental... Por isso é que mal é falado por estes lados e o Aegea foi apresentado na Turquia. Vamos ver, quem sabe rouba clientes do Skoda Octavia e da KIA/Hyundai. Tem que apontar a esses porque foi quem comeu o mercado da Fiat.

Mas a impressão com que fico é que o Marchionne não acredita na própria Fiat e quer reduzir o investimento ao mínimo na marca (e já é assim há alguns anos). Está tudo virado para a Alfa neste momento.
 
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Marchionne acredita na Fiat.
Acho é que ele não acredita na Europa, que durante a crise e mesmo agora, ainda é um mercado complicado.
Não tanto na obtenção de volume, mas na obtenção de rentabilidade.
Ainda o ano passado surgiam rumores de que, no pico da crise, a Peugeot apenas fazia 0.80€ por cada 208 vendido, tal era o ambiente de guerrilha, numa corrida para o abismo, que obriga a vender sempre com fortes descontos.
É uma situação insustentável. O Carlos Tavares, do que já conseguiu na PSA, foi estancar essa hemorragia de preços, tendo aumentado o retorno por venda dos modelos.
Mesmo os problemas actuais da Volkswagen-marca, passam e muito pela sua fraca rentabilidade, que, se não estou em erro, andam à volta dos 1-2%. (apesar de, neste caso, ter também a ver com os fortes investimentos associados à MQB)

Como conseguir preços concorrenciais com margens decentes?
Deve ser complicado conseguir resolver esse problema.

Daí percebe-se os comentários do Marchionne em não perseguir os lideres numa lógica de volume no mercado europeu.
Daí percebe-se a relutância em lançar modelos novos.
Há que encontrar uma receita que permita produto fresco com volumes sustentáveis, preço concorrencial e margens generosas.

A Fiat não pode perseguir o premium, porque não tem imagem.
O fenómeno 500 é a excepção, mas como se diz, é já uma sub-marca, e não tanto visto como um Fiat.
A estratégia da Fiat não difere muito da encontrada pela Citroen. O pilar racional (com dose de originalidade) terá o simbolo Citroen, o pilar de luxo será pela DS, que entretanto, já ganhou autonomia como marca.
Talvez seja a solução ideal para o mercado europeu: extremar posicionamentos.
Curiosamente, ambos os casos permitem margens de retorno semelhantes.
A Dacia consegue margens próximas do trio premium alemão, o que é notável.
 
Marcas como a Dacia e a Skoda têm elevada rentabilidade principalmente porque não gastam dinheiro em R&D, quem o faz são as suas casas mãe, a Renault e a VW. Esses são casos específicos, quase tudo o que eles metem nos seus carros foi desenvolvido por terceiros. A juntar a isso está o facto de produzirem em países com mão de obra barata, faz com que tenham essa elevada rentabilidade. Essas marcas dificilmente sobreviveriam se não fizessem parte de grandes grupos automóveis, aliás antes de serem compradas eram duas marcas moribundas.
 
Investir em marketing e em melhorar a rede de assistência é crucial. E acabar a gama 500 o mais rápido possível idem (500 Plus e 500XL). Infelizmente só para o ano sai o 500 Plus e o XL só em 2017.

O Aegea parece-me bem na vertente de escolha racional mas não vai ter grande sucesso na Europa Ocidental... Por isso é que mal é falado por estes lados e o Aegea foi apresentado na Turquia. Vamos ver, quem sabe rouba clientes do Skoda Octavia e da KIA/Hyundai. Tem que apontar a esses porque foi quem comeu o mercado da Fiat.

Mas a impressão com que fico é que o Marchionne não acredita na própria Fiat e quer reduzir o investimento ao mínimo na marca (e já é assim há alguns anos). Está tudo virado para a Alfa neste momento.

O Aegea é segmento B ou C? A mim parece-me ser um segmento B+ semi-low-cost concorrente directo do C-Elysée/301 e Rapid, e não do Octavia.
 
A FIAT para a gama não-500 parece-me estar a criar uma filosofia semelhante à filosofia da Skoda e que a Citroen também irá seguir, carros fiáveis, baratos, práticos e pouco sofisticados, mas sem entrar no campo das low-cost como a Dacia.
 
O Aegea é segmento B ou C? A mim parece-me ser um segmento B+ semi-low-cost concorrente directo do C-Elysée/301 e Rapid, e não do Octavia.

É segmento C. Sucessor do Bravo.
Em termos de dimensões interiores está ao nível dos C's embora tenha bagageira mais pequena que o Octavia (mas este tem das maiores bagageiras dos C's).
 
É segmento C. Sucessor do Bravo.
Em termos de dimensões interiores está ao nível dos C's embora tenha bagageira mais pequena que o Octavia (mas este tem das maiores bagageiras dos C's).

Mas em vários artigos que tenho lido dizem que é substituto do Linea, e o Linea é segmento B. Qual é a plataforma que o Aegea utiliza?
 
O Linea é feito na small-wide e é sedan. Vão substituir um sedan por outro e apontaram este para o segmento C.
O Hatch está apontado como sucessor do Bravo tal como a carrinha será de segmento C.
Pelas dimensões exteriores e interiores é segmento C. A plataforma é a mesma do 500X.

Se vier com preços próximos do segmento B melhor!
 
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