Isso é uma discussão filosófica muito interessante.
O ser terrosista não é verdade absoluta. É relativo.
Relativo ao lado que adotas como certo: se adotas o lado Israelita, então os palestinianos armados são terrosistas.
Se adotas o lado palestiniano, são simplesmente resistentes.
Se optas por ser neutro: são combatentes.
( o inverso é válido para o IDF)
A resolução diplomática só é possível quando se ultrapassa esta questão semântica e se olha para o conflito de forma pragmática ( e agnóstica ) como sendo uma confrontação entre dois povos que lutam por um território e se odeiam mutuamente.
Errado. Tudo errado! Terrorista é e será sempre um terrorista, independentemente da forma fofinha que queiras colocar a questão. Não é uma questão de semântica.
Quem comete actos de terror contra civis desarmados, mulheres, crianças, decapitações, violações, desmembramentos, actos vis de violência gratuita, é e será sempre um terrorista. Não outra forma de o colocar. Não são combatentes. Não são resistentes. São terroristas. Como tal, têm de ser eliminados.
O inverso não é válido nem nunca o será, como tentas fazer passar a propósito das IDF. Estás a falar das forças de defesa de um dos estados mais evoluídos, estado esse democrático, social, com liberdade de expressão, culto e orientação sexual. Isso querias tu!
E não, não são dois povos que lutam por um território. Já aqui te foi cabalmente demonstrado por n vezes que os palestinianos não lutam por um território. Lutam apenas pela aniquilação total do estado de Israel.
E tal como tu muito gostas de separar entre HAMAS e palestinianos, surpreende-me que não separes entre israelitas judeus e israelitas árabes, porque são todos israelitas de pleno direito. E no entanto, só vemos manifestações de ódio anti-semita. Essa é a questão. Não é Israel, é o facto de serem judeus.