João Dias TSF

Das pessoas mais extraordinárias que alguma vez conheci fazem parte,
agricultores, pedreiros, administrativos, professores, eng., médicos, etc.

Não é preciso ter-se estudos para ser uma pessoa extraordinária, longe disso [:p] [:p] [:p]

A diferença é que eu não disse mal nem da agricultura, nem das padarias, nem de nenhum sistema administrativo nem de nenhum hospital, etc...
 
Ou percebi mal ou a classificação do ensino superior como muito avançado, era dirigido ao carrega-lhe e não tanto ao ensino em si.
 
Eu sinceramente não esperaria outra coisa que não o ensino superior ser mais
avançado que o secundário :p

Como disse no outro post, só achei piada ao "demasiado avançado", mas como
pelos vistos falhei o contexto da frase, fico-me por aqui, que este não é o
sitio para discutir o ensino superior português.

Agora, mais "on topic", já existe o podcast da entrevista do João Dias?
 
Ensino demasiado avançado
Numa universidade portuguesa? LOL

Ainda gostava de ver isso...

Nota: Não o conheço nem tenho nada contra si, e espero que as suas aulas sejam boas, mas essa do ensino avançado partiu-me todo...
:)

Que eu saiba se o ensino do liceu é demasiado avançado, só pode ser comparativamente ao ensino da escola primária, ou se calhar se é demasiado talvez em relção ao ensino dos jardins de infância ... [:)]
 
Last edited:
Que eu saiba se o ensino do liceu é demasiado avançado, só pode ser comparativamente ao ensino da escola primária, ou se calhar se é demasiado talvez em relção ao ensino dos jardins de infância ... [:)]
Boas.Eu acho piada a quem fala assim lá do alto, como se o ensino superior fosse tudo e a apoiarem-se nos supostos conhecimentos avançados...
Eu tenho aulas com um engenheiro mecânico que dá cada calinada que até doi, assim a título de exemplo, um dia ele começou a falar em compressores, um colega meu que tem um g40 disse-lhe que o dele tinha compressor, posto isto o professor diz:
-exacto o polo tem compressor, isso é muito melhor que um turbo e tira menos rendimento ao motor.
até aqui tudo mais ou menos mas depois veio o pior, assim passado um momento ele pergunta:
-Então mas esse teu polo é diesel não é???
Foi a risada geral...
Querem mais, olhem esta é de rir, o meu professor de mecânica(práticas) que também é engenheiro mecanico até gozou com ele quando soube, uma vez que o homem disse que tinha metido uma ignição electrónica num fiat 127 e que ele tinha ficado a dar mais 20 km/h....lol
Não quero com isto duvidar dos conhecimentos avançados do senhor João Dias, mas comparar um sistema de travagem de um fiat uno a um ferrari Enzo não é propriamente de bom tom, aconselho todos a irem ver as teorias deste senhor que até têm sentido nalguns pontos mas que noutros discordo totalmente e até me ri um pouco, confesso.
Não deve conduzir carros de certo...
É que eu já fiz alguns testes de travagem e o meu clio a travar dos 180 km/h aos 80 é muito mais rápido que o meu 106, mas muito mesmo assim a titulo de exemplo.
Mas enfim culpem lá a velocidade de tudo, no fundo isto é mesmo uma questão de metalidades, mas não é só nossa, o problema é onde aplicamos a velocidade e não a velocidade em si, será dificil perceber isto, acho que não é preciso estudos para ver isto.
Agora claro que pode ocorrer uma falha humana, entre muitas outras coisas e a ai a velocidade potencia as consequencias do erro, mas a velocidade não é causa maioritária dos acidentes.
Basta ver as noticias e ver que os acidentes mais graves decorrem quase na totalidade de choques frontais, e agora pergunto ao senhor João Dias o que é que pode provocar um choque frontal?!
 
Excelente parodia à triste mentalidade de muita boa gente aqui no forum...

É so pilotos, claro que a velocidade não tem nada a ver...porra cá agora..


- penso que ele disse isto no sentido que nem sempre o excesso de velocidade provoca todos os acidentes. E deu alguns exemplos de outras coisas... axo q foi isto.
 
Eu continuo a bater-me pelos mesmos princípios e pouco acrescentarei a esta já longa (são 4 anos de fórum) discussão.

Falta informação, educação e formação aos condutores e todos (leia-se, todas as autoridades da envolvente) parecem muito preocupados em reprimir em lugar de formar, informar e educar.

Por outro lado a acidentologia parece continuar - teimosamente - a ser apenas um ramo da engenharia. Dedica-se a estudar as causas físicas dos acidentes esquecendo-se (ou pelo menos, esquecendo-se de divulgar) de outras tão ou mais importantes como são as vertentes sociais (e sócio-económicas, culturais, saúde, etc) e até outros aspectos de natureza física complementar como alguns aspectos mecânicos ou, levado ao limite, a envolvente paisagística dos locais de acidente.

É que os acidentes - e é só ver o telejornal - são inputados quase exclusivamente ao excesso de velocidade ou à velocidade excessiva. Ora, não seria preciso estudar afincadamente as leis da Física, para determinar objectivamente que um corpo em movimento tem muito mais probabilidades de se estampar contra outro, do que se estivesse parado ou quase parado.

O problema é que o legislador, no momento de fazer publicar uma nova lei, prefere quase sempre atender ao senso comum público (o que é veículado nas notícias, geralmente) do que à opinião balizada dos especialistas.

Não há referendos para regras de trânsito.

O que gostava de ver era um estudo estatístico dos acidentes que compreendesse, ao longo de um período de tempo, as marcas, modelos e versões dos automóveis envolvidos, cruzar esses dados com os dados com as da IPO (caso existam) e com um cronograma da introdução de melhoramentos de segurança activa e passiva na produção automóvel, cruzar tudo com o histórico dos seguros dos condutores e analisar o estado de saúde, as condições profissionais, económicas e sociais dos mesmos. Se e quando possível introduzir ainda variáveis subjectivas, baseados em estudos o mais credíveis possíveis, sobre aspectos psicológicos como a opinião que o condutor tem sobre o carro que conduz, da sua aptidão para conduzir e se - não tão irrelevante como parece - se o carro é dele...

Penso que, depois de analisar TODAS as variáveis, mesmo as aparentemente mais irrelevantes, poderíamos inferir com segurança que o "excesso de velocidade" ou a "velocidade excessiva" são apenas um dos factores que causam acidentes...

Já saí da estrada (sem consequências) por mero aborrecimento com a paisagem numa viagem longa (demais) e já bati inadvertidamente contra o carro da frente (a 50 km/h) por estar furioso com um problema de trabalho. Em nenhum dos casos, por mera casualidade cósmica, houveram consequências de maior... mas estes acidentes podiam ter ocorrido em estrada aberta, a outras velocidades... e aí a culpa não poderia ser da velocidade.

Devo dizer, para terminar a longa missiva, que (já) não sou grande adepto das velocidades. Dentro da minha cabeça, a cada instante de condução, processam-se demasiadas variáveis que me forçam a baixar em muitos metros por segundo o ritmo.

Sou suficientemente bem formado, informado e educado para pensar no estado geral da mecânica, dos pneus, dos travões, no meu estado físico e psíquico e do nível de ocupação da via adequando sempre a minha presença automobilística ao meio físico (estado da via, tipo de piso, inclinação, etc), às condições climatéricas e a outros factores exógenos à condução (custo dos combustíveis, multas, etc)...
 
Eu continuo a bater-me pelos mesmos princípios e pouco acrescentarei a esta já longa (são 4 anos de fórum) discussão.

Falta informação, educação e formação aos condutores e todos (leia-se, todas as autoridades da envolvente) parecem muito preocupados em reprimir em lugar de formar, informar e educar.

Por outro lado a acidentologia parece continuar - teimosamente - a ser apenas um ramo da engenharia. Dedica-se a estudar as causas físicas dos acidentes esquecendo-se (ou pelo menos, esquecendo-se de divulgar) de outras tão ou mais importantes como são as vertentes sociais (e sócio-económicas, culturais, saúde, etc) e até outros aspectos de natureza física complementar como alguns aspectos mecânicos ou, levado ao limite, a envolvente paisagística dos locais de acidente.

É que os acidentes - e é só ver o telejornal - são inputados quase exclusivamente ao excesso de velocidade ou à velocidade excessiva. Ora, não seria preciso estudar afincadamente as leis da Física, para determinar objectivamente que um corpo em movimento tem muito mais probabilidades de se estampar contra outro, do que se estivesse parado ou quase parado.

O problema é que o legislador, no momento de fazer publicar uma nova lei, prefere quase sempre atender ao senso comum público (o que é veículado nas notícias, geralmente) do que à opinião balizada dos especialistas.

Não há referendos para regras de trânsito.

O que gostava de ver era um estudo estatístico dos acidentes que compreendesse, ao longo de um período de tempo, as marcas, modelos e versões dos automóveis envolvidos, cruzar esses dados com os dados com as da IPO (caso existam) e com um cronograma da introdução de melhoramentos de segurança activa e passiva na produção automóvel, cruzar tudo com o histórico dos seguros dos condutores e analisar o estado de saúde, as condições profissionais, económicas e sociais dos mesmos. Se e quando possível introduzir ainda variáveis subjectivas, baseados em estudos o mais credíveis possíveis, sobre aspectos psicológicos como a opinião que o condutor tem sobre o carro que conduz, da sua aptidão para conduzir e se - não tão irrelevante como parece - se o carro é dele...

Penso que, depois de analisar TODAS as variáveis, mesmo as aparentemente mais irrelevantes, poderíamos inferir com segurança que o "excesso de velocidade" ou a "velocidade excessiva" são apenas um dos factores que causam acidentes...

Já saí da estrada (sem consequências) por mero aborrecimento com a paisagem numa viagem longa (demais) e já bati inadvertidamente contra o carro da frente (a 50 km/h) por estar furioso com um problema de trabalho. Em nenhum dos casos, por mera casualidade cósmica, houveram consequências de maior... mas estes acidentes podiam ter ocorrido em estrada aberta, a outras velocidades... e aí a culpa não poderia ser da velocidade.

Devo dizer, para terminar a longa missiva, que (já) não sou grande adepto das velocidades. Dentro da minha cabeça, a cada instante de condução, processam-se demasiadas variáveis que me forçam a baixar em muitos metros por segundo o ritmo.

Sou suficientemente bem formado, informado e educado para pensar no estado geral da mecânica, dos pneus, dos travões, no meu estado físico e psíquico e do nível de ocupação da via adequando sempre a minha presença automobilística ao meio físico (estado da via, tipo de piso, inclinação, etc), às condições climatéricas e a outros factores exógenos à condução (custo dos combustíveis, multas, etc)...

Ora bem, aqui está uma opinião com a qual eu corraboro quase na totalidade, de facto na televisão mal vemos um embate frontal em que temos 2 carros totalmente desfeitos atribui-se logo a culpa á velocidade e todos sabem que de certo que foi uma ultrapassagem mal efectuada.
Isto dito de quem tem visto muita coisa na estrada, já levo alguns 200mil kms feitos e o meu pai que é camionista é da mesma opinião.;)
 
Eu tenho aulas com um engenheiro mecânico que dá cada calinada que até doi, assim a título de exemplo, um dia ele começou a falar em compressores, um colega meu que tem um g40 disse-lhe que o dele tinha compressor, posto isto o professor diz:
-exacto o polo tem compressor, isso é muito melhor que um turbo e tira menos rendimento ao motor.
até aqui tudo mais ou menos mas depois veio o pior, assim passado um momento ele pergunta:
-Então mas esse teu polo é diesel não é???

Mas porque é que um Eng. Mecânico tem obrigação de saber se um g40 é diesel ou não? Isso vem nos livros de física?

eu cá, pelo contrário, acho bastante mais sério a parte do "tira menos rendimento ao motor". Isso é que pode atestar a qualidade (ou não) do dito eng., não o facto de ele saber todos os modelos de carros que alguma vez existiram...

E quanto aos sistemas de travagem dos diferentes carros falados noutros tópicos... acho que o objectivo não era dizer que um Uno tem travões muito melhores que um Ferrari ou vice-versa. Quem ler os tópicos com atenção com certeza que tira conclusões bem mais importantes...

cumps
 
Ora bem, aqui está uma opinião com a qual eu corraboro quase na totalidade, de facto na televisão mal vemos um embate frontal em que temos 2 carros totalmente desfeitos atribui-se logo a culpa á velocidade e todos sabem que de certo que foi uma ultrapassagem mal efectuada.
Isto dito de quem tem visto muita coisa na estrada, já levo alguns 200mil kms feitos e o meu pai que é camionista é da mesma opinião.;)

É só lembrar que a saga do acidente -> velocidade já vem do mais-do-que-analisado-pela-acidentologia caso "James Dean".

Até hoje persistem as dúvidas se era mesmo o rebelde Jimmy a conduzir mas, se fizermos uma sondagem rápida, a quase totalidade das pessoas vai dizer que o Dean era maluco e que andava sempre na bolina..
 
Mas porque é que um Eng. Mecânico tem obrigação de saber se um g40 é diesel ou não? Isso vem nos livros de física?

eu cá, pelo contrário, acho bastante mais sério a parte do "tira menos rendimento ao motor". Isso é que pode atestar a qualidade (ou não) do dito eng., não o facto de ele saber todos os modelos de carros que alguma vez existiram...

E quanto aos sistemas de travagem dos diferentes carros falados noutros tópicos... acho que o objectivo não era dizer que um Uno tem travões muito melhores que um Ferrari ou vice-versa. Quem ler os tópicos com atenção com certeza que tira conclusões bem mais importantes...

cumps
Lol...tás ai a falar e foste tu quem ocorreu no erro do qual falavas, nem leste bem aquilo que escrevi.
Eu li tudo muito bem e julgo ter percebido tudo muito bem, tanto que sublinhei naquele post que tu leste na diagonal que há certas coisas em que este senhor até tem razão, mas como não leste tudo o que eu disse correctamente também não vou ser eu a dizer-te as coisas segunda vez:P
 
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Boas.Eu acho piada a quem fala assim lá do alto, como se o ensino superior fosse tudo e a apoiarem-se nos supostos conhecimentos avançados...
Eu tenho aulas com um engenheiro mecânico que dá cada calinada que até doi, assim a título de exemplo, um dia ele começou a falar em compressores, um colega meu que tem um g40 disse-lhe que o dele tinha compressor, posto isto o professor diz:
-exacto o polo tem compressor, isso é muito melhor que um turbo e tira menos rendimento ao motor.
até aqui tudo mais ou menos mas depois veio o pior, assim passado um momento ele pergunta:
-Então mas esse teu polo é diesel não é???
Foi a risada geral...
Querem mais, olhem esta é de rir, o meu professor de mecânica(práticas) que também é engenheiro mecanico até gozou com ele quando soube, uma vez que o homem disse que tinha metido uma ignição electrónica num fiat 127 e que ele tinha ficado a dar mais 20 km/h....lol
Não quero com isto duvidar dos conhecimentos avançados do senhor João Dias, mas comparar um sistema de travagem de um fiat uno a um ferrari Enzo não é propriamente de bom tom, aconselho todos a irem ver as teorias deste senhor que até têm sentido nalguns pontos mas que noutros discordo totalmente e até me ri um pouco, confesso.
Não deve conduzir carros de certo...
É que eu já fiz alguns testes de travagem e o meu clio a travar dos 180 km/h aos 80 é muito mais rápido que o meu 106, mas muito mesmo assim a titulo de exemplo.
Mas enfim culpem lá a velocidade de tudo, no fundo isto é mesmo uma questão de metalidades, mas não é só nossa, o problema é onde aplicamos a velocidade e não a velocidade em si, será dificil perceber isto, acho que não é preciso estudos para ver isto.
Agora claro que pode ocorrer uma falha humana, entre muitas outras coisas e a ai a velocidade potencia as consequencias do erro, mas a velocidade não é causa maioritária dos acidentes.
Basta ver as noticias e ver que os acidentes mais graves decorrem quase na totalidade de choques frontais, e agora pergunto ao senhor João Dias o que é que pode provocar um choque frontal?!

De facto existem post neste fórum que são muito mais divertidos de ler do que os emais de anedota que me mandam [:D]

Ora então quem sabe se o G40 é a gasolina ou diesel devia ter um diploma de Engº Mecânico. Quem não sabe sequer se o G40 tem compressor volumétrico ou turbocompressor estava chumbado :sh).

E está visto que de facto a fábula do Uno e do Ferrari está para durar. Ainda há quem acredite que o pai Natal existe ...
Já estou a ver que esse Clio deve ser melhor a travar que um Ferrari

Ora e já agora diga-me lá porque acontecem os choques frontais, só para eu me divertir mais um bocadinho ....
 
Eu continuo a bater-me pelos mesmos princípios e pouco acrescentarei a esta já longa (são 4 anos de fórum) discussão.

Falta informação, educação e formação aos condutores e todos (leia-se, todas as autoridades da envolvente) parecem muito preocupados em reprimir em lugar de formar, informar e educar.

Por outro lado a acidentologia parece continuar - teimosamente - a ser apenas um ramo da engenharia. Dedica-se a estudar as causas físicas dos acidentes esquecendo-se (ou pelo menos, esquecendo-se de divulgar) de outras tão ou mais importantes como são as vertentes sociais (e sócio-económicas, culturais, saúde, etc) e até outros aspectos de natureza física complementar como alguns aspectos mecânicos ou, levado ao limite, a envolvente paisagística dos locais de acidente.

É que os acidentes - e é só ver o telejornal - são inputados quase exclusivamente ao excesso de velocidade ou à velocidade excessiva. Ora, não seria preciso estudar afincadamente as leis da Física, para determinar objectivamente que um corpo em movimento tem muito mais probabilidades de se estampar contra outro, do que se estivesse parado ou quase parado.

O problema é que o legislador, no momento de fazer publicar uma nova lei, prefere quase sempre atender ao senso comum público (o que é veículado nas notícias, geralmente) do que à opinião balizada dos especialistas.

Não há referendos para regras de trânsito.

O que gostava de ver era um estudo estatístico dos acidentes que compreendesse, ao longo de um período de tempo, as marcas, modelos e versões dos automóveis envolvidos, cruzar esses dados com os dados com as da IPO (caso existam) e com um cronograma da introdução de melhoramentos de segurança activa e passiva na produção automóvel, cruzar tudo com o histórico dos seguros dos condutores e analisar o estado de saúde, as condições profissionais, económicas e sociais dos mesmos. Se e quando possível introduzir ainda variáveis subjectivas, baseados em estudos o mais credíveis possíveis, sobre aspectos psicológicos como a opinião que o condutor tem sobre o carro que conduz, da sua aptidão para conduzir e se - não tão irrelevante como parece - se o carro é dele...

Penso que, depois de analisar TODAS as variáveis, mesmo as aparentemente mais irrelevantes, poderíamos inferir com segurança que o "excesso de velocidade" ou a "velocidade excessiva" são apenas um dos factores que causam acidentes...

Já saí da estrada (sem consequências) por mero aborrecimento com a paisagem numa viagem longa (demais) e já bati inadvertidamente contra o carro da frente (a 50 km/h) por estar furioso com um problema de trabalho. Em nenhum dos casos, por mera casualidade cósmica, houveram consequências de maior... mas estes acidentes podiam ter ocorrido em estrada aberta, a outras velocidades... e aí a culpa não poderia ser da velocidade.

Devo dizer, para terminar a longa missiva, que (já) não sou grande adepto das velocidades. Dentro da minha cabeça, a cada instante de condução, processam-se demasiadas variáveis que me forçam a baixar em muitos metros por segundo o ritmo.

Sou suficientemente bem formado, informado e educado para pensar no estado geral da mecânica, dos pneus, dos travões, no meu estado físico e psíquico e do nível de ocupação da via adequando sempre a minha presença automobilística ao meio físico (estado da via, tipo de piso, inclinação, etc), às condições climatéricas e a outros factores exógenos à condução (custo dos combustíveis, multas, etc)...

Análise muito interessante, mas não percebi qual é o problema [;)]

Existem dúvidas que a velocidade ou o alcóol são das principais causas de morte em acidentes rodoviários ?

E que as distracções são das principais causas de acidentes ?

Será que devo avaliar os acidentes devem ser avaliados pela posição social ou socio-economica das pessoas, ou pelo carro que conduzem. Existem sem dúvidas relações, como por exemplo os jovens envolvem-se mais em acidentes e em acidentes mais graves. Mas devemos concluir o quê, que são mais irresponsáveis, que tiveram pior ensino de condução, que são menos cívicos ? (Bom agora está na hora de "fugir" [:D])
 
Estou baralhado com este novo formato do fórum ..
Como este tópico acabou de "desaparecer" será que de facto aqui é o local mais adequado para ele ? :sh)

Road-book
Para discutirmos as peripécias que enfrentamos nas nossas estradas.

É só para perceber as regras ? [;)]
 
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