Mitsubishi i MiEV 63Cv 180Nm Vmax 130Km/h

Aparentemente o Peugeot iOn só estará disponível num regime de leasing, tal como o MINI E.

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À módica quantia de €500/mês.

Dentro dos valores exercidos noutros mercados, como seja o françês, até poderia ser mais elevado no nosso mercado o valor do leasing exigido no contrato [:D], resta saber qual o método de selecção para os potenciais utilizadores do modelo em questão e sua tecnologia.
 
É uma boa noticia para o mundo automóvel, assim dificilmente alguém lhe pega, de salientar que esse preço tá previsto descer para quase metade daqui a 2-3 anos.

Alguém tem de pagar o investimento, o preço das baterias não é absurdo, eu até as compro a menos de metade do preço, mas eles querem ganhar já aquilo que vão deixar de ganhar no futuro, ou seja, num veiculo normal eles tiram o lucro ao longo dos anos com a venda de peças, senão seria impossível meter no mercado carros a gasolina por 10000 a 15000 euros.

Enfim, se querem um carro eléctrico façam-o, convertam, sai muito mais barato, os fabricantes não estão para lá virados, além da tesla e mais um ou outro.
 
FiveFWD - Mitsubishi lands iMiev with £38,000 price tag by Fifth Gear

i-Miev sai para o mercado em Inglaterra a 1 de Janeiro de 2011 pela módica quantia de...33.000£...37.000€.

As baterias serão compradas pelo comprador, daí o preço absurdo. Mais uma vez, será um enorme flop. Ninguém vai enterrar 20.000€ em baterias que daqui a 5 anos estão nas lonas.

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Assim... ninguém compra. Eu não me importava de pagar esse preço por um Volt, mas por um minúsculo iMiev ? :sh)
 
Mitsubishi i MiEV

100 % urbaine, 100 % électrique

Avec ses batteries au lithium-ion, ses quatre-places et son autonomie de 150 km, la Mitsubishi i MiEV est une voiture électrique particulièrement aboutie. Reste à patienter jusqu'à sa sortie, en 2010, et à accepter un prix d'achat élevé.

Conduire une voiture 100 % électrique est toujours aussi bluffant. Pas un bruit, pas une vibration, pas le moindre rejet polluant, et des accélérations surprenantes grâce au fort couple du moteur électrique. Ce plaisir particulier, l'i MiEV (pour Mitsubishi Innovative Electric Vehicle) le distille sans compter, comme nous avons pu le constater lors de notre essai dans les rues de Paris. Bien sûr, ce n'est pas la première du genre. Renault et PSA en ont commercialisé plusieurs milliers, surtout à EDF, et depuis 2006, le constructeur indien Maini commercialise la Reva, une minuscule 2+2 que l'on peut voir dans les rues de Londres, volant installé à droite oblige.

+
Accélérations surprenantes
Silence royal
Absence de vibrations
Vraie quatre-places

-
Pas de commercialisation avant 2010
Autonomie toujours modeste
Coffre réduit
Prix très élevé

Mais la i MiEV est certainement le plus abouti des modèles électriques jamais présentés par un constructeur. Pour la concevoir, Mitsubishi est parti de la "i", une mini-urbaine quatre places de 3,40 m commercialisée au Japon et au Royaume-Uni. Un moteur électrique de 64 ch remplace le thermique à l'arrière, tandis que les 180 kilos de batteries lithium-ion se nichent sous le plancher, à la place du réservoir. Cette i MiEV affiche ainsi un poids total de 1080 kg, revendique 130 km/h en vitesse maxi et une autonomie d'environ 150 km.

Et, surtout, elle accueille aisément quatre personnes dans des dimensions réduites : strictes deux-places, la Smart ED et la Mini E ne peuvent pas en dire autant. Annoncée pour une durée de vie de dix ans, la batterie de l'i MiEV se recharge en sept heures sur une prise 220 V, ou en 30 mn sur une borne de recharge rapide. Mitsubishi prévoit d'en vendre 2.000 au Japon en 2009, 4.000 en 2010 avec une éventuelle commercialisation en Europe, et 10.000 en 2011. Seul gros bémol : les premiers acquéreurs devront débourser 30.000 $ (environ 21.000 €), mais ce prix devrait décroître avec les montées en cadence.

Em http://www.automobile-magazine.fr/essais/mitsubishi/100_urbaine_100_electrique

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Théoriquement, la Citroën C-Zero peut parcourir jusqu'à 130 km avant de recharger sa batterie.​
© Citroën
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La recharge peut s'effectuer sur une borne dédiée en 30 mn environ, ou alors sur une prise réseau classique, ce qui nécessite près de 6 heures.
© Citroën​
Em www.automobile.magazine.fr

As diferenças serão ao nível do cuidado da apresentação interior, já disponiveis em 2010 em Portugal, para empresas e (também) particulares, [:D]
 
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Assim... ninguém compra. Eu não me importava de pagar esse preço por um Volt, mas por um minúsculo iMiev ? :sh)

Pois, mas eléctrico puro na questão da mobilidade automóvel já disponível ou a muitíssimo curto-prazo no mercado europeu e português, somente os produtos da PSA Peugeot Citroën em parceria com os da Mitsubishi ou o Nissan Leaf todos estes a rondar os 30.000€ segundo as últimas previsões da imprensa automóvel, opções com ou sem incentivos para o consumidor ter mas de arranque a questão do preço final é :eek:
 
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Citroën C-Zero

Essai Citroën C-Zero : Ecolo à prix d'or

(...), Si Peugeot a opté pour la location pour cinq ans (499 € par mois), Citroën vend la C-Zero comme une auto normale mais y ajoute quelques avantages du nouveau programme "Call Car". Ainsi, les premiers clients de la Zero bénéficieront de huit livraisons/restitutions gratuites d'un véhicule de location de leur choix, à savoir que sur simple appel et dans un délai maximum de trois heures, Citroën livre une voiture là où vous vous trouvez.

Facturé 14 €, ce service est ouvert à tous, propriétaires de Citroën ou pas, assuré avec le réseau National/Citer à partir du 30 septembre à Paris, Lyon, Marseille et Bordeaux, en attendant plus. Ce recours épisodique à une voiture classique ne sera pas superflu car la C-Zero reste d'un usage restreint : pas question d'aller s'aventurer trop loin d'une borne de recharge. Elle s'annonce donc comme une voiture de flottes (collectivités territoriales, entreprises, loueurs – une bonne façon pour la découvrir) plus que de particuliers qui seront, à n'en pas douter, des militants aisés.

Nombre d'urbains aimeraient bien les imiter. Mais à ce tarif-là, on comprendra qu'être éco-citoyen coûte horriblement cher.

Em http://www.automobile-magazine.fr/essais/citroen/essai_citroen_c_zero_ecolo_a_prix_d_or

[;)]
 
Mitsubishi começa a fabricar i-MiEV europeu

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A Mitsubishi começou, hoje, a fabricar a versão europeia do i-MiEV a par com o Peugeot iOn e o Citroën C-Zero, na fábrica de Mizushima.

O construtor japonês pretende vender o i-MiEV em 14 países europeus, a partir de Dezembro. Em Abril de 2011, as vendas serão alargadas a novos mercados.

Este i-MiEV conta com pára-choques dianteiros e traseiros de modo a estar em conformidade com as normas europeias, uma nova consola central e um interior renovado. Para além disso, beneficia de série de controlo de estabilidade e de airbags laterais e de cortina.

O preço do eléctrico terá variações conforme o país, sensivelmente entre os 33.000 e 35.000, de modo a que com os incentivos governamentais de cada país (quando aplicados) o seu preço final poderá ser inferior aos 30.000 euros.

Em www.autohoje.com

apr:)
 
Este ensaio da L'Automobile vem confirmar aquilo que se suspeitava. É uma pena.

Vamos ver se o Leaf e os Renault EV conseguem fazer melhor porque com a proposta i-MiEV/C-Zero/iOn não se vai longe. Só mesmo para green tontos.

Diga-se que fiquei surpreendido pela positiva pela solução de plástico utilizada no forro das portas do iOn e C-Zero. Tem um toque rugoso agradável. Sempre é menos áspero do que se esperaria encontrar num segmento A. Boa solução. Infelizmente o tablier tem um péssimo aspecto, mesmo pós-modificação PSA.

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Sim, para variar nas clonagens a partir da Mitsubishi, a versão Citroën é sempre mais simpática aos olhos.

Assim mais coisas que me chamaram a atenção é que o piso da mala está muito elevado (constrangimentos do layout, provavelmente).
 
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Este ensaio daL'Automobile vem confirmar aquilo que se suspeitava. É uma pena.

Vamos ver se o Leaf e os Renault EV conseguem fazer melhor porque com a proposta i-MiEV/C-Zero/iOn não se vai longe.(...)

Em autonomia no raio de acção?, preço final?, espaço disponibilizado?, valor de retoma?, preço de uso do combustível/tarifa eléctrica pela recarga? e afins?, não vão ser rivais para os automóveis ditos tradicionais nem os híbridos conseguem uma quota de mercado substancial já, mas o público alvo neste arranque comercial excepto em algumas pequeníssimas franjas de consumidores (os ditos consumidores green![:D]) com real poder de compra serão as empresas públicas e privadas a amortizar o investimento já de si racional com a parceria com a MMC.
 
A Citröen já recebeu 12 encomendas em Portugal para o novo carro eléctrico C-Zero, (...)

A Citroen prevê comercializar um total de 50 mil unidades do seu citadino eléctrico C-Zero até 2015.

A comercialização do modelo no mercado europeu está prevista para o final do ano e deste volume de vendas estimado, cerca de oito por cento (o correspondente a cerca de quatro mil unidades), deverá ser realizado em Espanha. (...)

Em www.autoportal.iol.pt

:o
 
Já passou pelas minhas mãos o ante-projecto do Decreto Lei que irá impor a construção de postos de abastecimento públicos...até pareço importante, uma vez que caso tivesse observações/reparos/sugestões a fazer ao mesmo, elas eram levadas em conta [:p]

Só vos digo que, no geral, a ideia é boa e tem pernas para andar! o único senão é que não vem lá explícito como se cobrará a energia aquando dos abastecimentos, nem tão pouco quem fornece a energia aos mesmos...
Agora que estão previstos a instalação de postos de abastecimento de
electricidade um pouco por todo o lado, lá isso estão apr:)

Inclusivé refere lá o incentivo dos 5000 euros para os primeiros 1000 clientes de viaturas eléctricas, desde que não sejam entidades públicas ou empresas. Ou seja, o incentivo é só para particulares [;)]

Antes de cobrar ao consumidor, há que ter a rede de distribuição de pontos de abastecimento eléctrico disponível em áreas não urbanas, a livre mobilidade automóvel agradece, [;)]
 
GENEVA - Citroen says demand for its electric vehicles is being boosted by companies seeking environmentally friendly transport. The French brand expects to sell 4,000 EVs this year, Xavier Duchemin, the brand's spokesman for EVs, said.

Duchemin said Citroen is "very confident" that the target will be reached because the brand has 2,000 customer orders for its EVs so far this year.
He said 1,500 of those orders were for the CC-Zero electric minicar that went on sale at the end of December. The other 500 were for an electric version of its Berlingo car-derived van that will arrive in showrooms mid-March.

Duchemin said Citroen aims to sell 10,000 EVs next year. Sister brand Peugeot is forecasting a similar EV volume, he said.

Companies such as the French postal service, the German railway network and General Electric are among major customers for Citroen's EVs, which have no CO2 emissions and so are considered more environmentally friendly than gasoline or diesel vehicles.

"Companies are buying our EVs because they want to be green," Duchemin told Automotive News Europe at the Geneva auto show last week.
Citroen is not worried that its EV sales will suffer after the ending of incentives of up to 5,000 euros currently offered in many European countries.

'Indirect subsidies'

Duchemin said drivers of electric cars benefit from "indirect" subsidies. For instance, in London electric car drivers are exempt form the city's 10 pounds a day congestion charge. In other European cities such as Paris that may limit or ban cars on certain days to cut pollution, EVs likely will be exempt.

The four-seat C-Zero and its sister model, the Peugeot iOn, are based on the Mitsubishi i-MiEV.

While rivalRenault SA and its alliance partner, Nissan Motor Co., aim to become the mass market leaders in EVs by developing and launching a wide range of EVs, PSA/Peugeot-Citroen SA has outsourced much of its EV development so that it can concentrate in-house resources on hybrids, which the company says will be a much more important market for low-emission vehicles than full-electric cars.

But, said Duchemin, "We are still ahead of our competitors because we have electric cars on the road now."

Em www.autonews.com

:eek:
 
Perante a concorrência do Nissan Leaf, quem vai comprar este modelo?

Só alguém muito distraído...

E quem irá adquirir o modelo da Nissan havendo a possibilidade de ter um maior raio de autonomia disponível com o modelo eléctrico concorrente da GM, mesmo que haja um pequeno motor térmico disponível no mesmo, [:D]
 
E quem irá adquirir o modelo da Nissan havendo a possibilidade de ter um maior raio de autonomia disponível com o modelo eléctrico concorrente da GM, mesmo que haja um pequeno motor térmico disponível no mesmo, [:D]

O telmo já disse tudo. O Volt/Ampera não é propriamente eficiente para o que faz, e é caro como tudo. Pra soluções dessas, continuam a ser melhor os híbridos da praça ou então ir "às folhas".
 
O Volt consome mais electricidade por km que o Leaf. E consome mais gasolina por km que um híbrido. Quem comprará o Volt por 42 mil eur?

Eu não porque não os tenho mas mais depressa seria comprador de um carro que me permite ir ao algarve e vir mesmo gastando mais, do que um carro que é um pouco como passear com trela não desfazendo obviamente o leaf. Um é opção para dia a dia, ponto. Outro é para dia a dia + ...
 
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