O mais engraçado é quando a mesma fábrica, ou empresa, produz o medicamento de marca e um dos genéricos disponíveis no mercado. Ou quando um medicamento que sempre foi considerado de marca passa a ser considerado genérico. Aí já não se coloca a questão de qualidade, pois não?
A qualidade dos genéricos nunca esteve em causa...
O que estava em causa é existência do genérico, a adequação do genérico a determinado caso, e a eficácia do mesmo em termos efectivos...
Se um mesmo laboratório produz um medicamento de marca, e um de marca branca, isso já me transcende.
é uma opção de mercado por parte da empresa e não uma medida técnica.
Desde que seja legal, por mim não vejo qualquer tipo de problema...
A qualidade destes produtos é sempre assegurada, e o cumprir das normas legais, é sempre verificado, nenhuma destes produtos farmaceuticos vem para o mercado sem que seja devidamente certificado, e verificado durante TODO o tempo de venda...( dai que de vez enquando lotes sejam retirados, ou medicamentos proibidos)
Tal vigilância não é aplicadas aos alternativos, ervanário, e companhias, que aproveitando a não certificação nem regulação dessa industria, e aproveitando nuances legislativas, florescem como cogumelos, obrigando depois a uma sobrecarga do SNS que tem que tratar dos clientes destes produtos..