A Pirelli terminou os testes em Abu Dhabi com a clara sensação de que os tempos por volta em 2022 não deverão ser muito diferentes dos que temos visto até agora e a diferença de performance entre as borrachas atuais e as de 2022 não é muito grande.
Para 2022, a pirelli irá apresentar um pneu completamente diferente do que tem sido usado na F1 até agora. Além do tamanho das rodas ser diferente, passando agora a 18 polegadas, as novas borrachas deverão permitir uma janela operacional maior, menos sobreaquecimento e uma degradação mais regular. Os testes têm dado bons indicadores, os pilotos têm-se mostrado agradados com os novos pneus.
No final do teste, Mario Isola, responsável da Pirelli mostrou-se otimista quanto às diferenças de tempos entre os pneus atuais e os que serão usados na próxima época:
“creio que o “graining” foi a principal limitação em termos de desempenho durante os dois dias”, disse Isola, citado pelo racingnews365.com, após o teste. “vou dizer que foram bastante bons, porque se compararmos, por exemplo, [na terça-feira] foram um pouco mais de um segundo mais lentos do que os pneus de 13 polegadas. Isto não considerando a volta rápida feita por [Nyck] de Vries no final, que foi claramente uma volta de qualificação, enquanto que com os carros adaptados, não fizeram voltas de qualificação. Assim, tomando como referência [um tempo de volta de] 1:25, 1:24, feita pelos 13 polegadas, temos uma diferença que está na gama de 1,5 segundos por volta, que é bastante aceitável considerando que os carros não estão totalmente otimizados. No próximo ano, com os novos carros, a afinação será muito melhor e mais equilibrada”.
“os pneus são um pouco mais difíceis na travagem, mais fácil de bloquear as rodas por vezes”, relatou Isola, depois de falar com vários pilotos. “eles sentiram o peso dos pneus; cada roda dianteira é dois quilos e meio mais pesada do que os pneus de 13 polegadas e o traseiro é três quilos mais pesado do que os pneus de 13 polegadas, por isso sentiram isso no volante. Reportaram uma muito boa tração em linha reta. Em alguns casos, [houve] alguma sobreviragem que está de acordo com o facto de que, com a subviragem, se tende a usar mais ângulo de direcção, e quando se perde a aderência da traseira acontece mais rápido, por isso é bastante coerente com estes comentários”.
“a estimativa de tempos por volta baseia-se apenas em simulações que recebemos das equipas, porque consideramos os seus números e, no papel, eles devem estar muito próximos dos carros atuais”, explicou ele. “durante o ano, normalmente quando se tem uma grande mudança nos regulamentos técnicos, a taxa de desenvolvimento é muito mais elevada em comparação com uma situação como esta época, onde os carros não tinham um grande potencial de desenvolvimento. Penso que no próximo ano, veremos uma boa taxa de desenvolvimento. Olhando para as simulações, elas devem estar muito próximas dos automóveis atuais. Olhando apenas para a aderência do pneu, está de acordo com o que vimos nos de 13 polegadas, mas são mais consistentes devido a esta nova família de compostos, e à forma como concebemos os compostos”.
A dúvida no momento é se vai haver Hamilton.
Os carros de 2022, vão servir também para cortar a relva em Maranello. Esse fundo visto de frente parece um corta relvas.



F1: Pirelli espera tempos semelhantes em 2022

Olha, afinal não travam melhor![]()
Mattia Binotto ha dicho que "en 2022 debemos volver a ganar Grandes Premios" y ha confirmado que para ello "la mayor parte de nuestro presupuesto de 2021 ha sido consagrado al coche de 2022".
El jefe del equipo Ferrari ya lo ha dicho varias veces esta temporada que estaban volcados en 2022, año en el que cambiar las reglas de forma sustancial, especialmente las aerodinámicas.
2022 también es el año en el que el desarrollo de los motores quedará congelado para las siguientes cuatro temporadas. Un año vital en el que no puede cometerse el más mínimo error.
"Desde el primer momento identificamos 2022 como nuestra prioridad absoluta, así que no hemos buscando soluciones de compromiso".
"Es el inicio de una nueva era en términos de reglamentación y sabíamos que estábamos en retraso con nuestros adversarios, así que era imprescindible trabajar cara a 2022, para ser competitivos a medio y largo plazo".
"Quizás por ello la temporada 2021 ha resultado comprometida en un sentido u otro, porque no hemos desarrollado el coche durante la temporada. Trabajamos en la pretemporada y durante las dos o tres primeras carreras para solucionar pequeños problemas. Y a partir de ahí detuvimos el desarrollo", ha explicado.
De hecho, la mejora que presentaron tras el verano, la nueva parte eléctrica de la unidad de potencia, fue introducida porque es la de 2022, que estaba ya finalizada y lista para su utilización. Y ahora confían en que el nuevo motor térmico, el bautizado como ‘Superfast’, permita colmar la diferencia de potencia con respecto a Honda y Mercedes.
Binotto también confirmó que han tenido que lidiar con el techo presupuestario, "desestimando ciertos desarrollos y también reorganizando nuestra organización, poque las reglas hay que cumplirlas".
Y entre estas nuevas reglas está asimismo el hándicap aerodinámico, que supone un problema grave porque la aerodinámica es hoy el factor esencial de las prestaciones y las horas disponibles de túnel de viento y simulación CFD son inversamente proporcionales a la clasificación del Campeonato.
Precisamente, al haber sido terceros del Mundial de Constructores, el objetivo marcado, el hándicap aerodinámico que tendrán en 2022 será mayor que el de 2021. De ahí que este año también fuera importante adelantar todo el trabajo posible.
Ello representa un gran desafío en 2022 porque las alas posteriores no proporcionarán tanta carga aerodinámica y el grueso de la misma estará confiada al ‘efecto suelo’ que será mayor que en la actualidad al haber sido ampliada la importancia del difusor.
En Ferrari creen que el coche de 2022 les permitirá luchar regularmente por podios, estar enganchados a Mercedes y Red Bull y lograr algunas victorias. Al menos éste era el objetivo que se ha marcado Binotto y que exige John Elkann, el presidente de Ferrari.
Charles Leclercy Carlos Sainz, que yan han probado en el simulador los cambios, esperan que los técnicos no se equivoquen y puedan lograr el objetivo.
Binotto señala que es difícil hacer predicciones "porque todos los equipos hemos debido partir de una hoja en blanco para diseñar el nuevo coche. Todos trabajamos un poco a ciegas, fijándonos en nosotros mismos, porque no sabemos que tendrán los rivales".
Binotto reconoce la fuerza de los dos equipos de cabeza, pero confía que la línea de crecimiento mostrada este año se mantendrá y señala que la discontinuidad en las reglas es un factor que deben aprovechar.
Olha, se calhar estás enganado...
Dão mais velocidade de ponta, provavelmente travam no mesmo local...