Livros - O que andam a ler?

Pouca gente sabe que o filme o padrinho, considerado por muitos como o melhor filme de todos os tempos, foi baseado num livro, o livro na sua época teve um sucesso imenso, que no entanto foi superado pelo sucesso ainda maior do filme. (By the way, ontem estive a ver o filme, e de facto é muito bom)
desculpem a minha ignorancia, mas sobre que é este filme? nunca vi, e nao sei do que se trata... so sei o titulo (O Padrinho), podem resumir aqui um pouco a historia sff?
 
desculpem a minha ignorancia, mas sobre que é este filme? nunca vi, e nao sei do que se trata... so sei o titulo (O Padrinho), podem resumir aqui um pouco a historia sff?

BLASFÉMIA.....LOOOOL

Em primeiro lugar....
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Godfather

Depois, narra a história de uma família de gangsters (Corleone), e das suas tradições, e de como se envolvem numa guerra entre as famílias de gansters nova iorquinas, a queda e ascenção da família no mundo do crime, e sobretudo a forma como é feita o culto do líder da família. Maron Brando que interpretou Don Corleone, esmerou-se, fez uma persoagem mítica e fantástica, que ainda hoje perdura. Não é à toa que quando hoje em dia se tenta imitar um gangster a falar,s e fala com uma voz mais rouca, e tenta-se por as bochechas mais descaídas e um sotaque italiano. Se não viste, vale a pena ver.
 
Última edição:
Ontem acabei a Filha do Capitão do José Rodrigues dos Santos.

Gostei bastante.

Hoje irei iniciar Os Retornados de Júlio Magalhães

Sinopse
Outubro, 1975. Quando o avião levantou voo deixando para trás a baía de Luanda, Carlos Jorge tentou a todo o custo controlar a emoção. Em Angola deixava um pedaço de terra e de vida. Acompanhado pela mulher e filhos, partia rumo ao desconhecido. A uma pátria que não era a sua. Joana não ficou indiferente ao drama dos passageiros que sobrelotavam o voo 233. O mais difícil da sua carreira como hospedeira. No meio de tanta tristeza, Joana não conseguia esquecer o olhar firme e decidido de Carlos Jorge. Não percebia porquê, mas aquele homem perturbava-a profundamente. Despertava-a para a dura realidade da descolonização portuguesa e para um novo sentimento que só viria a ser desvendado vinte anos mais tarde. Foram milhares os portugueses que entre 1974 e 1975 fizeram a maior ponte área de que há memória em Portugal. Em Angola, a luta pelo poder dos movimentos independentistas espalhou o terror e a morte por um país outrora considerado a jóia do império português. Naquela espiral de violência, não havia outra solução senão abandonar tudo: emprego, casa, terras, fábricas e amigos de uma vida.
 
Ando a ler O Jogador do Dostoievsky.

Já desisti de ler Dostoievsky, parece que salta partes da estória, a verdade é que é uma tradução antiga, talvez não seja tão apelativo de ler, mas tentei ler o jogador e o eterno marido e.... foi para esquecer, a minha poítica quanto a livros é de que quando não se está a gostar e chegamos a partes do livro em que não entendemos nada, mais vale encostar o livr à box e mais tarde voltar para ele.

Na mesma onda foi o Gabriel García marquez, comprei o 100 anos de solidão e na página 50 e com a árvore genealógica ao lado estava quase na mesma, além da parte demasiado fantasiosa da escrita deste livro. Pode ser que um dia retome estes dois autores.
 
Já não lia à muito tempo, além de um ou outro esporadico e pequenos..

Agora nesta semana de ferias, li o "Cronica de uma morte anunciada" e estou a ler "Amor em tempos de colera" ambos de G. Garcia Marques

Sempre muito bom ele.

Tenho aqui os proximos: há muito tempo ali parados:

- A irmandade do Santo sudario
- como água para chocolate
- O segredo do 13º Apostolo

E ainda tenho por ali mais perdidos
 
Ando a ler O Jogador do Dostoievsky.
Gostei muito do livro!apr:)

Muito light, com um humor muito próprio.[;)]

Já desisti de ler Dostoievsky, parece que salta partes da estória, a verdade é que é uma tradução antiga, talvez não seja tão apelativo de ler, mas tentei ler o jogador e o eterno marido e.... foi para esquecer, a minha poítica quanto a livros é de que quando não se está a gostar e chegamos a partes do livro em que não entendemos nada, mais vale encostar o livr à box e mais tarde voltar para ele.

Na mesma onda foi o Gabriel García marquez, comprei o 100 anos de solidão e na página 50 e com a árvore genealógica ao lado estava quase na mesma, além da parte demasiado fantasiosa da escrita deste livro. Pode ser que um dia retome estes dois autores.
Achei o livro simples, a história pareceu-me completa.[:p]

Mas, de resto, devo confessar que li o "100 anos" com algum esforço... Há partes complicadas de perceber...
 
Já desisti de ler Dostoievsky, parece que salta partes da estória, a verdade é que é uma tradução antiga, talvez não seja tão apelativo de ler, mas tentei ler o jogador e o eterno marido e.... foi para esquecer, a minha poítica quanto a livros é de que quando não se está a gostar e chegamos a partes do livro em que não entendemos nada, mais vale encostar o livr à box e mais tarde voltar para ele.

Na mesma onda foi o Gabriel García marquez, comprei o 100 anos de solidão e na página 50 e com a árvore genealógica ao lado estava quase na mesma, além da parte demasiado fantasiosa da escrita deste livro. Pode ser que um dia retome estes dois autores.

Adoro o Garcia Marquez. É dos meus autores favoritos. Experimenta ler o Amor em tempos de cólera e o Ninguém escreve ao coronel, são muito bons e acho que vais mudar de opinião. É que os 100 anos não são, de facto, o melhor para se começar.[;)]
Gostei muito do livro!apr:)

Muito light, com um humor muito próprio.[;)]

Achei o livro simples, a história pareceu-me completa.[:p]

Mas, de resto, devo confessar que li o "100 anos" com algum esforço... Há partes complicadas de perceber...

Também estou a gostar. Nunca tinha lido nada do amigo Fiodor e estou agradávelmente surpreendida.

Anteriormente li o Travessuras da menina má, do Vargas Llosa e também adorei.
 
O Padrinho - Mario Puzo

Provavelmente uma das raras situações em que o livro não chega aos calcanhares do filme, o qual é (o livro) quase medíocre.

E se estiveres a ler a edição da revista Sábado... é preciso alguma coragem para aturar aquele nojo de tradução. Entre o português e o brasileiro.

Eu tenho que ir à Fnac comprar este: "Irmãos – A História Oculta dos Anos Kennedy"

http://www.fnac.pt/pt/Catalog/Detai...y=politicaInternacional&product=9789724618081
 
Última edição:
li o "sétimo selo" de José Rodrigues dos Santos gostei mas não adorei embora como seja hábito nestes últimos livros dele nos alerte para a crise energética e estou a ler "A casa quieta" de Rodrigo Guesdes de Carvalho uma escrita completamente diferente do anterior autor.
 
Já me disseram muito bem dela. É um quase um sacrilégio eu, que adoro policiais, nunca ter lido nada desta minha homónima. Imperdoável, de facto. Mas está na minha lista.

Olá Patrícia.

Se estiveres a pensar em comprar um livro da autora, aconselho o Post-Mortem, em primeiro lugar. Depois é sempre a desembolsar[:D]


Verás que não te arrependes
 
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