Ontem estive a ler este tópico. Ainda não li tudo.
Devo dizer que acredito que a vida não é finita na forma como a conhecemos.
Na minha vida já "vivi" algumas.
Os meus pais contam que eu em bebé chorava noites inteiras e nada me conseguia acalmar. Tiveram que recorrer a uma medium. Parece que um espírito não me largava. A coisa passou.
Recordo-me mais tarde, já com uns 9.10 anos, na altura dormia no mesmo quarto que o meu irmão, em camas separadas, e lembro-me de acordar com o barulho de alguém a respirar intensamente. Aconteceu tantas vezes, e não era o meu irmão. Tantas vezes eu ia ao pé do meu irmão e ele nem se ouvia. Deitava-me e voltava a acontecer. Sentia como se alguém estivesse deitado na minha cama. Havia alturas em que "sentia" o bater de coração de alguém. Ao lado do quarto havia um corredor com vários metros com chão em madeira. E muitas vezes sentia passos na madeira.
Foram tempos difíceis. Não queria dormir lá. Ia sempre a chorar para o quarto dos meus pais. Os meus pais nunca ouviram passos e dormiam sempre com porta aberta para esse corredor (o meu pai acorda com tudo e mais alguma coisa). Lá foram novamente os meus pais à medium. Mais um espírito a chatear o juízo. Aquilo passou.
Mais velho com 18 anos. entrei na universidade em Coimbra (vivo na fig.foz). Passados uns dois meses, a uma sexta feira chego a casa e o meu pai diz-me: Então já tens namorada?
E eu pensei: porra, ainda não namoro oficialmente e já se sabe?
E o meu pai: E chama-se Renata!
Fiquei passado, porque era verdade e era impossível eles saberem. Nunca comuniquei com ninguém, não havia ninguém conhecido que pudesse dizer.
Perguntei-lhe: como sabes?
O meu Pai: Fui hoje àquela senhora com a tua avó, que ela pediu-me para a levar e ela (a medium) viu a tua fotografia na carteira dela e disse que namoravas e com quem!!
Como enfermeiro lidamos com a morte muitas vezes. E acreditem que não é de ânimo leve.
Certa noite estava a trabalhar numa unidade de cuidados intensivos. E tinha uma doente, totalmente monitorizada. Nessa unidade, existe além dos monitores normais no quarto, um grande monitor com os dados de todos os doentes, num local onde os enfermeiros possam vigiar todos os doentes.
Era nesse local que eu estava. Sentado a ver esse monitor. Esse local dava exactamente para o quarto dessa doente, que por ser de noite estava com um candeeiro aceso e com a porta aberta, para caso aconteça algo ser mais rápido actuar.
Então a dado momento, umas 5h da manhã algo que faz olhar para essa doente e eu soube/senti que essa doente ia morrer naquele instante. A luz do candeeiro piscou e os alarmes em segundos ficaram vermelhos e fez assistolia. Eu só disse para a minha colega: a doente X morreu.
Um colega conta a história de numa noite estava a descansar um pouco e adormeceu. E tem um sonho. Nesse sonho vê uma doente vir ter com ele e pegar-lhe na mão, como que a vir buscá-lo. Acordou sobressaltado e vai a correr ao quarto dessa doente e ela estava morta.
A minha namorada conta e fica muito incomodada sempre que pensa na cena. Certo dia foi a casa da mãe do tio dela, e viu-a no chão a contorcer-se e a falar com vós de homem. Essa senhora era medium.
O meu pai a certa altura da vida, ajudava o meu avô como sacristão na igreja. E diz ter ido muitas vezes aos jazigos, meter os caixões para as prateleiras, porque caíam ao chão. É o meu Pai que conta!
Uma coisa que me acontece frequentemente é o que já várias pessoas escreveram atrás. Chama-se cataplesia do sono.
No sono "acordamos" mas não conseguimos mexermos, falar, etc. Sabemos onde estamos, sentimos o "exterior" mas não conseguimos despertar.
Eu fico muito stressado com isso e por isto acontecer não gosto muito de dormir. Sempre que acontece tento relaxar, "adormecer" novamente e depois acordo!
Ao copo nunca "brinquei", embora não tenha dúvidas de que coisas acontecem.
Outra coisa que aconteceu foi à uns anos (8 talvez) os meus pais compraram-me um clio comercial usado.
Passados 8 dias batia com o carro em lisboa. Frente esquerda nova.
Mais um tempo depois o meu pai bateu duas vezes no espaço de 2 meses. Frente esquerda nova das duas vezes.
A minha mãe certo dia foi trabalhar e levou-o. Resultado: entrou por uma terra dentro e bateu em ramos. Frente esquerda nova.
O meu irmão tirou a carta. Certa vez a vir para casa. Bateu na traseira de um carro estacionado na estrada. Imaginem: Frente esquerda nova.
Vendeu-se o carro porque todos tínhamos medo.
Querem saber a melhor. A pessoa que o comprou no stand bateu no espaço de um mês. Frente esquerda.
Acho que alguém morreu naquele carro.
Haverá forma de saber?
Posto longo mas fica o meu testemunho!