Medicos sem horas

Medicos sem horas

  • Não

    Votos: 14 56,0%
  • Sim

    Votos: 11 44,0%

  • Total de eleitores
    25
Tentando responder a alguns bitaites que por aqui se postam:
O, ou um dos antibioticos mais caro que conheço é o Linezolide (e a anfotericina lipos) e não vai para esses preços;
Tanto é reprovavel desviar material para domicilios como fazer Tacs e ressonancias a familiares e doentes da privada, que entram na urgencia e fazem a fichinha, vulgo doente repentinamente acometido de doença subita (onde estará maior desfalque? Na secção de aprovisionamento ou nos doentes que, de exame marcado, entretando vão esperando e desesperando?)
Se se instituir o controlo electronico de assiduidade, deverá ser para todos, ainda que a classe medica venha a trabalhar menos 30 horas por semana do que fazia antes, altruisticamente... (eu, se terminar o meu turno de Inem às 8 da manhã e tiver uma activação às 7.45, em cascos de rolha e previsivelmente demorada não fico a choramingar...a minha actividade profissional é mais que isso mesmo. Agora ficará ao criterio de cada um) O certo é que, se está legislado, será para cumprir. E por vezes, é tão importante parecer como ser... e mais pq as horas efectivamente presenciais no serviço nem sempre são horas efectivamente disponiveis (só num dia nem digo quantos clinicos tiveram que meter atestado pq, inexplicavelmente, estavam no hospital mas a administração não os conseguiu contactar de forma alguma...aconteceu num dia em que fizeram um controle mais apertado na instituição onde trabalho).
 
Última edição:
Onde arranjar livros médicos na web?

Onde arranjar livros médicos na web?

Boas.

O que eu gostava de saber é se alguém conhece um sítio onde sacar, em pdf, livros médicos, científicos?

Agradecia a quem me conseguisse elucidar, que o fizesse.

Obrigado.[;)]
 
A sério?!
hehe

tmb ando em Cardio. 2° ano na Egas Moniz
tenho um trabalho sobre derrames pleurais para apresentar de hoje a 8... ainda nem o comecei!
 
Na loja da mula, tens n de livros de referencia na área que citas, e nas mais recentes edições...[;)][:p][:blush:], tens é que procurar bem.
Até ao momento, não tenho razões de queixa, e estou bem servido.

Curiosamente, mais tarde ou mais cedo acabo por comprar a edição impressa do livro, de muitos que se não tivesse experimentado antes nem saberia que existiam!

O livro em papel ainda tem um fascínio que me atrai bastante, pelo que quando posso compro...
 
Na loja da mula, tens n de livros de referencia na área que citas, e nas mais recentes edições...[;)][:p][:blush:], tens é que procurar bem.
Até ao momento, não tenho razões de queixa, e estou bem servido.

Curiosamente, mais tarde ou mais cedo acabo por comprar a edição impressa do livro, de muitos que se não tivesse experimentado antes nem saberia que existiam!

O livro em papel ainda tem um fascínio que me atrai bastante, pelo que quando posso compro...

Quanto à mula, procurei pelo nome do livro, e não apareceu nada...Infelizmente!! Tanta falta que me fazia o raio do livro para um trabalho...[8b]
 
A sério?!
hehe

tmb ando em Cardio. 2° ano na Egas Moniz
tenho um trabalho sobre derrames pleurais para apresentar de hoje a 8... ainda nem o comecei!

olha olha um aluno da Egas Moniz hehehehe, um ex-colega de Faculdade.

derrames pleurais é na boa. vais à biblioteca na parte de Fisioterapia e sacas um livro Pneumologia na Pratica clinica e tens o trabalho feito.

abraços

ainda têm mto q penar [:p]
 
94% dos médicos americanos têm ligações à indústria farmacêutica

94% dos médicos americanos têm ligações à indústria farmacêutica

94% dos médicos americanos têm ligações à indústria farmacêutica

Nos Estados Unidos, ser médico e estar ligado à industria farmacêutica é pertencer a uma imensa maioria. Notícia é não ter qualquer relação com os laboratórios que produzem os medicamentos receitados aos doentes. De acordo com um estudo publicado na revista da especialidade New England Journal of Medicine, 94% dos clínicos tem ligações a empresas e um quarto admite que recebe honorários. As relações são várias - podem ser consultores, receber amostras de medicamentos ou comida, angariar doentes para ensaios clínicos ou ir a congressos - e variam consoante a especialidade.

(...)

À semelhança do que foi feito a nível internacional, em Portugal, as relações entre os laboratórios e os médicos foram alvo de uma regulação mais apertada no final de 2005, quando a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) adoptou um novo código de conduta. Ficaram proibidas as ofertas aos profissionais superiores a 25 euros e o patrocínio de congressos no estrangeiros - a excepção é para os encontros cuja maioria dos oradores sejam oriundos de outros países. E de fora ficaram também os bilhetes para eventos de entretenimento.

(...)

Resto do artigo aqui



Humm

Qual será o caminho que vamos seguir?



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