Fornecedor de electricidade. Qual?

Claro que tens de pagar a conta. [;)]

Mas isso tanto é válido na EDP, Iberdrola, Endesa, Galp On... etc.

Fisicamente não há nenhuma alteração, apenas há "alteração" a nível de fornecedor que te cobra a energia.

Pronto, mas estão a induzir utilizadores em erro, uma vez que estão a dizer que "terão de mudar", como se fosse obrigatório mudar. [;)]
 
Pronto, mas estão a induzir utilizadores em erro, uma vez que estão a dizer que "terão de mudar", como se fosse obrigatório mudar. [;)]



De facto, há quem pense que seja obrigatório mudar de imediato, quando assim não é.


Mas, a seu tempo, todos terão de mudar. [;)]

Estão a usar como tempo verbal, o futuro.
 
Então se alguém quiser manter uma tarifa Bi horária o que tem de fazer? Nada? Eu não quero associar a factura de gás e da electricidade na mesma. Quero manter tudo na mesma. Tenho de fazer alguma coisa? Ligar para a EDP e activar o serviço? Obrigado
 
Como referido, ninguém é obrigado a mudar no imediato.

Basta verificar o sítio da ERSE, em que é explicado que até 2015 (se não em engano) é que todas as pessoas aí sim, terão de ter trocado de fornecedor.

Isto é, nessa altura terão de estar num operador de regime liberalizado.

Quanto às tarifas bi-horárias, é verificar se os operadores tem ou não essa opção.
 
Ainda só dei uma vista de olhos nas ofertas das "novas" operadoras e nada me fez ter vontade de mudar. O meu problema é q de certeza absoluta q a EDP vai abarbatar-se com os aumentos possíveis de 3 em 3 meses para tentar fazer mudar para a Comercial ou outro operador (ou simplesmente para meter mais dinheiro ao bolso), q não têm tarifários compatíveis com o bi-horário q tanta gente usa.
 
Uma coisa que não percebo é quando os fornecedores do mercado livre dizem que o seu tarifário é "igual ao do regulado". Isto quer dizer que é igual ao que está actualmente em vigor (portanto irá ser sempre igual às tarifas transitórias)?
Isto acontece com a EDP Casa que não dá desconto a quem pague por MB (que é o meu caso) e não percebo se assim é irrelevante mudar (pois a EDP SU teria a mesma tarifa da EDP Casa).
 
Boas, já coloquei esta questão noutro tópico que anda aí sobre isto.
Para se continuar na EDP não é preciso ligar para nenhum número de telefone a dizer que queremos continuar na edp, certo?

Vais ter que sairda EDP Universal...até 2015. Enquanto não mudares, aguentas com os aumentos para quem se mantém no sector regulado.
 
Famílias têm três anos para optar por mercado liberalizado

por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral

A eletricidade vai subir 2,8% e o gás vai aumentar 2,5% a partir de janeiro, valor que será revisto trimestralmente até ao final de 2015, prazo limite para as famílias portuguesas escolherem um operador no mercado liberalizado.

O aumento de 2,8% nas tarifas de venda a clientes finais para 2013 é de 1,24 euros, para uma fatura média mensal de 47 euro, abrangendo a maioria das famílias portuguesas, cerca de 5,6 milhões de consumidores.

Por seu lado, as tarifas transitórias do gás para os consumidores domésticos e pequenas empresas, com consumos até 10 mil metros cúbicos, que se encontram no mercado regulado, sofrem um acréscimo de 2,5% a partir de 1 de janeiro de 2013.

O regulador do mercado energético (ERSE) vai apresentar tarifas transitórias no gás e na eletricidade de três em três meses até ao dia 31 de dezembro de 2015, altura em que o mercado ficará totalmente liberalizado e em que os consumidores terão de escolher o seu fornecedor de energia.

Os tarifários da ERSE servem de referência a todos os comercializadores do mercado liberalizado, onde se posicionam a EDP, Galp, Endesa, Gas Natural Fenosa e Iberdrola.

O Governo já demonstrou a intenção de criar um preço de referência para a luz e gás mesmo após o fim das tarifas reguladas, a partir de 2015, de forma a travar possíveis aumentos de preços desproporcionados.

As famílias portuguesas, a partir de janeiro, se assim o pretenderem, deixarão de ter faturas da luz e do gás com tarifas impostas pelo Estado e poderão escolher os preços das várias empresas que estão no mercado livre.

Esta viragem, por imposição do memorando assinado por Portugal com a 'troika', irá fazer com que mais de 4,7 milhões de consumidores de eletricidade e 1,1 milhões de gás sejam 'obrigados' a transitarem para o mercado até 31 de dezembro de 2015.

A transição dos atuais consumidores de preços regulados pelo Estado para o mercado livre - que não é obrigatória durante os próximos três anos -, deve, no entanto, ser ponderada tendo em conta as alterações sucessivas que a ERSE irá fazer de três em três meses nos preços da luz e do gás, a chamada tarifa transitória.

A juntar a isto, os operadores de mercado livre, entre os quais os atuais incumbentes (a EDP na eletricidade e a Galp no gás) estão já a preparar terreno para conseguirem convencer os consumidores a manterem-se como seus clientes e, ao mesmo tempo, a tentar 'roubar' aos outros, oferecendo descontos e campanhas especiais.

A EDP, por exemplo, está a oferecer descontos na luz e no gás numa fatura comum, de forma a conseguir atuais clientes de gás da tarifa regulada da Galp, enquanto que a petrolífera oferece também uma fatura comum para atrair consumidores de eletricidade que estão neste momento como clientes da EDP com preços regulados.

A 'guerra' pela conquista de clientes que vão ficar 'órfãos' do mercado regulado vai prolongar-se até final de 2015. No entanto, já este ano se assistiu ao que se avizinha para 2013, com a EDP e a Galp a protagonizarem esta batalha, tendo como 'intrusos' as espanholas Endesa e Iberdrola.

Por enquanto, as empresas a atuar no mercado livre dizem que não têm grande espaço de manobra para fazer melhores ofertas aos clientes do mercado regulado porque o aumento de preços do gás e da luz até março apenas acompanham a inflação e não refletem o verdadeiro custo da energia, o que torna as tarifas livres menos atrativas.

Para os consumidores que optem pelo mercado livre, a ERSE tem vindo a alertar para vários aspetos a ter em conta, como, por exemplo, a gratuitidade da mudança de comercializador, mantendo o mesmo contador, ou seja, o cliente que fizer a transição terá basicamente de assinar um contrato deixando para o novo operador o tratamento burocrático sem quaisquer custos.

Famílias têm três anos para optar por mercado liberalizado - Economia - DN
 
Vais ter que sairda EDP Universal...até 2015. Enquanto não mudares, aguentas com os aumentos para quem se mantém no sector regulado.

Respondendo à minha própria questão e aproveitando o teu comentário, andei a procurar melhor e encontrei esta oferta da GALP Galp On ? Adira à Galp On ? Eletricidade
Assim, olhando para a oferta da GALP (onde a da EDP Casa sem desconto deverá ser igual) parece-me que existem casos onde aguentas com os aumentos mesmo que mudes para o mercado livre... grande chulice!
Para ter desconto na GALP é preciso subscrever a um plano comfort de custo mínimo de €3.9 (com fidelização de 12 meses para o plano comfort)... para ter desconto na EDP de 2% (logo como aumentou tudo 2,8%, na realidade é um agravamento de 0.8% face a 2012) é preciso débito directo (coisa que pessoalmente não faço como muitos outros não farão).
Não percebo este mercado livre e esta concorrência em Portugal...
 
Igl, pelo que tenho lido, quem não tem bi-horário, deve optar por fornecedores de gás e electricidade em separado. A Iberdroloa, com o seu desconto de 10% no primeiro ano para quem opte pelo débito directo, parece ser a melhor opção.
 
Eu nem sequer tenho gás natural. Para mim a escolha é para electricidade somente e com tarifário simples e sem débito directo.
Nestas condições só tenho a EDP Casa e a Galp On, só que a EDP não dá desconto e a Galp só dá se subscrever a um serviço complementar de €3,9. Para já, com este oferta, mais vale manter na EDP SU.
 
Meus amigos isto nao será algo parecido à liberalização dos preços da gasolina, em que ao principio põe preços baixos para vocês mudarem, mas assim que vos apanharem lá todos toca a subir os preços?
 
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