Mazdas ao Mar

citação:

duram até acabar... :D[}:)]

oh meu amigo as peças já podem tar transformadas em recifes que na mesma é só colocar no carro e continua a desempenhar a sua função perfeitamente[:p][}:)]

TOYOTA é TOYOTA:D

vol4life.gif
 
Viva, este tipo de acidente leva-me a pensar que os transportadores na ânsia de levarem o máximo de mercadoria, não estarão a puxar demasiado a corda na concepção dos navios, tornando-os muito grandes, difíceis de manobrar o que os torna cada vez mais vulneráveis ao estado do mar. Para alem disso estes navios são muito sensíveis à distribuição da carga, se houver algum descuido ao descarregar os carros e o peso ficar desequilibrado o barco tem grandes hipóteses de adornar, como já falaram aqui foi isso que aconteceu no acidente dos Toyotas em 1988, a carga estava mal distribuída e o navio mal saiu da barra virou .
 
Se o barco fosse Toyota não de virava, agora lá vão os carapaus tirar a carta á pressa.

Agora a sério, o meio ambiente é que sofre e as gerações futuras também.
 
Os carros não chegaram a cair/sair do barco, até porque ele ficou a flutuar de lado, por isso não percebo a preocupação com o meio ambiente.
A bordo para além do 3(60%) ia também o Cx-7(30%), ao todo são 4813 mazdas.
 
citação:Originalmente colocada por Braz

Já aconteceu há uns anos, na praia da Madalena (V.N.Gaia), um barco cheio de Toyotas ter encalhado.

Muitas peças deram à costa e houve muita gente que lá foi recuperar algumas.. :D

Eram sobretudo Corolla's e Starlet's.

em k ano foi isso?é k o meu é d 99, demorou n tempo a chegar, terá sido nessa altura?Cumps e obrigado!
 
citação:Originalmente colocada por nogueira_ribeiro

citação:Originalmente colocada por Braz

Já aconteceu há uns anos, na praia da Madalena (V.N.Gaia), um barco cheio de Toyotas ter encalhado.

Muitas peças deram à costa e houve muita gente que lá foi recuperar algumas.. :D

Eram sobretudo Corolla's e Starlet's.

em k ano foi isso?é k o meu é d 99, demorou n tempo a chegar, terá sido nessa altura?Cumps e obrigado!

as tantas... :D:D[}:)][}:)]
 
Esses barcos são do mais falso que existe. Uma rajada de vento um bocado mais forte e eles vão de lado! Devido a serem muito altos!
 
The salvage team determined Sunday that the cargo is still in place. The cars are chained and stacked 14 stories high in the ship. The engine room is dry and in good condition, and the ship’s fuel tanks do not appear to be leaking
 
A Unified Command of federal, state and shipping company representatives continues to make efforts to right the ship Cougar Ace and plan contingencies for towing to an appropriate port of refuge if those efforts are not effective.
 
Plans call for the pumping of water from the number nine cargo deck which is at the waterline, to the number five starboard ballast tank to help improve the ballast condition and further stabilize the ship.
Several ports in Alaska are under consideration as a destination for the vessel which remains stabilized approximately 106 miles south of Herbert Island. The Coast Guard cutter Morgenthau remains on-scene as well as the tug Sea Victory which arrived at the site from Seattle on Tuesday and has replaced the tug Emma Foss in holding a tow line rigged to the Cougar Ace.
 
"'Fogo!' gritou Ron Hoodenpyle, tapando os ouvidos ao sair de um Mazda 3 novinho em folha em que acabara de instalar detonadores. De repente, todos os seis airbags do carros explodiram ao mesmo tempo.

Em poucas horas, o sedan azul metálico teria seus líquidos drenados e suas entranhas extraídas, seria esmagado e retalhado - e milhares de outros teriam o mesmo destino nesta cidade no Estado de Oregon, no extremo noroeste dos Estados Unidos. Os carros são novos, a maioria não tem nem 20 quilômetros rodados.

Montadoras normalmente procuram a melhor maneira de fazer veículos. Hoje em dia, a Mazda Motor Corp. está tentando achar a melhor maneira de os destruir.

Isso tudo começou cerca de dois anos atrás, quando um navio que levava 4.703 Mazdas novos quase afundou no Pacífico. O cargueiro, chamado Cougar Ace, passou semanas inclinado num ângulo de 60 graus em alto-mar até finalmente ser endireitado.

O incidente criou um dilema: o que fazer com os carros? Eles tinham permanecido seguramente amarrados durante todo o processo, mas ninguém sabia que tipo de estrago, se algum, poderia ter sido causado aos carros que ficaram tanto tempo num ângulo tão agudo. Será que fluidos corrosivos entraram em compartimentos onde nunca deveriam ter ido? Será que o Cougar Ace agora estava cheio de abacaxis?

A montadora japonesa, controlada pela americana Ford Motor Corp., poderia facilmente achar quem ficasse com os veículos. Centenas de pessoas ligaram indagando sobre como comprar Mazdas baratos. Escolas os queriam para cursos de mecânica. Hollywood tentou obtê-los para filmagens.

A Mazda recusou todos os pedidos. Ela temia ser processada se, digamos, um airbag não acionasse direito devido à exposição excessiva ao ar oceânico.

Ela também temia que pilantras achassem um meio de escamotear os carros para fora dos Estados Unidos e vendê-los como novos. Isso aconteceu com milhares de assim chamados 'carros Katrina' retirados da enchente de New Orleans três anos atrás. Esses carros, com a parte elétrica destruída e areia no motor, receberam pintura nova e foram empurrados para compradores na América Latina como se fossem novos, o que prejudicou a reputação dos fabricantes.

A Mazda não encontrou nenhum meio fácil de se proteger contra essas possibilidades. Então decidiu destruir o equivalente a cerca de US$ 100 milhões em automóveis zero. 'Não podíamos correr o risco de prejudicar a marca que a Mazda trabalhou tanto para desenvolver ao longo dos anos', diz Jeremy Barnes, o diretor de assuntos corporativos da montadora para a América do Norte.

Ela descobriu que destruir carros não é simples.

'Tivemos de criar uma linha de desmontagem, praticamente', diz Bob Turbett, o executivo da Mazda que supervisiona o processo de destruição.

Levou mais de um ano para chegar a um plano que satisfizesse todo mundo. O município de Portland queria garantias de que fluidos perigosos dos quase 5.000 carros não causariam acidentes. Seguradoras da Mazda queriam ter certeza de que a companhia não revenderia nenhuma peça para ter um lucro à parte.

Por isso, cada roda de liga de aço tinha de ser fatiada, cada bateria desativada totalmente e cada pneu avariado a um ponto irrecuperável. Todos os tocadores de CD tiveram de ser esmagados.

As latarias foram trituradas em peças do tamanho de um cinzeiro na Schnitzer Steel, um ferro-velho à beira-mar que tem um enorme triturador de l. Montes desses pedaços de l são despachados de volta para a Ásia, onde serão reciclados.

O gerente da Schnitzer, Jamie Wilson, olhava uma dessas pilhas prestes a ser levada à doca do ferro-velho e concluiu: 'Isso tudo provavelmente vai acabar voltando como carros.'"

parece que tiveram o final mais infeliz...
 
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