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Não sei o que é pior, partir do princípio que alguém que usa brinco e chapéu é um parasita e merece porrada ou escrever do que não se sabe.
Eu ao menos opino de acordo com as informações que temos []
Não é bem isso que dizes, mas vamos ficar por aqui, já todos percebemos a tua posição pelo que continuar com isto era entrar em off topic.Não respondi ao Pastis porque era desnecessário alimentar estas discussões paralelas mas como tu foste pegar novamente e desnecessariamente nesse post, decidi responder-te.
Repito que acho engraçado e irónico vocês contestarem que a vossa opinião não é aceite porque não são carneiros quando fazem exactamente o mesmo. Ou seja, quem tem opinião diferente da vossa é porque foi moldado pela televisão e pelo ódio aos Iraquianos.
Chama-se a isto uma discussão/debate/conversa/troca de ideias. Não vale a pena fazer um post novo a chorar cada vez que alguém discorda com o que vocês dizem.
É só isso.
Porque é que achas que os mitrolas não são santos? Por ter dois brincos e beberem azeite galo ao pequeno almoço? Não podemos ser preconceituosos. []
Vale a pena ler: http://goo.gl/Wdbw5F
Vale a pena ler: http://goo.gl/Wdbw5F
Acho que devem estar a negociar a acusação.
Se for tentativa de homicídio, eles vão embora garantidamente.
O estado português está de mão atadas. Quem levanta ou não a imunidade é o estado do país de que são naturais os diplomatas, e isso raramente ocorre.Mas também não acredito que sejam condenados em PT, e por isso mesmo a única hipótese de serem ressarcidos dos danos físicos é apontando baterias ao Estado Português, uma vez que é este que tem em mãos promover ou não o levantamento da imunidade diplomática e tem um grande peso no rumo que o caso poderá levar.
O estado português está de mão atadas. Quem levanta ou não a imunidade é o estado do país de que são naturais os diplomatas, e isso raramente ocorre.
A imunidade é extensível à família e não tem limites. Portanto o poder do estado português neste momento, fora o da expulsão, é basicamente... Nenhum!Mas há aqui duas questões.
Primeira tem a ver com a natureza do crime em questão que em nada se compadece com a lógica associada à imunidade diplomática.
A segunda, para mim mais importante, estes dois senhores não são diplomatas. São filhos de um diplomata. Isto deveria ser algo diferente.
A imunidade é extensível à família e não tem limites. Portanto o poder do estado português neste momento, fora o da expulsão, é basicamente... Nenhum!
Portanto neste momento só há uma questão e que é a se o estado iraquiano retira ou não a imunidade. Aceitam-se aposta. Eu não acredito que retire.![]()
Não são ainda.Persona non grata já eles são agora.
Não me recordo de qual o país a que pertencia o diplomata, mas lembro-me de um caso extremo em que um diplomata matou um polícia em Londres e ainda assim a imunidade não foi levantada. É muito raro.Pois. Eu referia-me à perspectiva do lado do Iraque. Ou seja, se o país teria ou não motivos válidos para retirar a imunidade (nós não podemos, claro).
Por aqueles dois motivos que ali coloquei é que isto se afigura como um teste à boa fé do Iraque em si.
Como já disse anteriormente, é um país histórico e que já viveu muitas realidades. Penso que ninguém consegue afirmar como é o Iraque de hoje, isto em termos institucionais.
O estado português está de mão atadas. Quem levanta ou não a imunidade é o estado do país de que são naturais os diplomatas, e isso raramente ocorre.
O mais que Portugal pode fazer é expulsa-los. Mas julga-los ou mesmo apenas investiga-los é impossível se o Iraque não o autorizar.
Não são ainda.