ideia governo / utopia

FrancoBaresi

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Desde há uns tempos que me ocorreu uma ideia, embora impraticável mas não descabida de todo..

Seria viável centralizar o governo numa plataforma, à semelhança de uma rede social, onde o acesso poderia ser pelo nr de CC. Nessa plataforma seria possível votar leis, submeter propostas, simular orçamentos de estado etc, à semelhança do sistema de likes do youtube.

Desta forma, o actual governo apenas teria funções administrativas e de oficialização do processo, tocando-se os custos de campanha, despesas de frota, subsídios vitalícios, subvenções etc etc, contribuindo ainda para uma satisfação geral da população, na medida em que teriam melhor controlo.

Adicionalmente poderia ter-se um sistema de aumentar o factor de voto de um individuo, por exemplo um licenciado em economia teria o seu voto a contar 1.5 enquanto que alguém com a 4 classe teria o seu voto com um factor de 0.75

Enfim, é este tipo de coisas que me ocorre no banho, digam lá, é muito pateta a ideia? :P
 
Desde há uns tempos que me ocorreu uma ideia, embora impraticável mas não descabida de todo..

Seria viável centralizar o governo numa plataforma, à semelhança de uma rede social, onde o acesso poderia ser pelo nr de CC. Nessa plataforma seria possível votar leis, submeter propostas, simular orçamentos de estado etc, à semelhança do sistema de likes do youtube.

Desta forma, o actual governo apenas teria funções administrativas e de oficialização do processo, tocando-se os custos de campanha, despesas de frota, subsídios vitalícios, subvenções etc etc, contribuindo ainda para uma satisfação geral da população, na medida em que teriam melhor controlo.

Adicionalmente poderia ter-se um sistema de aumentar o factor de voto de um individuo, por exemplo um licenciado em economia teria o seu voto a contar 1.5 enquanto que alguém com a 4 classe teria o seu voto com um factor de 0.75

Enfim, é este tipo de coisas que me ocorre no banho, digam lá, é muito pateta a ideia? :P

Já foste... aqui não gostam muito de licenciados armados em Drs.
 
isso é uma mistura de democracia directa com um sistema de castas pouco democrático.

por isso sim, é uma patetice.

nem que fosse pelo voto do relvas e o socras valer 1.5, directamente das faculdades de domingo de vão de escada.
 
Sim, e eu adoro economistas. Ora vejamos, "Administração do “Diário Económico” admite insolvência" ... se um jornal económico, recheado de críticos e analistas da economia fica insolvente, dá logo para ver a qualidade dos ditos especialistas da matéria que todos os dias mandam notícias cá para fora influenciando a opinião pública.

http://expresso.sapo.pt/economia/2016-02-23-Administracao-do-Diario-Economico-admite-insolvencia

O melhor é dar o peso de 1.75 a quem tem a 4 classe e 0.75 a quem é licenciado e 0.2 a quem é licenciado em economia...
 
O melhor é dar o peso de 1.75 a quem tem a 4 classe e 0.75 a quem é licenciado e 0.2 a quem é licenciado em economia...

xD às tantas.. nessa parte a ideia era diferenciar quem tivesse estudos/qualificações neste tipo de área, uma vez que seria mais justo na medida em que seriam decisões que afectariam directamente um país. mas há casos e casos, da mesma maneira que há muitos desses licenciados que estão cá a fazer nada
 
Desde há uns tempos que me ocorreu uma ideia, embora impraticável mas não descabida de todo..

Seria viável centralizar o governo numa plataforma, à semelhança de uma rede social, onde o acesso poderia ser pelo nr de CC. Nessa plataforma seria possível votar leis, submeter propostas, simular orçamentos de estado etc, à semelhança do sistema de likes do youtube.

Desta forma, o actual governo apenas teria funções administrativas e de oficialização do processo, tocando-se os custos de campanha, despesas de frota, subsídios vitalícios, subvenções etc etc, contribuindo ainda para uma satisfação geral da população, na medida em que teriam melhor controlo.

Adicionalmente poderia ter-se um sistema de aumentar o factor de voto de um individuo, por exemplo um licenciado em economia teria o seu voto a contar 1.5 enquanto que alguém com a 4 classe teria o seu voto com um factor de 0.75

Enfim, é este tipo de coisas que me ocorre no banho, digam lá, é muito pateta a ideia? :P

Pelo que se vê em Portugal é totalmente descabido pensar que alguém que tem a 4ª classe percebe menos de economia do que um doutorado no mesmo.
A minha avó que só tinha a 4ª classe, tenho a certeza que tinha governado melhor este país do que os primeiros ministros que tivemos, até porque a primeira regra económica dela ainda se mantém bem actual: "Não gasto mais do que aquilo que tenho..."
 
não tinha reparado que os 1.5 era só para licenciados em economia e não para todos os licenciados.

mas mesmo assim, é fácil provar que isto não faz sentido - basta pensar no louçã e no galamba.
 
Sim, e eu adoro economistas. Ora vejamos, "Administração do “Diário Económico” admite insolvência" ... se um jornal económico, recheado de críticos e analistas da economia fica insolvente, dá logo para ver a qualidade dos ditos especialistas da matéria que todos os dias mandam notícias cá para fora influenciando a opinião pública.

http://expresso.sapo.pt/economia/2016-02-23-Administracao-do-Diario-Economico-admite-insolvencia

Não são fortes na gestão e pelos vistos no jornalismo tampouco, pois nunca noticiaram isso [:)]
 
Não faz sentido porque senão só se votariam medidas populistas (o PS agora está a fazer o mesmo, mas pronto...) - ou seja, era aumentos de salários todos os anos, tudo grátis, menos impostos, etc, etc.

Às decisões difíceis (mas necessárias) era tudo do contra. Se se quer uma democracia mais participativa faça-se mais referendos, como há na Suiça...
 
Relativamente ao post inicial, era excelente. Claro que no dia a seguir á implementacao o pouco do meu dinheiro que ainda estava em Portugal voava daí, mas a par de ideias como o RBI, era outra coisa que eu gostava de ver implementada.
 
Adicionalmente poderia ter-se um sistema de aumentar o factor de voto de um individuo, por exemplo um licenciado em economia teria o seu voto a contar 1.5 enquanto que alguém com a 4 classe teria o seu voto com um factor de 0.75

Não me levem a mal o reparo - aliás tenho alguns amigos economistas e não resisto a brincar com eles sobre isto:

Uma sociedade é bem mais que economia. Não serei utópico - sem desenvolvimento económico não se faz nada - mas o facto é que as maiores tragédias/desaires/problemas do mundo da nossa Era têm sido provocadas por Economistas. Por cada economista iluminado posso referir com facilidade três ou quatro "Centenos".

É uma ciência com forte componente "social", ou seja, não se trata de uma ciência exacta e já estava na altura de os tirarmos do pedestal.

Só me fazem lembrar o bruxo da corte dos tempos medievais. Quanto mais falhavam mais reverenciados eram..... [:D][:D][:D]
 
Não me levem a mal o reparo - aliás tenho alguns amigos economistas e não resisto a brincar com eles sobre isto:

Uma sociedade é bem mais que economia. Não serei utópico - sem desenvolvimento económico não se faz nada - mas o facto é que as maiores tragédias/desaires/problemas do mundo da nossa Era têm sido provocadas por Economistas. Por cada economista iluminado posso referir com facilidade três ou quatro "Centenos".

É uma ciência com forte componente "social", ou seja, não se trata de uma ciência exacta e já estava na altura de os tirarmos do pedestal.

Só me fazem lembrar o bruxo da corte dos tempos medievais. Quanto mais falhavam mais reverenciados eram..... [:D][:D][:D]

Por políticos e militares.
 
EUA vs Iraque, era só para desarmar o sADAM.

Lá está! Bem visto!

Bom mas, feita a piada com os economistas, o Centeno, etc, se calhar e porque parece recorrente a ideia de colocar os "letrados" a votar (já tinha aparecido outro tópico do @lll) convém explicar:

Temos uma democracia representativa.

Isso significa que se um analfabeto votar, seja agricultor, pastor, engenheiro ou economista, em principio ele votará no partido que o defender melhor.

Portanto, na hora de governar, um partido não se pode esquecer de uma classe, seja ela qual for, sob pena de perder os seus votos. Da mesma forma que nos programas de governo sob avaliação, convém incluir esses interesses dessa classe.

Se uma determinada classe não pudesse votar (por ser iletrada, por exemplo) rapidamente um politico esqueceria os seus interesses.

É essa a teoria da representatividade.

Não compreendo o que é tão dificil de compreender nesta definição.
 
Percebi os vossos pontos de vista e mencionaram alguns conceitos que não tinha pensado..
Na teoria, se fosse possível visualizar a causa-efeito de uma decisão, não creio que no caso apresentado, se começasse a votar 1% iva etc etc pois as consequências seriam visíveis.. Acho até que haveria uma melhor compreensão e responsabilidade, no sentido de comprometermos-nos nalguns parâmetros e alargarmos outros num OE.
Em relação à distinção de voto, é certo que um papel não define o nosso conhecimento ou responsabilidade num assunto, mas continuo a defender que numa decisão importante nem todos deveriam ter a mesma influência... poderia ser efectuada uma espécie de prova tipo o código de estrada, com perguntas técnicas, tendo uma janela definida para os factores de voto por exemplo 0.75 a 1.5, sendo este ultimo valor correspondente às ''30'' perguntas correctas.
 
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