Fiat Tipo 2016

Não gosto muito que considerem este como rival do Focus e do Golf. Se nem a Fiat está a posicionar este carro dessa forma porque é que os jornalistas têm que o fazer?
É para depois deitar abaixo por não alcançar o "standard" do fraudulento?
 
Este Tipo faz lembrar o C-Elysee, ou seja, se tiver um preço competitivo vai ser mais um taxi da nossa praça...
 
Não gosto muito que considerem este como rival do Focus e do Golf. Se nem a Fiat está a posicionar este carro dessa forma porque é que os jornalistas têm que o fazer?
É para depois deitar abaixo por não alcançar o "standard" do fraudulento?


Temos opiniões para todos os gostos, combater Dacia, C Elysée, Golf e Focus...[:D]

Apesar de achar um competidor destes últimos, só com mais elementos poderemos saber, como preço, equipamentos, mas não seria de estranhar que o 4 portas fosse um pouco menos requintado, equipado, e apontasse mais para preço em relação aos 5p e sw, a ver vamos, o que é certo é que mesmo qur haja esta distinção será sempre mais barato que os principais players do segmento.
 
Também concordo que não será rival directo para os Golfs e Focus.
Nem é esse o objectivo do carro, o qual já foi explicado pela Fiat.
A lógica por detrás deste Tipo será mais Skoda Rapid que VW Golf
 
No blog fiatgroupworld está lá um comentário com mais detalhes sobre o equipamento e dados técnicos do carro na Turquia:

It’s called Tipo in Europe and it’s official.
http://www.fiatpress.com/press/article/117298

For Egea as in Turkey:
5 year warranty as standard
– 80kg compared to Linea
+ 80% of torsional stiffness

Standard equipment Easy:
16 “wheels steel
ESP with Hill Holder
6 airbags
Uconnect + USB / aux + bluetooth
multifunction steering wheel
manual climate
4 electric windows
Electric heated mirrors
front armrest

Urban (adds):
Alloy wheels 16 ”
Parking sensors
cruise control
fog light
Automatic climate
Console soft touch

Lounge (adds to Urban):
Alloy wheels 17 ”
electrochromic mirror
Sensor lights, rain
rear view camera
Navigation system
rear armrest

Official measures are:
length 4532 mm
width 1792 mm
height 1497 mm
wheelbase 2636 mm
luggage 520 l

Many pictures on FB:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.1157643427599050.1073741951.323139141049487&type=3

Se seguirem o link tem imensas fotos do interior no Facebook. A impressão com que fico é que em termos de plásticos e montagem do interior nota-se bastante que é um carro que compete pelo preço. Mas tem bastantes espaços de arrumação e um espaço para pernas enorme.
A bagageira afinal é de 520L não de 510. É 80Kg mais leve que o Linea (nada mau considerando que o Linea é um Punto esticado e é menos espaçoso).
Diria que na Europa Ocidental o nível mínimo de equipamento terá que ser o Urban e vão ter que ser mais rigorosos na montagem e plásticos.
 
Linea vs Tipo
comp 4560mm - 4532 mm
larg 1730mm - 1792 mm
alt 1487mm - 1497 mm
entre-eixos 2603mm - 2636 mm
bagageira 500 l - 520 l

Menos 80kg não é mesmo nada mal, considerando que ganhou 80% em rigidez torsional, e a largura extra normalmente não é amiga para atingir um peso baixo.
Mais curto e maior distância entre-eixos e aumento de capacidade de bagageira dão indícios de um packaging superior ao do Linea.
Historicamente, a Fiat tem sido mestre na questão de packaging. Não tanto nos últimos 10-15 anos.
Falta à Fiat a possibilidade de partir do zero no que toca a plataformas, que basicamente ainda não pararam de reciclar a plataforma Small feita a meias com a GM à 15 anos atrás.
Precisam de algo que possibilite soluções engenhosas como as que encontramos num Jazz ou num iQ. Aproveitamento do espaço e versatilidade de uso elevados ao máximo possível.
 
Atendendo ao produto e preço de que se fala parece-me muito acima de um C-elysée ou Skoda Rapid (este último nem tampa no motor tem)!
 
Linea vs Tipo
comp 4560mm - 4532 mm
larg 1730mm - 1792 mm
alt 1487mm - 1497 mm
entre-eixos 2603mm - 2636 mm
bagageira 500 l - 520 l

Menos 80kg não é mesmo nada mal, considerando que ganhou 80% em rigidez torsional, e a largura extra normalmente não é amiga para atingir um peso baixo.
Mais curto e maior distância entre-eixos e aumento de capacidade de bagageira dão indícios de um packaging superior ao do Linea.
Historicamente, a Fiat tem sido mestre na questão de packaging. Não tanto nos últimos 10-15 anos.
Falta à Fiat a possibilidade de partir do zero no que toca a plataformas, que basicamente ainda não pararam de reciclar a plataforma Small feita a meias com a GM à 15 anos atrás.
Precisam de algo que possibilite soluções engenhosas como as que encontramos num Jazz ou num iQ. Aproveitamento do espaço e versatilidade de uso elevados ao máximo possível.

Para isso acho que ainda vamos ter que esperar por uma fusão da FCA com um outro grupo qualquer. Já que falas no Jazz não me importava nada que se fundissem com a Honda que tem motores fantásticos e está muito avançado em tecnologia híbrida e eléctricos.
Mas vendo as fotos no Facebook o interior não chega aos calcanhares de Mégane, Astra, Golf, 308... Logo é bem claro que não compete com estes! Mas a FCA nunca tinha dito que ia competir com estes mas sim com as alternativas de baixo custo.

Espero é que o hatch e SW na Europa seja mais cuidado que o que estiver disponível para a Turquia.
 
Last edited:
Acho que não é necessário uma fusão.
Mas ainda sou da opinião que a Fiat, para estes segmentos mais baixos, deveria dar uma palavrinha à Suzuki e não à Honda.
O grosso das vendas da Suzuki é como a Fiat, segmento A e B.
Têm a escala necessária, com produção para cima do milhão de unidades, excluindo os kei-cars da equação, que têm plataforma própria.
E a Suzuki sabe como rentabilizar estes modelos, normalmente de baixas margens, pois eles atacam em mercados bastante sensiveis ao preço, como a Índia e outros asiáticos.
Foi o argumento que fez a VW juntar-se a eles em primeiro lugar.
E agora que a VW não está no caminho, o Marchionne poderia tentar nova aproximação.

Acho que o problema é mesmo timing. A Suzuki acabou de lançar uma nova plataforma compacta que estreará no novo Baleno e Ignis, e alimentará toda uma nova geração de modelos compactos.
É impossível saber até que ponto essa plataforma é flexivel ou seja facilmente adaptada às necessidades da Fiat. Num mundo ideal, Suzuki e Fiat deveriam ter desenvolvido esta plataforma juntos, considerando as necessidades de cada um.

O Marchionne quer fundir-se com a GM, e percebe-se o porquê. O alcance das economias de escala seria brutalmente superior, pois poderia abranger todas as gamas da FCA actuais.
Mas dado o não da GM, pelo menos nos modelos até ao segmento C, Suzuki parece-me um parceiro mais que adequado.
Permitiria entrar numa nova era para renovar o hardware do mercado europeu e sul-americano, e estar melhor preparado para atacar os mercados asiáticos como a China.
 
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Visto que o ensaio da Quattroruote vai sair na edição de Novembro, a restante imprensa Europeia deve lançar pela mesma altura.

Ou não..[:D]

2016 Fiat Tipo 1.6 110 Multijet II review - Autocar

Early first drive of Fiat's forthcoming Tipo reveals dynamics that fall short of the class best, although quality and comfort impress


What is it?:

You’re looking at the new Fiat Tipo, or thereabouts, the car with which Fiat is set to make a return to the mass market C-segment – and in a big way.

The car you see here, a functional, compact three-box saloon, forms the basis of a new three-car family that Fiat has created for Europe, the Middle East and Africa.

First to be released is this saloon, badged Aegea in the Turkish market in which it’s built. For the UK and mainland Europe, however, Fiat is reviving the Tipo nameplate (from the late 1980s and early 1990s) and has set up additional five-door hatch and wagon versions to be sold alongside the four-door.

While the Aegea/Tipo saloon is out now, the coming hatch and wagon editions are set to appear at the Geneva show next spring, ahead of an on-sale date in the UK next September.
At a private showing at Fiat’s Design Centre in Turin, we’ve seen all three versions of the new Aegea/Tipo series. While the hatch and wagon remain officially under wraps, the Aegea saloon is now ‘live’ (it was actually unveiled at the Istanbul Motor Show back in May). We’ve also had a spell behind the wheel.

Designed around the brief ‘Skills not Frills’ and claiming to provide class-topping roominess, boot capacity and value for money, Fiat’s newcomer is based on the same platform as that used by the Jeep Renegade. Up front, there’s an orthodox mix of 1.4-litre (94bhp) and 1.6-litre (108bhp) petrol Fiat group engines, along with 1.3-litre (94bhp) and 1.6-litre (118bhp) Multijet II diesels.

Expect the coming Tipo hatch to be Focus-sized (although a touch narrower), while this Aegea saloon, with more than 500 litres of boot capacity, stands a lengthier 4.54 metres from stem to stern. The Tipo wagon is just a fraction longer.

At a time when Fiat is dividing up and reassessing its model range as either ‘aspirational’ (500, 124 Spider) or ‘functional’ (Panda and Doblo), there’s no doubt into which camp this new Aegea/Tipo falls.

What's it like?:

The first thing worth noting is that in appearance, for a supposedly bread and butter model, the Aegea is surprisingly upscale. The front end, dominated by the attractive full-width grille, narrow headlights and sculptured bonnet, packs the kind of premium look that was never seen on previous Fiats in this class.

Much the same can be said for the elegant tail end, with its sloping rear glass, and sculptured roofline. The Aegea was designed in Italy first and foremost as a saloon; it’s not a converted hatch with boot tacked on. If the sides and, in particular, the rear door and glass area, with Hofmeister kink, carry echoes of BMWs past, buyers out there probably won’t complain too much.

Through the streets of Turin, along the autostrada and up through the hills of Asti, the Aegea proved to be a solid if unremarkable car to drive. That’s with the top 1.6 turbodiesel on board and standard six-speed manual gearbox (automatic and dual-clutch automatic options are also available).

True, there was good pace from the gutsy 1.6 engine, but the lack of steering sharpness through turns was a surprise. So too was the amount of road noise, especially from the back of the car. The gearchange was also mediocre. Maybe the 1.4 petrol (which we didn’t try) would do better, being lighter on its feet and traditionally quieter.

Comfort, though, was good, but even if the Aegea is a fundamentally well-balanced car, on this showing at least, its dynamics aren’t going to have the Volkswagen Golf, Vauxhall Astra or Ford Focus running for cover.

But Fiat has not set out to build a driver’s car. Instead the formula here is based around rationality, roominess, content, running costs and (an expectedly) competitive transaction price. The cabin is comfortable, the dashboard looks and feels good, the instruments are clear and interior and boot space are above average. There will also be two infotainment levels.

How much of this will carry over to the forthcoming Tipo hatch? Only Fiat insiders know for sure at this time. But with the hatch expected to command the bulk of sales (54%, compared to 28% for the saloon and 18% for the wagon), it’s a formula Fiat creatives clearly have to get right.

Should I buy one?:

You can’t, or at least you can’t yet. The new Tipo hatch and wagon are still the best part of a year away, and Fiat UK is still deciding whether to take this three-box saloon, which delves into a part of the market that’s had very little traction in the UK of late. So an opportunity, perhaps?

Our first time out with the Fiat Aegea/Tipo in Turin has revealed that style and comfort are good. It’s maybe not the most refined car out there, but it still has the makings of a decent all-around proposition as a straightforward family car.

Peter Nunn

Fiat Tipo 1.6 110 Multijet II


Location Turin, Italy; On sale September 2016; Price tbc; Engine 4 cyls, 1598cc, turbocharged, diesel; Power 118bhp; Torque tbc; Kerb weight tbc; Gearbox 6-spd manual; 0-62mph tbc; Top speed tbc; Economy tbc; CO2/tax band tbc
 
Este modelo está longe de ombrar com o impato que um Tempra teve a qdo do seu surgimento no mercado. Muito mais elegante para a época, design fantástico (dentro e fora), confortável e seguro! Aliás o carro que mais saudades deixou cá em casa...

Isto é um carrito "low cost"...com motores turbo dependente (e com pouca cavalagem), para depois andar na oficina a limpar o carvão e afinar turbos.. [8b]

Para isto, seguiam a mentalidade da mazda e tiravam a dependência dos turbos para as potências que pretendem oferecer
.

O carro não é desengraçado, mas na minha opinião nem para "solas dos sapatos" do Tempra (na época que foi lançado). Falta-lhe "sal"..
Calma[:D].

Eles não podem nem deve mudar assim de rumo. Até porque será dificil a mazda continuar por muito mais tempo sem turbinados. Pelo menos, é o que todas as outras marcas estão a seguir.
 
Gosto do exterior do carro, se bem que prefiro as outras duas versões que irão sair para o ano!

O interior desiludiu-me um pouco, não tanto pela aparente falta de qualidade dos materiais, mas por certos pormenores como:

Moldura que envolve o sistema de multimédia;
Aqueles botões tão década passada, situados por baixo das saídas de ventilação central e do lado esquerdo;
A manete da cx de velocidades;
Ver-se o "caixote" do apoio de braço e não ficar escondido entre os bancos;
Na consola central inferior, ter a forma de pega... mas não ter a pega.
Aquela cor de tecido... errrr tão anos 90! [:D]

Não terá os motores multiair (0.9 e 1.4)?!
 
Calma[:D].

Eles não podem nem deve mudar assim de rumo. Até porque será dificil a mazda continuar por muito mais tempo sem turbinados. Pelo menos, é o que todas as outras marcas estão a seguir.

Exato.

As marcas Têm que meter ca fora o que a maioria dos mortais compra , não só pelo nível de co2 mas também pelo valor pago por cilindrada dos motores ...os motores pequenos são mais económicos e custam menos ao bolso segundo as novas regras de mercado .

Ta bem que a malta não gosta de egr's e afins mas isto passa inevitavelmente pelo carros de hoje e do futuro , pelo menos enquanto tivermos motores a gasolina e a gasóleo
 
Calma[:D].

Eles não podem nem deve mudar assim de rumo. Até porque será dificil a mazda continuar por muito mais tempo sem turbinados. Pelo menos, é o que todas as outras marcas estão a seguir.

Vamos ver se esta história do "dieselgate" e dos testes mais apertados e supostamente mais fidedignos com o que acontece na estrada que estão para vir, não retira a vantagem actual aos motores otto sobrealimentados.
As maiores discrepâncias entre o anunciado e o real é com os motores sobrealimentados. Os NA têm intervalo inferior.
E como o que conta para o cálculo das emissões é o que é homologado, em teoria, os testes mais rigorosos poderão fazer pender a balança para o lado dos NA.
 
Não gosto muito que considerem este como rival do Focus e do Golf. Se nem a Fiat está a posicionar este carro dessa forma porque é que os jornalistas têm que o fazer?
É para depois deitar abaixo por não alcançar o "standard" do fraudulento?

Então repetiste várias vezes que este carro era um segmento C, e agora afinal já não vai competir com os carros do segmento C?

Também concordo que não será rival directo para os Golfs e Focus.
Nem é esse o objectivo do carro, o qual já foi explicado pela Fiat.
A lógica por detrás deste Tipo será mais Skoda Rapid que VW Golf

Exactamente, esse e o C-Elysée/301 serão os rivais directos do novo Tipo. Segmento B+.
 
Então repetiste várias vezes que este carro era um segmento C, e agora afinal já não vai competir com os carros do segmento C?



Exactamente, esse e o C-Elysée/301 serão os rivais directos do novo Tipo. Segmento B+.

É low-cost. Não é concorrente directo do Golf/Mégane porque estes não são low-cost e apostam noutras vertentes. Tal como o Série 1, Classe A e Audi A3 também não são concorrentes do Tipo apesar de serem do mesmo segmento. Ou achas que um cliente de um destes carros vai estar indeciso entre um destes e um Tipo?
Têm mais motorizações, interiores com melhores materiais e mais bem montados, mais tecnologia disponível ao utilizador, mais opcionais, etc, etc.

Queres um exemplo? Vê o equipamento base do novo Astra e vê o equipamento base deste na Turquia que eu já coloquei aqui e depois diz-me se tem comparação.

Este carro é seg. C e como desmontei o teu argumento da plataforma há duas páginas atrás ficaste chateado foi?
 
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