O azar também bateu a porta aqui por casa.
Responsabilidade ainda por definir (mas à partida sem culpa), mas a questão é que o carro tem 1 mês e 3500 km.
Faz sentido reparar e ficar com o carro ou é melhor despachar isto e assumir o custo da desvalorização?
Não creio que seja nada estrutural, a questão é que o carro é para manter e isto não lhe deu propriamente um shot de saúde extra (perco a pintura de origem em painéis, mexidas em anticongelante que se perdeu, etc).
Sendo eu um gajo que gosta das coisas a 1000% (especialmente sendo novo em folha) não sei bem qual o futuro a dar.
Claro que eu tinha razão.
Isto nunca fica igual a novo. Um carro que agora tem 3 meses e sobretudo na minha mão, é para estar em estado de concurso.
Conforme referi antes, não levantei o carro quando estava “pronto”. Havia um ponto sem tinta num vértice do capot, a grelha preto piano estava riscada (provavelmente por mau manuseamento), o capot estava desalinhado e havia uma bolha na pintura no pára choques.
Ficou lá e ao fim de mais uma semana, levanto o carro.
Depois, veio com a buzina sem funcionar e com o médio direito desalinhado face ao esquerdo.
Voltou lá e veio “bem”.
Ontem reparei que a borracha/raspador do vidro direito está fora do local, pois está levantado.
Olhei atentamente para a porta e vejo grãos pequenos de poeira na pintura, o que significa má preparação. Continuo a olhar para o painel adjacente e vejo uma marca de verniz escorrido.
Vou já falar com a ford.
Estes tipos comigo estão entalados. Enquanto o carro não vier igual a saído de fábrica, não lhes largo a porta. Eu frisei durante todo o processo “não tenham pressa. Eu quero isto completamente imaculado e atenção que eu tenho alguma formação na área e sou mesmo muito exigente”.
Ainda para mais nem foi culpa da utilizadora do carro.