Fiat Tipo 2016

Pois, mas por aí é que depois vale a pena interrogar se vale a pena á Fiat fazer carros deste género.
Eu acho que vale para serem uma marca que demonstre que quer competir com os outros generalistas.

Mas uma coisa que me chateia um bocadinho é a incongruência na nomenclatura da gama. Adoptaram um sistema de numeração para o 500 e derivados e para o 124.
Porque não manter esse sistema para o Tipo. Sei lá, chamavam-lhe Fiat 800. Ou então espero que façam isso para os modelos mais "emocionais" - por exemplo o sucessor do Punto podia chamar-se 600, ou o C-SUV 700X.

A fiat nunca iria chamar ao novo tipo de 800, ou mesmo o punto de 600, porque essas siglas pertencem a outra classe de veiculos e modelos, os 600, 800 são modelos clássicos reconhecidos por quase toda a gente, no patamar dos antigos 500.
A sigle e modelo 500 é mais antiga do que o próprio mini.
Aliás o 500 foi o primeiro carro acessivel ás massas, verdadeiramente, económico, fiável q.b, e com um design apelativo, com diversas configurações possiveis.

A fiat a usar essas siglas de novo será sem qualquer duvida, para novas versões desses classicos, tal como fizeram com os 500.
 
Atenção que a numeração 124 não está relacionada com a 500.

Esta era evocativa da cilindrada e usada por várias marcas, no caso FIAT tiveram pelo menos o 500, 600, 800, 850, 1100, 1200, 1300, 1400, 1500, 1600, 1800, 1900, 2100, 2200, 2300, 2400.

O 124, 125, 126, 127, 128, 130, 131, 132, 133, 147 é numeração técnica que continua a existir, apesar de depois haver um nome comercial.
Exemplos: FIAT (160) Tipo, FIAT (176) Punto. FIAT (192) Stilo. FIAT (306) 500.


Atenção que os Projetos tinham numerações diferentes, X1/1 (Fiat 128), X1/2 (A112), X1/3 (Fiat 130), X1/4(Fiat 127), X1/9 (Bertone), X1/20 (MonteCarlo), ...
 
A fiat nunca iria chamar ao novo tipo de 800, ou mesmo o punto de 600, porque essas siglas pertencem a outra classe de veiculos e modelos, os 600, 800 são modelos clássicos reconhecidos por quase toda a gente, no patamar dos antigos 500.
A sigle e modelo 500 é mais antiga do que o próprio mini.
Aliás o 500 foi o primeiro carro acessivel ás massas, verdadeiramente, económico, fiável q.b, e com um design apelativo, com diversas configurações possiveis.

A fiat a usar essas siglas de novo será sem qualquer duvida, para novas versões desses classicos, tal como fizeram com os 500.

Então gostava muito que viessem novas versões desses clássicos. [;)]
 
Então gostava muito que viessem novas versões desses clássicos. [;)]


Nem todos os designs antigos são passiveis de fazer novos projetos sem modificar muito, e depois corre-se sempre o risco de não agradar a quem quer um produto todo novo, nem aos revivalistas. O caso mais conhecido é o novo Carocha, continua um fracasso comercial.

O 600, não me parece que tenha hipóteses, teria mais um Fiat X1/9 ou o Lancia Stratos, mas são nichos de mercado.
 
Então gostava muito que viessem novas versões desses clássicos. [;)]


... isso, quem sabe se daqui a uns anos com o mercado mais saturado e a sigla 500 mais esgotada eles não reciclam outra(s) dessas siglas para reavivar outro(s) destes classicos.
Há um modelo carro e ou carrinha (tipolino) que se eles pegassem naquele design acredito que sairia algo de novo e sem precedentes no mercado.
 
Se forem conduzir um Lancia Ypsilon 1.3 Multijet 16V 105 Sport Momodesign e forem conduzir o VW Polo 1.2 diesel e depois digam qual é mais amorfo em baixas.

Eu guiei os dois, e o Lancia é muito melhor que o VW.
 
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Adoro, adoro adoro!!!

Se forem conduzir um Lancia Ypsilon 1.3 Multijet 16V 105 Sport Momodesign e forem conduzir o VW Polo 1.2 diesel e depois digam qual é mais amorfo em baixas.

Eu guiei os dois, e o Lancia é muito melhor que o VW.
Estás mesmo a comparar um 1.2 de 75 cvs com um 1.3 com mais 30 cvs que o primeiro?
 
Se soubesses a porcaria que é esse motor 1.2 diesel da VW fugias.

Esse que eu experimentei gripou durante a garantia, o veiculo é de um padre, mas o padre conduz mal, ainda é relativamente novo, mas esquece-se de trocar mudanças, gripou a bomba de óleo e o motor foi-se, mas o caricato foi no Concessionário não querem reparar este motor de 3 cilindros! Propuseram que valorizavam bem o veiculo, e o Padre levava um Golf a diesel que esse sim é um carro!!! Fiquei a olhar para o Padre quando ele contou a conversa no Concessionário, e pelos vistos tinham-no convencido a trocar, o problema era o dinheiro.
 
Nao sei se é uma porcaria ou nao, mas comparar um motor de 75 cvs com um de 105 não me parece justo para o 1º


O motor Fiat tem 1248cm3, o motor VW tem 1199cm3, na minha Matemática a diferença é 49cm3, se a VW privilegia o consumo e a Fiat as performances não sei, nem me interessa, são motores que concorrem no mesmo segmento de mercado.

Se comparam o 1600 da VW com o 1500 da Renault, e não parece mal, mas ao contrario uma diferença menor, não pode ser!
 
O motor Fiat tem 1248cm3, o motor VW tem 1199cm3, na minha Matemática a diferença é 49cm3, se a VW privilegia o consumo e a Fiat as performances não sei, nem me interessa, são motores que concorrem no mesmo segmento de mercado.

Se comparam o 1600 da VW com o 1500 da Renault, e não parece mal, mas ao contrario uma diferença menor, não pode ser!

A cubicagem é parecida mas a cavalagem não, ainda vai uma diferença de 30 cavalos entre ambas as motorizações. Nessa situação mal seria se o Fiat não fosse mais despachado.

Compara-se o 1600 da VW, ao 1500 da Renault, porque ambos andam ali nos 100, 100 e poucos cavalos, e porque a Renault ainda não tinha o 1.6 dCi na altura em que o 1.6 TDI saiu, se não estou em erro.
 
Última edição:
Se soubesses a porcaria que é esse motor 1.2 diesel da VW fugias.

Esse que eu experimentei gripou durante a garantia, o veiculo é de um padre, mas o padre conduz mal, ainda é relativamente novo, mas esquece-se de trocar mudanças, gripou a bomba de óleo e o motor foi-se, mas o caricato foi no Concessionário não querem reparar este motor de 3 cilindros! Propuseram que valorizavam bem o veiculo, e o Padre levava um Golf a diesel que esse sim é um carro!!! Fiquei a olhar para o Padre quando ele contou a conversa no Concessionário, e pelos vistos tinham-no convencido a trocar, o problema era o dinheiro.

Se formos a ver bem, qualquer motor diesel nesta gama de cilindradas tende a ser uma bela "treta".
A menos que estejam montados em carros leves, revelam ser amorfos e turbodependentes até dizer chega.
 
Se fosse eu que mandasse na industria automóvel não havia 1.2 TDi, nem 1.3 Multijet, nem...diesel, basicamente é isso.

[:p]

PS: Já passou cá por casa um 1.3 Mj com 90 cv montado num FIAT Linea e não fosse a crise ainda cá estaria hoje.

[s)]
 
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