Livros - O que andam a ler?

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Livro interessante!

E por vezes impreciso, pelo que já aqui me disseram.
 
Ora bem vinda ao fabuloso mundo de Murakami[:D]

Agora lê o "Dança, Dança, Dança" que é a continuação desse, e bem melhor, na minha opinião. Vais ver que rapidamente te habituas ao surreal belo do Murakami.[;)]

Sem dúvida. O "Dança, Dança, Dança" é o meu livro preferido do Murakami. Infelizmente, li os dois na ordem errada :)

Neste fim de semana, comecei a ler este, paralelamente ao "Uma aventura até Sul":

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Última edição:
Ora bem vinda ao fabuloso mundo de Murakami[:D]

Agora lê o "Dança, Dança, Dança" que é a continuação desse, e bem melhor, na minha opinião. Vais ver que rapidamente te habituas ao surreal belo do Murakami.[;)]

Oh céus!! É esse o bem que me desejas?? [:D]

A verdade é que estava de férias e lia mais na praia e nessas alturas é fácil desconcentrar e talvez não tenha ajudado a perceber esse "mundo".
Estou a lê-lo como quem lê um romance e não como um livro de história. No entanto, tirando ser um bocado propagandista não me parece ter grandes imprecisões. Mencionaram alguma coisa em especial?

Eu também o li sob essa perspectiva e gostei.

Já não me recordo em que tópico foi falado mas não me recordo de terem apontado algo em particular.
 
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Tendo em conta as regras do fórum o ideal seria dizer apenas que é muito...... interessante!!!
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É pornografia pura. Em cada página lê-se, vive-se sexo. Neste livro as mulheres não são retratadas da melhor forma e parece que Paris é um viveiro de senhoras com comichão na patareca que andam sempre em busca de alguém, não interessa bem quem, para a coçar. O próprio personagem principal é manifestamente machista e como tal algumas mulheres poderão não achar piada nenhuma ao livro. Apesar de não ter propriamente uma história como fio condutor, acabamos por perceber a personalidade das personagens através do sexo, que as faz quebrar e testar os seus próprios limites. A linguagem é violenta, crua, porca, sem deixar no entanto de nos mostrar a realidade por vezes amarga que fica no final de cada "interacção".

Aconselha-se alguma discrição na leitura deste livro pois pode provocar sintomas físicos.
 
Enquanto não é editado mais algum livro do Daniel Silva (já li todos), tendo o escritor da série Millenniun (Stieg Larsson) falecido e não poder haver mais livros, O Senhor dos Aneis foi lido algum tempo, os do Dan Brown, José Rodrigo dos Santos, Clive Cussler, Brad Thor e Carlos Zafron também, ando a ler este livro, muito na onda da espionagem:

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pensava que só eu é que tinha lido Cussler. Os dois livros que li, ficaram um pouco áquem das espectativas.

Stieg Larsson, o primeiro livro também me deixou com alguma água na boca. É um excelente livro e gostei, mas face ao que tinha lido sobre ele, ficou um ou dois furos a baixo. Só estou à espera que apareça os restantes dois volumes em versão "bolso" para comprar e ler.

Enquanto espero, aproveitei o tablet para ler digitalmente Volta ao mundo em 80 dias em inglês, ensaio sobre a cegueira, intermitencias da morte, codigo da vinci(livro editado brasileiro mas estranhamente em portugues de portugal. mostrou ser um pouco estranho já que tem partes de história diferentes) e agora na loucura, o conde de monte cristo(pela 3ª vez lol)
 
Por acaso acabei de ler o livro de praia. Um mês e meio para ler um livro de praia é sinal que o tempo não tem ajudado muito. [s)]

E ao acabar reparei que o titulo é 5 Semanas em Balão do Júlio Verne e não Viagem de Balão. :sh)
 
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Tendo em conta as regras do fórum o ideal seria dizer apenas que é muito...... interessante!!!
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É pornografia pura. Em cada página lê-se, vive-se sexo. Neste livro as mulheres não são retratadas da melhor forma e parece que Paris é um viveiro de senhoras com comichão na patareca que andam sempre em busca de alguém, não interessa bem quem, para a coçar. O próprio personagem principal é manifestamente machista e como tal algumas mulheres poderão não achar piada nenhuma ao livro. Apesar de não ter propriamente uma história como fio condutor, acabamos por perceber a personalidade das personagens através do sexo, que as faz quebrar e testar os seus próprios limites. A linguagem é violenta, crua, porca, sem deixar no entanto de nos mostrar a realidade por vezes amarga que fica no final de cada "interacção".

Aconselha-se alguma discrição na leitura deste livro pois pode provocar sintomas físicos.

Nada de novo, portanto. Já o "Sexus" e em menor escala o "Plexus" eram assim, e ainda nem peguei nos dois Trópicos que estão ali à espera que lhes pegue.

Em relação ao machismo, há que contextualizar isso na época em que o livro foi escrito, anos 30/40 e também perceber que Henry Miller não era um escritor, era um debitador de pensamentos e sentimentos, escrevia muito com o coração e pouco com a cabeça, muito à margem do seu tempo e sem quaisquer preocupações a esse nível (assim como o Kerouac). São livros que têm de ser lidos com mente muito aberta e condescendente para não nos escandalizarmos. Um escritor brilhante.
 
Enquanto não é editado mais algum livro do Daniel Silva (já li todos), tendo o escritor da série Millenniun (Stieg Larsson) falecido e não poder haver mais livros, O Senhor dos Aneis foi lido algum tempo, os do Dan Brown, José Rodrigo dos Santos, Clive Cussler, Brad Thor e Carlos Zafron também, ando a ler este livro, muito na onda da espionagem:

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Provavelmente o livro mais fraco do Follett.

Por falar nele, acabei ontem o épico "A Queda dos Gigantes", retrato fiel da I Guerra Mundial com alguma ficção à mistura e que acaba por ser extremamente didáctico para quem pouco saiba acerca dessa guerra, e do que a provocou. Não é um livro à altura de "Mundo Sem Fim" ou "Pilares da Terra" mas também não era suposto ser. Recomendo.
 
Provavelmente o livro mais fraco do Follett.

Por falar nele, acabei ontem o épico "A Queda dos Gigantes", retrato fiel da I Guerra Mundial com alguma ficção à mistura e que acaba por ser extremamente didáctico para quem pouco saiba acerca dessa guerra, e do que a provocou. Não é um livro à altura de "Mundo Sem Fim" ou "Pilares da Terra" mas também não era suposto ser. Recomendo.

Também já li "A queda dos gigantes" e não sei se será melhor que "Os Pilares da Terra" (ainda não li o "mundo sem fim"). É que "A queda.." é o primeiro de três livros que pretendem percorrer todo o século XX. Só depois de ler a trilogia é que poderei tomar uma decisao dessas :D
 
Também já li "A queda dos gigantes" e não sei se será melhor que "Os Pilares da Terra" (ainda não li o "mundo sem fim"). É que "A queda.." é o primeiro de três livros que pretendem percorrer todo o século XX. Só depois de ler a trilogia é que poderei tomar uma decisao dessas :D

Eu sou um bocado ET nisto porque gostei mais do "Mundo Sem Fim" do que dos "Pilares da Terra" e é inevitável fazer a comparação com "A Queda dos Gigantes" apenas devido à dimensão da obra. Penso que este último (bem como os dois que faltam sair) está à partida limitado por Follett ter de reescrever a história do séc. XX numa trilogia, com as suas palavras e personagens mas sempre baseado no que aconteceu, enquanto que os anteriores eram pura ficção onde o autor podia dar largas à sua imaginação sem comprometer a credibilidade das histórias.

Seja como for, e pegando na tua última frase, só em 2014 poderemos fazer o balanço final da trilogia.[;)]
 
Nada de novo, portanto. Já o "Sexus" e em menor escala o "Plexus" eram assim, e ainda nem peguei nos dois Trópicos que estão ali à espera que lhes pegue.

Em relação ao machismo, há que contextualizar isso na época em que o livro foi escrito, anos 30/40 e também perceber que Henry Miller não era um escritor, era um debitador de pensamentos e sentimentos, escrevia muito com o coração e pouco com a cabeça, muito à margem do seu tempo e sem quaisquer preocupações a esse nível (assim como o Kerouac). São livros que têm de ser lidos com mente muito aberta e condescendente para não nos escandalizarmos. Um escritor brilhante.

Não era nada que não esperasse. Já li a trilogia e um dos Trópicos (de Capricórnio, salvo erro) e achei que este foi o mais pornográfico e explícito de todos. Ou seja, gostei! [:D]

Segue-se agora algo completamente diferente, com "O Remorso De Baltazar Serapião" de Valter Hugo Mãe.
 
Eu quando li o Trópico de Capricórnio cheguei a pensar várias vezes se não seria possível alguém que estivesse perto poder ler os meus pensamentos! [:)]
 
Acabei de ler "A Capital" de Eça de Queirós, gostei e recomendo acho que a seguir vou para as Cartas de Fradique Mences...

P.S: volvidos alguns ano, voltei a requisitar livros na Biblioteca Municipal Raúl Brandão, em Guimarães: podia ter livros mais recentes mas ainda lá tem muitos que já estão em lista de espera.
 
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