Mitsubishi i MiEV 63Cv 180Nm Vmax 130Km/h

Com a ajuda do PAINT podemos ver como será!

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O Mitsubishi i, infelizmente só está disponivel para os mercados com volante à direita!
Dado o interesse generalizado que criou, quando venderam algumas séries limitadas no UK, aparentemente a próxima geração do mesmo terá uma versão euro-spec!

Mesmo as versões com motor combustão interna, são bastante apelativas.
Já que partilha com o Smart o layout e maior parte da mecânica, o i pode ser considerado a versão de 4 lugares e 5 portas do mesmo.

Só esperemos que atinem com os preços.
As edições que se venderam no UK custavam à volta de 9000£, o que na altura equivalia a uns 12000€.

Agora vamos ver o que acontece, já que quando se falava em trazer o i para a Europa, este acordo com a PSA não existia!
 
O Mitsubishi i, infelizmente só está disponivel para os mercados com volante à direita!
Dado o interesse generalizado que criou, quando venderam algumas séries limitadas no UK, aparentemente a próxima geração do mesmo terá uma versão euro-spec!

Mesmo as versões com motor combustão interna, são bastante apelativas.
Já que partilha com o Smart o layout e maior parte da mecânica, o i pode ser considerado a versão de 4 lugares e 5 portas do mesmo.

Só esperemos que atinem com os preços.
As edições que se venderam no UK custavam à volta de 9000£, o que na altura equivalia a uns 12000€.

Agora vamos ver o que acontece, já que quando se falava em trazer o i para a Europa, este acordo com a PSA não existia!
Este Mitsubishi i é, portanto, o verdadeiro Smart Forfour...
 
basicamente, sim!

Apesar do i ser um kei-car, utiliza um motor especifico de 660cc, mas se não estou em erro, deriva directamente dos motores utilizados no Smart, que como se sabe, são de origem Mitsubishi.

O layout do Smart tem um potencial enorme e apenas a Mitsubishi e agora a ...Tata estão a explorá-lo convenientemente em modelos com 4 lugares.

Com o downsizing geral dos motores, não seria impensável ter um segmento B, do género 207, Punto, etc... recorrendo a esta arquitectura. Resolvia vários problemas de uma só vez. O gigantismo das propostas actuais, maior facilidade em cumprir requisitos de segurança, melhor aproveitamento do espaço interior.
Nos tudo à frente, só a Toyota mostrou o que se pode alcançar optimizando essa arquitectura, com o iQ. Segundo os cálculos deles, seria possivel ter um modelo de 7 lugares com o comprimento do Yaris (o futuro yaris partilhará a base com o iQ, sendo obviamente esticada. Promete ser referência em habitabilidade no segmento...esperar para ver)
 
basicamente, sim!

Apesar do i ser um kei-car, utiliza um motor especifico de 660cc, mas se não estou em erro, deriva directamente dos motores utilizados no Smart, que como se sabe, são de origem Mitsubishi.

O layout do Smart tem um potencial enorme e apenas a Mitsubishi e agora a ...Tata estão a explorá-lo convenientemente em modelos com 4 lugares.

Com o downsizing geral dos motores, não seria impensável ter um segmento B, do género 207, Punto, etc... recorrendo a esta arquitectura. Resolvia vários problemas de uma só vez. O gigantismo das propostas actuais, maior facilidade em cumprir requisitos de segurança, melhor aproveitamento do espaço interior.
Nos tudo à frente, só a Toyota mostrou o que se pode alcançar optimizando essa arquitectura, com o iQ. Segundo os cálculos deles, seria possivel ter um modelo de 7 lugares com o comprimento do Yaris (o futuro yaris partilhará a base com o iQ, sendo obviamente esticada. Promete ser referência em habitabilidade no segmento...esperar para ver)
Parece prometedor. No caso dos segmento B, este layout aliado aos novos motores downsided (provavelmente de 0.9 ou 1.0 cc turbinados) e mais leves resolvia esse problema... pelo menos enquanto os fósseis ainda continuarem por cá. Mas, sendo a indústria automóvel tão reaccionária e lenta a reagir, vamos ver quanto tempo vai levar.

Eu já tinha lido algures, há alguns anos, sobre o Mitsubishi i partilhar inclusive parte do engineering da segunda geração Smart. É erro meu, ou o Smart Fortwo e o Mitsunbishi i partilham até pequenos elementos das respectivas plataformas ou chassis?
 
Sei que este i e a versão de 4 lugares do ForTwo eram para ser desenvolvidas em conjunto, mas a Mitsubishi acabou por desenvolver o i sozinha.
A única ligação entre os 2 acho que é mesmo os motores.

As estruturas base são bastante diferentes. A começar no material. O i é aluminio, a estrutura base do Smart é aço.
 
Sei que este i e a versão de 4 lugares do ForTwo eram para ser desenvolvidas em conjunto, mas a Mitsubishi acabou por desenvolver o i sozinha.
A única ligação entre os 2 acho que é mesmo os motores.

As estruturas base são bastante diferentes. A começar no material. O i é aluminio, a estrutura base do Smart é aço.
Então é isso. Eu sabia que havia lido algo nesse sentido. Pelos vistos, não se concretizou... pelo menos por agora.
 
Mitsubishi i-MIEV ou serão assim os carros do futuro?

Mitsubishi i-MIEV ou serão assim os carros do futuro?

A edição nº 1010 do Autohoje faz referência a um ensaio ao Mitsubishi i-MIEV.

Na capa a nota introdutória não podia ser mais sugestiva:
MITSUBISHI MiEV
86 Km com 1,80 €

Muito bem fui ler com atenção o ensaio...

Logo no primeiro parágrafo, afinal os 1,80 € eram afinal conseguidos à conta de um tarifário mais económico, que não o tarifário normal da EDP.

Ou seja, o valor normal (sem qualquer desconto como acontece com a tarifa nocturna do bi-horário), aumenta para os 3,60 €.

Estes 86 Km acabam por ser alcançados em condições extremas, pois os últimos 6 são realizados em turtle mode (modo que reduz a potência para apenas 25 CV) e finalmente o pequeno eléctrico "morre" ao fim dessa quilometragem.

Para quem não sabe o i-MIEV é um veiculo totalmente eléctrico. Tem uma potência máxima de 64 CV e 180 Nm de binário máximo (praticamente constante ao longo de todo o regime). Não obstante são apontadas algumas dificuldades na locomoção do veiculo até uma velocidade de cerca de 40 Km/H. A partir dessa velocidade sente-se uma aceleração praticamente constante (resultado do binário constante).

O i-MIEV pesa 1080 Kg, sendo que 200 Kg são provenientes das baterias.

A tracção é traseira e as baterias estão alojadas num patamar muito baixo do veiculo, conferindo-lhe um centro de gravidade muito baixo e um comportamento muito interessante.

O valor por quilómetro do consumo de energia é que me parece ser o facto mais negativo a registar. Em termos médios são 4,50 € (a valores normais), por cada 100 Km percorridos. Tudo bem que não devem existir no mercado veiculos quer a gasolina, quer a gasóleo, que alcancem estes valores, mas mesmo assim para um veiculo com um motor de elevado rendimento, parecem-me valores muito elevados. A autonomia declarada são 130 Km, o que face ao peso e aos custos de carregamento, parecem-me escassos.

O peso é um grande obstáculo deste tipo de veiculos, pois os 200 Kg de peso das baterias, que lhe permite uma autonomia de 80 Km, está ainda anos luz, da mesma quantidade de combustíveis fosséis para realizar a mesma distância. Ou seja, estamos a comparar um peso de 200 Kg, com o peso de 8 Litros de combustível fossil. E para maiores autonomias, maior será o peso das baterias.

As baterias terão muito que evoluir para tornar estes carros mais leves e reduzir-lhes os consumos energéticos.
 
Claro que não é perfeito. Mas este i-MIEV tem muito, muito mérito. Até que enfim alguém tem a iniciativa e o arrojo de lançar um carro de grande produção totalmente eléctrico. Estou farto de estudos, de projectos, de protótipos, e mais o raio que o parta.

Este carro é real e vai ser vendido já este ano.

Pode ser que o resto da indústria comece a acordar. Bem precisamos de carros que não dependam do petróleo.
 
Mas ao que parece fez 86 km sempre a prego e carregado, segundo li nesse artigo, o percurso foi todo em vias rápidas, que é onde ele consome mais, nada mau, portanto a autonomia anunciada é bem possivel com algum cuidado com o pé. Os 200 kg de baterias não são descabidos, em substituição do motor CI não deve ter muito mais peso, um colt a diesel pesa 1085 kg.

Já agora....

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Mas ao que parece fez 86 km sempre a prego e carregado, segundo li nesse artigo, o percurso foi todo em vias rápidas, que é onde ele consome mais, nada mau, portanto a autonomia anunciada é bem possivel com algum cuidado com o pé. Os 200 kg de baterias não são descabidos, em substituição do motor CI não deve ter muito mais peso, um colt a diesel pesa 1085 kg.

Já agora....


Os 200 Kg das baterias devem ser comparados com o peso dos combustíveis fosseis. E aí a discrepância de pesos / rendimentos é mesmo muito significativa.

O motor eléctrico também pesa e esse deve ser comparado com os MCIs.

Mais significativos são os custos por quilómetro. Se estes carros entrassem no mercado de um momento para o outro os custos da energia eléctrica disparavam e os custos tornavam-se semelhantes aos actuais (fósseis).
 
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