[Política] guerra na palestina

Quem apoia esta escumalha que adjectivação é que merece?

Como é que há tanta gente sem pudor de apoiar abertamente a pior escumalha que existe à face da Terra?












 
A hora do recreio começou tarde. Ai, os tempos da adolescência, tão ignorantes mas tão belos...

Icterio, portanto tu senteste orgulhoso por apoiares aberta e categoricamente um exército que se orgulha de matar bebés e crianças árabes?

É isso?

O mesmo que odeia o Putin apoia o exército mais genocida desde a WWII.
 
Exacto, o Hezbollah combateu sempre o Daesh e a Al Qaeda. A instabilidade no Médio Oriente só fortalece estes tipos de grupos terroristas que se aproveitam do caos para prosperar. O Hezbollah de terrorista tem zero, é um movimento que nasceu para proteger o Líbano dos genocidas israelitas.

Tens orgulho em ser antissemita e anti ocidental? Ou é mesmo para passar tempo com coisas sérias?

Nem é preciso enumerar as atrocidades feitas contra os judeus/ Israelitas…
Procura sobre 14 Fev 2005… e outros atentados contra os próprios libaneses
 
Daqui: Nasrallah e os aiatolas – Observador

O Irão atacou Israel e os festejos em alguns sectores da rua muçulmana foram amplamente divulgados e amplificados pelos órgãos de “informação” do costume. A festa foi rija e decalcada do roteiro que nas mesmas ruas ocorreu há 24 anos, no seguimento dos atentados terroristas da Al Qaeda, em Nova Iorque. Trata-se em suma, de uma visão futebolista do mundo.

Na altura, além desta rua muçulmana, certos sectores da esquerda ocidental, faziam também o jeito ao pé, e bailavam no mesmo delirante êxtase “anti-capitalista”.

Era o tempo em que o “nosso” Miguel Portas, do Bloco de Esquerda, visitava Hassan Nasrallah, prestava-lhe vassalagem, e confessava a sua acrisolada admiração pela criatura.

Ontem, os festejos vieram também da CNN Portugal, onde o inenarrável general Agostinho Costa, excitado como uma adolescente no concerto de uma “boys band”, dava conta dos estratosféricos sucessos dos mísseis dos aiatolas. “Foram 90%, sotor”– garantia.

“Como sabe?”– perguntava-lhe o jornalista — “não temos nenhuma informação nesse sentido”. O general Costa gaguejava que tinha vídeos e mandava “contar as bolinhas”. “Oh sotor, as bolinhas que batem no chão, são mísseis que atingem os alvos, sotor. O Irão destruiu os sistemas Arrow, a base da Mossad, as plataformas de gás, etc.”, regozijava-se o general.

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Enquanto o general Costa vive um dos seus efusivos, numerosos e anedóticos momentos “os russos já estão em Kiev”, uma pequena nota, que esperamos não seja lida pelo general, para não passar repentinamente do estado maníaco ao afundamento depressivo:

A maior parte das “bolinhas” eram destroços de mísseis destruídos no ar, que se incendeiam no atrito com a atmosfera. Fenómeno físico, que um general a sério deveria conhecer se, em vez de andar a deglutir sem mastigar vídeos do Tik-Tok, se lembrasse das aulas de Acústica, Óptica e Calor da Academia militar, e atentasse no cuidado com que os programas espaciais tentam isolar os veículos de reentrada, justamente porque tendem a ficar incandescentes, produzindo as tais “bolinhas” que fascinaram a criatura.

Mas o general é já inimputável, ultrapassou todas as linhas do bom senso e da honestidade intelectual e, presentemente, serve apenas de bufão de serviço na CNN, como aquele personagem “firme e hirto”, que marcava presença nos programas do Herman José, justamente para suscitar a chacota e a vertigem do ridículo, atraindo certas audiências.

Quanto ao ataque do Irão, e abstraindo das “bolinhas” do general Costa, é basicamente uma manifestação de desespero, porque surge num momento crítico para o caríssimo conglomerado terrorista que o Irão foi construindo, no Médio Oriente.

O Hamas está reduzido a pequenas flagelações que se irão reduzindo à medida que lhe forem faltando as munições, as armas e a vontade.

O Hezbollah, do “humanista” Nasrallah (segundo a hagiologia embevecida que lhe terá feito uma certa dirigente do Bloco de Esquerda), que passou num instante do Capitólio à rocha Tarpeia, isto é, da farronca arrogante ao paraíso das 70 virgens, está em cacos, com as cadeias de comando e controle desorganizadas, e a maioria dos seus mísseis de largo alcance neutralizadas. Combate nos buracos e túneis, mas deixou de repente de ser aquela ameaça estratégica que praticamente todos acreditavam ser. O seu futuro não é auspicioso, até porque as restantes comunidades libanesas começam a tomar o pulso ao movimento terrorista que tomou o efectivo controlo do outrora florescente país.

Os houthis, cada vez que lançam um foguete festivo, e reivindicam grandes vitórias pela boca daquela personagem cómica que surge na televisão aos berros, em estilo norte-coreano, sofrem um ricochete devastador.

Os aiatolas sentem a percepção de fraqueza e perante o desmoronar de toda uma estratégia que visava a paulatina asfixia de Israel, optaram por fugir para a frente, como aqueles loucos que, enraivecidos, desatam aos murros nas paredes.

Para quem não sabe, a cosmovisão da República Islâmica assenta no famoso, e porém tão ignorado, livro de Khomeini (Velayat-e Faqih), de 1970, onde plasmou os pilares da Revolução Islâmica: a inimizade existencial aos EUA e a Israel, o Grande e o Pequeno Satã, e a exportação da Revolução Islâmica, versão xiita.

Ao tomar o poder, após a fuga do Xá, contou também com o entusiasmado apoio do Partido Comunista Iraniano, o Tudeh, e é crível que se Miguel Portas e outras luminárias da esquerda ocidental o tivessem conhecido, ficariam tão excitados como o general Costa.

Obviamente, mal se apanhou com o poder nas mãos, o aiatola livrou violentamente os idiotas úteis das respectivas cabeças.

Mas no Ocidente, a ignorância perante esta teocracia milenarista, é vasta e perigosa. Muitos políticos acreditam nas falácias dos “reformistas” e dos “radicais”, e falam por cima do que eles dizem, dando-se a “interpretações” apaziguadoras.

Pois bem, foram esses “reformistas” que em 2000, atribuíram um doutoramento honoris causa a Nasrallah, o “humanista”, na Universidade Tarbiat Modares, de Teerão.

Foi Khomeini quem, em Qom, em 1980, disse que: “Nós não adoramos o Irão, mas sim Alah… que esta terra arda se tal for necessário para que o Islão triunfe”, mas foi o “reformista” Rafsanjani que, na década de 90, reiterou, com todas as letras e total clareza, que “uma bomba atómica será suficiente para destruir o regime sionista, mas uma resposta sionista apenas causará danos ao mundo islâmico, que sobreviverá

Foi Khomeini quem formou a “Frente de Resistência”, e foi Khamenei que tornou o Hezbollah no principal activo do Irão, no produtivo negócio do terrorismo transnacional, tráfico de droga, lavagem de dinheiro, etc. Foi também Khamenei quem determinou a instalação nas cidades iranianas de relógios para fazerem a contagem regressiva para a destruição da “entidade sionista”.

E, já agora, foi Amadinejah, então presidente da Câmara de Teerão, quem mandou construir uma faustosa e ampla avenida para acolher o “Mhadi” que haveria de aterrar ali, para liderar os fiéis na luta final contra os inimigos do Islão. E foi esta personagem, com aspecto de Tulios Detritus quem foi logo a seguir promovido a Presidente da República Islâmica, em vez de ser internado num hospício.

O mundo ocidental, encarcerado numa mentalidade chamberlânica, recusa-se a encarar o facto de que a teocracia islâmica, é o principal disruptor da região e estende já a sua nefasta influência aos mares próximos, interrompendo as linhas de comércio, à América do Sul e à Europa, onde nos dias que correm, são utilizados centenas de drones e mísseis iranianos, na virtuosa parceria com o outro grande agressor dos nossos dias, a Rússia.

Os líderes ocidentais, particularmente os europeus, tudo fazem para apaziguar os aiatolas, interpretando os seus actos, compreendendo as suas justificações, condenando e vilificando Israel, minando a sua legitimidade, invertendo a culpa, tentando manietar este pequeno país, sugerindo até embargos de armas e munições a uma democracia que, sob ataque impiedoso de todos os quadrantes, luta simplesmente pela sua existência. Há dias, Catarina Martins, Marta Temido e outras figurinhas do Parlamento Europeu, produziram até uma petição nesse sentido, como vem sendo tristemente habitual em todos aqueles que usam a “causa palestiniana” como eufemismo retórico para poderem verbalizar livremente o velho ódio milenar que lhes ronrona no peito.

Guterres, o pantanoso português que lidera vergonhosamente a ONU, é até incapaz de condenar o terrorismo contra Israel sem um “mas” logo a seguir, não consegue sequer soletrar a palavra “Irão”, na referência à chuva de mísseis que este país lançou sobre Israel, mas não tem quaisquer restrições na manifestação da profunda hostilidade a Israel.

E no entanto, é este pequeno país, do tamanho do Alentejo, que, praticamente sozinho, se levanta para enfrentar a rede terrorista às ordens do Irão e mostra aos timoratos europeus, que os tigres de papel não se neutralizam com apelos ao “cessar-fogo” e platitudes semelhantes, mas que só a força e a determinação os podem expor e relegar para o caixote do lixo da História.

Ontem o Irão tentou desesperadamente fazer o seu gesto “Deuladeu Martins”, na esperança de que Israel se atemorize e reverta à equação anterior, ou seja, “Eu, Irão, ataco a tua casa com os meus proxies, quando me apetecer, mas tu não podes atacar a minha”.

Israel mostrou que não vai mais aceitar essa equação suicida.

O Irão vai receber brevemente a resposta que mais ninguém se atreveu a dar-lhe (e recorde-se que os aiatolas já lançaram mísseis sobre a Arábia Saudita, o Curdistão, o Paquistão, e bases americanas) e os aiatolas irão gradualmente perdendo a capacidade de reconstruir os seus tentáculos.

É pena que a fraca Administração Biden se oponha a uma retaliação sobre o programa nuclear iraniano, parecendo não entender que este é o momento no qual essa decisão faz todo o sentido.

Na região, muitos estão à espera desse momento, porque todos já perceberam, ao contrário da Europa e dos generais tartamudos, que a revolução que o Irão anda a exportar há anos, se resume a um cortejo sangrento de destruição, devastação, fanatismo, fome e terror, que se exponenciará no exacto momento em que consiga colocar uma bomba nuclear na cabeça de um míssil.

Não foi por acaso que nas ruas do Médio Oriente, incluindo o próprio Irão, muita gente comemorou a morte de Haniyeh e Nasrallah.

O ataque iraniano da última noite, poderá muito bem vir a ser o canto do cisne do regime teocrático, assim os países ocidentais tenham a coragem de agir, como Israel o faz. Ou, no mínimo, não atrapalharem, à espera de milagres.
 
Não gosto da guerra, nem tenho nenhuma simpatia por nenhum dos lados, muito pelo contrário! São demasiado parecidos para o meu gosto!

Para mim o mais preocupante, além da perda de vidas, da miséria e do terror, é o que pode estar para vir! O conflito está cada vez mais a descambar e a espalhar-se e isso é muito perigoso, além de poder "dar ideias" a outros países beligerantes, caso da China relativamente a Taiwan e já nem falo na ameaça continuada do Putin do uso do nuclear..

Dito de outra forma, e eu já por aqui ando há umas décadas, guerras sempre houve e todos sabemos isso, mas não me recordo de uma escalada desta dimensão e natureza e nem me admirava que, para variar, possa vir a descambar mesmo numa terceira guerra mundial, mas desta vez sem começar necessariamente na Europa!!!

Sim, tenho medo, muito medo!

Convenhamos que as guerras mundiais só se chamam assim porque foram os europeus que lhes deram nome.
 
Tens orgulho em ser antissemita e anti ocidental? Ou é mesmo para passar tempo com coisas sérias?

Nem é preciso enumerar as atrocidades feitas contra os judeus/ Israelitas…
Procura sobre 14 Fev 2005… e outros atentados contra os próprios libaneses



é isto, sim.

como é que é possível alguém defender terroristas sanguinários????
 
esta gente que vem para aqui defender regimes extremistas islâmicos são os mesmos que defendiam Castro em Cuba.

dever-se-iam perguntar se preferiam morar na democracia Israelista ou num destes pardieiros muçulmanos que ainda vivem no século XII.




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Essa gente não pensa, nunca seriam capazes de realizar uma pergunta tão complexa quanto essa.

Por alguma razão somos tão pobrezinhos e atrasados . estamos cheios de gente dessa que não pensa.
 
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