Actualmente existem 72 serviços de urgência. Se a proposta da comissão de peritos for para a frente, o número aumentará, mas à custa da criação das chamadas urgências básicas (dois médicos e enfermeiros, radiologia e análises simples). Estas serão 45 em todo o país, localizando-se uma parte em centros de saúde.
Serviços de urgência/emergência propriamente ditos, com capacidade para dar resposta a casos graves (doentes com pelo menos um órgão em falência vital), serão 38. Entre estes haverá as urgências polivalentes (as mais diferenciadas, localizadas em hospitais gerais ou centros hospitalares) e as intermédias (médico-cirúrgicas).
No Norte haverá quatro urgências polivalentes, nove médico-cirúrgicas e oito básicas, algumas em centros de saúde (como Mogadouro e Montalegre).
A Região Centro fica com três urgências polivalentes, oito médico-cirúrgicas e15 básicas.
Na região de Lisboa e Vale do Tejo, haverá quatro urgências polivalentes, oito médico-cirúrgicas e sete básicas.
O Alentejo terá uma urgência polivalente e duas médico-cirúrgicas e o Algarve, uma polivalente e outra médico-cirúrgica.