Pelo que tenho lido, insere-se num programa semelhante ao da Ferrari e McLaren de criaturas super-exclusivas para pessoas com mais dinheiro que bom senso (ou melhor, gosto). Já nos deram coisas dúbias como o SP12 EC e o x-1.
E assim consegue-se justificar a exuberância.
Isto faz os Mansory parecerem meninos de coro.[

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Mais dificil poderá ser justificar 3 milhões de Euros por um Aventador com anabolizantes.
Não deixa de ser curioso como a Lambo foi bastante criticada quando apresentou o retro Miura concept, já que não se enquadrava em nada do ADN Lambo.
Mas agora vão ao outro extremo da escala, com igual coro de criticas, pois de Lambo isto também acaba por ter pouco.
Dificilmente será considerado um bom exemplo da escola de estilo italiana. Adivinha-se algo com contornos de Aventador por baixo dos "adereços", mas dificilmente conseguimos ver o melhor "traço" italiano neste Veneno.
Falta sofisticação e finesse.
É como se a Lambo estivesse a contornar um caderno de regulamentos de uma competição que não existe para obter menos um centésimo de segundo por volta.
Onde está o estilo, as superfícies ou a escultura que marcaram todos os grandes Lambos nos últimos 50 anos?
Depois deste climax do "extreme design", espero que o caminho que os designers da Lambo contemplem seja um que diga menos é mais.