[Política] guerra na palestina

já sem falar o que aconteceu no Líbano. Deixaram entrar centenas de milhares de Palestinianos refugiados e a primeira coisa que fizeram foi criar o Hezbollah, tomar controlo do sul do Líbano, e fazer terrorismo constante a Israel.

é por isto que os países árabes vizinhos NUNCA vão aceitar receber refugiados palestinianos.
Sempre é verdade que o povo palestiniano é lixo humano.

Uma mega bomba atomica para limpar o medio oriente.
 
Eu ainda não consegui perceber o que se passa com o Egipto. Tem ali uma fronteira tão jeitosa, certamente dá para levar camiões. Centenas deles. Com comida directamente para gaza. Melhor ainda, abrir fronteiras e deixar as pessoas saírem.

Por amor de Deus. Esttão lá milhares de camiões com ajuda alimentar, mas Israel não permite a entrada.

https://www.bbc.com/news/live/c0k77xm651jt

Abram os olhos, Israel está a cometer crimes de guerra uns atrás dos outros.
 
Israel e a IDF não são nenhuns santos, mas a comunicação social parece inclinada apenas para um lado.

A semana passada foi noticiado que Israel tinha disparado sobre refugiados que estavam na fila para receber ajuda humanitária, soube-se depois que foi o Hamas que disparou porque não quer que as pessoas sejam ajudadas, o seu próprio povo.

Deixou de ser noticia.

Os números de mortos noticiados, quem são as fontes? São os "ministérios" do Hamas...
 
pelamordedeus, os terroristas do Hamas ainda têm reféns passados dois anos !!!!! Pessoas inocentes em cativeiro durante 2 anos !!!!

como é que se luta contra terroristas num teatro urbano e numa zona com altíssima densidade populacional sem danos colaterais? Como? Se alguém souber, que diga!

só evacuando os palestinianos para campos de refugiados noutros países, mas quando isto foi proposto foi o drama e o horror. Como se a situação actual fosse preferível.

Opah mas eu nao tou a falar das atrocidades do hamas !! Sobre isso é uma tragedia dificil de descrever !

Agora imagina, tens 1 botao vermelho à tua frente. Se carregares nele, morrem 2 terroristas do hamas e mais 4 inocentes incluindo crianças.

Eras capaz de carregar no botao? Pronto. É esse o ponto.

É que desta forma só vai gerar ainda mais fome, miséria, morte, e ainda mais odio por parte dos palestinianos...
 
Porque é que Egipto não permite ao povo de gaza sair dali? não me digas que a culpa também é da IDF.

Não sei. Porque depois ficavam responsáveis por eles? Há ali muitos interesses e desinteresses políticos e territoriais.

E quem se lixa são aqueles desgraçados. Mas eles também têm muita culpa, pois a grande maioria apoia(va) o HAMAS.

Ali não há inocentes.
 
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Não sei. Porque depois ficavam responsáveis por eles? Há ali muitos interesses e desinteresses políticos e territoriais.

E quem se lixa são aqueles desgraçados. Mas eles também têm muita culpa, pois a grande maioria apoia(va) o HAMAS.

Ali não há inocentes.

Ninguém diria, quem visse as notícias em Portugal acharia que a culpa é inteiramente de Israel.
 
Porque é que Egipto não permite ao povo de gaza sair dali? não me digas que a culpa também é da IDF.

Pensa um bocadinho, porque o Egipto não é um país rico, já tem problemas que cheguem e não pode nem quer receber milhões de refugiados. Os países ricos é que têm obrigação de os receber.
 
Ninguém diria, quem visse as notícias em Portugal acharia que a culpa é inteiramente de Israel.

É cada vez mais difícil ver a verdade: há muita propaganda nas notícias. Nas redes sociais então é um absurdo.

A polarização (dividir os beligerantes entre "bons" e "maus") é outro fenómeno em alta. Basta ver os fanáticos "pró palestina" e "pró israel", que se recusam em ver as atrocidades hediondas que o "seu lado" comete. A culpa é sempre do "outro lado".

Eu seria incapaz de fazer parte de uma manifestação a favor de um dos lados, pois sei bem as atrocidades que ambos são capazes de fazer.
 
Pensa um bocadinho, porque o Egipto não é um país rico, já tem problemas que cheguem e não pode nem quer receber milhões de refugiados. Os países ricos é que têm obrigação de os receber.

Então quer isso dizer que o pais rico do teu Trump também os pode receber sem problema, certo?!
 
Os países ricos tem "obrigação".... Nem o hamas diria melhor!! [:)][:)][:)]

Pelo menos os países europeus directamente responsáveis por esta guerra sim e os que assinaram a convenção relativa aos direitos dos refugiados da ONU de 1951. Mas tu como apoiante de nazis deves até ficar contente com a morte de inocentes.
 
Mas porque é que os têm que receber?

Eles não têm o direito de viver no seu território?

Claro que não. Essa terra pertence aos judeus:

Gênesis 15:18-21

"Naquele dia o Senhor fez uma aliança com Abrão, dizendo:
"Aos seus descendentes darei esta terra,
desde o rio do Egito até Alfragide"

É a justificação.
 
Esta malta é uma comédia completa, como se os países vizinhos não tivessem tentado, por diversas vezes, eliminar Israel do mapa.

Abram as fronteiras egipto. Acolham os vossos irmãos países vizinhos ricos.

Na Europa, não obrigado.
 
pior - em 70 anos, a Palestina recebeu milhões do Ocidente, recebeu milhões dos países árabes vizinhos, recebeu milhões até de Israel em várias ocasiões.

e o que fez este povo maravilhoso com todo este dinheiro? Investiram no País? Em infraestrutura? Em condições para o seu Povo? Em captar empresas estrangeiras? Em tornar-se um destino turístico?

não - esf0dengaram o guito todo em túneis, em rockets, em armas só porque têm este atraso mental, esta demência, que têm de destruir Israel, que têm de assassinar todos os judeus.

a própria infraestrutura que Israel lá construiu, os ratos arrancaram e estragaram tudo o que desse para usar para fazer túneis, rockets e armas. E depois querem que Israel - uma democracia - depois de 70 anos a levar com estes alucinados extremistas ali mesmo ao lado, depois de um massacre horrível como o do 7 de outubro, queriam que Israel deixasse pura e simplesmente tudo na mesma, deixasse os terroristas sanguinários manterem os reféns e continuarem a construir túneis, rockets e armas.

tenham juízo.
 
Última edição:
Claro que é mais fácil e confortável não ler nem acreditar, e nem precisamos de acreditar em tudo o que este general escreve
Ou então... shoot the messenger [;)]

https://observador.pt/opiniao/a-pornografia-da-fome-como-o-hamas-e-a-onu-nos-enganam/



1. A estratégia sempre foi usar os corpos dos seus civis como escudos humanos e munição mediática. Sabiam que quanto mais mortos fossem exibidos, reais ou inventados, maior seria a pressão internacional.
A última grande campanha do Hamas para procurar sobreviver não se faz com foguetes, mas com imagens de crianças famintas. A pornografia da fome é uma das mais eficazes armas do terrorismo jihadista: manipula emoções, distorce percepções e transforma cada telejornal ocidental em caixa de ressonância da propaganda islamista.

2. Todos os dias, imagens e vídeos cuidadosamente encenados, com cortes e ângulos escolhidos a dedo, são distribuídos por agências noticiosas e replicados em televisões e jornais. As manchetes são sempre as mesmas: “A ONU confirma”, “a OMS alerta”, “o Ministério da Saúde de Gaza denuncia”. Por vezes nem isso e a notícia é dada como se fosse verdade apenas por ser anunciada.

3. Mas quem é “a ONU”? O público não questiona, porque confia nas siglas, de algum modo imagina que se trata de gente angelical e neutra, vestida de azul e cheia de boas intenções. O problema é que, em Gaza, esses “funcionários da ONU” não são neutros nem independentes. São palestinianos que vivem sob o domínio do Hamas, obedecem ao Hamas, e, em muitos casos, são o Hamas. Por isso é que estão vivos!

4. A máquina de propaganda funciona com precisão. Não há jornalistas estrangeiros a operar livremente na Faixa de Gaza. Todos os “repórteres” de que dependem meios como a BBC, a Reuters, a France Press ou a Al Jazeera estão sob a alçada directa do Hamas. Tudo o que dali sai tem a concordância do Hamas que aliás produz mesmo imagens e vídeos, como está largamente documentado. Nenhuma imagem de jihadistas mortos ou feridos é publicada. Não há registo de depósitos de armas escondidos em escolas, hospitais ou mesquitas. Os que há vêm de imagens feitas pelas tropas israelitas e são rapidamente atiradas para o oblívio. Tudo o que o Ocidente vê é a versão editada e aprovada pelo Hamas. Uma narrativa fabricada para emocionar e indignar. E a cada imagem, verdadeira ou falsa, de uma criança ferida ou de um prédio destruído, as redações ocidentais, com o seu misto de ignorância e antissemitismo larvar, disparam acusações automáticas contra Israel.

5. É crucial recordar o ponto de partida: o Hamas atacou Israel com um objectivo declarado e inegável: Matar judeus, sequestrar civis, torturar, aterrorizar. O que aconteceu a 7 de outubro não foi uma operação militar, foi uma matança deliberada, um pogrom do século XXI. Um genocídio em toda a regra!
Os líderes do Hamas sabiam que não iam destruir Israel com esse ataque e que a resposta israelita seria implacável. Contavam com isso. Era esse o seu plano.
A sua estratégia sempre foi usar os corpos dos próprios civis como escudos humanos e munição mediática. Sabiam que quanto mais mortos fossem exibidos, reais ou inventados, maior seria a pressão internacional para forçar Israel a parar. Sabiam que as capitais europeias, com as suas multidões agitadas e governos tímidos, são o terreno perfeito para esta chantagem emocional. E que se Israel não parasse, como era provável, dada a enormidade do acto terrorista, seria cada vez maior o isolamento do estado judaico, possíveis boicotes e sanções, enfim a paulatina asfixia do país. Destruir Israel é, como todos sabem, o seu verdadeiro objectivo e não o escondem.

6. A ONU e muitas ONG’s desempenham aqui um papel vergonhoso. Organismos como a UNRWA, cujos funcionários são 99% palestinianos e está infiltrada até à medula por militantes e simpatizantes do Hamas, distribuem não apenas ajuda humanitária, mas também a ideologia e a malha de controle do grupo terrorista. A ONU, através das declarações dos seus representantes, como o Eng.º Guterres, Lazzarini, ou Francesca Albanese, nunca escondeu a sua parcialidade. Estes altos funcionários não chegaram aos cargos por serem modelos de imparcialidade ou competência. Foram eleitos com o voto massivo de países muçulmanos ou aliados desses regimes, muitas vezes comprados com petrodólares, tal como o Qatar comprou o Mundial de 2022. A mesma lógica de corrupção e submissão geopolítica alimenta a cumplicidade com o Hamas.

7. A chamada “fome em Gaza” é a última grande narrativa fabricada. A ajuda humanitária enviada para a Faixa pela “ONU”, não desaparece por milagre. É apropriada pelo Hamas, revendida no mercado negro, usada como moeda de troca política. Depoimentos de civis palestinianos e investigações independentes mostram que camiões da ONU são desviados amigavelmente por homens armados do Hamas. Os armazéns são controlados pelo grupo terrorista, que vende alimentos e medicamentos a preços inflacionados, enquanto os seus colaboradores e funcionários da ONU (palestinianos que lhe obedecem) fecham os olhos e continuam a culpar Israel por uma “crise humanitária” que eles próprios perpetuam. Quem tentar romper este esquema é punido, a maioria das vezes com a morte. Há registos objectivos de palestinianos baleados por tentarem aceder a comida sem permissão do Hamas, ou por colaborarem com organizações que tentam distribuir ajuda fora da teia jihadista.

8. É esta dinâmica que o Ocidente se recusa a ver. Não é apenas ignorância; há uma ânsia de culpar Israel a todo o custo, um vício quase cultural em apontar o dedo ao judeu.
Líderes ocidentais, especialmente na Europa, continuam a emitir declarações “equilibradas”, sempre com uma condenação a Israel, como se a democracia israelita e uma organização terrorista estivessem no mesmo plano moral. Esta postura “salomónica” é, na verdade, cobardia travestida de diplomacia. Por detrás dela há uma realidade simples: os países muçulmanos são dezenas, Israel é só um. Os judeus são meia dúzia de gatos pingados, os muçulmanos são mais de 2 mil milhões, 25 % da população do planeta. Nos subúrbios das grandes cidades europeias, os imigrantes islâmicos já são uma força demográfica capaz de intimidar governos e condicionar políticas públicas. É mais fácil culpar Israel do que enfrentar motins e atentados em Paris, Bruxelas, Madrid ou Berlim. E o dinheiro do petróleo e do gáz financia hoje jornais, televisões, empresas, clubes de futebol, pessoas e universidades em todo o Ocidente. As contrapartidas são inevitáveis.
Entretanto, Israel continua a guerra a que foi obrigado, tentando agora tirar a água ao peixe, ou seja, a população ao Hamas. A estratégia é dura, mas não nova. A contra-guerrilha britânica na Malásia e as operações portuguesas em África seguiram um princípio semelhante: separar a população civil dos insurgentes, retirar-lhes a “água” em que o peixe nada. Gaza, porém, é um caso extremo. O Hamas fez da população o seu escudo, combatendo em bairros residenciais, usando escolas e hospitais como depósitos de armas e centros de comando. Cada operação israelita, por mais cuidadosa que seja, gera inevitavelmente vítimas civis, e é precisamente isso que o Hamas procura. É o seu modelo de negócio: transformar cada combate num cadáver civil e cada cadáver num comunicado de imprensa. Quantos mais cadáveres, reais ou inventados, mais o Hamas lucra.

9. O mais revoltante é que, quando os delirantes números fabricados pelo Hamas chegam aos jornais europeus, não há qualquer aviso ou nota crítica. O “Ministério da Saúde de Gaza”, o Hamas, é citado como se fosse uma entidade neutra, credível e independente. É como se, nos anos 40, a imprensa ocidental publicasse comunicados do Ministério da Propaganda de Goebbels sem qualquer filtro. A diferença é que agora essa propaganda tem o selo azul da ONU e o carimbo de ONG’s como a Médicos Sem Fronteiras, cujos relatórios são baseados em “testemunhos” fornecidos pelo Hamas.
A indignação ocidental, alimentada por estas mentiras, é vergonhosa. Marchas “pela Palestina” percorrem capitais europeias com cartazes a pedir o fim de Israel, muitas vezes acompanhadas de bandeiras do Hamas e slogans abertamente antissemitas. A linha entre “solidariedade com Gaza” e ódio aos judeus desapareceu há muito. As democracias que hoje se comovem com as imagens que o Hamas produz sobre a “fome em Gaza”, são as mesmas que, há oitenta anos, fecharam as portas a refugiados judeus ou os enviaram de volta para os campos de extermínio. Nada muda quando a moralidade é ditada pela cobardia e pela propaganda.

10. A verdade incómoda é que a crise humanitária em Gaza não é sequer um “efeito colateral” da guerra; é uma estratégia deliberada do Hamas. Sem a cumplicidade da ONU e a ingenuidade do Ocidente, este método já teria falhado. Mas enquanto houver jornalistas dispostos a repetir, sem verificação, os números e imagens do Hamas, e enquanto houver líderes europeus mais preocupados com votos em subúrbios islâmicos do que com a verdade, o terrorismo continuará a vencer no campo da opinião pública.
Israel aprendeu há muito que não pode confiar na boa vontade do mundo, porque a sua sobrevivência depende disso. Mas está a perder no campo das percepções, da propaganda e do ódio.
Para Israel cada cadáver é uma vida. Para o Hamas, cada imagem de fome é um trunfo. Para a ONU, cada comunicado é um gesto de alinhamento político. Para a imprensa ocidental, é apenas mais uma “história humana” que garante cliques e audiências.
O resultado é um Ocidente moralmente falido, cúmplice involuntário ou voluntário do cinismo, do jihadismo e do antissemitis


observador.pt
A pornografia da fome: como o Hamas e a ONU nos enganam​
 
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