[Antevis?o] Nissan BladeGlider

crash

New member
nissan-bladeglider-1.jpg

nissan-bladeglider-2.jpg

nissan-bladeglider-3.jpg

nissan-bladeglider-4.jpg


novo Nissan BladeGlider. Inspirado pelo DeltaWing e mais recentemente pelo ZEOD de competição.
Posição central de condução, com espaço para mais 2 passageiros.
Eléctrico, e aparentemente, próximo da produção. Já correm mulas de testes, usando Ariel Atoms como base

o artigo da Autocar
The Nissan BladeGlider concept is the blueprint for an anti-establishment small electric sports car based on the principles of the Deltawing race car and which will make production within three years.
Underlining Nissan's commitment to making the rear-drive car, senior executives confirmed that a test mule, based around a modified Ariel Atom, is already running, and that Deltawing race car designer Ben Bowlby has already been heavily involved in the project.


"When I was growing up the principle was that young people wanted a sports car and their parents hated the idea of them - the problem with all of today's sports cars is that they are actually owned by parents," said Nissan's engineering chief Andy Palmer. "We are exploring ways of getting back to a sports car that is affordable, challenging and appealing for young people."


The BladeGlider concept will be revealed at the Tokyo motor show, and is one vision of how the concept will work. Styling of the production car is expected to change, with the BladeGlider being described by design chief Shiro Nakamura as "an extreme interpretation" of how the car could look. Like the Deltawing race car it has an extremely narrow front track, measuring just one metre, and a much wider rear track, which Nissan only describes as "stable".


Although technical details are scarce, the deltoid body shape is wrapped in carbonfibre-reinforced plastic, with the interior seating three people: a centrally placed passenger and two passengers either side, as pioneered on the McLaren F1 road car.


The narrow front end aids aerodynamic efficiency, while the carbonfibre underbody creates downforce without the need for drag-enhancing wings. The car's weight distribution is 30:70 front to rear, thanks largely to the low and rearward positioning of the lithium ion batteries and low weight of the in-wheel electric motors. The latter technology has been confirmed for the production car, a Nissan first.


"I've driven the prototype, and it is unlike anything I have sampled before," said Palmer. "This is the car that takes advantage of all the packaging benefits of an electric powertrain. All that weight and the set-up of the front racks means that the car is incredibly pointy, but the rear track and downforce mean that you can catch the oversteer with amazing ease."


Palmer confirmed the car will make production, sitting below the more traditional Nissan 370Z sports car in the firm's line-up and in terms of price, meaning it will cost significantly below £30,000 despite its hi-tech electric powertrain.

E um videozinho:
 
Se o que a Nissan diz se confirmar, algo semelhante a isto vai mesmo ser lançado no mercado, ficando abaixo do 370Z (ou do seu sucessor).
 
Esperemos que não sofra do mesmo problema de estabilidade (e segurança) do DeltaWing.. até porque já se sabe o que o Deltawing nos trouxe: menos peso + melhor aerodinâmica -> menos potência -> mais autonomia
 
Last edited:
Tenho algumas dúvidas relativamente a isso. Esse artigo é do ano passado, quando o carro estreou-se em circuito pela primeira vez. E estamos a falar de algo realmente novo, que partiu do zero, sem nenhum ponto de referência anterior.

Como qualquer outro carro de competição, já deve ter sofrido evoluções. Pelo menos este ano já apareceu com carroçaria fechada como mandam os regulamentos, e temos em paralelo, o Nissan ZEOD RC nas próximas 24h de LeMans.

De qualquer forma, o conceito é perfeitamente válido e, pelo que tenho visto, tão seguro como os outros. A hipótese de "crashar" deve ser tão grande como a dos seus concorrentes

Entretanto o DeltaWing já conseguiu um 5º lugar na prova de Petit Le Mans este ano. Nada mal considerando o défice de pujança relativamente aos LMP2.

Tou curioso para ver a performance do ZEOD RC em LeMans, mas mais curioso tou para ver se a Nissan "os" tem no sitio para colocar este BladeGlider em produção.

O look da coisa será sempre um problema, mas a eficácia da solução é inquestionável.
 
Tenho algumas dúvidas relativamente a isso. Esse artigo é do ano passado, quando o carro estreou-se em circuito pela primeira vez. E estamos a falar de algo realmente novo, que partiu do zero, sem nenhum ponto de referência anterior.

Como qualquer outro carro de competição, já deve ter sofrido evoluções. Pelo menos este ano já apareceu com carroçaria fechada como mandam os regulamentos, e temos em paralelo, o Nissan ZEOD RC nas próximas 24h de LeMans.

De qualquer forma, o conceito é perfeitamente válido e, pelo que tenho visto, tão seguro como os outros. A hipótese de "crashar" deve ser tão grande como a dos seus concorrentes

Entretanto o DeltaWing já conseguiu um 5º lugar na prova de Petit Le Mans este ano. Nada mal considerando o défice de pujança relativamente aos LMP2.

Tou curioso para ver a performance do ZEOD RC em LeMans, mas mais curioso tou para ver se a Nissan "os" tem no sitio para colocar este BladeGlider em produção.

O look da coisa será sempre um problema, mas a eficácia da solução é inquestionável.

É do ano passado.. porque foi quando bateu lol 2º acidente na sua 2ª corrida (1º acidente tinha sido em Le Mans). Mas não é muito mais fácil capotar num triciclo do que num quadriciclo? (Hello, Reliant Robin?!?). O comportamento do Deltawing/ZEOD é muito parecido a um triciclo..

Quanto ao conceito correr em Le Mans (e noutros campeonatos), torna-se um escândalo, uma vez que corre contra carros que têm regulamentos e que não podem sair do que está estipulado. É uma coisa completamente irreal o que estão a fazer com este carro. Mas isso são outros 500.
 
Por isso é que está na categoria de veículos experimentais.
E regulamentos de segurança todos tÊm de cumprir, experimentais ou não.

O que mesmo assim não impede os carros "normais" de fazerem flips, mortais, capotarem, etc...
E o DeltaWing nunca bateu em ninguém. Nos dois acidentes que sofreu em corrida, foram sempre outros que lhe bateram. Mas, como tantos outros, já sofreu despistes, como o link como mostras.

E não deixa de ser curioso como uma criatura leve e com apenas 300cv, pneus frontais com a medida dos que eram usados num citroen 2cv, e sem metade do aparato aerodinâmico dos outros, tem andamento para os actuais LMP2. A vantagem, em teoria, estaria sempre do lado dos carros regulamentados. Mas esta solução revela-se muito mais eficaz.

O DeltaWing pelo menos mostra que ainda existe espaço para a exploração de novas ideias, coisa que os regulamentos não permitem e estagnam o mundo da competição. Veja-se a F1, que cada vez mais se torna uma fórmula standard.

Felizmente os organizadores de LeMans e ALMS permitem que participem projectos experimentais para averiguar a validade de novas soluções. E isso é de louvar.

Reliant Robin? Poxa... o que é que um Robin tem a ver com o DeltaWing? Nem partilham o numero de rodas.
 
Por isso é que está na categoria de veículos experimentais.
E regulamentos de segurança todos tÊm de cumprir, experimentais ou não.

O que mesmo assim não impede os carros "normais" de fazerem flips, mortais, capotarem, etc...
E o DeltaWing nunca bateu em ninguém. Nos dois acidentes que sofreu em corrida, foram sempre outros que lhe bateram. Mas, como tantos outros, já sofreu despistes, como o link como mostras.

E não deixa de ser curioso como uma criatura leve e com apenas 300cv, pneus frontais com a medida dos que eram usados num citroen 2cv, e sem metade do aparato aerodinâmico dos outros, tem andamento para os actuais LMP2. A vantagem, em teoria, estaria sempre do lado dos carros regulamentados. Mas esta solução revela-se muito mais eficaz.

O DeltaWing pelo menos mostra que ainda existe espaço para a exploração de novas ideias, coisa que os regulamentos não permitem e estagnam o mundo da competição. Veja-se a F1, que cada vez mais se torna uma fórmula standard.

Felizmente os organizadores de LeMans e ALMS permitem que participem projectos experimentais para averiguar a validade de novas soluções. E isso é de louvar.

Reliant Robin? Poxa... o que é que um Robin tem a ver com o DeltaWing? Nem partilham o numero de rodas.

Falei no Reliant porque as rodas da frente estão tão próximas uma da outra que quase que se comporta como um 3 rodas. Como a largura de vias é muito pequena, a transferência de peso é muito maior, e baste um pequeno toque na traseira para ele virar, daí o problema nesse acidente.

Como bem sabes, há segurança activa e segurança passiva. O que foi testado neste carro foi a sua segurança passiva, mas já deu para ver que a sua segurança activa não foi bem testada.

Quanto à competição… Então se a este deixam quebrar todas as regras possíveis, porque não deixam aos outros que tentam dar o seu melhor, mas não podem? Porque é que eles têm que ser diferentes? O carro é mais leve porque os outros não podem ser. E não está numa classe à parte.. corre com os LMP1 DeltaWing in top class for 2014 United SportsCar Racing debut | News | Motorsport.com. Na classe experimental correu em Le Mans, onde o ACO (mostrando que são mesmo uma entidade que se preocupa com o essencial do automobilismo) tem uma entrada específica para carros fora dos regulamentos. A Nissan quer entrar de novo, mas o ACO (e muito bem) recusou a ideia uma vez que não cumpre os requisitos: Panoz Aiming for DeltaWing’s Return to Le Mans - Sportscar365 Não estou a dizer que as regras estão bem como estão, mas se existem, todos têm que as cumprir. De relembrar que o DeltaWing era para ser o carro da Indycar a partir de 2012, mas foi chumbado.

 
O cockpit é quase o do Land Glider Concept portanto presumo que tenha acontecido algo semelhante ao que sucedeu ao projecto L1 da VW, começou como um chouriço de dois lugares em tandem para depois acharem que um veículo tão estreito não é o caminho...

Nissan-Land-Glider-interior.jpg
 
50 mil posts de Fórum e ainda fazes perguntas desta categoria? Para que serviram/servem os estudos e respectivos protótipos?

e tu com mais de 11 mil ainda não conseguiste ler com atenção o que diz nos primeiros posts? ali diz e passo a citar, "Eléctrico, e aparentemente, próximo da produção."

eu perguntei apenas qual seria a finalidade deste carro no mercado, não falei em estudos nem protótipos nem em testes. claro que se aparecessem estas imagens como um estudo de novas tecnologias/soluções, não perguntaria, não achas???
 
O cockpit é quase o do Land Glider Concept portanto presumo que tenha acontecido algo semelhante ao que sucedeu ao projecto L1 da VW, começou como um chouriço de dois lugares em tandem para depois acharem que um veículo tão estreito não é o caminho...

Nada a ver. O Land Glider seria um citadino, meio caminho ou um cruzamento entre scooter e automóvel.
Isto é totalmente distinto, já que está ser anunciado como desportivo para ficar colocado abaixo do 370Z (apesar de se tratar de um carro eléctrico, pelo que o encaixe na gama não é assim muito natural). Os anúncios recentes da Nissan a "acusar" o GT86 de ser carro para crises de meia-idade, e que teríamos surpresa no salão de Tóquio, destinada a malta que ainda não chegou à meia idade, mostra bem para onde estão a apontar o alvo. Mas sendo um eléctrico, não sei que malta jovem querem cativar, já que o preço será aproximado a €35000, e como sabemos, pelo menos na Europa, os jovens não têm trabalho e são uns tesos[:D]

Isto é a Nissan a capitalizar a boa publicidade conseguida com o DeltaWing, no qual foi a fornecedora do motor, e já a começar a preparar o retirar de beneficios da exposição mediática do ZEOD RC em LeMans no próximo ano.
Em mais notícias que tenho lido, parece que é mesmo para avançar com a produção desta criatura. Segundo o chefe de design da Nissan, o sr. Shiro Nakamura, diz que o BladeGlider é uma versão extrema do conceito, e o carro de produção será versão atenuada do conceito. No entanto, é para manter a forma em delta (via dianteira será bem mais estreita que a traseira), e os 3 lugares com o do condutor em posição central.
 
Falei no Reliant porque as rodas da frente estão tão próximas uma da outra que quase que se comporta como um 3 rodas. Como a largura de vias é muito pequena, a transferência de peso é muito maior, e baste um pequeno toque na traseira para ele virar, daí o problema nesse acidente.

Como bem sabes, há segurança activa e segurança passiva. O que foi testado neste carro foi a sua segurança passiva, mas já deu para ver que a sua segurança activa não foi bem testada.

Quanto à competição… Então se a este deixam quebrar todas as regras possíveis, porque não deixam aos outros que tentam dar o seu melhor, mas não podem? Porque é que eles têm que ser diferentes? O carro é mais leve porque os outros não podem ser. E não está numa classe à parte.. corre com os LMP1 DeltaWing in top class for 2014 United SportsCar Racing debut | News | Motorsport.com. Na classe experimental correu em Le Mans, onde o ACO (mostrando que são mesmo uma entidade que se preocupa com o essencial do automobilismo) tem uma entrada específica para carros fora dos regulamentos. A Nissan quer entrar de novo, mas o ACO (e muito bem) recusou a ideia uma vez que não cumpre os requisitos: Panoz Aiming for DeltaWing’s Return to Le Mans - Sportscar365 Não estou a dizer que as regras estão bem como estão, mas se existem, todos têm que as cumprir. De relembrar que o DeltaWing era para ser o carro da Indycar a partir de 2012, mas foi chumbado.


Talvez esteja na altura de mudar os regulamentos. E, na classe de protótipos, era mesmo deixar fazerem protótipos, e não carros que encaixam num cada vez mais apertado conjunto de regras.
O DeltaWing já não é a primeira solução realmente diferente que vejo aos paradigma actuais (nos anos 90 chegaram a circular nos media algumas ideias radicais para o futuro da F1. Entre elas, rodas dispostas em losango para diminuir o drag). Mas é a primeira que vejo a sair do papel e a poder comprovar em circuito na prática o que se discutia em teoria.

A questão da Indycar é que se tratava um concurso, com o DeltaWing a ser a proposta mais radical entre várias. Mas eles decidiram ir pelo caminho mais conservador possivel. Curiosamente, o DeltaWing era o que melhor respondia aos requisitos do projecto, em que queriam levar a Indycar para o futuro, com carros de performance equivalente aos que existiam, mas que o fizessem com muito mais eficiência.

Quanto à via estreita à frente, a "magia" acontece mesmo na distribuição de pesos e na aerodinâmica da criatura. Essa questão da segurança activa acho que nem se coloca, senão tinham que banir tudo o que se despistasse ou voasse em circuito.
Sobre o DeltaWing:
deltawing-takes-off-inline-turns-photo-460519-s-original.jpg

How the DeltaWing Turns
Lacking wide front rubber, a full-width track, and downforce-enhancing wings, the DeltaWing doesn’t corner like a conventional race car. Its four-inch-wide, closely set front tires have no difficulty initiating a turn because they are so lightly loaded; the DeltaWing’s front axle carries about a quarter of the car’s total weight, or roughly 350 pounds (including the driver). To steer the pointy nose through a 3-g corner, each front tire must generate only 500 or so pounds of lateral force.

E mais umas imagens do BladeGlider

Nissan-BladeGlider-Concept-02.jpg

Nissan-BladeGlider-Concept-15.jpg

Nissan-BladeGlider-Concept-Interior-03.jpg

Nissan-BladeGlider-Concept-16.jpg

Nissan-BladeGlider-Concept-11.jpg


Visualmente, será sempre um desafio. Foge completamente às normas. E mesmo os "automóveis deltóides" que têm aparecido, costumam ter o eixo mais estreito ou a única roda atrás, que facilita o trabalho do designer.
Actualmente temos o Morgan threewheeler, mas podemos ir buscar o Mercedes F300 ou até o português Veeco RT.
Houve o divertido Carver One que quase funcionava a um nivel visual com a sua única roda frontal, mas tratava-se de um veículo bastante estreito no geral, com apenas 1.27m de largura, ao contrário do BladeGlider, que deve andar ali pelos 1.7m.

Aquilo que mais depressa mudaria seria a frente, ou melhor, os elementos que foram aplicados a esta.
Parece uma versão miniatura de um carro normal, onde temos uma "grelha" com duas ópticas a ladeá-la.
Dado o aspecto bizarro da criatura, porquê tentar normalizá-lo?
Aproveitava o "V" que actualmente marca os modelos da Nissan, e no seu interior, onde está o simbolo, colocaria apenas um grupo óptico central (e talvez direccional, a acompanhar a viragem das rodas).
Quando colocarem uma matrícula naquela frente, também deve ficar um belo trambolho.

Mesmo assim, o contraste entre frente e traseira nunca deixará espaço para muitos bons pontos de vista.
Só funciona bem em vistas ortogonais[:D]
 
Talvez esteja na altura de mudar os regulamentos. E, na classe de protótipos, era mesmo deixar fazerem protótipos, e não carros que encaixam num cada vez mais apertado conjunto de regras.
O DeltaWing já não é a primeira solução realmente diferente que vejo aos paradigma actuais (nos anos 90 chegaram a circular nos media algumas ideias radicais para o futuro da F1. Entre elas, rodas dispostas em losango para diminuir o drag). Mas é a primeira que vejo a sair do papel e a poder comprovar em circuito na prática o que se discutia em teoria.

A questão da Indycar é que se tratava um concurso, com o DeltaWing a ser a proposta mais radical entre várias. Mas eles decidiram ir pelo caminho mais conservador possivel. Curiosamente, o DeltaWing era o que melhor respondia aos requisitos do projecto, em que queriam levar a Indycar para o futuro, com carros de performance equivalente aos que existiam, mas que o fizessem com muito mais eficiência.

Quanto à via estreita à frente, a "magia" acontece mesmo na distribuição de pesos e na aerodinâmica da criatura. Essa questão da segurança activa acho que nem se coloca, senão tinham que banir tudo o que se despistasse ou voasse em circuito.
Sobre o DeltaWing:
deltawing-takes-off-inline-turns-photo-460519-s-original.jpg

How the DeltaWing Turns
Lacking wide front rubber, a full-width track, and downforce-enhancing wings, the DeltaWing doesn’t corner like a conventional race car. Its four-inch-wide, closely set front tires have no difficulty initiating a turn because they are so lightly loaded; the DeltaWing’s front axle carries about a quarter of the car’s total weight, or roughly 350 pounds (including the driver). To steer the pointy nose through a 3-g corner, each front tire must generate only 500 or so pounds of lateral force.

Não digo que não.. até porque sou a favor de haver uma liberdade criativa maior. Mas, para já é o que existe, e os responsáveis desportivos estão a deixar que corram carros fora do regulamento. A grande vantagem em termos de performance do Deltawing é o efeito de solo, não é nada do resto que dizem. Tem pouco mais de ⅓ de carga nas rodas frontais.. mas qual é a área de contacto do pneu? Quanto é que é menos também? E a distância entre os pneus? Porque razão os carros desportivos têm uma maior largura de vias? É de lembrar também que a Nissan só entrou neste projecto à última hora fornecendo apenas, porque a ideia original não nasceu dentro da Nissan. E agora decidiram-se aproveitar do conceito e deixaram os seus percursores de mãos vazias. A ideia do eixo frontal continua porque é uma razão para ser diferente, até porque seria muito melhor tem uma largura de eixos frontal maior e rodas tapadas, mantendo o nível de arrasto baixo, aumentando a estabilidade. O que chama a atenção no conceito é a sua forma, não o seu conteúdo.
 
Não digo que não.. até porque sou a favor de haver uma liberdade criativa maior. Mas, para já é o que existe, e os responsáveis desportivos estão a deixar que corram carros fora do regulamento. A grande vantagem em termos de performance do Deltawing é o efeito de solo, não é nada do resto que dizem. Tem pouco mais de ⅓ de carga nas rodas frontais.. mas qual é a área de contacto do pneu? Quanto é que é menos também? E a distância entre os pneus? Porque razão os carros desportivos têm uma maior largura de vias? É de lembrar também que a Nissan só entrou neste projecto à última hora fornecendo apenas, porque a ideia original não nasceu dentro da Nissan. E agora decidiram-se aproveitar do conceito e deixaram os seus percursores de mãos vazias. A ideia do eixo frontal continua porque é uma razão para ser diferente, até porque seria muito melhor tem uma largura de eixos frontal maior e rodas tapadas, mantendo o nível de arrasto baixo, aumentando a estabilidade. O que chama a atenção no conceito é a sua forma, não o seu conteúdo.

Concordo. A convergência da frente num automóvel de estrada está longe de ser a melhor opção e como não estão a fazer um carro para correr em Salt Flats será mais pelo factor distintivo do seu design do que pelo seu desempenho ou estabilidade. Eu aguardo para constatar quanto deste formato deltóide vai sobrar no modelo de produção daqui a dois anos...
 
Back
Top