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Se não estivesse satisfeito e bastante tranquilo com certeza que deixaria ver onde as propostas iam acabar. Um grande problema é que todas, ou quase todas, eram para o estrangeiro e para locais pouco agradáveis. Ossos do ofício no sector onde estou. [:D]
Menino, pá! E o espírito aventureiro?[:D]
 
Se não estivesse satisfeito e bastante tranquilo com certeza que deixaria ver onde as propostas iam acabar. Um grande problema é que todas, ou quase todas, eram para o estrangeiro e para locais pouco agradáveis. Ossos do ofício no sector onde estou. [:D]

ser mineiro é lixado.
 
Se não estivesse satisfeito e bastante tranquilo com certeza que deixaria ver onde as propostas iam acabar. Um grande problema é que todas, ou quase todas, eram para o estrangeiro e para locais pouco agradáveis. Ossos do ofício no sector onde estou. [:D]

Eu também estou satisfeito, mas oiço sempre o que têm para me propor. Uma conversa não mata ninguém e pode sair dali uma oportunidade ainda melhor do que a que tens actualmente. E depois serve para te manteres a par do mercado e perceber se estás a ser bem ou mal tratado. [;)]

Por exemplo, tive aqui há 2 anos um processo que gostei muito na Google. Acabei por não ficar, mas todo o processo - 3 entrevistas por telefone e 5 presenciais (numa única tarde), todas de 1 hora, deu-me um traquejo e experiência brutal. A partir daí todas as entrevistas me pareceram "para meninos". [:D]

PS: E sim, as condições de trabalho são mesmo como se vê nos vídeos. Pessoal a trabalhar com os cães ao lado no open space, salas de reuniões nos sítios mais invulgares, um escorrega gigante para passar do primeiro piso para o bar. [br:)]
 
Última edição:
Há poucos dias fui a uma reunião com um headhunter que veio via linkedin. Todas as empresas de recrutamento usam muito a ferramenta, tal como RH ou quando alguém contrata, nem que seja para ver o perfil, percurso e network.
O negócio de recrutamento e executive Search está a mudar muito e rápido.
Aconselho a todos a actualizarem o perfil e darem atenção ao linkedin, tanto ou mais que um bom CV
 
Eu também estou satisfeito, mas oiço sempre o que têm para me propor. Uma conversa não mata ninguém e pode sair dali uma oportunidade ainda melhor do que a que tens actualmente. E depois serve para te manteres a par do mercado e perceber se estás a ser bem ou mal tratado. [;)]

Por exemplo, tive aqui há 2 anos um processo que gostei muito na Google. Acabei por não ficar, mas todo o processo - 3 entrevistas por telefone e 5 presenciais (numa única tarde), todas de 1 hora, deu-me um traquejo e experiência brutal. A partir daí todas as entrevistas me pareceram "para meninos". [:D]

PS: E sim, as condições de trabalho são mesmo como se vê nos vídeos. Pessoal a trabalhar com os cães ao lado no open space, salas de reuniões nos sítios mais invulgares, um escorrega gigante para passar do primeiro piso para o bar. [br:)]
nos States ou na Suíça?
Se uma empresa como a Google não tivesse processos de recrutamento decentes, qual teria?
 
Há poucos dias fui a uma reunião com um headhunter que veio via linkedin. Todas as empresas de recrutamento usam muito a ferramenta, tal como RH ou quando alguém contrata, nem que seja para ver o perfil, percurso e network.
O negócio de recrutamento e executive Search está a mudar muito e rápido.
Aconselho a todos a actualizarem o perfil e darem atenção ao linkedin, tanto ou mais que um bom CV

Ao nível de ferramenta utilizada para R&S e/ou a nível de mercado alvo por parte do recrutamento?, não haverá relativa distância entre ambos?
 
nos States ou na Suíça?
Se uma empresa como a Google não tivesse processos de recrutamento decentes, qual teria?

Zurich, mas 3 das entrevistas "presenciais" na verdade foram videoconferências para a califórnia. As entrevistas foram das 16h ás 21h, para dar tempo ao pessoal da califórnia de acordar. [:D]

O processo (que começou precisamente com um tipo dos RH a contactar-me pelo linkedin) está muito bem desenhado, mas eu falava mesmo da dificuldade das entrevistas (suei a bem suar). Não há cá shit talking - dão-te um quadro branco, uma caneta para as mãos e "resolve-me este problema, agora aquele,...", e tanto tens entrevistas puramente técnicas e muito específicas, como a seguir levas com aqueles problemas de matemática discreta que não lembram ao menino jesus.

Eu não entrei porque 1 dos 8 tipos que me entrevistaram disse que não, e ali só entras se for unânime, ou seja, se todos que te entrevistarem disserem que sim.
 
Ao nível de ferramenta utilizada para R&S e/ou a nível de mercado alvo por parte do recrutamento?, não haverá relativa distância entre ambos?

Pelo que vejo, e principalmente na europa, o research é tipicamente feito por headhunters (tipos que ganham comissão por referenciar), e há muitos headhunters focados em áreas específicas. Esses praticamente "vivem" do linkedin.

As empresas já começaram a perceber que se querem gente boa e especializada, tem que ir à procura, e não esperar que eles venham preencher o formulário ultra-complicado que tem na página deles, isto se conseguirem sequer encontrar o anúncio da vaga no meio de centenas ou milhares de vagas.

Agora, obviamente que tudo depende do mercado, e da oferta/procura.
 
Pelo que vejo, e principalmente na europa, o research é tipicamente feito por headhunters (tipos que ganham comissão por referenciar), e há muitos headhunters focados em áreas específicas. Esses praticamente "vivem" do linkedin.

As empresas já começaram a perceber que se querem gente boa e especializada, tem que ir à procura, e não esperar que eles venham preencher o formulário ultra-complicado que tem na página deles, isto se conseguirem sequer encontrar o anúncio da vaga no meio de centenas ou milhares de vagas.

Agora, obviamente que tudo depende do mercado, e da oferta/procura.

Num cenário em que a localização do posto de trabalho é diferente do comum mas que opera um nível de crescimento contínuo e tal é reconhecido por parte de alguma massa técnica o que pode fazer determinada ferramenta de R&S para incentivar a ida para tal mercado e/ou localização?

Não creio que haja dificuldade de focar determinada área ou função por parte de um quadro técnico a questão é a saturação em determinado mercado em oposição a outro.
 
Num cenário em que a localização do posto de trabalho é diferente do comum mas que opera um nível de crescimento contínuo e tal é reconhecido por parte de alguma massa técnica o que pode fazer determinada ferramenta de R&S para incentivar a ida para tal mercado e/ou localização?

Não creio que haja dificuldade de focar determinada área ou função por parte de um quadro técnico a questão é a saturação em determinado mercado em oposição a outro.

Ajuda no profilling (competências), ajuda na comunicação (directa, sem intermediários) e eventualmente até na identificação de perfis mais específicos (ex: não só especializados numa determinada área, mas que já trabalharam em vários países, ou numa determinada organização com uma cultura semelhante, etc...). Em último caso permite até identificar logo candidatos que conheçam alguém na tua organização e que podem ser referenciados e/ou apoiados por essas pessoas na integração.

*EDIT
Depois tens ainda o benefício de olhar para o mercado do ponto de vista global. Se queres um especialista em batatas, tens à mesma distância todos os especialistas em batatas que existem, independentemente de estarem em Trancoso ou em pyongyang.
 
Última edição:
Ajuda no profilling (competências), ajuda na comunicação (directa, sem intermediários) e eventualmente até na identificação de perfis mais específicos (ex: não só especializados numa determinada área, mas que já trabalharam em vários países, ou numa determinada organização com uma cultura semelhante, etc...). Em último caso permite até identificar logo candidatos que conheçam alguém na tua organização e que podem ser referenciados e/ou apoiados por essas pessoas.

Certo, ou seja penso que a questão seja a divulgação e consciencialização de que decorre uma modificação de indicação de alteração de mercado(s) que absorvem determinada quantidade de quadro(s) intermédios e de topo em que a oferta monetária superior é a face mais visível dessa alteração de força entre mercados concorrentes.
 
Aquela parte do "as pessoas também viram" é o quê exactamente?

São perfis com pontos comuns ao teu visto pelas pessoas da tua rede.

"This box shows some of the other profiles that viewers of a LinkedIn profile have also looked at. You may see it on your own profile or on someone else's profile.

The information in the People Also Viewed feature doesn't reveal any individual's browsing history, including your own. If the profiles listed in the box are the same as profiles you've viewed, that’s just a coincidence.


If one of your goals on LinkedIn is to increase your visibility, this feature can significantly increase the likelihood that your profile will be discovered and viewed by other members. However, you also have the option to remove the box from your profile."
 
Boa tarde. Eu só actualizei decentemente o meu perfil a semana passada. Eu sei que sou pré-histórico. :sh)

Mas digam-me lá uma coisa, por favor: como é que é o conceito disto para solicitar "amizade" ou aceitar pedidos? Eu estou habituado ao conceito do Facebook, onde só aceito amigos ou pessoas próximas. Não meto lá toda a gente. E no LinkedIn? É quanto mais, melhor? Um exemplo, aparecem-me inúmeros professores de faculdade. Eu conheço-os, certamente eles não me conhecem a mim. Devo solicitar-lhes "amizade"? Fica mal? Outra situação: recebo muitos convites para amizade de pessoas que eu não conheço, mas que vejo no perfil delas que ou são da área de HR ou têm ligações com pessoas que trabalham comigo. É para aceitar sempre?

De uma forma genérica a dúvida é: quem deve fazer parte da minha network? Apenas pessoas que conheço pessoalmente e com quem me relaciono? Pessoas com quem me relacionei no passado? Desconhecidos, mas que possam indirectamente ter alguma ligação comigo? Ou todos e quantos mais melhor?
 
Última edição:
Boa tarde. Eu só actualizei decentemente o meu perfil a semana passada. Eu sei que sou pré-histórico. :sh)

Mas digam-me lá uma coisa, por favor: como é que é o conceito disto para solicitar "amizade" ou aceitar pedidos? Eu estou habituado ao conceito do Facebook, onde só aceito amigos ou pessoas próximas. Não meto lá toda a gente. E no LinkedIn? É quanto mais, melhor? Um exemplo, aparecem-me inúmeros professores de faculdade. Eu conheço-os, certamente eles não me conhecem a mim. Devo solicitar-lhes "amizade"? Fica mal? Outra situação: recebo muitos convites para amizade de pessoas que eu não conheço, mas que vejo no perfil delas que ou são da área de HR ou têm ligações com pessoas que trabalham comigo. É para aceitar sempre?

De uma forma genérica a dúvida é: quem deve fazer parte da minha network? Apenas pessoas que conheço pessoalmente e com quem me relaciono? Pessoas com quem me relacionei no passado? Desconhecidos, mas que possam indirectamente ter alguma ligação comigo? Ou todos e quantos mais melhor?

TODAAGENTEAOMOLHE!!! Sobretudo: "desconhecidos" que trabalhem na tua área e em empresas concorrentes (no caso de já estares empregado) e "amigos (as)" do departamento de RH, nomeadamente de empresas de recrutamento...
 
Estou mais virado de limitar um pouco, como diz o PDCouto. Até porque o aceitar tudo e convidar tudo pode dar sempre a ideia de algum desespero. [:D]

Bom link, obrigado. [;)]
 
Estou mais virado de limitar um pouco, como diz o PDCouto. Até porque o aceitar tudo e convidar tudo pode dar sempre a ideia de algum desespero. [:D]

Bom link, obrigado. [;)]

A ideia LinkedIn é dares a conhecer as tuas competências a potênciais empregadores. Se tu adicionares só pessoas que já conheces, diz-me lá por favor qual é o valor de teres LI...? É zero.

Se as pessoas já te conhecem, devem saber à partida o teu valor e as tuas competências correto?


Não achas que faz mais sentido um empregador que ande à procura do tipo certo para um determinado cargo poder ter-te na rede de contactos dele, analisar o teu perfil, e poder falar contigo? Se só aceitas quem conheces não precisas de ter LI.
 
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