Melhorar a administração fiscal

citação:Originalmente colocada por mário silva

Para mim, escândalo é um governante ganhar 500€/mes e não fazer nenhum!
Claro que se não houver motivação e boas condições de trabalho (aqui incluo salário e, sobretudo, poucas ou nenhumas interferências dos lobbys) os melhores gestores, economistas, engenheiros, etc, não mudam para o governo e nós vamos continuar com os restos (aqueles que fazem vida à custa dos partidos políticos).
salvo algumas excepções, é disso que deviamos estar fartos..."restos"
 
Talvez fugindo um pouco ao tema, mas continuando na questão do mérito, vocês já repararam que temos um inspector-geral que faz de facto mexer os institutos que dirige.

Falo de António Nunes, o actual inspector-geral da ASAE e ex-inspector-geral do trabalho.

Quando este senhor presidiu á IGT, quase semanalmente se noticiavam inspecções rigorosas ás condições de trabalho, nomeadamente na construção civil, identificação de trabalhadores ilegais, etc. Chegou a fazer mega-inspecções com equipas de todo o pais. Lembro-me de uma nas obras de construção da A2 em que, com apoio da GNR, vedou saidas/entradas de vastissimas frentes de trabalho com centenas de trabalhadores/sub-empreiteiros identificados.

Saiu da IGT, nunca mais se ouviu nada, anda tudo paradinho, as inspecções são poucas ou nenhumas, e cá vamos andando. Aliás, muita gente nem sabe que o IDICT passou a ISHST, tão pouco que se fala deste instituto.

O mesmo senhor passou a presidir á ASAE e o que se passou a ver? Inspecções em barda, constantes apreensões de produtos em más condições, encerramento de estabelecimentos, etc, etc.

Não conheço o homem, pode ser um fdp da pior espécie, mas parece-me extremamente competente naquilo que faz e acho que eram precisos muito mais António's Nunes, tal como Paulo's Macedo.
 
citação:Originalmente colocada por Vanquish

Talvez fugindo um pouco ao tema, mas continuando na questão do mérito, vocês já repararam que temos um inspector-geral que faz de facto mexer os institutos que dirige.

Falo de António Nunes, o actual inspector-geral da ASAE e ex-inspector-geral do trabalho.

Quando este senhor presidiu á IGT, quase semanalmente se noticiavam inspecções rigorosas ás condições de trabalho, nomeadamente na construção civil, identificação de trabalhadores ilegais, etc. Chegou a fazer mega-inspecções com equipas de todo o pais. Lembro-me de uma nas obras de construção da A2 em que, com apoio da GNR, vedou saidas/entradas de vastissimas frentes de trabalho com centenas de trabalhadores/sub-empreiteiros identificados.

Saiu da IGT, nunca mais se ouviu nada, anda tudo paradinho, as inspecções são poucas ou nenhumas, e cá vamos andando. Aliás, muita gente nem sabe que o IDICT passou a ISHST, tão pouco que se fala deste instituto.

O mesmo senhor passou a presidir á ASAE e o que se passou a ver? Inspecções em barda, constantes apreensões de produtos em más condições, encerramento de estabelecimentos, etc, etc.

Não conheço o homem, pode ser um fdp da pior espécie, mas parece-me extremamente competente naquilo que faz e acho que eram precisos muito mais António's Nunes, tal como Paulo's Macedo.
;)
 
Essas leis absurdas e populistas em que os politicos se deixam cair transformam-se depois numa teia de aranha que convida à corrupção e mediocridade.
Como foi dito, nos últimos 3 anos acabou-se com o ambiente geral de impunidade fiscal em que vivemos durante décadas. Agora há respeito e muito cuidadinho.
O exemplo da ASAE que o Vanquish referiu é também notável. Do processo de fusão de mais de uma dezena de institutos e organismos num só e conjugado com uma boa liderança resultou uma autêntica revolução. Em quase todos os sectores de actividade é notória a preocupação e o respeito pela legalidade, acabou também aqui o sentimento geral de impunidade.
São também dois excelentes exemplos para a restante administração pública mas também para os seus detractores. São dois organismos que mostram bem que com a estrutura e organização correcta e com boas lideranças os funcionários públicos podem cumprir eficazmente a sua função. E a "digitalização" que as finanças tem vindo a implementar nos últimos anos deveria servir de exemplo para todos os serviços do Estado.

Parecido com estes casos certamente haverá outros, recordo-me por exemplo da vinda do Fernando Pinto para a Tap. Os ordenados também fora um escandalo, foi muito mal recebido pelos sindicatos e na mudança de governo os boy's do costume também lhe tentaram passar a guia de marcha, felizmente sem sucesso. E a TAP hoje é uma empresa numa situação confortável, provavelmente sem Fernando Pinto estaria agora na mesma situação dramática da Alitalia.

Se o Paulo Macedo tiver que sair por causa desta lei, isso seria um muito mau sinal para o país.
 
citação:Originalmente colocada por Liberal

Essas leis absurdas e populistas em que os politicos se deixam cair transformam-se depois numa teia de aranha que convida à corrupção e mediocridade.
Como foi dito, nos últimos 3 anos acabou-se com o ambiente geral de impunidade fiscal em que vivemos durante décadas. Agora há respeito e muito cuidadinho.
O exemplo da ASAE que o Vanquish referiu é também notável. Do processo de fusão de mais de uma dezena de institutos e organismos num só e conjugado com uma boa liderança resultou uma autêntica revolução. Em quase todos os sectores de actividade é notória a preocupação e o respeito pela legalidade, acabou também aqui o sentimento geral de impunidade.
São também dois excelentes exemplos para a restante administração pública mas também para os seus detractores. São dois organismos que mostram bem que com a estrutura e organização correcta e com boas lideranças os funcionários públicos podem cumprir eficazmente a sua função. E a "digitalização" que as finanças tem vindo a implementar nos últimos anos deveria servir de exemplo para todos os serviços do Estado.

Parecido com estes casos certamente haverá outros, recordo-me por exemplo da vinda do Fernando Pinto para a Tap. Os ordenados também fora um escandalo, foi muito mal recebido pelos sindicatos e na mudança de governo os boy's do costume também lhe tentaram passar a guia de marcha, felizmente sem sucesso. E a TAP hoje é uma empresa numa situação confortável, provavelmente sem Fernando Pinto estaria agora na mesma situação dramática da Alitalia.

Se o Paulo Macedo tiver que sair por causa desta lei, isso seria um muito mau sinal para o país.
o que o Fernando Pinto recebe, aparentemente é uma obscenidade (10.000cts/mÊs), mas é todo merecido...
Em 2001, se não me engano, a TAP foi a única companhia aérea europeia, senão mesmo mundial, a não ter prejuizos enormes.....
 
citação:Originalmente colocada por pcnunes7
a "amostra" que temos aqui no fórum, em principio, não é demonstrativa da restante FP...

amostra ????????????????????

Olha que tu pá!!!!!!!

s169.gif
 
O Estado tem que aprender a fazer aquilo que a privada, que possui visão e obtém resultados, faz. Recruta e mantém os melhores e manda embora ou recicla os que não sabem e não querem saber.

Se o Sr. Paulo Macedo é um elemento importante deve ser aproveitado.
 
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