Novo Citroën C5

Auto retrato? Ao contrário de ti não ando por aqui a defender a perfeição de nenhuma marca.

Já a Citroen ui... Deus no Céu, Citroen na Terra.

Por favor, não me coloques na tua habitual postura.

Não tenho por hábito utilizar este fórum para fazer como meu desporto favorito criticar as marcas da concorrência e unicamente a dizer bem das que eu admiro... [:p] Essa é mesmo a tua imagem que tanto te caracteriza e eu bem sei que isso te faz sentir realizado... [:D]
 
Mas também os clientes alvo são completamente distintos.

Um 1.8 ou um 2.0 atmosféricos para puxar aquele peso não é fácil. Este novo THP graças à boa disponibilidade de binário tornaria a condução bem mais agradável.

Um 407 1.6 THP ao preço do 1.6 HDi era uma excelente alternativa a quem pensaria comprar o 2.0 HDi.

Ao menos existiria a alternativa ao diesel, que na gama 407 não existe.

Até podiam experimentar no C5 primeiro a ver se a coisa pegava. [:p]

Com a invasão dos diesel de baixa cilindrada com potências "aceitáveis", já ninguém opta entre um diesel e um otto.

Há 3 tipos de compradores:

1) os fans incondicionais dos diesel, que sempre tiveram traineiras;

2) as "marias-vão-com-as-outras", que aderiram ao "TDI" e agora não querem outra coisa senão diesel;

3) o pessoal mais velho, desde sempre habituado a ottos e que ainda consideram que os diesel são táxis.
Dentro deste grupo incluem-se os encartados do ACP (alguns mais jovens) que tiraram a carta num carro a gasolina e desde então nunca experimentaram um diesel.

Os 1) e 2) estão fidelizados.
Os 3) estão a ser fidelizados pelo mercado: quando vendem os seus charutos semi-novos a preço de saldo com a resposta do vendedor "ah...se fosse diesel", pensam 2x na nova aquisição e acabam por comprar diesel, mesmo mais caro.

Desta forma, os otto são cada vez mais raros.
Quando mais alto o segmento, pior.

Esse 1.6 THP está bem para pequenos desportivos.
Nesses segmentos mais altos, não vende.
 
Última edição:
Com a invasão dos diesel de baixa cilindrada com potências "aceitáveis", já ninguém opta entre um diesel e um otto.

Há 3 tipos de compradores:

1) os fans incondicionais dos diesel, que sempre tiveram traineiras;

2) as "marias-vão-com-as-outras", que aderiram ao "TDI" e agora não querem outra coisa senão diesel;

3) o pessoal mais velho, desde sempre habituado a ottos e que ainda consideram que os diesel são táxis.
Dentro deste grupo incluem-se os encartados do ACP (alguns mais jovens) que tiraram a carta num carro a gasolina e desde então nunca experimentaram um diesel.

Os 1) e 2) estão fidelizados.
Os 3) estão a ser fidelizados pelo mercado: quando vendem os seus charutos semi-novos a preço de saldo com a resposta do vendedor "ah...se fosse diesel", pensam 2x na nova aquisição e acabam por comprar diesel, mesmo mais caro.

Desta forma, os otto são cada vez mais raros.
Quando mais alto o segmento, pior.

Esse 1.6 THP está bem para pequenos desportivos.
Nesses segmentos mais altos, não vende.

A isso acrescentava apenas o facto de com a crise que se vê no nosso país o diesel ser quase uma escolha obrigatória quando se pretende comprar um carro novo.
 
De qualquer forma, nem o 1.8 nem o 2.0 devem ser motores agradáveis de usar no C5 pelo peso deste e pelos modestos valores de binário a baixo e médio regime.

Alguém no seu perfeito juizo vai optar pelo 1.8 sendo o 1.6 HDi bem mais disponivel e agradável de usar? Não estou sequer a falar de consumos.

Em certos automóveis é preciso analisar os motores, independentemente do tipo de combustivel. O 1.6 HDi e 2.0 HDi serão bem mais agradáveis de usar no C5 que os 1.8 e 2.0.

O 1.6 THP ficar-lhe-ia muito melhor no lugar do 1.8 e 2.0.
 
A isso acrescentava apenas o facto de com a crise que se vê no nosso país o diesel ser quase uma escolha obrigatória quando se pretende comprar um carro novo.

Não é por ser no nosso país. É em toda a europa com ou sem crise.

Como se hoje em dia a opção por determinada motorização diesel fosse apenas em função dos menores consumos. Actualmente já não funciona bem dessa forma com o desenvolvimento que sofreram os motores diesel.
 
Não é por ser no nosso país. É em toda a europa com ou sem crise.

Como se hoje em dia a opção por determinada motorização diesel fosse apenas em função dos menores consumos. Actualmente já não funciona bem dessa forma com o desenvolvimento que sofreram os motores diesel.

Quer queiras quer não essa é a grande razão pela qual os diesel vendem muito no nosso país. Noutros países onde existe um maior poder de compra as motorizações a gasolina continuam a ter bons níveis de vendas neste segmento.
 
Quer queiras quer não essa é a grande razão pela qual os diesel vendem muito no nosso país. Noutros países onde existe um maior poder de compra as motorizações a gasolina continuam a ter bons níveis de vendas neste segmento.

Quem está em crise, não compra neste segmento. Compra segmento abaixo ou outro qualquer. O segmento do C5 é um segmento que já requer algum desafogo financeiro.

Se reparares quem tem dificuldades económicas (o que é mais visivel noutros segmentos) continua a comprar as motorizações de acesso à gama a gasolina, bem mais baratas que as diesel. Quer seja o 1.2 do clio, o 1.4 dsi do civic, etc.

Os diesel representam mais de metade dos automóveis vendidos na europa. A maior fatia de gasolina são versões de entrada de gama de automóveis de gama baixa.

Cumprimentos
 
De qualquer forma, nem o 1.8 nem o 2.0 devem ser motores agradáveis de usar no C5 pelo peso deste e pelos modestos valores de binário a baixo e médio regime.

Alguém no seu perfeito juizo vai optar pelo 1.8 sendo o 1.6 HDi bem mais disponivel e agradável de usar? Não estou sequer a falar de consumos.

Em certos automóveis é preciso analisar os motores, independentemente do tipo de combustivel. O 1.6 HDi e 2.0 HDi serão bem mais agradáveis de usar no C5 que os 1.8 e 2.0.

O 1.6 THP ficar-lhe-ia muito melhor no lugar do 1.8 e 2.0.

Não concordo. Não encaro a disponibilidade imediata em baixa rotação como requisito obrigatório para que um motor seja agradável. Pessoalmente até prefiro motores mais rotativos. Um motor para ser agradável tem essencialmente de ser suave e progressivo.

Os 127cv do 1.8 são mais do que suficientes para dar conta do recado para um condutor menos exigente.

Além disso é muito provável que o 1.6 HDi seja significativamente mais caro que o 1.8 a gasolina. Nem toda a gente está disposto a pagar essa diferença até porque muitas vezes a rodagem anual não o justifica.

Tudo depende daquilo que cada pessoa privilegia e da utilização que vai dar.
 
Quem está em crise, não compra neste segmento. Compra segmento abaixo ou outro qualquer. O segmento do C5 é um segmento que já requer algum desafogo financeiro.

Se reparares quem tem dificuldades económicas (o que é mais visivel noutros segmentos) continua a comprar as motorizações de acesso à gama a gasolina, bem mais baratas que as diesel. Quer seja o 1.2 do clio, o 1.4 dsi do civic, etc.

Os diesel representam mais de metade dos automóveis vendidos na europa. A maior fatia de gasolina são versões de entrada de gama de automóveis de gama baixa.

Cumprimentos

O nosso país é um caso especial e está em crise porque muitas das pessoas vivem acima das suas possibilidades e muitas vezes compram aquilo que não podem ter, com a agravante do poder de compra estar abaixo da média europeia.

Naturalmente que as motorizações a gasolina têm muito mais saída nos segmentos baixos e também é verdade que actualmente os diesel representam a esmagadora maioria do mercado neste segmento, mas como já referi no post anterior, ainda há muitas pessoas na europa a comprar motorizações a gasolina neste segmento. A Alemanha é um bom exemplo disso, mas não só...
 
Última edição:
Na minha opinião o grupo PSA a gasolina podia por neste seguemento o

1.6 16V de 110cv
1.8 16V de 127 cv
por o 2.0 de 143 com turbo a debitar pelo menos 165cv

Já ficava com uma gama de motorizações otto bastante mais aceitável.
 
Na minha opinião o grupo PSA a gasolina podia por neste seguemento o

1.6 16V de 110cv
1.8 16V de 127 cv
por o 2.0 de 143 com turbo a debitar pelo menos 165cv

Já ficava com uma gama de motorizações otto bastante mais aceitável.

O 1.6 seria uma asneira não só porque existe o 1.6 VTi 120cv mas porque para mexer com os 407/C5 seria preciso muita paciência, e os consumos disparariam.

O 1.8 vá lá, pronto... mas como entrada de gama.

O 2.0 é que não. Nem com turbo nem sem turbo. Para isso existiria o 1.6 THP.

Ainda me lembro do 406 fase 1 com um 2.0 turbo 150cv. Pujante mas bêbado...
 
O 1.6 seria uma asneira não só porque existe o 1.6 VTi 120cv mas porque para mexer com os 407/C5 seria preciso muita paciência, e os consumos disparariam.

O 1.8 vá lá, pronto... mas como entrada de gama.

O 2.0 é que não. Nem com turbo nem sem turbo. Para isso existiria o 1.6 THP.

Ainda me lembro do 406 fase 1 com um 2.0 turbo 150cv. Pujante mas bêbado...

A renault não tem no laguna um 1.6 16V de 110cv?

O 406 fase I 2.0 turbo aka turbo ct na citro era um motor de 1992!
 
O 1.6 seria uma asneira não só porque existe o 1.6 VTi 120cv mas porque para mexer com os 407/C5 seria preciso muita paciência, e os consumos disparariam.

O 1.8 vá lá, pronto... mas como entrada de gama.

O 2.0 é que não. Nem com turbo nem sem turbo. Para isso existiria o 1.6 THP.

Ainda me lembro do 406 fase 1 com um 2.0 turbo 150cv. Pujante mas bêbado...

Não vejo muita lógica começar com um 1.8 e depois a meio colocarem um 1.6 (menos cc) com mais potência.

Esse motor é mais adequado para carros mais pequenos e de cariz puramente desportivo.

Nem acho que faz muito sentido haver o 1.6HDi neste segmento, mas a estratégia comercial das marcas assim o obriga para contornar o problema do imposto automóvel.
 
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