Mazda 3 (2019)

Há uma coisa que parece certa. Os resultados relação CC/potencia/consumos/emissões entre os downsized e estes grandes tecnológicos da Mazda, não darão diferenças apreciáveis na vida real, mas os primeiros serão sempre mais leves e mais baratos de construir.

Quanto á fiabilidade e longevidade é que ainda se está para vêr, mas aí poderá ser onde os da Mazda poderão fazer a diferença. Só que lá está, calculo que em breve o mercado de grande escala já se estará a virar para os elétricos. Calculo que de aqui a 5 anos já tenham autonomia semelhante aos otto com cargas tão rápidas quanto estes e com PVPs na mesma linha.

? Mais leves e mais barato de produzir um turbo pequeno do que os atmosférico Mazda porque? A título de comparação, o Fiat 124 1.4t 140cv é ligeiramente mais pesado do que o MX-5 2.0, isto para não falar no 1.5 onde a diferença é ainda maior.

Não dão diferenças apreciáveis na vida real? Dá e bem, só em consumos a diferença é bem notória, especialmente em modo mais desportivo onde os motores turbo são uns autênticos bebados.

A Mazda está no caminho certo, não caiu na treta do downsize como forma de "aldrabar" a anterior legislação e agora sai a ganhar, estando melhor preparada para o futuro do que as outras marcas que agora tem "monos nas mãos" que se encontram desactualizados perante a nova legislação.
 
? Mais leves e mais barato de produzir um turbo pequeno do que os atmosférico Mazda porque? A título de comparação, o Fiat 124 1.4t 140cv é ligeiramente mais pesado do que o MX-5 2.0, isto para não falar no 1.5 onde a diferença é ainda maior.

Não dão diferenças apreciáveis na vida real? Dá e bem, só em consumos a diferença é bem notória, especialmente em modo mais desportivo onde os motores turbo são uns autênticos bebados.

A Mazda está no caminho certo, não caiu na treta do downsize como forma de "aldrabar" a anterior legislação e agora sai a ganhar, estando melhor preparada para o futuro do que as outras marcas que agora tem "monos nas mãos" que se encontram desactualizados perante a nova legislação.

Eu tb gostava bem mais de andar de otto V6 com tudo o que isso tem de qualidade de andamento, mas á priori, um motor com menos CC/cilindros será menos pesado que um maior, a não ser que os materiais sejam diferentes e isso tb traz um custo. Suponho que as politicas seguidas vão nesse sentido. Redução de consumos/emissões e o downsizing terá sido a tecnologia seguida por alguma razão. Não me parece que se decida isso pq alguém lhe dê na toina de animo leve.

Certo é que todas as grandes marcas andaram a desenvolver esta tecnologia. Se a Mazda faz melhor pq tem soluções tecnológicas mais avançadas, nem sei nem sei se isso realmente se traduz em resultados no mundo real.

Até posso dizer que a ultima geração do 1.0 ecoboost 125 ( que na verdade é mais eco do que boost ) tem um funcionamento muito similar a um 1.6 atmosférico, quase não se notando as caraterísticas típicas dos turbo, sendo muito suave e redondo, embora lhe falte aquele kick turbo que em certas circunstancias até que dava jeito. Neste caso nem há grandes diferenças de consumo de andamento entre condução eco e sport.

Isto terá a ver com mexidas na eletrónica castrando-o um bocado justamente para o atualizar em relação ás ultimas normativas de emissões, a par de melhorar consumos.
 
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Eu tb gostava bem mais de andar de otto V6 com tudo o que isso tem de qualidade de andamento, mas á priori, um motor com menos CC/cilindros será menos pesado que um maior, a não ser que os materiais sejam diferentes e isso tb traz um custo. Suponho que as politicas seguidas vão nesse sentido. Redução de consumos/emissões e o downsizing terá sido a tecnologia seguida por alguma razão. Não me parece que se decida isso pq alguém lhe dê na toina de animo leve.

Certo é que todas as grandes marcas andaram a desenvolver esta tecnologia. Se a Mazda faz melhor pq tem soluções tecnológicas mais avançadas, nem sei nem sei se isso realmente se traduz em resultados no mundo real.

Até posso dizer que a ultima geração do 1.0 ecoboost 125 ( que na verdade é mais eco do que boost ) tem um funcionamento muito similar a um 1.6 atmosférico, quase não se notando as caraterísticas típicas dos turbo, sendo muito suave e redondo, embora lhe falte aquele kick turbo que em certas circunstancias até que dava jeito. Neste caso nem há grandes diferenças de consumo de andamento entre condução eco e sport.

Isto terá a ver com mexidas na eletrónica castrando-o um bocado justamente para o atualizar em relação ás ultimas normativas de emissões, a par de melhorar consumos.

Foste experimentar o novo?
 
Foste experimentar o novo?

Nope. Adquiri uma SW da geração anterior mas em fins de 2017, ou seja, da ultima fornada. depois, vendo reviews, dei com que tinham feito umas mexidas na eletrónica do motor para atualizar os limites de emissões tirando uns pozinhos ao overboost e mais alguma outra coisita para melhorar consumos . Penso que esta versão light do 1.0 125 seja a mesma que monta o novo modelo.
 
Nope. Adquiri uma SW da geração anterior mas em fins de 2017, ou seja, da ultima fornada. depois, vendo reviews, dei com que tinham feito umas mexidas na eletrónica do motor para atualizar os limites de emissões tirando uns pozinhos ao overboost e mais alguma outra coisita para melhorar consumos . Penso que esta versão light do 1.0 125 seja a mesma que monta o novo modelo.

O novo já tem desativação de cilindros, e filtro de partículas.
Experimentei-o e gostei, sobretudo do comportamento a baixa rotação que me parece melhor, mais fácil de levar.
Um pouco como quando ando com o modo ECO activo, que não sei se o teu tem.
 
O novo já tem desativação de cilindros, e filtro de partículas.
Experimentei-o e gostei, sobretudo do comportamento a baixa rotação que me parece melhor, mais fácil de levar.
Um pouco como quando ando com o modo ECO activo, que não sei se o teu tem.

Não, népia de drive mood button. No meu caso, como disse, o melhor do motor é a suavidade mantendo sempre com um mínimo de binário desde as 1500 por ai fora de forma muito redonda mal se notando o turbo e portanto muito similar a um 1.6 atmosf. com cento e poucos cv. Falta-lhe é o botão sport para dar mais kick quando é preciso, tal como acontecia num MiTo Mjet 120cv que tive há uns tempos em que utilizava o modo normal para as voltas do dia a dia e o D de dinamic para a estrada aberta/AE.
 
Esqueçam, no dia em que perceberem que os periféricos têm peso e que "boost" precisa de bloco e componentes reforçados, já andamos todos em carros voadores...

O argumento do downsize caiu por terra desde início...mas se o argumento é: se a maioria faz será por alguma razão; é caso para perguntar à VW o que aconteceu[:D]

P.S Um v8 small block pouco peso acrescenta a um levezinho mx-5....
 
Esqueçam, no dia em que perceberem que os periféricos têm peso e que "boost" precisa de bloco e componentes reforçados, já andamos todos em carros voadores...

O argumento do downsize caiu por terra desde início...mas se o argumento é: se a maioria faz será por alguma razão; é caso para perguntar à VW o que aconteceu[:D]

P.S Um v8 small block pouco peso acrescenta a um levezinho mx-5....

Downsize não é só tricilindricos. 1.2 de quatro no segm C tb conta [:p]

De resto, sim é o que todos andam a fazer (menos a Mazda). Um enorme disparate estas marcas todas a gastarem rios de cacau para nada. E nem sequer andam a substituir em larga escala os dieselgates como se tem visto na Autoeuropa [:D]
 
Por outro lado, acho que estão no caminho certo. Taxas de compressão elevadas, cilindrada adequada e atmosférico no que toca a resultados práticos para reduzir consumos e, por conseguinte, emissões CO2, é a estratégia que tem apresentado melhores resultados. Não se fica pelo papel…
Basta comparar consumos reais entre os 2.0 de 120 da Mazda com os 1.0 Turbos que andam por aí. Os da Mazda equivalem ou até acabam por ser melhores, num motor com o dobro do tamanho.
Downsizing é giro no papel, mas na prática… Como dizem os americanos sobre o EcoBoost da Ford: "podes ter o eco ou o boost, mas nunca os dois ao mesmo tempo"[:D]
O melhor de tudo é que os atmosféricos da Mazda não têm de levar com as novas complicações pós-WLTP, como os filtros de partículas dos motores turbo.

A tecnologia é boa e está ao nível, e a meu ver, melhor do que a dos pequenos turbo, já que precisa de menos hardware para ficar em conformidade com todas as normas e protocolos.

Esta versão de 122 cv deve ser apenas o início. O Skyactiv-G tem múltiplas versões. No MX-5 chega aos 184 cv.
O anterior Mazda 3 chegou a ter 2.0 de 160/165 cv. Mas duvido que venha a receber variante mais pujante do 2.0, porque agora tem, também com 2 litros o Skyactiv-X.

Esse sim, estou muito curioso. É um avanço tecnológico brutal para um motor a gasolina. Quero realmente ver se consegue fazer o que promete no papel.

Compreendo que as escolhas da Mazda sejam uma chatisse para os tugas, ao ser tudo varrido com motores grandes.
Mas a Mazda não tem culpa da miopia política nacional.

Finalmente alguém com a clareza necessária para não deixar dúvidas.

Eu, também não me convenço da febre dos pequenos turbinados serem mais económicos. O que vejo à minha volta, é precisamente o contrário.
 
Finalmente alguém com a clareza necessária para não deixar dúvidas.

Eu, também não me convenço da febre dos pequenos turbinados serem mais económicos. O que vejo à minha volta, é precisamente o contrário.

Fixe fixe é lançar um carro em 2019 com um 2.0 e 122cv, tipo anos 80. Deve ser fantástico [8b][8b][8b]

Também gostava de ver comprovada essa história de gastar menos do que os turbinados, mas para níveis de performance semelhantes.

Da minha parte, o novo 3 pode ser muito bonito mas em Portugal e com estes motores? Fiquem lá com eles!
 
Fixe fixe é lançar um carro em 2019 com um 2.0 e 122cv, tipo anos 80. Deve ser fantástico [8b][8b][8b]

Também gostava de ver comprovada essa história de gastar menos do que os turbinados, mas para níveis de performance semelhantes.

Da minha parte, o novo 3 pode ser muito bonito mas em Portugal e com estes motores? Fiquem lá com eles!

São projectos e filosofias diferentes.Os blocos 2.0 da Mazda são motores de economia. Consome tanto ou até menos que os típicos pequenos turbinados, com metade da cilindrada. Passa lá no Spritmonitor e verifica as médias, podes ficar surpreendido.

O M3 2.0 120cv, demonstra 6.6L de média. A versão 165cv situa-se nos 7.2L. O Focus 1.0 Ecoboost 125cv 6.7L. 150cv, 7.6L.

No M2 1.5L 90cv, 5.4L. 115cv, 5.94L. Fiesta 1.0 100cv, 6.21L.

O novo 3...realmente sim, em Portugal não vamos ver grandes ofertas, pelo que infelizmente, os outros é vão "ter" que ficar com eles...
 
Downsize não é só tricilindricos. 1.2 de quatro no segm C tb conta [:p]

De resto, sim é o que todos andam a fazer (menos a Mazda). Um enorme disparate estas marcas todas a gastarem rios de cacau para nada. E nem sequer andam a substituir em larga escala os dieselgates como se tem visto na Autoeuropa [:D]

O teu argumento: é o que todos andam a fazer e por isso estão a fazer bem[:D]....mas depois cai a ficha da realidade dos consumos no sprintmonitor e da desnecessidade de filtros de particulas nos Mazda.

Já a evolução 1.4tfsi » 1,5 tfsi é melhor esquecer da equação[:cool:]

EDIT: Engraçado que a toyota nos híbridos também só gosta de cilindradas elevadas....é para levar os clientes à falência nas bombas de gasolina
 
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Eu tb gostava bem mais de andar de otto V6 com tudo o que isso tem de qualidade de andamento, mas á priori, um motor com menos CC/cilindros será menos pesado que um maior, a não ser que os materiais sejam diferentes e isso tb traz um custo. Suponho que as politicas seguidas vão nesse sentido. Redução de consumos/emissões e o downsizing terá sido a tecnologia seguida por alguma razão. Não me parece que se decida isso pq alguém lhe dê na toina de animo leve.

Certo é que todas as grandes marcas andaram a desenvolver esta tecnologia. Se a Mazda faz melhor pq tem soluções tecnológicas mais avançadas, nem sei nem sei se isso realmente se traduz em resultados no mundo real.

Até posso dizer que a ultima geração do 1.0 ecoboost 125 ( que na verdade é mais eco do que boost ) tem um funcionamento muito similar a um 1.6 atmosférico, quase não se notando as caraterísticas típicas dos turbo, sendo muito suave e redondo, embora lhe falte aquele kick turbo que em certas circunstancias até que dava jeito. Neste caso nem há grandes diferenças de consumo de andamento entre condução eco e sport.

Isto terá a ver com mexidas na eletrónica castrando-o um bocado justamente para o atualizar em relação ás ultimas normativas de emissões, a par de melhorar consumos.

Armic, essa foi a opção tomada porque era a mais fácil para ludibriar os testes NEDC. Na vida real, o teu ecoboost gasta mais que o motor da Mazda com o dobro da capacidade.

https://www.razaoautomovel.com/2017...ciais-reais-motores-maiores-podem-ser-solucao

Agora explica-me como é que um 2.0L atmosférico gasta menos que um 1.0t.
 
Armic, essa foi a opção tomada porque era a mais fácil para ludibriar os testes NEDC. Na vida real, o teu ecoboost gasta mais que o motor da Mazda com o dobro da capacidade.

https://www.razaoautomovel.com/2017...ciais-reais-motores-maiores-podem-ser-solucao

Agora explica-me como é que um 2.0L atmosférico gasta menos que um 1.0t.

Gostava de ver um teste feito especificamente para comparar os 2, nos mesmos trajectos e ao longo de milhares de km's com vários tipos de perfil de condução estradas e velocidade praticada. Até lá...ficamo-nos pelos dados do Spritmonitor, que este caso não me parecem suficientemente conclusivos.
 
São projectos e filosofias diferentes.Os blocos 2.0 da Mazda são motores de economia. Consome tanto ou até menos que os típicos pequenos turbinados, com metade da cilindrada. Passa lá no Spritmonitor e verifica as médias, podes ficar surpreendido.

O M3 2.0 120cv, demonstra 6.6L de média. A versão 165cv situa-se nos 7.2L. O Focus 1.0 Ecoboost 125cv 6.7L. 150cv, 7.6L.

No M2 1.5L 90cv, 5.4L. 115cv, 5.94L. Fiesta 1.0 100cv, 6.21L.

O novo 3...realmente sim, em Portugal não vamos ver grandes ofertas, pelo que infelizmente, os outros é vão "ter" que ficar com eles...

Falando especificamente em Portugal, porque estamos cá e é cá que pagamos impostos, só a diferença de IUC entre os Mazda e os outros chega e sobra para a diferença de consumos anual, mesmo para quem faça 15 mil km's.
Se falarmos em ISV então a diferença ainda é mais gritante.

Se faz sentido? Claro que não. É falacioso? É. Mas são os dados que temos, e como tal se falamos de economia isto também tem de ser contabilizado.
 
Gostava de ver um teste feito especificamente para comparar os 2, nos mesmos trajectos e ao longo de milhares de km's com vários tipos de perfil de condução estradas e velocidade praticada. Até lá...ficamo-nos pelos dados do Spritmonitor, que este caso não me parecem suficientemente conclusivos.

Não parecem conclusivos? Tens amostras de 300 utilizadores para cada carro pelo menos. Compara qualquer motor pequeno turbo com os 1.5 e 2.0 da Mazda e as conclusões são as mesmas: Os 1.0 turbo conseguem consumos homologados inferiores aos atmosféricos Mazda mas gastam tanto ou mais.

Compara por ex o Clio 0.9tce 90cv com o Mazda 2 1.5 90cv, Peugeot 1.2 110cv com o Mazda 2 1.5 115cv, Fiat 124 1.4 140cv com o Mazda MX-5 2.0 156cv, Ford Focus ecoboost 1.0 100cv com o Mazda 3 1.5 100cv e etc etc.
 
Falando especificamente em Portugal, porque estamos cá e é cá que pagamos impostos, só a diferença de IUC entre os Mazda e os outros chega e sobra para a diferença de consumos anual, mesmo para quem faça 15 mil km's.
Se falarmos em ISV então a diferença ainda é mais gritante.

Se faz sentido? Claro que não. É falacioso? É. Mas são os dados que temos, e como tal se falamos de economia isto também tem de ser contabilizado.

Mas esta questão vai mais alem do nosso minimercado. Se todas as marcas, bem ou mal, se estão a virar para o downsizing e a começar a retirar-se do diesel, não deixa de ser estranho que a Mazda continue a investir em altas cilindradas e bafurentos afapados. Parece de facto que ainda vivem na realidade dos 90 e que não se aperceberam das novas realidades. Não deixa de ser estranho.

Uma vez mais, não discuto os resultados de ambas tecnologias que até nem parecem dar resultados muito diferentes mas certo é que se a generalidade das marcas andam a gastar fortunas no desenvolvimento dessas tecnologias minimalistas, por questões técnicas ou politicas, não se percebe a estratégia da Mazda quanto ás mecânicas. Como parece que por ai tb não venham vantagens comerciais, a coisa não se entende mesmo.

Já parece a historia dos famosos motores rotativos que deram em nada em termos comerciais, apesar de que do que se lia, eram uma maravilha tecnológica.
 
Mas esta questão vai mais alem do nosso minimercado. Se todas as marcas, bem ou mal, se estão a virar para o downsizing e a começar a retirar-se do diesel, não deixa de ser estranho que a Mazda continue a investir em altas cilindradas e bafurentos afapados. Parece de facto que ainda vivem na realidade dos 90 e que não se aperceberam das novas realidades. Não deixa de ser estranho.

Uma vez mais, não discuto os resultados de ambas tecnologias que até nem parecem dar resultados muito diferentes mas certo é que se a generalidade das marcas andam a gastar fortunas no desenvolvimento dessas tecnologias, por questões técnicas ou politicas, não se percebe a estratégia da Mazda quanto ás mecânicas. Como parece que por ai tb não venham vantagens comerciais, a coisa não se entende mesmo.

Já parece a historia dos famosos motores rotativos que deram em nada em termos comerciais, apesar de que do que se lia, eram uma maravilha tecnológica.

Acho que não leste o que o crash escreveu que responde a isso tudo. Ele está a dar-te vários exemplos que as marcas já estão a mudar de paradigma novamente, aumentando a capacidade dos seus motores. E que as outras ainda não o fizeram porque precisam de rentabilizar o investimento grande que fizeram no downsize das capacidade que fizeram há pouco tempo.

Vocês não acham estranho a Mazda não precisar de filtros de partículas nos seus motores a gasolina?
 
Armic, essa foi a opção tomada porque era a mais fácil para ludibriar os testes NEDC. Na vida real, o teu ecoboost gasta mais que o motor da Mazda com o dobro da capacidade.

https://www.razaoautomovel.com/2017...ciais-reais-motores-maiores-podem-ser-solucao

Agora explica-me como é que um 2.0L atmosférico gasta menos que um 1.0t.

Todos os carros gastam + 2 litros na vida real daquilo que é anunciado, pequenos grandes ou diesel.

Volto a dizer. Acho até que de facto a diferença entre um 3cil. e um 4 cil são amendoins. Logo o ganho deve estar em algum lado para todas as marcas andarem a nadar naquilo, nem que seja para beneficio próprio.

Não me parece que agora é a Mazda que anda a inventar o ovo de Colombo e os outros todos são uns tansos
 
Acho que não leste o que o crash escreveu que responde a isso tudo. Ele está a dar-te vários exemplos que as marcas já estão a mudar de paradigma novamente, aumentando a capacidade dos seus motores. E que as outras ainda não o fizeram porque precisam de rentabilizar o investimento grande que fizeram no downsize das capacidade que fizeram há pouco tempo.

Vocês não acham estranho a Mazda não precisar de filtros de partículas nos seus motores a gasolina?

Meu caro, o paradigma não está na combustão. De aqui a 5/10 anos no max. já começa tudo a andar de elétrico [:p]
 
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