Por acaso neste momento estou com um dilema qto ao metodo de fazer a barba.
Até uns 5 anos atrás fazia de lamina gillete, não me perguntem pela referencia, mas era da gama média. Cortava-me todo, excusado será dizer.
O meu irmão entre tanto tinha comprado uma maquina da philips, das mais basicas e experimentei. Apercebi-me q era uma boa opção, mas na zona do pescoço era pra esquecer.
Passados uns tempos optei por uma Braun, as tais q têm a grelha. Tem a vantagem de aparar mais facilmente a zona do pescoço e nem precisava de dar retoques com o gillete, como o meu irmão habitualmente faz com a sua philips. Claro está, q não cortava tão bem como uma lamina, mas como não me cortava praticamente e a pele andava mto menos irritada, lá ia fazendo todos os dias de trabalho pra nadar bem barbeado.
Há pouco tempo atrás e já passados quase 5 anos, a maquina começou a trabalhar como se a energia viesse da bateria, mesmo qdo ligada a electricidade, o q lhe confere um trabalhar diferente, mais lento e torna as coisas mais complicadas.
Como andava algo insatisfeito com o corte não tão apurado da maquina e ainda pra mais a trabalhar "à meio gás", optei por comprar umas laminas da wilkinson q têm 4 laminas e com a tal protecção, q deu a fama a esta marca. Corto-me pouco, de facto é bem melhor q as lamina convencionais, mas qdo chego ao fim da semana a minha pele começa a ficar irritada e apercebo-me q a maquina não cortava assim tão mal.
Então agora meti na cabeça de comprar novamente outra maquina de barbear e alternar os sistemas como bem me apetecer. As hipoteses voltam a ser as mesmas, um philips q não corta bem no pescoço e dando o beneficio da duvida as q têm as cabeças adaptativas, coisa q a do meu irmão com 7 anos (+ ou -) não faz. Ou outra Braun, cuja manutenção deu mais despesa q a philips, aquelas grelhas com o tempo fracturam e com 5 anos apresentou um problema q nem sei se tem reparação.
Se desse pra experimentar em casa...