Imunidade diplomática

Não sei o que é pior, partir do princípio que alguém que usa brinco e chapéu é um parasita e merece porrada ou escrever do que não se sabe.
Eu ao menos opino de acordo com as informações que temos [:D]
 
Não sei o que é pior, partir do princípio que alguém que usa brinco e chapéu é um parasita e merece porrada ou escrever do que não se sabe.
Eu ao menos opino de acordo com as informações que temos [:D]

Usar brinco e boné é só mau gosto, isto não faz um guna..
Guna que é Guna tem de pedir 20cents para comprar um cigarro, tem de andar com aquela bolsa..
e uma infinidade de parolices

Eu disse que ele merecia porrada, partindo do pressuposto que foi mencionado nas notícias e ter entrado em desacato com os amigos no bar.
 
Não respondi ao Pastis porque era desnecessário alimentar estas discussões paralelas mas como tu foste pegar novamente e desnecessariamente nesse post, decidi responder-te.

Repito que acho engraçado e irónico vocês contestarem que a vossa opinião não é aceite porque não são carneiros quando fazem exactamente o mesmo. Ou seja, quem tem opinião diferente da vossa é porque foi moldado pela televisão e pelo ódio aos Iraquianos.

Chama-se a isto uma discussão/debate/conversa/troca de ideias. Não vale a pena fazer um post novo a chorar cada vez que alguém discorda com o que vocês dizem.

É só isso.
Não é bem isso que dizes, mas vamos ficar por aqui, já todos percebemos a tua posição pelo que continuar com isto era entrar em off topic.
 
Porque é que achas que os mitrolas não são santos? Por ter dois brincos e beberem azeite galo ao pequeno almoço? Não podemos ser preconceituosos. [;)]


Não lhes chamei mitrolas e nem estou a ser preconceituoso, vê lá se usas umas lunetas melhores e lês aquilo que se escreve.


Tenho plena convicção, que os nossos pequenos tugas, também terão a sua quota parte em toda a situação e também a gerência do bar não é de todo inocente na medida em que vende álcool a menores.

E porque lhes chamaste tu mitrolas? preconceito da tua parte?
Esquece, vou ter em linha de conta que tu és assim mesmo, distraído.
 
Ontem vi a entrevista da SIC ao amigo do Ruben e acho que ainda me estou a rir com isso... Atão, um gajo não pode ir comer umas tostas descansado às duas da manhã, que é logo importunado?
 
Tenho a certeza que esses dois meninos e o seu pai, devem estar neste momento a fazer as malas para sair de Portugal.

Tendo em conta as notícias do pedido de levantamento da imunidade!! [8b][8b]
 
Acho que devem estar a negociar a acusação.
Se for tentativa de homicídio, eles vão embora garantidamente.
 
Acho que devem estar a negociar a acusação.
Se for tentativa de homicídio, eles vão embora garantidamente.

No mínimo será sempre ofensa à integridade física grave, o que se traduz em pena de 2 a 10 anos de prisão.

Menos do que isto nunca poderá ser, porque já admitiram as agressões e os dados serão graves, visíveis e permanentes, já que deixarão sempre sequelas. Da parte do Rúben poderá também ser acusado por agressão, mas terá mais enquadramento em ofensa à integridade física simples, ou mesmo sendo grave, por dado umas bofetadas e partido o pé a um iraquiano, estaremos a comparar situações em que uma pode levar 2 anos de cadeira e a outra 10 anos.

Mas também não acredito que sejam condenados em PT, e por isso mesmo a única hipótese de serem ressarcidos dos danos físicos é apontando baterias ao Estado Português, uma vez que é este que tem em mãos promover ou não o levantamento da imunidade diplomática e tem um grande peso no rumo que o caso poderá levar.
 
Mas também não acredito que sejam condenados em PT, e por isso mesmo a única hipótese de serem ressarcidos dos danos físicos é apontando baterias ao Estado Português, uma vez que é este que tem em mãos promover ou não o levantamento da imunidade diplomática e tem um grande peso no rumo que o caso poderá levar.
O estado português está de mão atadas. Quem levanta ou não a imunidade é o estado do país de que são naturais os diplomatas, e isso raramente ocorre.

O mais que Portugal pode fazer é expulsa-los. Mas julga-los ou mesmo apenas investiga-los é impossível se o Iraque não o autorizar.
 
O estado português está de mão atadas. Quem levanta ou não a imunidade é o estado do país de que são naturais os diplomatas, e isso raramente ocorre.

Mas há aqui duas questões.

Primeira tem a ver com a natureza do crime em questão que em nada se compadece com a lógica associada à imunidade diplomática.

A segunda, para mim mais importante, estes dois senhores não são diplomatas. São filhos de um diplomata. Isto deveria ser algo diferente.
 
Mas há aqui duas questões.

Primeira tem a ver com a natureza do crime em questão que em nada se compadece com a lógica associada à imunidade diplomática.

A segunda, para mim mais importante, estes dois senhores não são diplomatas. São filhos de um diplomata. Isto deveria ser algo diferente.
A imunidade é extensível à família e não tem limites. Portanto o poder do estado português neste momento, fora o da expulsão, é basicamente... Nenhum!

Portanto neste momento só há uma questão e que é a se o estado iraquiano retira ou não a imunidade. Aceitam-se aposta. Eu não acredito que retire. :)
 
Última edição:
A imunidade é extensível à família e não tem limites. Portanto o poder do estado português neste momento, fora o da expulsão, é basicamente... Nenhum!

Portanto neste momento só há uma questão e que é a se o estado iraquiano retira ou não a imunidade. Aceitam-se aposta. Eu não acredito que retire. :)


Pois. Eu referia-me à perspectiva do lado do Iraque. Ou seja, se o país teria ou não motivos válidos para retirar a imunidade (nós não podemos, claro).

Por aqueles dois motivos que ali coloquei é que isto se afigura como um teste à boa fé do Iraque em si.

Como já disse anteriormente, é um país histórico e que já viveu muitas realidades. Penso que ninguém consegue afirmar como é o Iraque de hoje, isto em termos institucionais.
 
Persona non grata já eles são agora.
Não são ainda.

Pois. Eu referia-me à perspectiva do lado do Iraque. Ou seja, se o país teria ou não motivos válidos para retirar a imunidade (nós não podemos, claro).

Por aqueles dois motivos que ali coloquei é que isto se afigura como um teste à boa fé do Iraque em si.

Como já disse anteriormente, é um país histórico e que já viveu muitas realidades. Penso que ninguém consegue afirmar como é o Iraque de hoje, isto em termos institucionais.
Não me recordo de qual o país a que pertencia o diplomata, mas lembro-me de um caso extremo em que um diplomata matou um polícia em Londres e ainda assim a imunidade não foi levantada. É muito raro.
 
Última edição:
O estado português está de mão atadas. Quem levanta ou não a imunidade é o estado do país de que são naturais os diplomatas, e isso raramente ocorre.

O mais que Portugal pode fazer é expulsa-los. Mas julga-los ou mesmo apenas investiga-los é impossível se o Iraque não o autorizar.

Para isso é que serve a diplomacia. Obviamente tem de negociar e promover o levantamento da imunidade diplomática. Mais ninguém o poderá fazer.

E se não conseguir fazer mesmo nada, e uma vez que foi o Estado Português que deixou entrar essa pessoas em Portugal e lhes atribuiu a imunidade, terá de ser solidariamente responsável.
 
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