Chávez dirá o que "é preciso dizer ao mundo" na Assembléia da ONU
Agência EFE
23:55 19/09
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou hoje que em seu discurso na Assembléia Geral das Nações Unidas, nesta quarta-feira, dirá as coisas que acredita "é preciso dizer ao mundo, sem ofender ninguém".
"Terei sete minutos, talvez oito. Com a ajuda de Deus, estarei ali para dizer as coisas que acho que é preciso dizer ao mundo", disse Chávez, num ato militar em Maracay, cerca de 110 quilômetros a oeste de Caracas.
O governante esquerdista anunciou que seu discurso na ONU será transmitido ao vivo e em cadeia nacional de rádio e televisão na Venezuela.
Em declaração conjunta há dois dias com seu colega iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, o presidente venezuelano anunciou a intenção de seu Governo de promover a "democratização" da ONU. Seu país espera entrar no Conselho de Segurança como membro não-permanente.
Venezuela e Guatemala competem pela vaga no grupo latino-americano e caribenho por um posto não-permanente no Conselho de Segurança. A votação será no dia 16 de outubro.
Chávez disse que a candidatura da Venezuela conta com o apoio de "várias" nações da região e que em suas recentes viagens internacionais recebeu promessas de voto da China, Malásia, Síria, Rússia, Belarus e da maioria dos países árabes.
A Venezuela já ocupou uma cadeira não-permanente durante os períodos de 1962-1963, 1977-1978, 1986-1987 e 1992-1993.
Agência EFE
23:55 19/09
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou hoje que em seu discurso na Assembléia Geral das Nações Unidas, nesta quarta-feira, dirá as coisas que acredita "é preciso dizer ao mundo, sem ofender ninguém".
"Terei sete minutos, talvez oito. Com a ajuda de Deus, estarei ali para dizer as coisas que acho que é preciso dizer ao mundo", disse Chávez, num ato militar em Maracay, cerca de 110 quilômetros a oeste de Caracas.
O governante esquerdista anunciou que seu discurso na ONU será transmitido ao vivo e em cadeia nacional de rádio e televisão na Venezuela.
Em declaração conjunta há dois dias com seu colega iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, o presidente venezuelano anunciou a intenção de seu Governo de promover a "democratização" da ONU. Seu país espera entrar no Conselho de Segurança como membro não-permanente.
Venezuela e Guatemala competem pela vaga no grupo latino-americano e caribenho por um posto não-permanente no Conselho de Segurança. A votação será no dia 16 de outubro.
Chávez disse que a candidatura da Venezuela conta com o apoio de "várias" nações da região e que em suas recentes viagens internacionais recebeu promessas de voto da China, Malásia, Síria, Rússia, Belarus e da maioria dos países árabes.
A Venezuela já ocupou uma cadeira não-permanente durante os períodos de 1962-1963, 1977-1978, 1986-1987 e 1992-1993.
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