Em relação à questão da rede de concessionários da Mazda o site da Mazda proporciona a mesma:
https://www.mazda.pt/rede-de-concessionarios/
Basicamente na grande Lisboa, temos concessionários em Lisboa, Alverca, Almada (Feijó), Torres Vedras, Loures (Guerreiros), Sintra (Abrunheira), Setubal (já não é bem Grande Lisboa, mas pronto [

]).
A rede de concessionários da Mazda foi muito afectada com a crise que o sector automóvel sofreu nestes últimos anos. Se ela já era pequena, mais pequena ficou.
Isto não foi um exclusivo da Mazda e pode-se dizer que foi quase transversal a todas as marcas. Isto foi uma das coisas que eu abordei com vários vendedores.
Todos eles se queixavam dos muitos anos de crise que o sector atravessou (nem quero pensar na agonia que foi para muitos, passarem meses sem venderem um único carro [s)]).
No caso particular da Mazda, esta nova linha lançada em 2013 (Kodo Design) foi uma autêntica lufada de ar fresco.
Toda a frota foi renovada nestes últimos 2 anos (com esta nova linha de Design) e espera-se muito destes novos carros.
A Mazda mundialmente continua a ser uma marca com números ainda algo marginais, mas a verdade é que esta nova linha de Design chamou a atenção de muita gente e pode ser que esteja plantada a semente para algo mais no futuro [

]
Quanto às unidades para venda, como eu já tinha dito anteriormente elas são mesmo muito escassas. Espero que os concessionários ao menos guardem uma unidade para exposição/test drive.
Caso contrário como esperam os concessionários vender, se as pessoas não podem entrar num ou testar [8b]
Mesmo que estejam a contar que as pessoas irão ver os carros nas ruas, a verdade é que ainda é muito dificil encontrar um.
Neste fim de semana encontrei um no parque de um supermercado. Havia quem estivesse a tirar fotos ao carro e o carro em questão era um evolve (mesmo nessa versão, o carro chama a atenção e nem vermelho era [

])
O carro já deu entrada nos EUA (entenda-se para o pessoal das revistas/reviewers o testar). As criticas mais uma vez são boas, apontando sempre como handicap o espaço para os bancos traseiros, assim como a pequena bagageira.
Mas mesmo assim o pessoal parece perdoar esse facto, apontando de imediato que o mercado alvo deste carro não irá ligar tanto a essas cenas .....
.... pois.... eu comprei o carro, mas eu não me importava nem um pouquinho de ter mais bagageira e espaço nos bancos traseiros e aposto que todos os outros compradores também, ...., logo dizer que a malta não liga a essas cenas..... é preferivel dizer, que aqueles factos não são impeditivos da compra do CX-3 para aquele mercado alvo .... assim é mais correcto [

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Em relação às motorizações, eu estou habituado a ver muitas marcas a lançar modelos com um batalhão de motorizações, disponibilizando essas mesmas motorizações para quase todos os paises.
Aqui a Mazda para não variar optou por uma estratégia que está a chocar muita gente. Basicamente analisou cada mercado e disponibilizou apenas as motorizações que acharia que ia vender.
O mesmo se pode dizer em relação às caixas (manual e automática).
Poucos são os países que podem afirmar que vão ter todas as motorizações (até parece que são muitas, são apenas 3 [

]) e os dois tipos de caixa.
Isto talvez vá mudar, numa segunda fase, mas só a titulo de exemplo os americanos estão-se a queixar que não tiveram direito nem à caixa manual, nem ao diesel. Já paises como o nosso queixam-se do inverso.
Curiosamente a Alemanha teve direito a tudo, algo que nem o Japão teve. O Japão tem o mesmo que nós [

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Será que os alemães já compraram a Mazda ou quê? Ainda no outro dia li, que a Mercedes, BMW e Audi juntaram-se para comprar os mapas da Nokia (Here). Se calhar aqui também se juntaram para comprar a Mazda. Afinal de contas basta olhar para o interior do CX-3 e vemos cenas tais como o Tablet da Mercedes, o sistema i-Drive da BMW, as saidas de ar da Audi, já não esquecendo a antena barbatana tubarão (BMW) no exterior do carro [

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Aqui vai mais uma review desta vez de uns americanos (mais uma vez dizem mal da bagageira e do espaço nos bancos traseiros, para logo a seguir dizerem que não se importavam de ter um [

])