Matrícula GPL

- Apenas por um interesse estetico? O teu trabalho envolve alguma coisa com carros? Não deves mesmo pescar o porque de existir matricula à frente
Os americanos devem partilhar o alheamento da actividade piscatória, pois não têm essa obrigação.[;)]

Que eu saiba essa obrigação é apenas por 1 ano. Findo esse prazo pode-se "comprar" uma matricula da epoca. Tem custos? Sim. Mas o problema está no valor desses custos.
Se é assim, é porque não há qualquer razão séria para que isso aconteça. Mais uma vez, é chulice pura![:p]

Pessoalmente, até nem me faz qualquer confusão. O carro é matriculado em determinada altura, tem a matrícula que qualquer outro carro teria (e obedecendo às mesmas regras). Neste caso, a discriminação é o contrário.[;)]
 
Eu encontrei esta informação no nosso forum há 3 anos, não tenho a certeza se corresponde à realidade. Fiz uma breve pesquisa e não encontrei informação. No entanto, acreditei que pudesse ser verdade.

Dou a mão à palmatória, não encontrei nada que confirmasse essa informação.
 
Mais um a compactuar...

Mas sim, se a alternativa é a proposta, mais vale ficarem quietos![:p]

Após a leitura das tuas participações, surgiu-me uma dúvida. Então qual é a tua proposta?

O GPL têm características diferentes dos outros combustíveis, por isso usufrui de particularidades legais diferenciadas.

Estar a reduzi-lo à igualdade com os os demais combustíveis, não estaríamos a colocar em risco a sociedade?

O que se sucede actualmente são vários utilizadores deste combustível removerem o dístico antes de entrarem nos parques subterrâneos, até hoje ainda não houve nenhum acidente, mas caso haja serão imputados criminalmente pela sua acção, além de terem colocado em risco vidas alheias.

Não estou ao corrente dos parâmetros todos da lei, mas também concordo com a criação de um parágrafo, onde permita parques subterrâneos com os devidos condicionalismos técnicos aceitarem automóveis GPL.

A situação actual não é boa, existem muitos utilizadores que simplesmente se "esquecem" do dístico em casa e exercem uma utilização normal do seu automóvel GPL.

Se tu me mostrares através de documentos técnicos que o GPL não oferece riscos de maior comparando com os outros combustíveis, poderei reformular a minha opinião. Agora, enquanto for sustentado na legislação do vizinho, não penso muito nisso...
 
Após a leitura das tuas participações, surgiu-me uma dúvida. Então qual é a tua proposta?
É simples. Que não haja descriminação!

O GPL têm características diferentes dos outros combustíveis, por isso usufrui de particularidades legais diferenciadas.
Todos os combustíveis têm características diferentes entre si. As "particularidades legais diferenciadas" só existem em Portugal e na Bélgica, como vimos.[:p]

Estar a reduzi-lo à igualdade com os os demais combustíveis, não estaríamos a colocar em risco a sociedade?
Se me souberes explicar como...

O que se sucede actualmente são vários utilizadores deste combustível removerem o dístico antes de entrarem nos parques subterrâneos, até hoje ainda não houve nenhum acidente, mas caso haja serão imputados criminalmente pela sua acção, além de terem colocado em risco vidas alheias..
E quantos acidentes já acontecerem de facto com viaturas movidas a outros combustíveis?

A situação actual não é boa, existem muitos utilizadores que simplesmente se "esquecem" do dístico em casa e exercem uma utilização normal do seu automóvel GPL.
Se o fazem é porque não têm alternativas (e, mais uma vez, isso só acontece nos países que referimos -As Leis da Física, devem alterar-se de forma a acomodar as legislações dos diferentes Estados[:p]
O que não é bom, é que sejam criticados por isso!

Se tu me mostrares através de documentos técnicos que o GPL não oferece riscos de maior comparando com os outros combustíveis, poderei reformular a minha opinião. Agora, enquanto for sustentado na legislação do vizinho, não penso muito nisso...
Alguém te mostrou documentos a demonstrar o contrário?!
Já agora, quem é o vizinho:confused:
 
O que está estipulado na lei, possui uma certa lógica. Se o gás GPL é mais denso que o ar, fica retido ao nível do solo. Logo acresce o risco de explosão caso haja uma fuga, daí a proibição de estacionar em recintos subterrâneos fechados.

Se a lei não está conforme a realidade, então gostava que me dissessem em que pontos.
 
O que está estipulado na lei, possui uma certa lógica. Se o gás GPL é mais denso que o ar, fica retido ao nível do solo. Logo acresce o risco de explosão caso haja uma fuga, daí a proibição de estacionar em recintos subterrâneos fechados.
Já aqui foi referido. O problema é a falta de exigência (e fiscalização) em relação aos estacionamentos subterrâneos (e não só). Tanto, que, volto a referir, as limitações que referes, só existem nos países apontados. O problema é sempre o mesmo neste país. Ninguém assume responsabilidades. Assim, mandam-na para os condutores (como já é hábito). Bastava que a ventilação desses espaços se fizesse em condições para que as características físicas do GPL deixassem de ser determinantes (muitos, nem conseguem manter níveis aceitáveis de CO).

Se a lei não está conforme a realidade, então gostava que me dissessem em que pontos.
Mais uma vez, estás a ver a questão ao contrário. É a própria Lei que se deve justificar nesses pontos.[;)]
 
A mim parece-me totalmente idiota. Não a matricula em si mas o facto de se ter de descriminar que o veículo é um GPL.
Também idiotas, e isto sim é um real entrave à adopção do GPL, são as limitações e regras especiais a que os veículos estão sujeitos, totalmente discriminatório e descabido.

O que se ganha em ter o dístico GPL no carro ou na matrícula?
Certamente não interessa a ninguém saber que o carro à frente é movido a gás...
Quanto às autoridades, essas têm é de ver a documentação do carro onde ai sim, tem de constar essa informação.
Resta a identificação para o caso das limitações, como se não tivesse já visto carros GPL em parques de estacionamento cobertos e como se os responsáveis do parque e os seguranças se importassem com isso...
 
Já aqui foi referido. O problema é a falta de exigência (e fiscalização) em relação aos estacionamentos subterrâneos (e não só). Tanto, que, volto a referir, as limitações que referes, só existem nos países apontados. O problema é sempre o mesmo neste país. Ninguém assume responsabilidades. Assim, mandam-na para os condutores (como já é hábito). Bastava que a ventilação desses espaços se fizesse em condições para que as características físicas do GPL deixassem de ser determinantes (muitos, nem conseguem manter níveis aceitáveis de CO).


Mais uma vez, estás a ver a questão ao contrário. É a própria Lei que se deve justificar nesses pontos.[;)]

Não, o que eu queria que me dissessem. Se o GPL corresponde a um perigo quando não são respeitados determinados factores. Se realmente estacionar um automóvel GPL, este ter uma fuga de gás, o parque subterrâneo possuir uma ventilação insuficiente, se estes factores são os ingredientes especiais para uma fatalidade. Ou então, tudo o que se proclama não passa de profanidades.

Tinha dito algo muito semelhante anteriormente. Até, porque eu não concordo totalmente com esta lei, acho-a insuficiente.

Não estou ao corrente dos parâmetros todos da lei, mas também concordo com a criação de um parágrafo, onde permita parques subterrâneos com os devidos condicionalismos técnicos aceitarem automóveis GPL.
 
Então e se o carro tiver uma fuga de gasolina num parque subterrâneo?

(post repetido pela enésima vez)
 
Então e se o carro tiver uma fuga de gasolina num parque subterrâneo?

(post repetido pela enésima vez)


Para responder a esta pergunta seria necessário analisar qual dos combustíveis apresenta uma maior volatilidade. A partir daí, se pode avançar com previsões. No entanto, penso que a gasolina tem como propriedade ser bastante volátil.
 
Então e se o carro tiver uma fuga de gasolina num parque subterrâneo?

(post repetido pela enésima vez)
Ai explode e rebenta com um bairro inteiro... (Comprovado várias vezes por inúmeros filmes de Hollywood, em filmes tugas não acontece porque o orçamento é menor [:D])

Mas se for um GPL no estacionamento do Colombo é muito pior, implode o Colombo deita o Estádio da Luz abaixo e chega ainda a danificar o Cemitério de Benfica do lado da Pontinha...
Aliás, o que mais temos por aí é notícias de GPL a explodirem a torto e a direito!


ESPRIT, estou contigo.
Aposto que nunca ninguém neste país sequer tentou inferir e quantificar o risco de haver uma fuga de gasolina e de gás num automóvel. Isto deve ter sido um "especialista do governo" que se lembrou que a botija do gás podia rebentar. Já lá vão anos de evolução tecnológica nesta área e o Estado Português continua a transmitir a mensagem de que o GPL é perigoso, por isso tem de ser marcado com um dístico - qual judeu com estrela na segunda grande guerra - e impedido de estacionar.

Se um GPL é perigoso, porque aceitam a tecnologia?
Qual será a probabilidade de acontecer um acidente com fuga de gás num GPL num estacionamento e no dia-a-dia na estrada?
Haja bom senso...
 
O que está estipulado na lei, possui uma certa lógica. Se o gás GPL é mais denso que o ar, fica retido ao nível do solo. Logo acresce o risco de explosão caso haja uma fuga, daí a proibição de estacionar em recintos subterrâneos fechados.

Se a lei não está conforme a realidade, então gostava que me dissessem em que pontos.


a minha opiniao e que a gasolina é mais perigosa que o GPL e porque?, primeiro os depositos de gasolina sao muito mais faceis de furar que um de gpl nao so pela localização mas tambem pelo material de que sao feitos no caso do gpl os depositos tem cerca de 0,5cm de espessura e sao feitos de aço na gasolina muitas vezes (a maioria) sao feitos de plastico nao é um plastico normal, mas é mais facil de furar do que o aço , depois temos a desculpa que o GPl é um gaz que se depoista no solo mas na minha opinião e pela experiencia que tenho é que quando abasteço de gpl e quando tiro a mangueira qq resto de GPl liquido ja que é gas petroleo liquefeito é imediactamente evaporado em contacto com a temperatura ambiente,ou seja duvido que em algum caso chegue a tocar no solo, enquanto que a gasolina fica no chao ate evaporar e demora muito mais tempo . depois temos a historia das valvulas de segurança que penso que na maioria dos carros a gasolina so existe 1 e no caso do gpl ha no minimo 2 e quando ha uma fuga é cortado o gpl e na gasolina se a fuga acontecer pouco antes da zona do motor não ha corte de gasolina para ninguem.
 
a minha opiniao e que a gasolina é mais perigosa que o GPL e porque?, primeiro os depositos de gasolina sao muito mais faceis de furar que um de gpl nao so pela localização mas tambem pelo material de que sao feitos no caso do gpl os depositos tem cerca de 0,5cm de espessura e sao feitos de aço na gasolina muitas vezes (a maioria) sao feitos de plastico nao é um plastico normal, mas é mais facil de furar do que o aço , depois temos a desculpa que o GPl é um gaz que se depoista no solo mas na minha opinião e pela experiencia que tenho é que quando abasteço de gpl e quando tiro a mangueira qq resto de GPl liquido ja que é gas petroleo liquefeito é imediactamente evaporado em contacto com a temperatura ambiente,ou seja duvido que em algum caso chegue a tocar no solo, enquanto que a gasolina fica no chao ate evaporar e demora muito mais tempo . depois temos a historia das valvulas de segurança que penso que na maioria dos carros a gasolina so existe 1 e no caso do gpl ha no minimo 2 e quando ha uma fuga é cortado o gpl e na gasolina se a fuga acontecer pouco antes da zona do motor não ha corte de gasolina para ninguem.
Mais uma vez, convém esclarecer as coisas, ou nunca mais saímos desta discussão. Como o próprio nome indica, o GPL é um gás que se encontra lique feito. Isto é, por questões de ordem prática, é armazenado em estado líquido (caso contrário, a autonomia de um carro a Gás, seria ridícula), mas é um gás à pressão e temperatura normais. Logo, é óbvio que o deixas de ver assim que vaporiza (retorna ao seu estado "normal"). No entanto, e é esse o fundamento da Lei (curioso que mesmo os que a defendem parecem desconhecer isso), é um gás mais denso que o ar, pelo que em caso de fuga, e sem uma suficiente renovação de ar (particularmente, a nível do solo), há o risco de acumulação, o que o torna perigoso, pois qualquer faísca poderá provocar a sua ignição. Quanto à gasolina, não é em estado líquido que arde, pelo que a concentração visível é o mal menor. A diferença é que os vapores da gasolina são mais leves que o ar, tornando mais improvável a sua concentração em doses perigosas. Alguém disse que se o automóvel fosse inventado hoje, não seria comercializado, pois seria considerado demasiado inseguro (não houve especial menção ao GPL [;)]) Parte do problema desta abordagem é que se continua a equipara um depósito de GPL rodoviário a uma vulgar botija de gás, quando estão a anos-luz de distância em termos de segurança. É tão ridículo como a proibição de conversão GPL em fase líquida. Basta que tragas um carro já convertido dessa forma de outro país da U.E. para já estar tudo bem. Lá se vai (mais uma vez) o argumento da segurança.[;)]
 
Mais uma vez, convém esclarecer as coisas, ou nunca mais saímos desta discussão. Como o próprio nome indica, o GPL é um gás que se encontra lique feito. Isto é, por questões de ordem prática, é armazenado em estado líquido (caso contrário, a autonomia de um carro a Gás, seria ridícula), mas é um gás à pressão e temperatura normais. Logo, é óbvio que o deixas de ver assim que vaporiza (retorna ao seu estado "normal"). No entanto, e é esse o fundamento da Lei (curioso que mesmo os que a defendem parecem desconhecer isso), é um gás mais denso que o ar, pelo que em caso de fuga, e sem uma suficiente renovação de ar (particularmente, a nível do solo), há o risco de acumulação, o que o torna perigoso, pois qualquer faísca poderá provocar a sua ignição. Quanto à gasolina, não é em estado líquido que arde, pelo que a concentração visível é o mal menor. A diferença é que os vapores da gasolina são mais leves que o ar, tornando mais improvável a sua concentração em doses perigosas. Alguém disse que se o automóvel fosse inventado hoje, não seria comercializado, pois seria considerado demasiado inseguro (não houve especial menção ao GPL [;)]) Parte do problema desta abordagem é que se continua a equipara um depósito de GPL rodoviário a uma vulgar botija de gás, quando estão a anos-luz de distância em termos de segurança. É tão ridículo como a proibição de conversão GPL em fase líquida. Basta que tragas um carro já convertido dessa forma de outro país da U.E. para já estar tudo bem. Lá se vai (mais uma vez) o argumento da segurança.[;)]

Existem já no mercado, garrafas de gás, que apresentam sistemas de segurança iguais aos dos reservatórios.
 
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