Fórmula 1 2025

Este capacete está mesmo espectacular, minimalista com a sua cor amarelo e o desenho com a cor da Ferrari, sem esquecer o forro em vermelho e a entrada de ar na frente também em vermelho:

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Esta Angela é o "anjo da guarda" de Sir Hamilton [;)]

Não, sem ironia!
Modern slave disfarçada.

Se fosse um piloto branco a ter uma assistentes de raça negra caía tudo e a FIA ia ter que intervir como é lógico.

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O Carlos Sainz tb já começou os testes na William.

A assistente do Hamilton que não se esqueça que o rosco está mais pesado que da outra vez, para o transportar já custa mais, já nem falo nas malas que isso está no contrato, carrega mulher.
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Nova vida do Autosport inglês.

GP Racing desaparece e é absorvida pelo Autosport que por sua vez passa de semanal para mensal.

1a capa:

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Ainda bem que a FIA está a alterara as coisas para resolver os problemas da F1...

"The FIA has issued a series of stewards' penalty guidelines that could result in Formula 1 drivers collecting fines or championship points penalties for swearing or other sporting code violations. These are an extension of FIA president Mohammed Ben Sulayem's contentious call last season for F1 drivers to limit their use of profanity.

The FIA released an updated version of its sporting code on Wednesday with a guidelines for infractions committed under Article 12, particularly with regards to misconduct.

The governing body defines misconduct as "the general use of language (written or verbal), gesture and/or sign that is offensive, insulting, coarse, rude or abusive and might reasonably be expected or be perceived to be coarse or rude or to cause offense, humiliation or to be inappropriate", "assaulting (elbowing, kicking, punching, hitting, etc.)", and "incitement to do any of the above".

These guidelines also include base fines, which are multiplied by four for F1 drivers.

Committing an infraction within the bounds of misconduct includes a €10,000 base fine for the first offence - which becomes €40,000 for an F1 driver, rising to a base €20,000 fine (€80,000 in F1) and a suspended one-month suspension on the second offence.

A further instance involves a fine of €30,000 (€120,000 in F1) with "1-month suspension plus deduction of Championship points".

Similar penalties will be granted for "any words, deeds or writings that have caused moral injury or loss to the FIA, its bodies, its members or its executive officers, and more generally on the interest of motor sport and on the values defended by the FIA" and "any public incitement to violence or hatred"."

https://www.motorsport.com/f1/news/f1-drivers-who-swear-could-get-fines-and-points-deductions-say-new-fia-guidelines/10690725/
 
A última linha é tipica de sistemas políticos lá dos lados so Mohammed Ben Sulayem.... conhecida noutros tempos deste país por lápis azul e no dicionário como censura.

Está a por-se a jeito para uma implosão e quem sabe até a incentivar o nascimento de uma organização paralela sem estas palermices e que esvazi€ a FIA.
 
F1: “Sainz era 20% mais rápido que Verstappen na Toro Rosso”, afirma Hill

O ex-piloto e campeão na Fórmula 1 em 1996, Damon Hill, acredita que a decisão da Red Bull Racing de não contratar Carlos Sainz para substituir Sergio Perez pode estar relacionada ao desempenho do espanhol contra Max Verstappen na Toro Rosso (atual Racing Bulls).

Hill afirmou em seu canal no YouTube, que Sainz foi em algumas ocasiões, 20% mais rápido que Verstappen durante a temporada em que ambos correram pela Toro Rosso.

“É igual. E é por isso que as comparações entre companheiros de equipe são tão importantes. É por isso que Fernando Alonso não estava muito disposto a manter Jano Trulli ao seu lado. Não porque ele estava batendo Fernando, mas porque estava perigosamente perto”, disse Hill.

“E eu me perguntei, em termos da Red Bull não fazer o óbvio e contratar Sainz para substituir Perez, se tudo isso não volta ao ano em que Max e Carlos estiveram na Toro Rosso. Porque Carlos na verdade foi, ocasionalmente, 20% mais rápido que Max em sessões de classificação. E ele estava bem perto quando não era mais rápido que Max. Ele estava a um ou dois décimos. Estava perigosamente perto de Max”, disse Hill.

“Talvez eles simplesmente não se dessem bem e brigaram por algum motivo. E talvez tenha sido uma configuração ou algo que Carlos não contou a Max ou algo assim. Quem sabe o que pode ter acontecido. Mas eu acho que isso volta para aquele período da Toro Rosso. Max dizendo à Red Bull: ‘Eu não quero Carlos no outro carro’, eu acho que é obviamente o que aconteceu”, acrescentou.

A análise de Hill levanta uma interessante possibilidade sobre os bastidores da decisão da Red Bull. Se de fato Verstappen teve influência na escolha de seu companheiro de equipe, isso reforça o seu poder dentro do time e demonstra a importância do desempenho individual para a escolha dos pilotos.

É importante ressaltar que essa é apenas uma especulação de Damon Hill. No entanto, a análise do atual comentarista traz uma nova perspectiva sobre a escolha da Red Bull por Liam Lawson para substituir Perez.
 
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