MotoGP

Comparar o Agostini com o Rossi é o mesmo que comparar o Pelé com o Messi....
Mais, quem gosta verdadeiramente deste desporto sabe que "números" não são tudo.

Não esqueçer que o Rossi quando dominava na Honda e o acusavam de dominar apenas porque tinha a melhor mota, ele teve a coragem de mudar para a Yamaha, claramente uma mota inferior, para provar a tudo e a todos que não era só o fator mota, e ganha o mundial logo nesse ano, calando assim muitas bocas.

Também gosto muito do Marquez e sei que será o próximo grande dominador deste desporto (isto se o Vinales não se intrometer...), mas temos de esperar pelo menos mais 10 anos para no minimo elevá-lo ao nível do Rossi.


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Mais palavras para quê...
 
Não vou falar de Pelés nem de Messi que futebol não percebo nada.
O Rossi dominou na honda sim, foi um piloto mediático desde o principio, herdou toda a equipa técnica do Doohan, entre eles estava o maior génio de sempre no que toca a afinações e preparações, Jeremy Burgess.
Tinha material que mais nenhum piloto tinha, até a michelin fabricava pneus especialmente para ele.
Como em 2001 a maior parte dos gp´s era na europa, isto era uma vantagem tremenda, muitas vezes a michelin fabricava pneus no dia anterior ao gp, mediante as condições de temperatura, aderência, etc.
Só com a alteração em 2007 para as 800´s, vieram novas regras para a utilização de pneus também, aí já deixou de poder de fazer isto.
Em 2004 quando se mudou para a yamaha, mota inferior á honda, no entanto levou a equipa maravilha toda com ele, nesse mesmo ano tornaram a mota competitiva e campeã.

Um dos melhores pilotos de todos os tempos ?
Sim, por tudo aquilo que ganhou e conquistou.
O melhor de sempre?
Não
O Agostini além de ter muitos mais títulos e vitórias fez o que para mim foi o impossível, corria e ganhava campeonatos em mais que uma categoria, fazia dois gp´s no mesmo dia, correu várias vezes na Ilha de Man e ainda consegui 8 vitórias.
O Marquez com a idade do Rossi já ganhou mais, no entanto o que o Marquez ganhou foi com regulamentos muito mais uniformizados e equilibrados do que no tempo do Rossi.
 
Sim, não nos podemos esquecer que o Agostini correu ainda na Ilha de Man.
E também temos lá grandes lendas (algumas ainda vivas) como Dunlop e McGuiness.
 
Ainda perdem tempo a discutir quem é o GOAT? Neste desporto é basicamente impossível avaliar quem é o maior/melhor devido a diferentes épocas, gerações, estilos de pilotagem, diferentes máquinas, pneus, etc. Também não é o número de títulos que define quem é um campeão. É apenas uma questão de gosto pessoal e de sensações ou emoções que nos fazem escolher o piloto nº 1. Os pilotos dos anos 80/90 marcaram-me positivamente, quer pelo estilo, quer pelo carácter pois tudo era decidido ao Domingo, sem desculpas ou mind games. Mas não significa que sejam melhores que os heróis do passado ou as estrelas do presente. Só tenha pena de não ser mais velho e ter acompanhado os anos 60 e 70, certamente colocaria Haillwood no topo das minhas preferências. O que fez em 78 e 79 prova o seu enorme talento natural para motos e provavelmente o único que teria capacidade para adaptar-se a qualquer época.
 
Se é o melhor ou não, isso depende de cada 1, agora sempre que se fala em motogp o nome é o dele, e mesmo daqui a uns anos o nome vai ser o dele, mesmo que outro qualquer ganhe mais que ele
 
Já repararam no estado em que ficam as motas quando há quedas em Phillip Island? As escapatórias não parecem nada lisas e parecem existir diferenças de altura um pouco acentuadas entre tipos diferentes de pavimento.
 
Eu acho que o Paolo Simoncelli vai acertar na muche:

Faltam duas corridas para o final do Mundial de MotoGP, a Malásia e Valéncia. Com o título já entregue a Marc Márquez e apesar da luta pelo segundo lugar estar em aberto, as atenções começam já a centrar-se na próxima temporada.

Paolo Simoncelli, pai do recordado Marco Simoncelli, veio agora dar a sua opinião sobre o que será a temporada de 2017 no Mundial de MotoGP. Assim em, declarações ao site italiano ‘Quotidiano.net’, Paolo Simoncelli sublinhou que a passagem de Jorge Lorenzo para a Ducati “será um desastre. A minha impressão é que o Jorge perdeu a vontade de arriscar “, e explicou que: “Se o Jorge tem uma moto perfeita ganha, se a moto é normal o Lorenzo deita os remos do barco fora e desiste de lutar”.

O pai do malogrado piloto italiano sublinhou ainda que o facto de Jorge Lorenzo deixar o conforto da equipa Yamaha que conhece como ninguém, para abraçar uma nova aventura com a Ducati é demasiado arriscado para o piloto espanhol. “Posso estar enganado e não quero exagerar, mas o Rossi com a Ducati sobreviveu dois anos, mas o Lorenzo não sei se vai estar à altura para aguentar dois anos”.

Quanto a Valentino Rossi, Paolo Simoncelli, muda o discurso e passa da critica ao elogio:”Valentino esteve mais forte este ano que em 2015.Cometeu alguns erros, é certo, mas não deixou de melhorar o seu rendimento, só que o Márquez pareceu o Valentino há 20 anos. Contudo Valentino tem direito de continuar acreditar no seu décimo título Mundial”.
 
Pensava que era obrigatório o uso de airbag nos fatos para todos os pilotos, e deveria mesmo ser:

Durante a conferência de imprensa no GP do Japão, Jorge Lorenzo foi questionado sobre o funcionamento do seu airbag. A sua reposta foi positiva, ao afirmar que nada de anormal aconteceu ao airbag, mas não foi bem assim…

No sábado, a Michelin recomendou aos pilotos aquecerem bem os seus pneus uma vez que a pista ainda estava fria, apesar de o sol brilhar sobre Motegi. Os avisos foram dados, e por qualquer razão, Lorenzo não seguiu os conselhos dos técnicos franceses e logo na segunda curva o espanhol sofre uma acidente, que por sinal era bastante comum quando não havia tanta electrónica. O n.º 99 foi lançado pelo ar e o impacto foi absorvido pelo corpo do piloto.

Lorenzo não saía daquele acidente totalmente recuperado. O incidente deixou-o ferido, mas não lesionado. No entanto, ao visualizar o vídeo com bastante atenção é perceptível que a zona do peito e do ombro não sofreram qualquer ‘inchaço’ antes do impacto. Se o sistema de airbag estivesse presente, esse ‘inchaço’ seria perceptível.

De facto, o airbag não foi activado, porque Lorenzo não correu com o sistema implantado no fato. O piloto recusou-se a utilizar o airbag porque acreditava que os aspectos negativos superavam os positivos. Antes de mais, ter um sistema destes, é sinal de adicionar peso ao piloto. O segundo aspecto é que o sistema de airbag causa desconforto em plena corrida.

É uma decisão respeitável tendo em conta a posição de Lorenzo no campeonato. Com a electrónica que existe nas motos, ter uma acidente daquele género é um pouco como jogar à roleta russa. Acontece quando tiver que acontecer. Apesar de tudo, Lorenzo é o único que sabe o que é melhor para si.
 
Pobre Pedrosa.[s)]

Itching to get back to competing



Hi, everyone!
On Monday I went for my check-up, and it seems like my physical therapy is going well.
The fracture on my collarbone is healing properly, and all the bone fragments are where they’re supposed to be! Given some of my past surgeries, the skin around it has deteriorated somewhat, so they had to reconstruct the scar. This is better for me though since you can easily run into complications with things like this.

The fracture on my right fibula is stable and on its way to recovery, and the same goes for the fourth metatarsal on my left foot. Unfortunately, these three injuries mean that I won’t be making my way to Malaysia, so my goal now is to recover as much as possible in time to make it to Valencia in less than three weeks. I’m really looking forward to being back with my team and with all the fans in Cheste, too.

It was strange watching the race from home this weekend. It’s not what I would rather be doing, but all I can do for now is to focus my time on working on each physical therapy technique in order to recover quickly.
Thanks again for all your support.
Dani Pedrosa.
 
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