Fiat Tipo 2016

Também tive alguns familiares com Tempra, entre carro e carrinha. O painel de bordo era brutal para um puto. E para mais, quando na altura ainda se via na TV o KITT![:D]

A plataforma nova não seria destinada a este modelo apenas.
Mas acho que está na altura de porem as mãos na massa para uma plataforma que possa, pelo menos, abarcar tudo o que é segmento B e C, que actualmente, no que toca a dimensões, parecem cada vez mais fundir-se.
Precisam de uma plataforma nova, com recurso aos materiais mais recentes - aços de alta resistência, por ex -, a métodos de produção otimizados, que permitirá atacar a questão do peso. Não só terá de ser flexivel numa questão dimensional, como também tecnológica. Podendo suportar, com custos razoáveis, módulos diversos ao nivel da suspensão, travagem, grupos motrizes (combustão interna, híbridos e elétricos).

Conseguir ter uma matriz comum, que pudesse responder às necessidades de mercados como o sul-americano e europeu, deveria permitir economias de escala brutais e um melhor aproveitamento das diversas unidades de produção, já que estas estariam capazes de produzir qualquer um dos modelos que derivassem desta base comum.

Anyway...
Acho que poderiam ter mantido o nome Linea, que é um nome que até "caiu" bem no mercado, não lembrando os Fiats dos anos 80/90, como o Tipo, que pecaram por alguma fragilidade.
O nome Linea funcionaria no mercado de destino, na Turquia, onde poderia continuar a sua carreira de liderança, e acrescentar a carrinha para o mercado ocidental acho que seria mais que suficiente para garantir o sucesso comercial expectável

Concordo contigo a 100%, até gosto do nome mas não compreendo o porquê desta escolha, também acho que faria mas sentido ser o Tempra.
 
Pois eu acho bem… [;)]
Parece-me contraproducente a utilização de vários nomes para carroçarias diferentes, ritmo/regata, tipo/tempra, bravo/brava/marea, custa muito a um nome ganhar força, se se dispersarem recursos…
Esta é a primeira de 3 carroçarias, fará impressão um tipo de 3 volumes, como faria um tempra de 2.
 
Mas pensando bem até faz sentido, porque o FIAT Tipo foi o último grande sucesso que a FIAT teve na Europa acima do Punto. Tanto o Bravo/a, como o Stilo ficaram bastante longe do sucesso do Tipo (que até foi carro Europeu do ano em 1989).
 
Gosto do pormenor do condutor ser o director da Auto Foco! [:)]

cq5dam.web.1280.1280.jpeg
 
Este modelo está longe de ombrar com o impato que um Tempra teve a qdo do seu surgimento no mercado. Muito mais elegante para a época, design fantástico (dentro e fora), confortável e seguro! Aliás o carro que mais saudades deixou cá em casa...

Isto é um carrito "low cost"...com motores turbo dependente (e com pouca cavalagem), para depois andar na oficina a limpar o carvão e afinar turbos.. [8b]

Para isto, seguiam a mentalidade da mazda e tiravam a dependência dos turbos para as potências que pretendem oferecer.

O carro não é desengraçado, mas na minha opinião nem para "solas dos sapatos" do Tempra (na época que foi lançado). Falta-lhe "sal"..
 
Alguém sabe qual vai ser a motorização?

Espero que o hatchback ou até mesmo a carrinha sejam mais bem parecidos que isto, e já agora (se não for pedir muito) que tenham solucionado a questão do logotipo da marca que está constantemente a cair no Bravo.

Diesel:
- 1.3 Mjet 95cv
- 1.6 Mjet 120cv

Gasolina: (para a Turquia, o resto da Europa não sei)
- 1.4 FIRE 95cv
- 1.6 110cv
 
Last edited:
Mas pensando bem até faz sentido, porque o FIAT Tipo foi o último grande sucesso que a FIAT teve na Europa acima do Punto. Tanto o Bravo/a, como o Stilo ficaram bastante longe do sucesso do Tipo (que até foi carro Europeu do ano em 1989).

Atenção que o Bravo também foi carro do ano!

E atenção também que o Bravo teve ainda algum sucesso que relembro.
As comerciais Bravo TD100 e depois JTD foram o primeiro carro Italiano a ter sucesso e fama no gasóleo.
Até ao Bravo, as vendas de gasóleo nos carros Italianos e FIAT eram praticamente insignificantes, excepto alguma coisa de Uno TD.

Mas foi o Bravo que deu provas de ser de guerra, com o seu 1900 Diesel.
Para além de ser uma carrinha das melhores da época, a começar pelo comportamento em curva e pela beleza do carro.
Não sei se o Bravo ficava a dever em beleza ao ALFA 145.
 
Last edited:
Também foi nessa altura que ocorreu a emancipação do diesel por cá ;) antes era só fiorinos e ducatos (ou seja carrinhas de trabalho).. E a Fiat já tinha.motores sobrealimentados de injecção direta diesel (TDI) que equiparam o croma por exemplo :)
 
Isso é que é ir lá atrás. Não estou totalmente de acordo com o ressuscitar deste nome, mas pelo menos é simples de pronunciar em qualquer lado, o que pode ajudar comercialmente.
Chegou a haver um 1.1 "Smart" lá por casa durante um par de anos. E houve um par deles que sobreviveram até bem dentro da primeira década deste século com outros familiares.
Espaço é que não faltava naquele carro. É o que melhor me recordo.

Se era para ir buscar nomes lá atrás, este Tipo sedan deveria ser chamado de Tempra[:D]
Considerando que se trata de um produto derivado da Small-Wide, o packaging deverá estar uns furos abaixo do Tipo original, que era o seu maior trunfo.
Cada vez mais, falta à Fiat uma plataforma modular de nova geração, como a que os rivais têm vindo a apresentar, para limar algumas arestas dos produtos que têm lançado.

O Tipo efectivamente era hiper espaçoso.
O seu banco traseiro desenhava até 3 lugares de adulto, que pode ser avantajado.
Era forte no comportamento em estrada, de topo na altura.
Para além disso, apesar de ser algo indirecto e que não se nota logo, foi o primeiro FIAT galvanizado, ou seja, o primeiro a não apodrecer facilmente.
 
Também foi nessa altura que ocorreu a emancipação do diesel por cá ;) antes era só fiorinos e ducatos (ou seja carrinhas de trabalho).. E a Fiat já tinha.motores sobrealimentados de injecção direta diesel (TDI) que equiparam o croma por exemplo :)

Foi, porque até ai havia algumas marcas de gasóleo, com Mercedes à cabeça.
O Bravo deu fama à mecânica Diesel Italiana, sendo uma carrinha comercial (na altura em que metade do mercado automóvel eram carrinhas comerciais) com fama e desejada.
Julgo que vários anos foi a comercial "C" com mais sucesso.
 
Também tive alguns familiares com Tempra, entre carro e carrinha. O painel de bordo era brutal para um puto. E para mais, quando na altura ainda se via na TV o KITT![:D]

Eu curiosamente sempre apreciei mais os quadrantes analógicos!
 
O Tempra creio que partilhava o chassi do AR 155 da altura. Agarrava-se à estrada como "gente grande". Não havia pai para as curvas [:D]

O escalonamento e o uso da cx de velocidades tb era interessante. A versão de duplo carburador (a q tinhamos) era top [br:)]
 
O Tempra creio que partilhava o chassi do AR 155 da altura. Agarrava-se à estrada como "gente grande". Não havia pai para as curvas [:D]

O escalonamento e o uso da cx de velocidades tb era interessante. A versão de duplo carburador (a q tinhamos) era top [br:)]

A travagem do Tempra é que não era grande coisa.
O 1372 com carburador duplo (76cv) era interessante, apesar de ser mais molenga do que o anterior 1301 com 68 ou 65cv dos Regata e Ritmo.
Claro que em termos de ponta não, até porque o Tempra era muito aerodinâmico.
 
A travagem não era grande coisa até trocar as pastilhas por ferodo racing.

Ao fim de umas travagens a descer o Marão com as pastilhas originais sobreaqueciam as rodas. Qdo se fez a troca ficou mt melhor! Mesmo em travagem nunca houve razão de queixa.

Ponta chegou a marcar 202 (digital) xD tinha um motor nervoso. Mexeu-se nas velas (4 polos), filtro de admissão direta, e umas ténues mexidas no motor... era ve-lo andar [:cool:]

Não sei o Ritmo nem o Regata nunca andei em nenhum...tlv o 0-100 fossem ligeiramente mais rápidos, mas depois de embalado e o "power laranja" ligado no tablier...aliado ao excelente chassi e comportamento em curva (tb com a ajuda dos pneus Eagle F1) foram poucos que o viram pelo retrovisor na época.
 
Last edited:
Atenção que o Bravo também foi carro do ano!

E atenção também que o Bravo teve ainda algum sucesso que relembro.
As comerciais Bravo TD100 e depois JTD foram o primeiro carro Italiano a ter sucesso e fama no gasóleo.
Até ao Bravo, as vendas de gasóleo nos carros Italianos e FIAT eram praticamente insignificantes, excepto alguma coisa de Uno TD.

Mas foi o Bravo que deu provas de ser de guerra, com o seu 1900 Diesel.
Para além de ser uma carrinha das melhores da época, a começar pelo comportamento em curva e pela beleza do carro.
Não sei se o Bravo ficava a dever em beleza ao ALFA 145.

Acredito que esta designação tenha sido também considerada, no entanto,creio que o que os terá dissuadido terá mais a haver com o recente Bravo, carro interessante, não deixou marca negativa, mas também esteve longe de ser um sucesso, daí a necessidade de quebrar, indo buscar inspiração mais atrás.
 
directamente do UK, através dos olhos da Autocar

The first generation of Tipo started a new era for Fiat


Fiat is bringing back the Tipo name to the UK with a new Golf rival due next year. The original hatchback was a mixed bag, but it had its strong points

fiat-tipo-2015-a.jpg





Those who tend to lump memories of 1980s Fiats into one are inclined to roll their eyes at the memory of the original Fiat Tipo of 1988, forgetting that the badge - due to be reborn as a Focus and Golf rival in 2016 - brought us progress on several important fronts.

Launched in 1988, it started us all talking in earnest about platform-sharing technology, several years before VW and the rest embraced it. And it was the first affordable Fiat to be made entirely in galvanised steel.

The platform concept caused Fiat considerable aggravation at the time, as often happens with an early adopter. When the same architecture (suitably modified) appeared under Lancia and Alfa Romeo models, people had a hard time accepting that the models could be different, and justify considerably different prices.

On the positive side, this was the era in which tales of rusting Italian cars started to die, though of course, they took a very long time to disappear because so many corrosion-prone Fiats were still around, especially in the secondhand market. Still, this is when the modern era began.

As for the original itself, if you could put aside the boxy shape, the weak residuals and avoid the “premium” electronic dashboard (for its unreliability) you had a pretty good car. It sold quite well in the UK because it was roomy against others in its class, and rode and steered well enough to collar a decisive Car of the Year award win in 1989. In short, its achievements back then were plenty good enough to justify the use of its name a second time around.
 
Back
Top